
Neste post, exploraremos o fungicida Galben-M, uma combinação potente de Benalaxyl e Mancozeb, que se destaca no combate a diversas doenças fúngicas em culturas como batata, tomate e uva. Abordaremos desde sua composição e mecanismo de ação, até as melhores práticas de aplicação e segurança ambiental, proporcionando um guia completo para agricultores e profissionais do setor.
Identificação do Produto
O produto em questão é o fungicida conhecido comercialmente como Galben-M, registrado sob o número 4601 no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). O titular do registro é a FMC Química do Brasil Ltda., localizada em Campinas, São Paulo. Este fungicida possui como princípio ativo a combinação de Benalaxyl (80 g/kg) e Mancozeb (650 g/kg), que atuam de maneira sistêmica no controle de doenças em diversas culturas. O produto está classificado como pertencente ao grupo químico Acilalaninato para o Benalaxyl e Alquilenobis (ditiocarbamato) para o Mancozeb. A formulação é do tipo Pó Molhável (WP).
As informações adicionais relevantes incluem seu CNPJ, que é 04.136.367/0001-98, e sua compatibilidade com outros produtos, que não apresenta casos conhecidos de incompatibilidade, além de não ser inflamável e não corrosivo. A classificação ambiental do produto é Classe II, o que indica que é muito perigoso ao meio ambiente, e sua classificação toxicológica é Categoria 5, o que significa que é improvável de causar danos agudos.

Composição
O produto Galben-M, um fungicida, é formulado com os seguintes ingredientes ativos:
Benalaxyl: Apresenta uma concentração de 80 g/kg (8% m/m). É classificado como um acilalaninato e atua como um fungicida sistêmico, possuindo um modo de ação específico que inibe o crescimento de fungos patogênicos.
Mancozeb: Este ingrediente ativo está presente na concentração de 650 g/kg (65% m/m) e pertence ao grupo químico conhecido como alquilenobis (ditiocarbamato). Mancozeb é também um fungicida de contato e possui ação protetora, auxiliando no controle de diversas doenças fúngicas nas culturas.
Outros Ingredientes: Compreendem 270 g/kg (27% m/m) da formulação, mas não são especificados no rótulo do produto.
A combinação destes ativos proporciona ao Galben-M um efeito sinérgico, aumentando a eficiência no controle de doenças fúngicas em culturas agrícolas, promovendo assim uma melhor proteção das plantações.
Grupo Químico e Tipo de Formulação
O produto Galben-M é classificado quimicamente como um fungicida, apresentando dois ingredientes ativos principais: Benalaxil e Mancozeb, que pertencem a diferentes grupos químicos. O Benalaxil é um acilalaninato, enquanto o Mancozeb é um alquilenobis (ditiocarbamato). Estas classificações são relevantes porque cada grupo químico possui um modo específico de ação contra fungos patogênicos que afetam diversas culturas agrícolas.
Quanto ao tipo de formulação, Galben-M é apresentado na forma de "Pó Molhável" (WP), que é uma formulação que deve ser dissolvida em água antes da aplicação. Essa forma de apresentação facilita a aplicação e a distribuição dos ingredientes ativos nas superfícies das plantas, otimizando o controle de doenças causadas por fungos, como a requeima em batatas e tomates, e o míldio em uvas.
Registro e Titular do Produto
O produto Galben-M é registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 4601. A titularidade do registro é da empresa FMC Química do Brasil Ltda., que está localizada em Campinas, São Paulo. O CNPJ da empresa é 04.136.367/0001-98, evidenciando que a FMC é a responsável pela produção e comercialização desse fungicida no Brasil.

Instruções de Uso do Produto - Batata
O fungicida Galben-M é recomendado para o controle da doença conhecida como Requeima, causada pelo agente patogênico Phytophthora infestans. A aplicação deste produto deve ser realizada de forma preventiva, antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, garantindo assim maior eficiência no tratamento.
Dosagem e Volume de Calda
- Dose recomendada: 2,5 a 3,0 kg/ha
- Volume de calda: entre 100 a 400 L/ha
Época e Intervalo de Aplicação
O ideal é iniciar a aplicação preventiva assim que as condições climáticas favorecerem o surgimento da doença. As aplicações devem ser repetidas semanalmente, conforme o monitoramento da cultura.
Número Máximo de Aplicações
Durante cada ciclo de cultivo da batata, é permitido realizar um máximo de 4 aplicações do fungicida Galben-M. É importante seguir as recomendações e manter a intervalos regulares para assegurar a proteção efetiva da planta contra a Requeima.
Instruções de Uso do Produto - Tomate
O fungicida Galben®-M é recomendado para o controle da doença conhecida como requeima, causada pelo patógeno Phytophthora infestans, no cultivo de tomate. Abaixo estão as orientações específicas para o uso do produto nessa cultura.
Doença
- Nome Comum: Requeima
- Nome Científico: Phytophthora infestans
Dose
A dose recomendada de Galben®-M para o tratamento da requeima em tomate é de 200 a 300 g do produto comercial por 100 litros de água.
Volume de Calda
O volume de calda a ser aplicado varia entre 800 a 1000 litros por hectare.
Época e Intervalo de Aplicação
É necessário iniciar a aplicação de forma preventiva, antes do aparecimento dos primeiros sintomas. As aplicações devem ser repetidas semanalmente, conforme avaliação e monitoramento da cultura.

Número Máximo de Aplicações
O número máximo de aplicações do produto durante um ciclo da cultura deve ser limitado a 4.
Essas instruções são essenciais para garantir a eficácia na proteção das plantas e para o manejo ambiental responsável. É importante sempre consultar um engenheiro agrônomo para orientações personalizadas e conforme as condições específicas de cada lavoura.
Instruções de Uso do Produto - Uva
O fungicida Galben®-M é eficaz no controle do Míldio, uma doença causada pelo fungo Plasmopara viticola, que afeta a cultura da uva (Vitis vinifera L.). Para sua aplicação, seguem as recomendações específicas:
- Doença: Míldio (Plasmopara viticola)
- Dose: Utilize de 200 a 250 g do produto comercial por 100 litros de água.
- Volume de calda: A aplicação deve ser realizada na proporção de 0,2 litros de calda por planta.
- Época e intervalo de aplicação: É recomendado iniciar o tratamento de forma preventiva, antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, e repetir a aplicação a cada 15 dias, conforme o monitoramento da cultura.
- Número máximo de aplicações: Durante o ciclo da cultura, é permitido realizar até 4 aplicações do produto.
É fundamental seguir estas orientações para garantir a eficácia do produto e o controle efetivo da doença nas vinhas.

Modo de Aplicação
O fungicida Galben®-M pode ser aplicado por via terrestre, utilizando pulverizadores manuais ou tratorizados, conforme as recomendações específicas para cada cultura. É fundamental que seja garantida uma boa cobertura das plantas durante a aplicação do produto.
Antes de preparar a calda, é essencial verificar se o equipamento de aplicação está limpo, conservado e ajustado para levar a cabo a pulverização sem riscos ao cultivo, ao aplicador ou ao meio ambiente. A calda deve ser preparada com água limpa, garantindo que o tanque do pulverizador esteja pelo menos com ½ de sua capacidade preenchida antes da adição do produto, com o sistema de agitação em funcionamento.
Durante a aplicação, deve-se manter o sistema de agitação da calda ativo. Adicionalmente, é importante fechar a saída da calda do pulverizador durante paradas e manobras, para evitar sobreposição na aplicação. É responsabilidade do aplicador evitar que o produto alcance culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e fontes de água, levando em consideração fatores como a velocidade do vento, umidade e temperatura, que influenciam o potencial de deriva.
As condições climáticas ideais para a aplicação incluem temperatura ambiente abaixo de 30°C, umidade relativa do ar acima de 50% e velocidade do vento entre 3 e 10 km/h. As aplicações realizadas pela manhã (até às 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.

Cuidados durante a aplicação
Durante a aplicação do fungicida Galben®-M, é essencial seguir cuidados específicos para garantir tanto a eficácia do produto quanto a segurança do aplicador e do ambiente. Primeiramente, é necessário manter o sistema de agitação da calda em funcionamento durante toda a aplicação para assegurar a homogeneidade do produto.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador é uma medida crucial durante paradas e manobras do equipamento aplicador, evitando assim a sobreposição da aplicação, que pode levar a um uso excessivo do fungicida em certas áreas.
Além disso, deve-se atentar para a gestão da deriva, ou seja, não permitir que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, para minimizar impactos ambientais. O potencial de deriva é afetado por diversos fatores relacionados ao equipamento de pulverização e às condições climáticas, como a velocidade do vento, umidade e temperatura. Portanto, é importante aplicar com o maior tamanho de gota possível, garantindo que a cobertura seja suficiente sem comprometer a eficácia do produto.
Cautela especial deve ser tomada durante a inversão térmica, uma condição climática que aumenta o risco de deriva. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites sem nuvens e com pouco vento. Esses fenômenos devem ser observados, pois podem resultar em movimento lateral das gotas de pulverização, potencializando a contaminação de áreas indesejadas.
Por fim, é de responsabilidade do aplicador evitar a deriva durante a aplicação, seguindo todas as recomendações e boas práticas de manejo para garantir a segurança e a eficácia do procedimento.

Gerenciamento de Deriva
O gerenciamento de deriva é um aspecto crucial a ser considerado durante a aplicação de produtos químicos, como fungicidas, a fim de evitar que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água. A deriva refere-se à movimentação indesejada de partículas ou gotas do produto durante a aplicação, que pode resultar em contaminação ambiental e prejuízos para culturas que não são o alvo do tratamento.
O potencial de deriva é influenciado por diversos fatores, sendo a interação entre o equipamento de pulverização e as condições climáticas as mais significativas. Entre os fatores climáticos, a velocidade do vento, umidade e temperatura desempenham papéis importantes. É fundamental que o aplicador considere todos esses fatores antes de decidir aplicar o produto.
Uma das principais estratégias para minimizar a deriva é o tamanho das gotas. É recomendável realizar a aplicação utilizando o maior tamanho de gota possível, sem comprometer a cobertura e a eficiência do produto. Isso reduz a chance de que as partículas sejam levadas pelo vento e atingam áreas indesejadas.
Além disso, o aplicador deve seguir as orientações do fabricante do equipamento de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo. Isso assegura que as melhores práticas para gerenciamento de deriva sejam respeitadas e utilizadas, prevenindo contaminações e garantindo eficácia no uso do produto.

Inversão Térmica
A inversão térmica é um fenômeno atmosférico que ocorre quando a temperatura do ar aumenta com a altitude, ao contrário do que normalmente se observa. Esse processo resulta em uma camada de ar mais quente sobre uma camada de ar mais frio, dificultando a movimentação vertical do ar. Como consequência, durante a inversão térmica, as pequenas gotas de agroquímicos suspensas no ar podem permanecer mais próximas ao solo, devido à stratificação causada pela temperatura.
Esse tipo de inversão é comum em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Geralmente, as condições para sua formação começam ao pôr do sol e podem persistir até o amanhecer. A presença de neblina na superfície terrestre pode ser um indicador visual da ocorrência de uma inversão térmica.
É importante ressaltar que a aplicação de produtos como agrotóxicos durante esses períodos deve ser feita com cautela, pois o risco de deriva, onde o produto químico alcança áreas indesejadas, aumenta significativamente. Portanto, a responsabilidade do aplicador é essencial para evitar qualquer impacto negativo na saúde humana e no meio ambiente.
Equipamentos de Aplicação - Aplicação Terrestre
A aplicação terrestre do fungicida Galben®-M deve ser realizada através de pulverizadores manuais e tratorizados, de acordo com as recomendações específicas para cada cultura. É fundamental utilizar tecnologias de aplicação que garantam uma boa cobertura das plantas, seguindo as melhores práticas agropecuárias.
Classe de gotas
A escolha da classe de gotas é crucial para evitar a deriva do produto e depende do tipo de cultura, alvo a ser tratado e do tipo de equipamento utilizado na aplicação. Um dos fatores mais importantes para controlar a deriva é o tamanho das gotas; portanto, é aconselhável aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem comprometer a cobertura e a eficiência do produto.

Ponta de pulverização
A seleção da ponta de pulverização deve ser realizada com base na classe de gota recomendada e nos parâmetros operacionais do equipamento, como a velocidade, largura da faixa e outros. A ponta escolhida deve proporcionar baixo risco de deriva e garantir uma distribuição adequada do produto sobre a cultura.
Ajuste da barra
A barra do pulverizador deve ser ajustada de maneira que todas as pontas mantenham a mesma altura em relação ao topo das plantas ou ao alvo de deposição. Esse ajuste é essencial para obter uma cobertura uniforme e minimizar a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição
Durante a aplicação, a distância entre as pontas da barra deve ser configurada para permitir uma distribuição uniforme das gotas, evitando áreas sem tratamento ou com sobreposição excessiva.
Pressão
A pressão de trabalho do equipamento deve ser selecionada conforme o volume de calda e a classe de gotas escolhidos. Uma pressão adequada ajuda a maximizar a eficiência da aplicação.
Condições Climáticas
As condições climáticas são um fator determinante para a eficácia da aplicação. É recomendável que as aplicações sejam feitas com temperatura ambiente abaixo de 30 ºC, umidade relativa do ar acima de 50% e velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Preferencialmente, as aplicações devem ocorrer pela manhã, até as 10:00 horas, e à tarde, após as 15:00/16:00 horas.
Seguir essas diretrizes para a aplicação terrestre do produto em questão ajudará a maximizar seu desempenho no controle das doenças nas culturas. É sempre recomendável consultar um Engenheiro Agrônomo para garantir que as práticas de aplicação atendam às necessidades específicas de cada situação.

Equipamentos de Aplicação - Classe de Gotas
Na aplicação de produtos agroquímicos, a escolha da classe de gotas é um fator crucial que pode influenciar a eficiência do tratamento e a minimização dos riscos de deriva. Cada cultura e alvo requer um tipo específico de gota para assegurar uma cobertura adequada da planta e para evitar a contaminação de áreas adjacentes.
O tamanho das gotas é um dos principais determinantes para evitar a deriva durante a aplicação. É importante aplicar com o maior tamanho de gota possível, desde que isso não prejudique a cobertura e a eficiência do produto. Ao selecionar a classe de gotas, o aplicador deve considerar não apenas o equipamento utilizado, mas também as características climáticas no momento da aplicação, como a velocidade do vento, umidade e temperatura.
Esta abordagem garante que o produto atinja o alvo desejado, respeitando as boas práticas de aplicação e contribuindo para a segurança do meio ambiente e das culturas vizinhas. Em qualquer caso, recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para orientações específicas sobre a seleção correta da classe de gotas e das práticas adequadas de aplicação, visando a eficiência produtiva e a sustentabilidade agrícola.

Equipamentos de Aplicação - Ponta de Pulverização
A ponta de pulverização é um componente crucial em qualquer sistema de aplicação de defensivos agrícolas, incluindo fungicidas como o Galben-M. A escolha adequada da ponta de pulverização deve ser realizada com base na classe de gota recomendada para o tipo de cultura, tipo de alvo e o equipamento utilizado. O tamanho das gotas geradas pela ponta é um dos fatores mais importantes na minimização do risco de deriva, pois gotas menores são mais suscetíveis ao vento e podem se dispersar para áreas indesejadas.
Deve-se dar atenção especial às orientações técnicas sobre a ponta de pulverização a ser utilizada, considerando o tipo de aplicação desejada. A utilização da ponta apropriada não apenas melhora a eficiência do produto aplicado, mas também ajuda a garantir que a aplicação atinja a cobertura necessária das plantas, proporcionando um controle mais eficaz das doenças que o fungicida visa combater.
Além disso, recomenda-se sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para selecionar a ponta mais indicada, de acordo com as características da cultura e as condições ambientais durante a aplicação. A escolha correta da ponta de pulverização é, portanto, um passo fundamental para garantir a eficácia do tratamento e a segurança ambiental.
Equipamentos de Aplicação - Ajuste da Barra
O ajuste da barra de aplicação é um aspecto crucial para garantir uma distribuição uniforme do produto durante a pulverização. Para obter a melhor performance, é fundamental que todas as pontas da barra estejam mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou ao alvo de deposição. Isso não apenas favorece uma cobertura homogênea, mas também reduz a exposição das gotas à evaporação e ao vento, fatores que podem comprometer a eficácia do produto.
Além disso, deve-se regular a altura da barra para a menor possível, o que ajuda a otimizar a eficiência da aplicação. Um ajuste adequado assegura que não haja áreas com falhas (onde o produto não é depositado) ou sobreposições (onde o produto é depositado em excesso), garantindo assim a eficácia do tratamento e evitando possíveis danos às culturas. Portanto, é essencial que os aplicadores se atentem a esse detalhe para garantir uma aplicação eficiente e segura.

Faixa de Deposição
A faixa de deposição é um aspecto crucial durante a aplicação de produtos fitossanitários, incluindo fungicidas como o Galben®-M. Para assegurar uma distribuição uniforme do produto e evitar áreas com falhas ou sobreposição, é necessário ajustar a distância entre as pontas na barra de aplicação. A escolha da faixa de deposição deve considerar o tipo de cultura e suas necessidades específicas, bem como as características do equipamento utilizado.
A aplicação deve ser feita de maneira que todas as gotas atinjam a superfície desejada sem se dispersem desnecessariamente ou contaminem áreas adjacentes, o que poderia resultar em contaminação ambiental indesejada. Portanto, um bom planejamento na faixa de deposição é fundamental para garantir a eficácia do tratamento, respeitando sempre as recomendações do fabricante do equipamento e as orientações de um engenheiro agrônomo responsável pela aplicação.
Assim, ao ajustar a faixa de deposição, o aplicador não apenas maximiza a eficácia do produto, mas também minimiza o risco de deriva e impacto em cultivos vizinhos, contribuindo para uma prática agrícola mais sustentável e responsável.
Equipamentos de Aplicação - Pressão
Na aplicação de produtos químicos, a pressão do equipamento utilizado desempenha um papel fundamental na eficácia do tratamento. A seleção da pressão de trabalho do equipamento deve ser feita considerando o volume de calda e a classe de gotas formadas. Uma pressão inadequada pode comprometer a cobertura do produto nas plantas, afetando sua eficiência e, consequentemente, o controle das doenças almejado.
Além disso, é importante ajustar a pressão de forma a garantir que as gotas atingam o alvo desejado sem causar deriva, que é a dispersão indesejada do produto em áreas não tratadas. Portanto, o aplicador deve sempre observar as orientações específicas para cada situação, buscando otimizar a aplicação em função das características do produto e das condições do ambiente.

Condições Climáticas para Aplicação de Produtos
As condições climáticas são um fator essencial a ser considerado durante a aplicação de fungicidas, como o Galben-M. Para garantir a eficácia do produto e evitar perdas, é fundamental observar as seguintes condições:
Temperatura Ambiente: A temperatura deve estar abaixo de 30 ºC. Temperaturas elevadas podem aumentar a volatilidade do produto, resultando em eficácia reduzida e maior risco de deriva.
Umidade Relativa do Ar: É recomendado que a umidade relativa do ar esteja acima de 50%. Um nível de umidade muito baixo pode resultar na rápida evaporação das gotas, diminuindo a eficácia do produto ao não permitir que ele se fixe adequadamente nas superfícies-alvo.
Velocidade Média do Vento: A velocidade do vento ideal para a aplicação deve estar entre 3 e 10 km/hora. Ventos fortes podem aumentar o risco de deriva, dificultando a aplicação precisa do produto e potencialmente afetando culturas adjacentes.
Períodos de Aplicação: As aplicações são mais recomendadas nas primeiras horas da manhã, até às 10:00, ou no final da tarde, após as 15:00/16:00. Esses momentos são tipicamente mais amenos e com menores turbulências, favorecendo a eficácia da aplicação.
Seguir essas diretrizes climáticas é vital para maximizar a efetividade do fungicida e minimizar impactos ambientais indesejados.
Intervalo de Segurança
O intervalo de segurança é um período crítico que deve ser respeitado entre a última aplicação do fungicida Galben-M e a colheita das culturas tratadas. Este período assegura que a quantidade de resíduos do produto remanescente nas plantas não exceda os limites estabelecidos para a segurança dos consumidores e do meio ambiente.
Para o fungicida Galben-M, o intervalo de segurança destinado às seguintes culturas é o seguinte:
- Batata: 7 dias
- Tomate: 7 dias
- Uva: 7 dias
Esses prazos devem ser rigorosamente seguidos para garantir a saúde pública e a conformidade com as exigências regulatórias. A observância do intervalo de segurança é fundamental para assegurar que o produto não cause efeitos adversos ao ser consumido.

Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas Tratadas
O intervalo de reentrada refere-se ao período que deve ser respeitado entre a aplicação do produto e a entrada de pessoas nas áreas tratadas. Para o fungicida Galben®-M, este intervalo é de 24 horas após a aplicação. É crucial que todas as pessoas que necessitem reentrar nas lavouras ou áreas tratadas estejam cientes desta recomendação, a fim de garantir a segurança e a saúde.
Caso a reentrada seja necessária antes do término do intervalo de segurança, é imperativo que as pessoas utilizem Equipamentos de Proteção Individual (EPI), que incluem macacão de mangas compridas, luvas e botas, para se protegerem adequadamente dos potenciais riscos associados ao produto aplicado.
Limitações de Uso
O produto Galben®-M é destinado exclusivamente para uso agrícola e somente nas culturas para as quais está registrado. É vital que o usuário sempre consulte um Engenheiro Agrônomo antes da aplicação para garantir a eficácia e segurança da utilização do produto. Além disso, é crucial respeitar o intervalo de segurança recomendado para cada cultura, evitando assim potenciais danos às plantas e ao meio ambiente.
O uso deve ser feito seguindo rigorosamente as recomendações de doses e métodos de aplicação, conforme detalhadas na bula do produto. A fitotoxicidade não é uma preocupação, desde que todas as instruções de uso sejam seguidas corretamente.
Considerações Adicionais
É importante que os aplicadores tenham conhecimento adequado sobre o produto e suas especificações, garantindo que o uso não resulte em efeitos adversos nas culturas ou no meio ambiente.

Informações sobre Equipamentos de Proteção Individual
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são essenciais para garantir a segurança durante a manipulação e aplicação de produtos químicos, como o fungicida Galben®-M. O uso adequado desses equipamentos não apenas protege a saúde do aplicador, mas também minimiza os riscos de contaminação ambiental.
É imprescindível que o manuseio do produto seja realizado apenas por trabalhadores capacitados e com conhecimento das recomendações de segurança. Entre os EPIs recomendados, são indicados o uso de:
- Macacão de algodão hidrorrepelente: Deve ser de mangas longas e calças que cubram completamente o corpo.
- Luvas de borracha: Para proteção das mãos durante o contato com o produto.
- Óculos de proteção: Para evitar irritações oculares durante a aplicação.
- Máscara específica com filtro químico: Para proteção respiratória, evitando inalações acidentais do produto químico.
- Botas de PVC: Para proteger os pés de possíveis derramamentos.
Durante o preparo da calda e a aplicação do fungicida, o uso dos EPIs é obrigatório. Também é fundamental seguir as orientações do fabricante em relação à forma de limpeza, conservação e descarte dos equipamentos de proteção.
A presença e o uso correto dos EPIs são medidas fundamentais para assegurar a segurança dos trabalhadores e a proteção do meio ambiente.

Informações sobre Manejo da Resistência a Fungicidas
O manejo da resistência a fungicidas é uma prática essencial para garantir a eficácia no controle de doenças fúngicas em culturas agrícolas. O uso sucessivo de fungicidas que possuem o mesmo mecanismo de ação contra um mesmo alvo pode levar ao aumento da população de fungos resistentes, resultando na diminuição da eficiência do produto e, consequentemente, em prejuízos significativos para os agricultores. Portanto, é crucial adotar estratégias de manejo que envolvam a alternância e rotação de fungicidas durante a aplicação.
Algumas recomendações para um manejo eficaz da resistência a fungicidas incluem:
Alternância de Fungicidas: Sempre que possível, deve-se alternar os fungicidas com mecanismos de ação diferentes (Grupos A1 e M03), utilizando-os para o controle do mesmo agente patogênico. Isso ajuda a evitar a seleção de cepas resistentes.
Práticas Culturais: Adotar boas práticas agrícolas, como a rotação de culturas e o uso de cultivares com resistência genética, pode auxiliar na redução da pressão de seleção sobre os fungos patogênicos.
Fungicidas Combinados: Utilizar misturas de fungicidas que combinam diferentes modos de ação pode ser uma estratégia eficaz para manter a pressão de controle sob os patógenos e reduzir o risco de resistência.
Monitoramento e Consulta com Especialistas: Manter um acompanhamento próximo às condições de campo e aos sintomas de doenças, além de consultar um engenheiro agrônomo é crucial para ajustar as estratégias de manejo e aumentar a eficácia dos fungicidas aplicados.
Estas práticas não apenas ajudam a preservar a eficácia dos fungicidas, mas também contribuem para um manejo sustentável das culturas e a proteção do investimento agrícola.

Classificação Toxicológica
O produto fungicida Galben-M apresenta uma classificação toxicológica na categoria 5, o que indica que é improvável de causar dano agudo aos seres humanos com a exposição adequada e seguindo as instruções de uso. Essa classificação é significante, pois sugere que os riscos associados ao manuseio e aplicação do produto são relativamente baixos, desde que as recomendações de segurança sejam seguidas rigorosamente.
A categoria 5 é designada para substâncias que possuem baixo potencial de toxicidade aguda, refletindo a importância de um uso responsável e consciente. Isso implica que, embora o produto não seja considerado altamente tóxico, ainda sim exige a observância das boas práticas de manuseio e a utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados ao se realizar aplicações.
É fundamental que os aplicadores estejam cientes dessa classificação e tomem as precauções recomendadas para minimizar qualquer risco à saúde, além de garantir a segurança de todas as pessoas e o meio ambiente ao redor das áreas tratadas.
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção
A toxicidade dos ingredientes ativos presentes no fungicida Galben®-M, que são Benalaxil e Mancozeb, é analisada a partir de suas propriedades químicas e comportamentais quando expostos ao organismo.
Benalaxil
O Benalaxil é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal após administração oral. Após a absorção, a substância é amplamente distribuída em todos os órgãos e tecidos, com maiores concentrações encontradas na tireoide. O metabolismo do Benalaxil ocorre predominantemente por meio da oxidação do grupamento metil do anel anilínico, sendo transformado em hidroximetil e depois em ácido carboxílico. Essa biotransformação resulta em metabólitos que são excretados na urina e fezes, onde aproximadamente 80% da dose administrada é eliminada dentro de 48 horas, sem evidências de bioacumulação.

Mancozeb
O Mancozeb apresenta uma absorção gastrointestinal rápida, alcançando picos de concentração entre 3 e 6 horas em ratos. Sua biotransformação é abrangente, sendo convertido em diversos derivados, muitos dos quais são excretados tanto na urina quanto nas fezes, com cerca de metade da dose sendo eliminada significativamente em 24 horas. O tempo de meia-vida de eliminação do Mancozeb varia entre 7,5 horas (fase rápida) e 35 horas (fase lenta). Apesar das substâncias não apresentarem efeitos tóxicos agudos significativos, exposições crônicas podem afetar a tireoide, com inibições na síntese dos hormônios tireoidianos.
Ambos os compostos, embora com modos de ação e excreção distintos, demonstram a importância de seguir as diretrizes de uso para minimizar os riscos de toxicidade e garantir a segurança ambiental e humana.
Toxicidade e Efeitos Adversos - Sintomas e Sinais Clínicos
A exposição ao fungicida Galben®-M pode provocar uma série de reações adversas, que variam conforme a via de exposição. Os sintomas podem manifestar-se tanto em contato com a pele quanto na inalação ou ingestão do produto.
Exposição Cutânea
Quando o produto entra em contato com a pele, podem ocorrer sintomas de irritação, como ardência e vermelhidão. Além disso, o mancozebe, um dos ingredientes ativos, é classificado como sensibilizante dérmico, significando que pode causar reações alérgicas na pele em algumas pessoas.
Exposição Respiratória
Na hipótese de inalação do produto, o indivíduo pode apresentar irritação das vias aéreas superiores, que se manifesta através de tosse e dificuldade respiratória. É essencial que, em casos de inalação, a pessoa seja removida para um ambiente arejado e ventilado, além de receber cuidados médicos se necessário.
Exposição Ocular
O contato do produto com os olhos pode causar irritação, caracterizada por ardência e vermelhidão. Em situações de exposição ocular, é recomendada a lavagem imediata com água corrente por pelo menos 15 minutos, mantendo as pálpebras levantadas para uma adequada desinfecção.

Exposição Oral
Caso ocorra a ingestão do fungicida, os sintomas podem incluir irritação do trato gastrointestinal, manifestada por náuseas, vômito, dor abdominal e diarreia. É importante ressaltar que a indução de vômitos não é recomendada, e a assistência médica deve ser procurada imediatamente.
Efeitos Crônicos
Até o momento, não se conhecem efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. Contudo, informações acerca das reações adversas em casos de intoxicação devem ser consultadas por meio de especialistas ou centros de informação em toxicologia.
Compreender os possíveis sintomas e sinais clínicos que podem se manifestar em decorrência da exposição ao produto é fundamental para garantir a segurança e a saúde dos usuários e do meio ambiente.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente
O produto Galben-M possui informações relevantes sobre sua interação com o meio ambiente e a segurança necessária em sua utilização. Classificado como "Muito Perigoso ao Meio Ambiente" (Classe II), isso indica que ele apresenta um alto potencial para ocasionar danos aos ecossistemas, especialmente em organismos aquáticos, como microcrustáceos, peixes e algas.
De acordo com as diretrizes de proteção ambiental, as seguintes precauções devem ser adotadas:
Mobilidade e Persistência: O produto é altamente móvel, podendo deslocar-se pelo solo e atingi áreas vizinhas, lençóis freáticos e águas superficiais. Além disso, é considerado altamente persistente no meio ambiente, o que significa que pode permanecer em um local por um período prolongado antes de se degradar.
Devem Ser Evitadas Aplicações em Apparências Alagadas: A aplicação em áreas alagadas ou sujeitas a inundação é proibida devido ao potencial para causar severos danos ao meio ambiente.
Cuidados na Aplicação: Para prevenir a contaminação ambiental, recomenda-se não utilizar equipamentos com vazamentos, evitar aplicações durante ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, e aplicar somente as doses recomendadas, respeitando a legislação vigente.
Armazenamento e Descarte: As embalagens e restos de produtos devem ser descartados de maneira adequada para evitar contaminações do solo, da água e do ar, que podem prejudicar a fauna, flora e a saúde das pessoas.
Estes cuidados visam preservar a natureza e garantir um uso responsável do produto, assegurando a proteção do meio ambiente enquanto se busca a eficácia no controle de pragas e doenças nas culturas agrícolas.

Instruções de Armazenamento
O armazenamento correto do produto Galben®-M é essencial para garantir sua eficácia e segurança. Abaixo, estão as principais diretrizes para o armazenamento adequado:
Embalagem original: Mantenha o produto sempre em sua embalagem original e devidamente fechada. Isso previne contaminações e vazamentos.
Local de armazenamento: O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos. É importante que seja isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais que possam entrar em contato com o produto.
Construção do local: O espaço deve ser feito de alvenaria ou material não combustível, além de ser ventilado, coberto e ter um piso impermeável.
Sinalização: Coloque uma placa indicativa no local com os dizeres: "CUIDADO, VENENO", alertando sobre a presença de substância tóxica.
Segurança: O ambiente deve ser trancado para evitar o acesso de pessoas não autorizadas, especialmente crianças.
Preparação para acidentes: Tenha sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver qualquer embalagem rompida ou para o recolhimento de produtos vazados.
Seguir essas orientações garantirá não apenas a preservação do produto, mas também a proteção de pessoas e do meio ambiente.

Instruções em Caso de Acidentes
Em caso de acidentes envolvendo o fungicida Galben-M, é fundamental seguir uma série de procedimentos para garantir a segurança das pessoas e do meio ambiente. As instruções a seguir devem ser rigorosamente observadas:
Isolamento da Área: Imediatamente isole e sinalize a área contaminada para evitar que pessoas não autorizadas entrem em contato com o produto derramado.
Contatação de Autoridades: Contate as autoridades locais competentes e a empresa FMC Química do Brasil Ltda. através do telefone de emergência: 0800-3435450 ou (34) 3319-3019.
Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Antes de qualquer ação de socorro, utilize os EPIs apropriados, que incluem macacão impermeável, luvas, botas de borracha, óculos de proteção e máscara com filtros.
Manipulação de Derrames:
- Piso Pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deve ser reutilizado; consulte a empresa registrante para destinação final.
- Solo: Retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não afetado, armazene esse material também em um recipiente lacrado e identifique-o.
- Corpos D'Água: Imediatamente interrompa a captação de água para consumo humano ou animal e contate o órgão ambiental mais próximo, informando sobre as proporções do acidente e as características do corpo hídrico afetado.
Em Caso de Incêndio: Utilize extintores apropriados, como água em forma de neblina, CO₂ ou pó químico, e posicione-se a favor do vento para evitar intoxicações.
Seguir rigorosamente estas instruções é essencial para minimizar os riscos à saúde e ao meio ambiente em situações de acidentes envolvendo Galben-M. A pronta ação pode impedir que as consequências do incidente se agravem.

Descrição dos Processos de Lavagem da Embalagem
A lavagem da embalagem é um processo essencial para garantir a segurança no manejo de produtos químicos, como os agrotóxicos. É importante seguir rigorosamente as diretrizes estabelecidas para o descarte e a lavagem das embalagens, evitando assim a contaminação ambiental e riscos à saúde.
As instruções de lavagem para embalagens do tipo flexível incluem que estas não devem ser lavadas, uma vez que podem se tornar uma fonte de contaminação. O armazenamento dessas embalagens vazias deve ser feito em local coberto, bem ventilado e protegido da chuva, de modo a garantir que elas não liberem resíduos prejudiciais ao meio ambiente.
A devolução das embalagens vazias deve ser realizada ao estabelecimento onde o produto foi adquirido, garantindo que sejam tratadas de forma adequada por empresas registradas e autorizadas. É proibido reutilizar ou reciclar essas embalagens, assegurando que não causem danos ao meio ambiente ou à saúde pública.
Ao manusear estas embalagens, é imprescindível o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como luvas e macacão, para proteger o usuário de qualquer resíduo químico prejudicial presente na embalagem. As embalagens devem ser mantidas em local trancado, longe do alcance de crianças e animais, até que sejam devolvidas corretamente.
Essas práticas visam a proteção do meio ambiente e a contribuição para a saúde pública, assegurando que o uso de produtos agroquímicos não cause efeitos adversos.
Transporte e Destinação das Embalagens Vazias
O transporte e a destinação adequada das embalagens vazias de agrotóxicos, como o fungicida Galben®-M, são aspectos cruciais para a proteção do meio ambiente e a saúde pública. A seguir, apresentam-se as diretrizes necessárias para garantir que essas práticas sejam realizadas de forma segura e regulamentada.
Transporte das Embalagens Vazias
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Deve-se utilizar sacos plásticos transparentes, conforme o modelo de Embalagens Padronizadas (modelo ABNT), que devem ser devidamente identificados e lacrados. Essas orientações são essenciais para evitar contaminações e garantir que as embalagens sejam tratadas de maneira apropriada.

Armazenamento das Embalagens Vazias
O armazenamento das embalagens vazias deve ser realizado em local coberto, ventilado e ao abrigo de chuva, com piso impermeável. É fundamental garantir que as embalagens estejam armazenadas separadamente das embalagens cheias. A manipulação deve ser feita com luvas, e a embalagem deve ser armazenada em um lugar que seja exclusivo para produtos tóxicos, com sinalização adequada.
Devolução das Embalagens Vazias
É obrigatória a devolução das embalagens vazias, com tampas, pelo usuário ao estabelecimento onde o produto foi adquirido ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Essa devolução deve ocorrer dentro de um ano a partir da data da compra, e, se o produto não tiver sido totalmente utilizado dentro deste prazo, a devolução é permitida até seis meses após a data de validade do produto.
Destinação Final das Embalagens Vazias
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, só pode ser realizada pela empresa registrante ou por empresas que sejam legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. A reutilização ou reciclabilidade das embalagens vazias é proibida, assim como o fracionamento e reembalagem do produto.
Importância da Destinação Adequada
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos pode causar contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Portanto, é essencial seguir rigorosamente as recomendações para garantir a proteção ambiental e a saúde pública.

Restrições Estabelecidas por Órgão Competente
As restrições ao uso do fungicida Galben-M são determinadas por órgãos competentes, respeitando as recomendações aprovadas pela legislação vigente. É imprescindível que os usuários do produto permaneçam atentos às orientações fornecidas pelas autoridades locais para garantir a segurança e a eficácia na aplicação.
Além disso, é fundamental que o produto seja utilizado exclusivamente em culturas específicas para as quais possui registro. Isso não só assegura a eficácia do produto no controle de doenças, mas também minimiza os riscos de fitotoxicidade e de impactos adversos ao meio ambiente e à saúde humana.
Recomenda-se a consulta regular ao engenheiro agrônomo responsável para esclarecimentos sobre as melhores práticas de manejo e aplicação, respeitando sempre as orientações e limitações impostas pelos órgãos governamentais. É dessa forma que se garante o uso seguro e consciente de agrotóxicos no setor agrícola.
| Marca comercial | Galben-M |
| Titular do registro | Fmc Química Do Brasil Ltda. - Campinas/Sp |
| Número do registro | 4601 |
| CNPJ | 04.136.367/0001-98 |
| Classificação ambiental | II - Produto Muito Perigoso Ao Meio Ambiente |
| Classificação toxicológica | 5 - Categoria 5 – Produto Improvável De Causar Dano Agudo |
| Modo de ação | Sistêmico |
| Técnica de aplicação | Terrestre |
| Compatibilidade | Não Se Conhecem Casos De Incompatibilidade. |
| Inflamável | Não |
| Corrosivo | Não |
| Formulação | Wp - Pó Molhável |
| Observação |




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