
O Glifosato Nortox é um herbicida amplamente utilizado nas práticas agrícolas para o controle de plantas daninhas em diversas culturas. Por ser um produto de ação sistêmica e formulação concentrada, seu uso correto é essencial para garantir a eficácia no manejo das plantas infestantes, evitando prejuízos à cultura e ao meio ambiente. Neste guia completo, abordaremos desde as indicações de uso, doses recomendadas, modo de aplicação e cuidados necessários durante o manuseio, até orientações importantes para a proteção da saúde humana e do meio ambiente, além de recomendações para manejo integrado e prevenção da resistência. Acompanhe e conheça tudo o que você precisa saber para utilizar o Glifosato Nortox de forma segura e eficiente.

Identificação do Produto
Glifosato Nortox é um herbicida não seletivo, de ação sistêmica, utilizado principalmente em aplicações de pós-emergência. Apresenta-se no tipo de formulação concentrado solúvel (SL). O produto é fabricado e registrado pela Nortox S.A., com sede em Arapongas, Paraná, Brasil, localizado na Rodovia BR 369, Km 197. O registro do produto foi efetuado junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 03078394. Além disso, é registrado na Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR/PR) sob o número 466. A empresa possui também registro junto ao Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA) para unidade em Rondonópolis-MT.
O ingrediente ativo presente na formulação é o Sal isopropilamina de N-(phosphonomethyl) glycine (Glifosato), com concentração de 480 g/L, correspondente a 48,0% m/v do produto, equivalente a 360 g/L (36,0% m/v) do ácido de glifosato. Outros ingredientes compõem 69,2% m/v da formulação. O grupo químico do produto é classificado como Glicina Substituída, e o glifosato possui o nome químico N-(Phosphonomethyl)Glycine.
O produto é classificado toxicológicamente como categoria 5, indicando produto improvável de causar dano agudo. Em relação à periculosidade ambiental, é classificado na classe III, ou seja, produto perigoso ao meio ambiente.
Glifosato Nortox é incompatível apenas com tanques galvanizados ou de aço sem revestimento interno para preparo da solução, devendo ser utilizado somente tanques de aço inoxidável, alumínio, fibra de vidro ou plástico. Também é atóxico quanto à inflamabilidade, porém possui ação corrosiva.
É fundamental a observância do uso obrigatório de equipamentos de proteção individual (EPI) durante o manuseio e a aplicação do produto, além da devolução obrigatória das embalagens vazias para evitar contaminação ambiental.

Composição
O produto Glifosato Nortox é formulado com os seguintes componentes ativos e auxiliares:
- Sal isopropilamina de N-(phosphonomethyl) glycine (Glifosato), presente na concentração de 480 g/L, correspondendo a 48,0% em massa/volume.
- Equivalente ácido de Glifosato, presente na concentração de 360 g/L, o que corresponde a 36,0% em massa/volume.
- Outros ingredientes, que somam 692 g/L, representando 69,2% em massa/volume.
O ingrediente ativo principal é o glifosato, cujo nome químico é N-(Phosphonomethyl)Glycine, pertencente ao grupo químico das glicinas substituídas. O produto tem a formulação do tipo Concentrado Solúvel (SL). A concentração elevada do ativo garante eficácia no desempenho herbicida do produto.
Grupo Químico e Tipo de Formulação
O produto Glifosato Nortox pertence ao grupo químico das glicinas substituídas, sendo classificado como herbicida do Grupo G. Trata-se de um herbicida não seletivo, de ação sistêmica, com uso específico em pós-emergência. A formulação do produto é do tipo Concentrado Solúvel (SL), o que significa que é um concentrado que pode ser dissolvido em água para aplicação. Essa formulação permite a aplicação eficiente do herbicida, aproveitando suas propriedades sistêmicas para controlar plantas daninhas tanto na parte aérea quanto nas raízes.

Registro e Titular do Produto
O produto Glifosato Nortox está registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 03078394. O titular do registro é a empresa Nortox S.A., localizada na Rodovia BR 369, Km 197, Arapongas - PR, CEP 86700-970. A empresa possui o CNPJ 75.263.400/0001-99 e pode ser contatada pelos telefones (43) 3274-8585 e fax (43) 3274-8500. Além disso, está registrado na Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR) com o número 466.
O fabricante do produto técnico, denominado Glifosato Técnico Nortox, também é a Nortox S.A., com os mesmos contatos e registros mencionados acima. Há ainda um endereço adicional para a unidade em Rondonópolis - MT, no Parque Industrial Vetorasso, localizado na Rodovia BR 163, km 116, CEP 78740-275, telefone (66) 422-1800, fax (66) 422-2200, CNPJ 75.236.400/0011-60, com registro no Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA) sob o número 183/06.
O formulador do produto é igualmente a Nortox S.A., que também realiza a formulação conforme os registros e padrões oficiais. O número do lote, a data de fabricação e a data de vencimento do produto devem ser consultados na embalagem. É obrigatório o uso de equipamentos de proteção individual durante o manuseio e o uso do produto, além da devolução da embalagem vazia.

Instruções de Uso do Produto - Culturas Indicadas
O GLIFOSATO NORTOX é um herbicida não seletivo indicado para o controle de plantas daninhas em diversas culturas, com ação pós-emergente e formulação concentrada solúvel. Este produto apresenta seletividade para uso exclusivo em soja geneticamente modificada.
É indicado seu uso em aplicação na pós-emergência tanto da cultura quanto das plantas daninhas em várias culturas agrícolas, incluindo ameixa, banana, café, coco, cacau, citros, cana-de-açúcar, uva, pera, maçã, mamão, pêssego, nectarina e seringueira.
Além disso, o GLIFOSATO NORTOX pode ser utilizado para o controle de plantas daninhas em aplicação de área total no pré-plantio e na pós-emergência das plantas daninhas, antes do transplante do fumo, e para o plantio direto de algodão, arroz, feijão, milho, soja e trigo. Também é adequado para o cultivo mínimo de arroz e para a eliminação das soqueiras na cana-de-açúcar.
O produto é recomendado ainda para a renovação e manutenção de pastagens, auxiliando na eliminação das reboleiras de plantas daninhas indesejáveis listadas nas instruções de uso.
Para a soja geneticamente modificada, o glifosato permite o manejo eficiente de plantas infestantes tanto no sistema de plantio direto quanto no convencional, em área total na pós-emergência da cultura.
Também é indicado para capinas químicas voltadas para a erradicação de vegetação em aplicações de pré-plantio e nas entrelinhas em jato dirigido das culturas de pinus e eucalipto, sendo recomendado ainda para o controle da rebrota do eucalipto para renovação de áreas de plantio.
Instruções de Uso do Produto - Plantas Daninhas Controladas e Doses
O produto Glifosato Nortox apresenta indicações específicas para o controle de plantas daninhas, com doses variáveis conforme a espécie da planta infestante e seu estágio de desenvolvimento. Doses menores são recomendadas para plantas no estágio inicial da atividade vegetativa, enquanto as doses máximas destinam-se às ervas perenizadas.
Áreas de Plantio Direto para Manejo de Plantas Daninhas (Antes do Plantio ou Semeadura)

Monocotiledôneas
Para o manejo de plantas daninhas monocotiledôneas em áreas de plantio direto, antes do plantio ou semeadura da cultura, as doses de Glifosato Nortox por hectare (L p.c./ha) e dose de princípio ativo (kg a.i./ha) são específicas para cada espécie, aplicadas em um volume médio de 300 litros de água por hectare. Exemplos incluem:
- Arroz-vermelho (Oryza sativa): 2 L p.c./ha a 0,96 kg a.i./ha, utilizando 0,7 L por 100 L de água.
- Aveia (Avena sativa): de 1 a 2 L p.c./ha, correspondendo a 0,48 a 0,96 kg a.i./ha, com 0,3 a 0,7 L por 100 L de água.
- Capim-amargoso (Digitaria insularis): de 2 a 4 L p.c./ha, 0,96 a 1,92 kg a.i./ha e 0,7 a 1,3 L por 100 L de água.
- Capim-angola (Brachiaria mutica): 5 a 6 L p.c./ha, 2,40 a 2,88 kg a.i./ha, com 1,7 a 2,0 L por 100 L de água.
- Capim-arroz (Echinochloa crusgalli e Echinochloa cruspavonis): 2 a 4 L p.c./ha, 0,96 a 1,92 kg a.i./ha, e 0,7 a 1,3 L por 100 L de água.
- Capim-braquiária (Brachiaria decumbens): 2 a 4 L p.c./ha, 0,96 a 1,92 kg a.i./ha, com 0,7 a 1,3 L por 100 L de água.
- Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus): 1 a 2 L p.c./ha, 0,48 a 0,96 kg a.i./ha, e 0,3 a 0,7 L por 100 L de água.
- Capim-cebola (Chloris pycnothrix): 2 L p.c./ha, 0,96 kg a.i./ha, utilizando 0,7 L por 100 L de água.
Além dessas, outras espécies de monocotiledôneas com doses recomendadas também constam na bula do produto, sempre considerando a especificidade de cada planta para a eficiência do controle.

Dicotiledôneas
No controle de plantas daninhas dicotiledôneas, também com doses ajustadas conforme a espécie, destacam-se as seguintes plantas e suas respectivas doses:
- Apaga-fogo (Alternanthera tenella): 1 a 2 L p.c./ha, 0,48 a 0,96 kg a.i./ha, com 0,3 a 0,7 L por 100 L de água.
- Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla): 2 a 4 L p.c./ha, 0,96 a 1,92 kg a.i./ha, e 0,7 a 1,3 L por 100 L de água.
- Beldroega (Portulaca oleracea): 2 L p.c./ha, 0,96 kg a.i./ha, com 0,7 L por 100 L de água.
- Buva (Conyza bonariensis): 2 a 4 L p.c./ha, 0,96 a 1,92 kg a.i./ha, 0,7 a 1,3 L por 100 L de água.
- Campainha (Ipomoea aristolochiaefolia): 1 a 3 L p.c./ha, 0,48 a 1,44 kg a.i./ha, 0,3 a 1,0 L por 100 L de água.
- Carúru-roxo (Amaranthus hybridus): 2 a 4 L p.c./ha, 0,96 a 1,92 kg a.i./ha, 0,7 a 1,3 L por 100 L de água.
Outras dicotiledôneas com doses específicas estão indicadas na bula, sempre observando o estágio da planta para aplicação correta.

Pós-emergência da Soja Geneticamente Modificada
Para a cultura de soja geneticamente modificada, o Glifosato Nortox é indicado para aplicação em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, com doses variando conforme a espécie, estágio de crescimento e dias após a emergência (DAE). Por exemplo:
- Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea): 2,0 a 3,0 L p.c./ha, aplicado entre 20 e 30 dias após a emergência, no estágio de 2 a 4 perfilhos.
- Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus): 2,0 a 3,0 L p.c./ha, até 20 dias após a emergência, no estágio de 2 a 3 perfilhos.
- Apaga-fogo (Alternanthera tenella): 2,0 a 3,5 L p.c./ha, até 20 a 30 dias após a emergência, no estadio de 4 a 8 folhas.
- Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis): 2,0 a 3,0 L p.c./ha, de 20 a 30 dias após emergência, 6 a 8 folhas.
A aplicação deve ser feita em uma única aplicação na área total, respeitando os estágios de desenvolvimento indicados para cada planta daninha, garantindo assim o controle eficiente e adequado.
Em todas as aplicações, é fundamental seguir as doses recomendadas e o volume médio de água por hectare, que é de aproximadamente 300 litros, para assegurar a eficácia e segurança da aplicação do produto.

Instruções de Uso do Produto - Modo de Aplicação
O produto Glifosato Nortox deve ser pulverizado em jato dirigido, somente quando as plantas daninhas encontrarem-se em pleno desenvolvimento vegetativo e antes do início do período inicial de florescimento. A aplicação deve ser feita com volume variável de 150 a 450 litros de água por hectare, ajustando-se conforme as condições de desenvolvimento das ervas. Para ervas daninhas com alta densidade vegetativa, recomenda-se utilizar o volume maior de aplicação.
A aplicação do Glifosato Nortox é realizada em pós-emergência das plantas daninhas utilizando equipamentos costais manuais ou tracionados, acionados por tratores. Recomenda-se o uso de bicos de jato em leque com abertura entre 80 a 110 graus ou defletor do tipo TK. A pressão de trabalho deve variar entre 20 a 60 libras por polegada quadrada para obtenção de gotas com VMD entre 360 a 650 mícrons. Gotas menores são indicadas para ervas com maior densidade vegetativa ou para locais onde não há risco de atingir plantas econômicas por deriva.
No caso específico da soja geneticamente modificada, deve-se utilizar entre 100 e 200 litros de calda por hectare, aplicando com bico em jato leque do tipo Teejet VB 80.02 ou XR110.02, com espaçamento de 50 cm entre os bicos, trabalhando a uma altura de 50 cm do solo e pressão de 30 lb/pol². A aplicação deve ser realizada em área total sobre a cultura e as plantas daninhas indicadas, em uma única aplicação, entre 20 e 30 dias após a emergência da soja, quando esta conta com 2 a 3 trifólios.

Intervalo de Segurança por Cultura
O intervalo de segurança refere-se ao período de tempo recomendado entre a última aplicação do herbicida Glifosato Nortox e a colheita da cultura tratada, garantindo a segurança e a qualidade dos produtos agrícolas.
Para as diferentes culturas, os intervalos indicados são os seguintes:
- Ameixa: 17 dias
- Banana: 30 dias
- Cacau: 30 dias
- Café: 15 dias
- Cana-de-açúcar: 30 dias
- Citros: 30 dias
- Coco: 15 dias
- Maçã: 15 dias
- Mamão: 3 dias
- Nectarina: 30 dias
- Pera: 15 dias
- Pêssego: 30 dias
- Uva: 17 dias
Para certas culturas, o intervalo de segurança não foi determinado devido à modalidade de emprego. São elas:
- Algodão (não determinado quando o produto for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura)
- Arroz
- Feijão
- Pastagem
- Milho (não determinado quando o produto for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura)
- Trigo
No caso específico da soja, o intervalo de segurança também não é determinado para aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura convencional. Porém, para a soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, o intervalo de segurança recomendado é de 56 dias, quando o herbicida for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da própria cultura.
Além disso, para culturas cuja utilização não envolve alimentação (uso não alimentar - U.N.A.), como eucalipto, fumo, pinus e seringueira, o intervalo de segurança não é definido.
Respeitar esses intervalos é fundamental para evitar resíduos do produto na colheita, protegendo a saúde do consumidor e garantindo a eficácia do herbicida Glifosato Nortox.
Intervalo de Reentrada em Culturas e Áreas Tratadas
Após a aplicação do produto Glifosato Nortox, é necessário aguardar a secagem completa da calda, o que ocorre no mínimo 24 horas após a aplicação, antes de permitir a entrada de pessoas na área tratada. Caso seja preciso ingressar na área antes deste período, é obrigatório o uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para aplicação do produto, a fim de garantir a segurança do trabalhador. Essa medida visa evitar contato direto com resíduos ainda ativos do produto, promovendo maior proteção à saúde humana durante o manejo agrícola.

Limitações de Uso
O herbicida Glifosato Nortox deve ser pulverizado em jato dirigido para evitar que as folhas das culturas econômicas sejam atingidas. Seguindo as recomendações de uso do produto, não ocorrem sinais de fitotoxicidade nas culturas de interesse.
Na armazenagem e aplicação da solução, é indicado utilizar exclusivamente tanques de aço inoxidável, alumínio, fibra de vidro e plástico. É terminantemente proibido o uso de tanques galvanizados ou de aço sem revestimento interno.
Não se deve pulverizar o produto após a prática da roçada. Caso ocorra chuva até 6 horas após o tratamento, é necessário repetir a aplicação. Recomenda-se utilizar água limpa e isenta de argilas em suspensão para a preparação da calda.
Instruções de Uso do Produto - Equipamentos de Proteção Individual (EPI) a Serem Utilizados
Para o uso do Glifosato Nortox, é obrigatório o uso dos equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para garantir a segurança do aplicador durante o manuseio e aplicação do produto. Deve-se seguir as orientações contidas nos itens de precauções gerais, manuseio e preparação da calda, e durante a aplicação do produto da bula.
O EPI indicado inclui macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, que deve passar por cima do punho das luvas, assim como as pernas das calças devem ficar por cima das botas. É necessário usar botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. O correto uso dos EPIs é fundamental para minimizar o risco de exposição ao produto durante sua aplicação.

5.8 Equipamentos de Aplicação a Serem Utilizados
O Glifosato Nortox deve ser aplicado de acordo com orientações específicas relativas aos equipamentos para garantir a eficácia do produto e a segurança no manejo. Conforme indicado no modo de aplicação, as aplicações são feitas em pós-emergência das plantas daninhas utilizando equipamentos costais manuais ou tracionados, acionados por tratores.
Para a pulverização, recomenda-se o uso de bicos de jato em leque, com abertura entre 80 a 110 graus, ou defletores do tipo TK. As condições ideais de pressão de trabalho variam entre 20 a 60 libras por polegada quadrada, obtendo tamanho de gotas com VMD (Volume Médio de Diâmetro) entre 360 a 650 mícron. Gotículas menores são indicadas para plantas com maior densidade vegetativa e em áreas onde não há risco de atingir plantas econômicas por deriva.
No caso específico da soja geneticamente modificada, a aplicação deve ser realizada com um volume de calda entre 100 a 200 litros por hectare, utilizando bicos em jato leque do tipo Teejet VB 80.02 ou XR110.02, espaçados a cada 50 cm, trabalhando a uma altura de 50 cm do solo e pressão de trabalho de 30 lb/pol². A aplicação é feita em área total sobre a cultura e as plantas daninhas indicadas, em uma única etapa entre 20 a 30 dias após a emergência da soja, quando esta apresenta de 2 a 3 trifólios.
Assim, o uso correto dos equipamentos e suas configurações são essenciais para o manejo eficiente do herbicida Glifosato Nortox.

5.9 Procedimentos para Tríplicelavagem da Embalagem
Para a correta limpeza das embalagens do Glifosato Nortox, deve-se realizar a tríplicelavagem imediatamente após o esvaziamento total do produto. Durante todo o procedimento, o operador deve estar equipado com os mesmos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para o preparo da calda do produto, garantindo sua segurança.
A tríplicelavagem pode ser realizada por lavagem manual seguindo os passos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical por 30 segundos;
- Adicione água limpa até completar 1/4 do volume da embalagem;
- Tampe bem a embalagem e agite por 30 segundos;
- Despeje a água resultante da lavagem no tanque do pulverizador;
- Repita essa operação três vezes;
- Após o processo, inutilize a embalagem perforando o fundo para que ela não possa ser reutilizada.
Para pulverizadores que possuem equipamento de lavagem sob pressão, os procedimentos são:
- Encaixe a embalagem vazia no funil apropriado do pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar jato de água direcionado para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem perforando o fundo.
Se for utilizado um equipamento independente para lavagem sob pressão:
- Após esvaziar o conteúdo da embalagem, mantenha-a invertida sobre o bocal do tanque do pulverizador em posição vertical por 30 segundos;
- Introduza a ponta do equipamento de lavagem sob pressão direcionando o jato para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem deve ser direcionada para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem perfurando o fundo.
Este procedimento é fundamental para evitar contaminação ambiental e garantir a correta destinação das embalagens vazias conforme as regulamentações vigentes.

Procedimentos para Devolução, Destinação, Transporte, Reciclagem, Reutilização e Inutilização das Embalagens Vazias
Os procedimentos para a devolução, destinação, transporte, reciclagem, reutilização e inutilização das embalagens vazias do produto Glifosato Nortox são fundamentais para garantir a segurança ambiental e a conformidade legal. Essas orientações estão detalhadas nos dados relativos à proteção do meio ambiente e devem ser seguidas com rigor.
Para embalagens rígidas laváveis, recomenda-se a realização da tríplice lavagem imediatamente após o esvaziamento. O processo manual consiste em esvaziar completamente o conteúdo, adicionar água limpa até um quarto do volume da embalagem, tampar e agitar por 30 segundos, despejando a água de lavagem no tanque do pulverizador. Essa operação deve ser repetida três vezes. Após a lavagem, a embalagem deve ser inutilizada perfurando o fundo. No caso do uso de lavagem sob pressão, o jato de água deve ser direcionado para todas as paredes internas da embalagem, também por 30 segundos, com a água de lavagem dirigida ao tanque pulverizador, e a embalagem inutilizada na sequência.
O armazenamento das embalagens vazias deve ser realizado com a tampa, em caixas coletivas quando disponíveis, separadamente das embalagens não lavadas, em locais cobertos, ventilados, protegidos da chuva e com piso impermeável. A devolução das embalagens deve ocorrer obrigatoriamente ao estabelecimento onde o produto foi adquirido ou ao local indicado na nota fiscal, no prazo de até um ano após a compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado e esteja dentro do prazo de validade, a devolução pode ser feita em até seis meses após a validade.
Embalagens rígidas não laváveis não devem ser lavadas. Essas devem também ser armazenadas em locais similares aos descritos para as laváveis, usando luvas no manuseio, e mantidas com a tampa em caixas coletivas. A devolução e o transporte seguem as mesmas recomendações de prazos e separação de embalagens.
Embalagens secundárias que não estejam contaminadas também não devem ser lavadas. Devem ser armazenadas em locais adequados, devolvidas obrigatoriamente ao ponto de compra ou indicado na nota fiscal, e seu transporte deve respeitar as normas de separação de outros materiais como alimentos e medicamentos.
É proibido ao usuário reutilizar, reciclar, fracionar ou reembalar o produto em embalagens vazias. A destinação final dessas embalagens, após a devolução, é de responsabilidade da empresa registrante ou de empresas autorizadas pelos órgãos competentes.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produto pode causar contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde pública. Produtos que se tornem impróprios para o uso devem ser devolvidos para destinação final, que deve ser realizada via incineração em fornos autorizados.
O transporte das embalagens vazias deve seguir rigorosamente as normas previstas na legislação, especialmente no que tange à separação das embalagens de alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas, visando a segurança durante o transporte e evitando contaminantes.

Procedimentos para Devolução e Destinação de Produtos Impróprios ou em Desuso
Os procedimentos para a devolução e destinação de produtos impróprios ou em desuso de Glifosato Nortox seguem as orientações constantes dos dados relativos à proteção do meio ambiente. Caso o produto venha a se tornar impróprio para utilização ou esteja em desuso, o usuário deve entrar em contato com o titular do registro através do telefone indicado no rótulo para providenciar a devolução e correta destinação do produto.
A desativação do produto impróprio ou em desuso é realizada por meio de incineração em fornos destinados especificamente para essa operação. Estes fornos são equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e são aprovados por órgãos ambientais competentes, garantindo que a destinação final ocorra de forma segura e ambientalmente responsável.
Dessa forma, é fundamental que o usuário siga essas orientações para evitar impactos negativos ao meio ambiente e à saúde pública, contribuindo para o uso sustentável e responsável de agrotóxicos.

5.12 Manejo de Resistência a Herbicidas
O herbicida GLIFOSATO NORTOX atua inibindo a enzima EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencendo ao Grupo G segundo a classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). A utilização sucessiva de herbicidas que possuem o mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode levar ao desenvolvimento de resistência das plantas daninhas a esse mecanismo, resultando na perda da eficácia do produto e consequentes prejuízos.
Para evitar e manejar a resistência de plantas daninhas ao herbicida, recomenda-se adotar algumas práticas importantes:
Realizar rotação de herbicidas com mecanismos de ação diferentes do Grupo G para o controle das mesmas plantas daninhas, quando for apropriado;
Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas, seguindo as boas práticas agrícolas;
Utilizar as doses e o modo de aplicação indicados na bula do produto;
Consultar um engenheiro agrônomo para orientar as estratégias regionais de manejo de resistência e para receber a orientação técnica adequada da aplicação dos herbicidas.
Informações adicionais sobre casos de resistência de plantas daninhas podem ser consultadas e comunicadas às entidades especializadas, tais como a Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD), a Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

1.13 - Informações sobre Manejo Integrado de Plantas Daninhas
O uso continuado do herbicida Glifosato Nortox, que possui mecanismo de ação específico, pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes resistentes ao produto. Para evitar esse problema e o consequente prejuízo decorrente da perda de eficiência do herbicida, recomenda-se a adoção de práticas de manejo integrado de plantas daninhas.
Como recomendação principal, devem ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação, sempre que estes estejam devidamente registrados para a cultura em questão. Caso não existam produtos alternativos disponíveis, é indicado realizar a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação.
Para maiores esclarecimentos e orientações técnicas, é aconselhável consultar um Engenheiro Agrônomo, que poderá indicar as melhores práticas para o manejo integrado de plantas daninhas na região de aplicação.
Essas práticas visam prolongar a eficácia dos herbicidas, prevenir o desenvolvimento de resistência nas plantas daninhas e assegurar a sustentabilidade do controle químico.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Precauções Gerais
O produto Glifosato Nortox é destinado exclusivamente para uso agrícola e deve ser manuseado apenas por trabalhadores capacitados. Durante o manuseio e aplicação, é imprescindível que não se coma, beba ou fume, e que o produto não seja transportado juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais ou pessoas, a fim de evitar contaminação cruzada e riscos à saúde.
É fundamental que a aplicação do produto seja feita utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados, não sendo permitido manusear ou aplicar o produto sem esses equipamentos. Deve-se evitar o uso de equipamentos com vazamentos ou defeitos, bem como não utilizar bicos, orifícios e válvulas desentupidos com a boca, para prevenir acidentes.
Os EPIs devem estar em condições adequadas, ou seja, não devem estar danificados, úmidos, vencidos ou fora da especificação de vida útil. Recomenda-se seguir rigorosamente as instruções do fabricante para a limpeza, conservação e descarte dos equipamentos. A aplicação não deve ocorrer próximo a escolas, residências ou outros locais com permanência de pessoas e também deve-se respeitar áreas de criação de animais, sempre seguindo orientações técnicas específicas de profissionais habilitados.
Em caso de contato acidental com o produto, é recomendável seguir imediatamente as orientações de primeiros socorros e procurar atendimento médico de emergência. O produto deve ser mantido devidamente fechado em sua embalagem original, guardado em local trancado e longe do alcance de crianças e animais.
Os equipamentos de proteção individual devem ser vestidos seguindo a ordem correta: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila. Essas medidas visam garantir a segurança do trabalhador durante todo o processo de manuseio e aplicação do produto.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Precauções Durante o Manuseio ou Preparação da Calda
Durante o manuseio ou a preparação da calda do Glifosato Nortox, é fundamental utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPI) completos para garantir a segurança do trabalhador. Os EPIs recomendados incluem macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, de modo que as mangas passem por cima dos punhos das luvas e as pernas das calças fiquem por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado, que deve proteger contra vapores orgânicos e conter filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe para cobertura adequada da cabeça; e luvas de nitrila.
É importante manusear o produto em local aberto e bem ventilado, tomando cuidado ao abrir a embalagem para evitar respingos. Em caso de contato acidental com o produto, devem ser seguidas imediatamente as orientações de primeiros socorros e procurar atendimento médico de emergência o mais rápido possível.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Precauções Durante a Aplicação do Produto
Durante a aplicação do produto Glifosato Nortox, é fundamental evitar o máximo possível o contato com a área tratada para garantir a segurança. O produto deve ser aplicado estritamente nas doses recomendadas, respeitando o intervalo de segurança, que é o período entre a última aplicação e a colheita.
É imprescindível impedir a entrada de animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada na área onde o produto está sendo aplicado. A aplicação não deve ocorrer na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, sendo essencial observar as melhores condições climáticas para a região onde será realizado o tratamento. Além disso, é importante verificar a direção do vento para evitar que a névoa do produto entre em contato com outras pessoas ou com áreas não destinadas à aplicação.
Para proteção do aplicador, o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) é obrigatório. Os EPIs recomendados incluem macacão com tratamento hidrorrepelente e mangas compridas que devem passar por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação, conforme o método utilizado ou a necessidade de medidas coletivas de segurança para minimizar riscos durante a utilização do produto.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Precauções Após a Aplicação do Produto
Após a aplicação do produto Glifosato Nortox, é fundamental adotar diversas precauções para garantir a segurança das pessoas e evitar contaminações. Inicialmente, a área tratada deve ser sinalizada com o aviso “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e os avisos devem ser mantidos até o final do período de reentrada. Deve-se evitar o máximo possível o contato com a área tratada; caso seja necessário entrar na área antes do término do intervalo de reentrada, é obrigatório o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para aplicação.
É importante também impedir a permanência de animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada nas áreas tratadas logo após aplicação. O produto deve ser aplicado somente nas doses recomendadas e sempre respeitando o intervalo de segurança, que é o tempo entre a última aplicação e a colheita.
Ao retirar os EPIs, recomenda-se lavar as luvas enquanto ainda estão vestidas para evitar contaminação. O restante do produto deve ser mantido fechado em sua embalagem original, em local trancado e afastado do alcance de crianças e animais. Após a aplicação, o trabalhador deve tomar banho imediato e trocar as roupas. As roupas e EPIs devem ser lavadas separadamente das roupas comuns, utilizando luvas e avental impermeável para lavagem. Nos ambientes de trabalho, é proibido aos trabalhadores levarem os EPIs para casa.
Finalmente, após cada aplicação, deve-se realizar a manutenção e lavagem adequada dos equipamentos de aplicação. A embalagem vazia não deve ser reutilizada, devendo o descarte ser feito utilizando EPIs adequados, como macacão hidrorrepelente, luvas de nitrila e botas de borracha. Os EPIs devem ser removidos na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. A manutenção e limpeza dos EPIs devem ser realizadas por pessoa treinada e protegida. Recomenda-se ainda atenção ao tempo de uso dos filtros, respeitando as especificações dos fabricantes.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Primeiros Socorros
Em casos de emergência envolvendo o produto Glifosato Nortox, é essencial buscar imediatamente um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto para facilitar o atendimento.
Procedimentos em caso de ingestão
Se a pessoa ingerir o produto, não provoque vômito, a menos que haja indicação médica expressa. Caso o vômito ocorra naturalmente, deve-se deitar a pessoa de lado para evitar aspiração. Não ofereça nada para beber ou comer.
Contato com os olhos
Em caso de contato ocular, lave os olhos com muita água corrente por pelo menos 15 minutos, evitando que a água de lavagem entre no outro olho. Se a pessoa usar lentes de contato, estas devem ser removidas durante a lavagem.
Contato com a pele
Ao ocorrer contato com a pele, retire toda roupa e acessórios contaminados, como cintos, pulseiras, óculos, relógios, e anéis. Em seguida, lave a pele contaminada com bastante água corrente e sabão neutro durante pelo menos 15 minutos.
Inalação do produto
Se o produto for inalado, transporte a pessoa para um local aberto e ventilado. Quem prestar socorro deve proteger-se usando luvas e avental impermeável para evitar contaminação.
Estas medidas imediatas auxiliam na redução dos efeitos tóxicos e contribuem para o tratamento adequado da intoxicação pelo Glifosato Nortox.
Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Intoxicações por Glifosato Nortox - Informações Médicas
O Glifosato Nortox, cujo princípio ativo é o sal de isopropilamina de N-(phosphonomethyl) glycine, pertence ao grupo químico das glicinas substituídas e é classificado toxicológicamente na categoria 5, indicando ser um produto improvável de causar dano agudo. As vias de exposição incluem a oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética
Após uma exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido pelo organismo. Entre 70% a 80% da dose administrada é eliminada nas fezes, e de 20% a 30% na urina, durante as primeiras 72 horas. Na exposição cutânea, cerca de 5,5% são absorvidos em 24 horas. Do glifosato absorvido, entre 14% a 29% é excretado pela urina e 0,2% pelo ar expirado. Cerca de 99% da quantidade absorvida é eliminada em até sete dias. Apenas 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, originando o ácido aminometil fosfônico (AMPA), seu único metabólito detectado no plasma em cerca de 3,5 horas após ingestão. Tanto o glifosato quanto o AMPA são excretados pela urina em até sete dias. Menos de 1% da dose absorvida permanece principalmente no fígado, intestino delgado e nos ossos. Estudos indicam que a meia-vida do glifosato no organismo humano é de aproximadamente 2 a 3 horas. A absorção dérmica foi constatada como baixa em estudos in vitro na pele humana (2,3%) e confirmada em macacos. O produto não apresenta potencial de acumulação e não foi detectado no leite de vaca ou nos ovos de galinhas.

Toxicodinâmica
O glifosato atua como herbicida sistêmico, afetando o citocromo P-450 e alterando a síntese da membrana celular em vegetais e mamíferos. Nas plantas, interfere na síntese dos aminoácidos fenilalanina, tirosina e triptofano. Contudo, o mecanismo de toxicidade específico para humanos não é completamente conhecido. Estudos in vitro sugerem que, em baixas concentrações não tóxicas, o glifosato pode causar desregulação da enzima aromatase em células de placenta humana, reduzindo sua atividade e a expressão da proteína SIAR, relacionada à regulação rápida da esteroidogênese.
Sintomas e Sinais Clínicos
As manifestações clínicas dependem da concentração, quantidade e tempo de exposição ao glifosato. Em caso de ingestão, podem ocorrer lesões corrosivas nas mucosas oral, esofágica e gástrica, apresentando disfagia, epigastralgia, náuseas, vômitos, cólicas e diarreia. Outros sintomas incluem hematêmese, melena, hepatite anictérica, pancreatite aguda, hipotensão arterial e choque cardiogênico. Podem ocorrer sintomas respiratórios como hipoxemia leve assintomática, infiltrados alveolares ou intersticiais ao raio X, taquipneia, dispneia, tosse, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico e insuficiência respiratória, além de pneumonite química por broncoaspiração. Também são relatados oligúria, anúria, hematúria, acidose metabólica e insuficiência renal em casos graves. As alterações neurológicas como convulsões, coma e morte podem estar relacionadas à hipóxia e hipotensão. Na pele, ocorrem dermatite de contato com eritema, queimação, prurido, vesículas e eczema. No contato ocular, pode haver irritação, dor, queimação, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. A exposição respiratória pode causar irritação das vias aéreas superiores e pneumonite química.
Diagnóstico
O diagnóstico baseia-se na confirmação da exposição ao glifosato e na apresentação de quadro clínico compatível. Recomenda-se tratamento imediato frente a sinais ou sintomas indicativos de intoxicação aguda.

Tratamento e Antídoto
Não existe antídoto específico para intoxicação por glifosato. O tratamento consiste em medidas sintomáticas e suporte clínico conforme o quadro do paciente para preservação das funções vitais. Deve-se monitorar os sinais vitais, estabelecer via endovenosa, estar atento a possíveis paradas cardiorrespiratórias, convulsões, hipotensão e arritmias cardíacas. A proteção e manutenção das vias aéreas são essenciais, podendo ser necessária a sucção de secreções orais, intubação e ventilação assistida. A administração de oxigênio deve garantir perfusão tecidual adequada.
Medidas de descontaminação incluem a retirada das roupas contaminadas e a lavagem cuidadosa da pele e cabelos com água abundante e sabão. Para exposição oral, o tratamento é, em geral, sintomático e de suporte sem antídoto específico; a indução de vômito não é recomendada, assim como a lavagem gástrica, exceto em casos raros e controlados de ingestão de quantidade potencialmente letal, preferencialmente dentro de uma hora da exposição, protegendo sempre as vias aéreas. A administração de carvão ativado pode ser avaliada para diminuir a absorção do tóxico se realizada até uma hora após a ingestão.
Em casos de desidratação grave devido a vômitos e diarreia, deve-se administrar fluidos orais ou intravenosos, monitorar eletrólitos e equilíbrio hídrico. Fluídos intravenosos, como glicose e solução salina normal, podem ser necessários para restaurar o volume extracelular e os eletrólitos. O paciente deve ser reidratado conforme necessidade.
Tratamento avançado pode incluir intubação orotraqueal ou nasotraqueal para controle das vias aéreas em pacientes inconscientes ou com edema pulmonar severo. Ventilação com pressão positiva pode ser útil. Deve-se considerar terapia medicamentosa para edema pulmonar e monitoramento do ritmo cardíaco para tratar arritmias.
Cuidados para Prestadores de Primeiros Socorros
Os profissionais que prestam atendimento devem usar equipamento de proteção individual adequado para evitar contaminação. A descontaminação deve ser minuciosa, incluindo áreas da pele como pregas, cavidades e orifícios, com água e sabão em abundância.

Contraindicações
Está contraindicada a indução de vômito devido ao risco de aspiração e pneumonite química. A diluição do conteúdo gastrointestinal não é recomendada, pois aumenta a área de contato da substância. Deve-se evitar o uso de drogas que possam comprometer a pressão arterial ou deprimir a função cardiorrespiratória.
Efeitos das Interações Químicas
O quadro clínico poderá variar conforme os adjuvantes utilizados na formulação do glifosato.
Recomendações Importantes
Em caso de intoxicação ou suspeita, é indicado ligar para o Disque-Intoxicação pelo telefone 0800-722-6001 para notificação e orientação especializada. Notificações devem ser feitas junto aos órgãos competentes como ANVISA/MS e Ministério da Saúde, sendo as intoxicações por agrotóxicos consideradas de notificação compulsória. Informações adicionais podem ser obtidas junto ao Centro de Controle de Intoxicação de Londrina – PR ou diretamente com a empresa Nortox S/A.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório
O herbicida Glifosato Nortox apresenta um mecanismo de ação sistêmico, pertencente ao grupo das glicinas substituídas. Atua alterando a síntese da membrana celular, interferindo principalmente no citocromo P-450, tanto em vegetais quanto em mamíferos. Nas plantas, sua ação ocorre ao interferir na síntese dos aminoácidos fenilalanina, tirosina e triptofano, responsáveis pelo desenvolvimento vegetal.
Quanto à absorção e excreção em animais de laboratório, após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido do produto é absorvido. A maior parte da dose administrada (70-80%) é eliminada nas fezes, e 20-30% é eliminada pela urina nas primeiras 72 horas após a exposição. Na exposição cutânea, a absorção alcança cerca de 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, entre 14% e 29% é excretado pela urina, enquanto cerca de 0,2% é excretado pelo ar expirado, totalizando 99% da quantidade absorvida eliminada em até 7 dias. Apenas 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, gerando como único metabólito o ácido aminometil fosfônico (AMPA), que aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e AMPA, são excretados via urina em até 7 dias. Há pouco acúmulo do produto no organismo, com menos de 1% da dose permanecendo principalmente no fígado, intestino delgado e ossos. Estudos indicam que a meia-vida do glifosato em humanos é de 2 a 3 horas, e sua absorção dérmica é baixa, confirmada em modelos experimentais in vitro para pele humana e em estudos com macacos, não havendo potencial de acúmulo no organismo. Além disso, o glifosato não foi detectado no leite de vaca ou em ovos de galinhas.
Estas informações são importantes para compreender o comportamento do glifosato em organismos laboratoriais, auxiliando na avaliação de sua segurança e nos potenciais riscos à saúde humana decorrentes da exposição.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Os estudos realizados para avaliar os efeitos do Glifosato Nortox em animais de laboratório indicam que o produto apresenta baixa toxicidade aguda. A dose letal mediana (DL50) oral em ratos é superior a 5000 mg/kg de peso corpóreo, assim como a DL50 dérmica em ratos é superior a 5000 mg/kg. A concentração letal mediana por via inalatória em ratos não foi determinada nas condições do teste.
Em relação à irritação, o produto não causou irritação cutânea em coelhos, sendo, portanto, considerado não irritante para a pele. Já a irritação ocular, embora tenha causado em coelhos opacidade de córnea, irite, hiperemia e queimose, esses sinais reverteram em até 48 horas, com o teste finalizado em 72 horas. Quanto à sensibilização cutânea em cobaias, o produto não é considerado sensibilizante. Não existem dados disponíveis sobre sensibilização respiratória em ratos.
Em testes de mutagenicidade, foi constatado que o Glifosato Nortox não é mutagênico.
Em estudos de médio prazo realizados com ratos, não foi observada mortalidade entre os animais expostos ao Glifosato em grau técnico por via oral durante 90 dias, com doses de 30, 100 e 300 mg/kg/dia. As doses testadas não provocaram alterações significativas no estado geral de saúde, sobrevivência, ganho de peso, consumo de ração, hematologia e bioquímica clínica. A maior dose testada (300 mg/kg/dia) foi considerada como a dose de não efeito observável (NOEL).
Em estudo de longo prazo, também com ratos, a dose de não efeito observável (NOEL) para efeitos sistêmicos foi de 8000 ppm, demonstrando a segurança relativa do produto em exposições prolongadas.

Dados Relativos à Proteção ao Meio Ambiente - Precauções e Advertências Quanto à Proteção ao Meio Ambiente
O produto Glifosato Nortox é classificado como Classe III, ou seja, é considerado perigoso ao meio ambiente. Por isso, é fundamental tomar diversas precauções para evitar a contaminação ambiental e preservar a natureza.
Entre as recomendações destacam-se:
- Não utilizar equipamentos que apresentem vazamentos durante a aplicação do produto;
- Evitar a aplicação do herbicida em dias de ventos fortes ou durante as horas mais quentes do dia;
- Aplicar somente as doses indicadas para cada situação, conforme orientações técnicas.
Além disso, é imprescindível não lavar embalagens ou equipamentos aplicadores em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água para evitar a contaminação da água. A destinação inadequada das embalagens vazias ou restos do produto pode causar contaminação do solo, da água e do ar, trazendo prejuízos à fauna, à flora e à saúde das pessoas. Portanto, deve-se seguir rigorosamente as orientações para o descarte e destinação final corretos desses materiais.
Dados Relativos à Proteção ao Meio Ambiente

3.2 Instruções de Armazenamento do Produto Visando Conservação e Prevenção contra Acidentes
Para garantir a conservação adequada do produto e prevenir acidentes, o Glifosato Nortox deve ser mantido sempre em sua embalagem original, devidamente fechada. O local de armazenamento precisa ser exclusivo para produtos tóxicos, estando isolado de alimentos, bebidas, rações ou quaisquer outros materiais que possam causar contaminação cruzada.
A construção do local deve ser feita de alvenaria ou materiais não combustíveis, garantindo segurança contra incêndios. Ainda, é essencial que o ambiente seja ventilado, coberto e possua piso impermeável para evitar vazamentos e contaminações. Devem ser fixadas placas de advertência com os dizeres "CUIDADO VENENO" para alertar sobre o perigo dos produtos armazenados.
É fundamental manter o local trancado, restringindo o acesso apenas a pessoas autorizadas, em especial para a proteção de crianças. Também é recomendado que haja embalagens adequadas disponíveis no local para envolver embalagens rompidas ou recolher produtos vazados, prevenindo a contaminação ambiental.
Além disso, quando o armazenamento for realizado em armazéns, devem ser seguidas as orientações previstas na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e respeitadas as disposições da legislação estadual e municipal vigente para este tipo de produto.
Dados Relativos à Proteção ao Meio Ambiente

3.3 Instruções em Caso de Acidentes
Em caso de acidentes envolvendo o produto Glifosato Nortox, devem ser adotadas medidas imediatas para minimizar os impactos ambientais e garantir a segurança da área afetada. A área contaminada deve ser isolada e sinalizada para evitar o acesso de pessoas não autorizadas. É fundamental contatar as autoridades locais competentes, bem como a empresa NORTOX S/A, pelo telefone de emergência (43) 3274-8585, para orientações adicionais.
Durante o atendimento ao acidente, é obrigatório o uso de equipamentos de proteção individual (EPI), tais como macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros combinados P2 ou P3. Em caso de derramamento, é essencial estancar o escoamento para impedir que o produto alcance bueiros, drenos ou corpos d’água.
O manejo do produto derramado deve seguir procedimentos específicos conforme o local do incidente:
Em piso pavimentado, deve-se absorver o produto com serragem ou areia, recolher o material com auxílio de uma pá e armazená-lo em recipiente lacrado e devidamente identificado. Importante ressaltar que o produto derramado não deve ser reutilizado. Para sua devolução e destinação final, o registrante deve ser consultado através do telefone indicado no rótulo.
Em solo, as camadas contaminadas devem ser removidas até atingir o solo não contaminado, sendo o material recolhido colocado em recipiente lacrado e identificado. A empresa registrante também deve ser contactada para orientações.
Caso o acidente envolva corpos d’água, é necessário interromper imediatamente a captação para consumo humano ou animal, comunicar o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa. As medidas a serem adotadas vão depender das proporções do acidente, das características do corpo hídrico e da quantidade do produto envolvido.
Na ocorrência de incêndio, os extintores indicados são os de água em forma de neblina, de CO₂ ou pó químico. A aplicação deve ser feita a favor do vento para evitar intoxicação.
Essas instruções visam assegurar a minimização dos danos ao meio ambiente e a promoção da segurança de todas as pessoas envolvidas em situações de acidentes com o produto.

Dados Relativos à Proteção ao Meio Ambiente - Procedimentos de Lavagem, Armazenamento, Devolução, Transporte e Destinação de Embalagens Vazias
Para garantir a proteção do meio ambiente, o produto Glifosato Nortox conta com procedimentos específicos relacionados à lavagem, armazenamento, devolução, transporte e destinação das embalagens vazias, conforme o tipo da embalagem.

Embalagem Rígida Lavável
Lavagem da Embalagem:
Durante a lavagem, o operador deve usar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o preparo da calda do produto. O processo pode ser realizado de forma manual (tríplice lavagem) ou por lavagem sob pressão:
- Na tríplice lavagem manual, após esvaziar completamente a embalagem mantendo-a vertical por 30 segundos, adiciona-se água limpa até ¼ do volume, tampe e agite por 30 segundos. A água resultante deve ser despejada no tanque do pulverizador. Repita essa operação três vezes. Após, perfure o fundo da embalagem para inutilizá-la.
- Para lavagem sob pressão, a embalagem vazia deve ser encaixada no funil do pulverizador, acionando o jato de água direcionado para todas as paredes internas por 30 segundos, com a água coletada no tanque. Por fim, perfure o fundo da embalagem. Este procedimento também pode ser feito com equipamento independente específico para lavagem sob pressão, mantendo a embalagem invertida e realizando o jato de água interno igualmente.
Armazenamento da Embalagem Vazia:
Após a lavagem, guarde a embalagem com a tampa em caixas coletivas separadas das embalagens não lavadas, em local coberto, ventilado, protegido da chuva e com piso impermeável.
Devolução da Embalagem Vazia:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, ao estabelecimento onde foi adquirida, no prazo máximo de um ano após a compra. Caso o produto esteja dentro do prazo de validade e não totalmente utilizado, a devolução pode ocorrer em até seis meses após o término da validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução por pelo menos um ano.
Transporte:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas.

Embalagem Rígida Não Lavável
Lavagem:
Não deve ser lavada.
Armazenamento da Embalagem Vazia:
Deve ser armazenada, com tampa, em local coberto, ventilado, protegido da chuva e com piso impermeável, preferencialmente no local onde são guardadas as embalagens cheias. É recomendado o uso de luvas no manuseio da embalagem. Armazene em caixas coletivas separadas das lavadas.
Devolução da Embalagem Vazia:
As mesmas condições de devolução para embalagem lavável: obrigatória no prazo de um ano da compra, com possibilidade de extensão de seis meses após o término da validade se o produto estiver dentro do prazo, devendo o comprovante ser guardado por um ano.
Transporte:
Reforça-se a proibição de transporte junto a alimentos, medicamentos, animais, rações ou pessoas.
Embalagem Secundária (Não Contaminada)
Lavagem:
Não pode ser lavada.
Armazenamento da Embalagem Vazia:
Deve ser armazenada em local coberto, ventilado, protegido da chuva e com piso impermeável no local das embalagens cheias.
Devolução da Embalagem Vazia:
A devolução é obrigatória ao estabelecimento comercial de origem ou local indicado na nota fiscal.
Transporte:
Deve seguir as mesmas regras gerais: não transporte com alimentos, medicamentos, animais, rações ou pessoas.
Destinação Final das Embalagens Vazias:
Após a devolução, a destinação final das embalagens será realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelo órgão competente. É proibida a reutilização, reciclagem, fracionamento ou reembalagem pelo usuário.
Considerações Finais
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos compromete a qualidade do solo, água e ar, prejudicando a fauna e a saúde da população. Portanto, o cumprimento rigoroso destes procedimentos é fundamental para a conservação ambiental.
Dados Relativos à Proteção ao Meio Ambiente - Efeitos sobre o Meio Ambiente Decorrentes da Destinação Inadequada da Embalagem e Restos do Produto
A destinação inadequada das embalagens vazias e dos restos de produtos no meio ambiente pode causar sérios prejuízos, incluindo a contaminação do solo, da água e do ar. Essa contaminação, por sua vez, afeta negativamente a fauna local e pode comprometer a saúde das pessoas. Por isso, é fundamental que as embalagens e os resíduos do produto sejam corretamente manejados e descartados, evitando impactos ambientais adversos e promovendo a preservação do meio ambiente.

Dados Relativos à Proteção ao Meio Ambiente - Produtos Impróprios para Utilização ou em Desuso
Caso o produto GLIFOSATO NORTOX venha a se tornar impróprio para utilização ou esteja em desuso, recomenda-se consultar o registrante por meio do telefone indicado no rótulo para providenciar sua devolução e destinação final adequada. A desativação do produto é realizada por meio da incineração em fornos específicos para este tipo de operação, os quais são equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. Esse procedimento é fundamental para garantir a redução dos impactos ambientais e evitar contaminação do solo, da água e do ar, preservando assim a fauna e a saúde das pessoas.
Dados Relativos à Proteção ao Meio Ambiente - Transporte de Agrotóxicos, Componentes e Afins
O transporte de agrotóxicos, componentes e afins deve obedecer às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica vigente. É fundamental que esses produtos não sejam transportados junto com pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais, a fim de prevenir riscos à saúde pública e evitar contaminações. A correta segregação durante o transporte contribui para a segurança ambiental e para a integridade das pessoas e dos bens envolvidos.

Restrições Estabelecidas por Órgãos Competentes do Estado, Distrito Federal ou Município
É fundamental que o uso do produto Glifosato Nortox observe rigorosamente todas as restrições e disposições previstas na legislação estadual e municipal relativas às atividades agrícolas. Essas normas específicas, estabelecidas pelos órgãos competentes de cada unidade federativa e município, devem ser respeitadas para garantir a conformidade legal e a segurança no manejo do produto. Assim, recomenda-se aos usuários a consulta e o acompanhamento das regras locais vigentes, prevenindo eventuais sanções e contribuindo para práticas agrícolas responsáveis e sustentáveis.
| Marca comercial | Glifosato Nortox |
| Titular do registro | Nortox S.A. - Arapongas |
| Número do registro | 3078394 |
| CNPJ | 75.263.400/0001-99 |
| Classificação ambiental | III - Produto Perigoso Ao Meio Ambiente |
| Classificação toxicológica | 5 - Categoria 5 – Produto Improvável De Causar Dano Agudo |
| Modo de ação | Não Seletivo, De Ação Sistêmica |
| Técnica de aplicação | Terrestre |
| Compatibilidade | Não Se Conhecem Casos De Incompatibilidade. |
| Inflamável | Não |
| Corrosivo | Sim |
| Formulação | Sl - Concentrado Solúvel |
| Observação |




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