
O uso de inseticidas na agricultura é fundamental para o controle de pragas e a garantia de boas colheitas. Neste post, apresentamos o inseticida PREMIER®, um produto eficaz e seguro, pertencente ao grupo dos neonicotinoides, com aplicações específicas para culturas como café e uva. Discutiremos sua composição, modo de ação, cuidados durante a aplicação e a importância de seguir as instruções de uso para garantir não apenas a eficácia no combate a pragas, mas também a proteção do meio ambiente.
Identificação do Produto
O produto em questão é o PREMIER®, que se apresenta na forma de inseticida sistêmico pertencente ao grupo químico dos neonicotinoides. O modo de ação do PREMIER® é tanto por contato quanto por ingestão, visando o controle de diversas pragas em diferentes culturas. Sua formulação é do tipo WG (Grânulos Dispersíveis em Água) e é registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 02700.
A composição do produto inclui Imidacloprido, na concentração de 700 g/kg (70% m/m), que é documentado por seu CAS 138261-41-3 e número de Anvisa I13 - 14/08/2019. Os demais ingredientes totalizam 300 g/kg (30% m/m). É importante destacar que o produto é classificado na categoria toxicológica 4, sendo considerado "pouco tóxico", e possui uma classificação de perigo ambiental III, indicando que é um produto perigoso ao meio ambiente.
O titular do registro é a Bayer S.A., situada em São Paulo, SP, com o CNPJ 18.459.628/0001-15. A empresa também é responsável pela fabricação do produto técnico, que é realizado pela Bayer AG na Alemanha e Jiangsu Changqing Agrochemical Co., Ltd. na China.
Essas informações são fundamentais para a correta identificação e manuseio do PREMIER®, assegurando o uso responsável e seguro do inseticida nas práticas agrícolas.

Classe Toxicológica
A classificação toxicológica do produto é de Categoria 4, o que significa que se trata de um produto pouco tóxico. Essa categorização sugere que, ao ser utilizado conforme as instruções, o risco para a saúde humana é minimizado, embora sejam necessárias precauções durante o manuseio e aplicação.
É importante observar que o produto também possui uma classificação ambiental de nível III, indicando que é considerado perigoso ao meio ambiente. Isso implica que, ao utilizar o produto, recomenda-se seguir rigorosamente as orientações de aplicação e gestão ambiental para evitar impactos indesejados sobre a fauna e flora, especialmente em relação a organismos sensíveis, como as abelhas.
Os usuários devem ficar atentos às diretrizes específicas para garantir não apenas a eficácia do produto, mas também a segurança de todos os envolvidos e a preservação do meio ambiente.
Composição
O produto PREMIER® contém como princípio ativo a substância 1-(6-cloro-3-pyridylmethyl)-N-nitroimidazolidin-2-ylideneamine, mais conhecida como Imidacloprido. Esta substância está presente na concentração de 700 g/kg, o que representa 70% em peso do total de sua formulação.
Adicionalmente, a composição do produto inclui outros ingredientes que correspondem a 300 g/kg, equivalentes a 30% do total. Essa combinação resulta em um inseticida sistêmico do grupo químico dos neonicotinoides, cuja formulação é na forma de grânulos dispersíveis em água (WG).
Grupo Químico e Tipo de Formulação
O produto em questão pertence ao grupo químico dos Neonicotinoides. Este grupo é reconhecido por sua atividade como inseticida sistêmico, que atua principalmente no sistema nervoso dos insetos, promovendo a ativação dos receptores nicotínicos. Isso resulta em desbalanços iônicos que afetam severamente o funcionamento normal dos insetos.
Em relação ao tipo de formulação, o produto é apresentado na forma de Grânulos Dispersíveis em Água (WG). Essa formulação específica permite a fácil diluição em água, facilitando a aplicação em campo e garantindo uma distribuição uniforme ao ser utilizado, o que é essencial para o controle eficiente das pragas nas culturas agrárias.

Titular do Registro
O produto agroquímico em questão, conhecido como PREMIER®, é registrado sob o número 02700 no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). O titular do registro é a Bayer S.A., uma empresa de grande prestígio no setor, localizada em São Paulo, SP. Com um CNPJ registrado sob o número 18.459.628/0001-15, a Bayer S.A. é responsável por todas as atividades que envolvem a comercialização e distribuição deste inseticida sistêmico. A empresa se compromete a garantir a qualidade e segurança do produto, seguindo as regulamentações estabelecidas pelos órgãos competentes.
Fabricante do Produto Técnico
O produto Premier®, que é um inseticida do grupo químico neonicotinoide e formulado com Imidacloprido, possui um registro obrigatório junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 02700.
O fabricante do Produto Técnico é a Bayer AG, localizada em ChemPark, Dormagen, na Alemanha. Esta empresa é reconhecida mundialmente por sua atuação na pesquisa, desenvolvimento e fabricação de produtos químicos e defensivos agrícolas. A Bayer é responsável pela formulação do produto, garantindo qualidade e eficácia no combate às pragas descritas nas recomendações de uso.
Para assegurar que o produto atenda aos padrões de segurança e eficiência, a Bayer AG conta com regulamentações rigorosas na sua produção, além de seguir as diretrizes estabelecidas pelo MAPA para a comercialização de defensivos agrícolas no Brasil.
Formulador
O formulador do produto Premier® é uma entidade especializada na preparação e combinação dos ingredientes ativos e inativos que compõem a formulação do inseticida. Neste caso, a formulação do Premier® é realizada pela Bayer AG, que está localizada em ChemPark 41538, Dormagen, Alemanha. A empresa possui uma vasta experiência na indústria química e agrícola, estabelecendo-se como uma autoridade em inovações voltadas para a proteção de culturas.
Além da Bayer AG, outros parceiros de formulação da Premier® incluem a Agraform LLC, situada em St. Louis, Missouri, Estados Unidos, e a Schirm GmbH, localizada em Lübeck, Alemanha. Essas colaborações asseguram que o produto siga rígidos padrões de qualidade e eficácia, promovendo a segurança e a eficácia na aplicação agrícola. O trabalho conjunto entre essas instituições ressoa na criação de uma formulação que não apenas combate pragas agrícolas, mas também respeita normas ambientais e de saúde pública.

Registro e Titular do Produto - Manipulador
O manipulador do produto Premier® é a empresa Bayer S.A., que se localiza na Estrada da Boa Esperança, 650, Bairro Bom Pastor, Belford Roxo, RJ, com o CEP 26110-120. A empresa está registrada sob o CNPJ 18.459.628/0033-00 e possui um número de cadastro no INEA, destacado como LO nº IN023132. É fundamental que os manipuladores estejam devidamente informados sobre as instruções de uso e os cuidados necessários ao manusear o produto, garantindo assim a eficácia no seu uso e a segurança tanto do profissional quanto do meio ambiente.
Instruções de Uso do Produto - Café
O PREMIER® é um inseticida sistêmico, que atua por contato e ingestão, pertencente ao grupo químico dos neonicotinoides. É indicado para o controle de pragas na cultura do café, especificamente nas seguintes pragas:
- Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella)
- Cigarra-do-cafeeiro (Quesada gigas)
- Mosca-das-raízes (Chiromysa vittata)
Tabela de Aplicação
- Cultura: Café
- Pragas Controladas:
- Nome comum: Bicho-mineiro-do-café
- Nome científico: Leucoptera coffeella
- Estádio da cultura: ≥ 2 anos
- Dose: 1,0 Kg/ha (1800-4000 plantas/ha)
- Nome comum: Cigarra-do-cafeeiro
- Nome científico: Quesada gigas
- Estádio: ≥ 2 anos
- Dose: 1,2 Kg/ha (4000-6000 plantas/ha)
- Nome comum: Mosca-das-raízes
- Nome científico: Chiromysa vittata
- Estádio: ≥ 2 anos
- Dose: 1,3 Kg/ha (≥ 6000 plantas/ha)
- Bicho-mineiro-do-café
- Nome científico: Leucoptera coffeella
- Estádio: ≤ 2 anos
- Dose: 0,05 g/planta
- Nome comum: Bicho-mineiro-do-café
- Pragas Controladas:
Instruções de Aplicação
- Número máximo de aplicações: 1
- Volume de calda: 100-150 mL/muda (para plantas ≥ 2 anos, usar volume mínimo de 1800 plantas/ha)
- Equipamento de aplicação: Jato Dirigido (Esguicho/Drench)
- Intervalo de segurança: 45 dias

Época e Intervalo de Aplicação
A aplicação deve ser realizada no período de outubro a dezembro, podendo variar conforme a região de cultivo, especialmente no início da estação chuvosa, quando o solo estiver úmido. A aplicação deve ser feita após o florescimento, quando as pétalas já caíram e estão secas, não ultrapassando o estádio de chumbinho. Utilize a dose máxima de acordo com a densidade de plantas/ha ou em regiões com maiores níveis de infestação.
Em caso de reincidência de pragas, deve-se utilizar outros inseticidas com mecanismos de ação distintos, e recomenda-se que sejam aplicados via solo ou foliar. O volume de calda pode variar conforme o estágio de desenvolvimento da cultura, e para plantas com mais de 2 anos, não utilizar densidade menor que 1800 plantas/ha.
Importante: O PREMIER® não deve ser utilizado em combinação com qualquer outro produto que contenha imidacloprido durante todo o ciclo da cultura.
Instruções de Uso do Produto - Uva
O PREMIER® é um inseticida sistêmico que age por contato e ingestão, do grupo químico neonicotinoide, e é indicado para o controle da cochonilha-pérola-da-terra (Eurhizococcus brasilensis) na cultura da uva. Para garantir a eficácia do produto e a segurança na aplicação, as seguintes recomendações devem ser seguidas:
Pragas Controladas
- Nome Comum: Cochonilha-pérola-da-terra
- Nome Científico: Eurhizococcus brasilensis
Estágio da Cultura e Dose
- 1 ano: 0,2 g/planta
- 2 anos: 0,3 g/planta
- ≥ 3 anos: 0,6 g/planta
Número Máximo de Aplicações
- Máximo de 1 aplicação por ciclo de cultivo.
Volume de Calda
- 2 litros por planta.
Equipamento de Aplicação
- Jato dirigido (esguicho/drench).
Intervalo de Segurança
- 60 dias.

Época e Intervalo de Aplicação
A aplicação deve ser realizada no mês de novembro, quando houver boa umidade no solo, podendo variar de acordo com a região de cultivo. É fundamental aplicar após a floração, durante o período de frutificação e limpeza dos cachos, quando as bagas atingirem o tamanho chumbinho na maioria das plantas. A dose a ser aplicada varia conforme o estágio de desenvolvimento e a idade da cultura.
Seguir essas recomendações assegura um controle eficaz da praga, minimizando danos à plantação e contribuindo para uma boa colheita.
Modo de Aplicação - Preparo de Calda
Para o preparo da calda do inseticida PREMIER®, é fundamental utilizar água de boa qualidade, que esteja livre de coloides em suspensão como terra, argila ou matéria orgânica, pois a presença destes elementos pode reduzir a eficácia do produto. O equipamento de pulverização que será utilizado deve estar limpo e sem resíduos de outros defensivos.
O processo deve iniciar com o preenchimento do tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade. Em seguida, realiza-se uma pré-diluição do PREMIER® em um recipiente não reativo, que pode ser feito de plástico ou fibra de vidro. Para essa etapa, adiciona-se a dose recomendada de PREMIER® em 5 a 10 litros de água e mistura-se vigorosamente com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea. Assim, assegura-se a completa umectação e dispersão dos aglomerantes presentes na formulação.
Após a pré-diluição, a mistura deve ser inserida no pulverizador. O tanque deve ser completado com água até a sua capacidade total, e é essencial manter o sistema em agitação e com o retorno líquido ligado durante todo o processo de preparo e pulverização, garantindo que a calda permaneça homogênea.
É recomendado preparar apenas a quantidade necessária da calda para a aplicação, usando-a logo após a preparação. Caso ocorra algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, esta deve ser agitada vigorosamente antes que a pulverização seja reiniciada.

Modo de Aplicação - Equipamento de Aplicação
Para a aplicação do inseticida PREMIER®, o equipamento deve ser um jato dirigido (esguicho/drench). Este método permite que o produto diluído em água seja aplicado planta a planta através de um pulverizador, que pode ser manual, motorizado ou tratorizado. A aplicação deve ser realizada de forma que o produto atinja o solo ao redor do caule da planta ou em jato contínuo, focando na área de maior concentração das raízes sob a projeção da copa.
É essencial que o equipamento de aplicação esteja bem regulado e calibrado para garantir que produza um espectro de gotas que sejam médias a grossas. Esse controle é fundamental para maximizar a eficácia do inseticida e minimizar o potencial de deriva. Além disso, o pulverizador deve estar livre de resíduos de outros defensivos agrícolas, garantindo uma aplicação mais eficaz e segura do produto.
A adequação do equipamento de aplicação é uma etapa crucial e deve seguir as recomendações específicas para evitar qualquer contaminação ou ineficácia no tratamento.

Condições Meteorológicas para Pulverização
Para garantir a eficácia da aplicação do inseticida PREMIER®, é crucial respeitar as condições meteorológicas adequadas. A aplicação deve ser realizada sob critérios específicos que favoreçam o tratamento e minimizem riscos:
Temperatura: A aplicação deve ocorrer quando a temperatura estiver inferior a 30°C. Temperaturas mais altas podem comprometer a eficácia do produto e aumentar o risco de deriva.
Umidade do Ar: O nível de umidade relativa deve ser superior a 55%. Um ambiente seco pode afetar a dispersão e a aderência do produto às plantas.
Velocidade do Vento: A velocidade média do vento deve estar entre 3 e 10 km/h. Evitar a aplicação quando a velocidade do vento for superior a esse intervalo é importante, pois ventos fortes podem causar deriva, afetando áreas não desejadas e potencialmente prejudicando culturas vizinhas.
Além disso, a pulverização não deve ser realizada durante condições de inversão térmica, caracterizadas por uma falta de movimento vertical do ar, que pode manter as gotículas de spray próximas ao solo e em movimento lateral, aumentando o risco de contaminação de outras áreas.
Respeitar essas condições meteorológicas é fundamental para o sucesso da aplicação do produto e segurança ambiental.

Instruções para Redução de Deriva Durante as Aplicações
Para garantir a eficácia da aplicação do inseticida e minimizar os riscos de deriva para áreas não tratadas, é fundamental seguir algumas diretrizes:
Proteção das Culturas Vizinhas: É imperativo evitar que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas adjacentes, áreas residenciais, leitos de rios e outras fontes de água, bem como criações de animais e áreas de preservação ambiental.
Obediência à Legislação: Sempre siga as restrições estabelecidas nas legislações pertinentes relacionadas ao manejo de produtos químicos para proteger o meio ambiente.
Fatores de Deriva: O potencial de deriva é influenciado por diversos fatores, incluindo as condições climáticas e as características do equipamento de pulverização. O tamanho das gotas é um dos principais aspectos que deve ser considerado para evitar a deriva.
Responsabilidade do Aplicador: A responsabilidade de prevenir a deriva recai sobre o aplicador. É ele quem deve avaliar todas as condições antes de iniciar a aplicação.
Gerenciamento do Diâmetro das Gotas:
- Tamanho das Gotas: A melhor estratégia para gerenciamento da deriva é realizar a aplicação com gotas de maior diâmetro (média a grossa), a fim de aumentar a segurança da aplicação e a eficácia do tratamento.
- Técnicas para Controle do Diâmetro:
- Volume: Utilize bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível, conforme as necessidades práticas.
- Pressão: Sempre que possível, use a menor pressão recomendada para a ponta, pois pressões altas podem diminuir o diâmetro das gotas.
- Tipo de Ponta: Escolha o tipo de bico adequado para o tipo de aplicação desejada; bicos com ângulos de aplicação maiores normalmente produzem gotas maiores.
Condições Meteorológicas: A pulverização deve ser realizada em condições ambientais adequadas. Evite aplicar em temperaturas superiores a 30°C, umidade relativa abaixo de 55% e ventos com velocidade superior a 10 km/h.
Inversão Térmica: Cuidado especial deve ser tomado durante períodos de inversão térmica, que podem favorecer a suspensão de gotas finas no ar, aumentando o potencial de deriva.
Implementando estas recomendações, os riscos associados à deriva podem ser significativamente reduzidos, assegurando proteção tanto para as culturas tratadas quanto para o meio ambiente.

Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas Tratadas
O intervalo de reentrada de pessoas nas áreas tratadas com o produto deve ser respeitado rigidamente para garantir a segurança dos trabalhadores. Após a aplicação do produto, as pessoas não devem entrar na área tratada antes da secagem completa da calda, o que deve levar, no mínimo, 24 horas após a aplicação. Caso seja necessário entrar na área tratada antes do término deste período, é imperativo que sejam utilizados os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados durante a aplicação.
A observância deste intervalo é crucial para minimizar a exposição ao produto e assegurar a saúde e a segurança dos indivíduos que possam ter contato com a área tratada, após a sua aplicação.
Limitações de Uso - Fitotoxicidade
O produto PREMIER® não apresenta fitotoxicidade para as culturas de café e uva, desde que utilizado nas doses e condições recomendadas. Isso significa que, quando aplicado corretamente, o produto não causa danos às plantas dessas culturas. No entanto, é essencial observar que os limites máximos e as tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas podem não ter sido estabelecidos em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores definidos no Brasil. Para culturas destinadas à exportação, é fundamental verificar essas informações antes de aplicar o produto, garantindo que a utilização esteja em conformidade com as exigências do mercado internacional.

Informações sobre os Equipamentos de Proteção Individual a serem Utilizados
Ao manusear e aplicar o inseticida PREMIER®, é fundamental que o usuário siga as diretrizes de segurança estabelecidas para garantir a proteção pessoal. O produto é classificado como perigoso e, portanto, o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é obrigatório.
Os EPIs recomendados incluem:
- Macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente: Deve possuir mangas compridas que cubram o punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas.
- Botas de borracha com meias: Para evitar qualquer contato com o produto nos pés.
- Avental impermeável: Adicional para proteção contra respingos ou vazamentos.
- Máscara com filtro mecânico classe P1: Essencial para proteção respiratória durante a aplicação do produto.
- Óculos de segurança com proteção lateral: Para proteger os olhos contra eventuais respingos.
- Luvas resistentes a produtos químicos: Estas devem ser utilizadas para evitar o contato do produto com a pele.
É imprescindível que todos os EPIs estejam em boas condições, livres de danos ou desgastes, e que o manuseio do produto seja realizado em local ventilado. A disposição correta e a ordem de retirada dos EPIs, após a aplicação, também são aconselhadas para evitar contaminação.
Além disso, caso haja necessidade de entrar na área tratada antes do término do intervalo de reentrada, os mesmos equipamentos de proteção devem ser utilizados para assegurar a segurança do operador. A adesão a estas práticas não só protege a saúde do trabalhador como também garante um manejo mais seguro do produto aplicado.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Toxicidade para Abelha
O produto Premier® é classificado como altamente tóxico para abelhas, o que implica considerações importantes sobre seu uso. Durante a aplicação, é fundamental observar restrições rigorosas para proteger esses polinizadores vitais, visando minimizar qualquer risco de exposição.
A pulverização não dirigida, em área total, requer o cumprimento de recomendações específicas quanto ao tamanho das gotas e zonas de não aplicação, conforme estabelecido nas diretrizes de uso. É extraído do rótulo que a aplicação deste produto não deve ser realizada durante o período de floração das culturas, nem imediatamente antes ou quando abelhas estiverem visitando a cultura. O descumprimento dessas normativas é considerado crime ambiental e pode resultar em penalidades.
Além disso, recomenda-se que, antes de qualquer aplicação, os apicultores em um raio de 3 km ao redor da propriedade sejam devidamente informados, para que possam tomar medidas de proteção para suas colmeias. A remoção de plantas invasoras que estejam florescendo dentro das culturas antes do tratamento também é aconselhável para minimizar o risco de exposição das abelhas.
Essas práticas são essenciais para proteger não apenas as abelhas, mas também a biodiversidade e o equilíbrio ecológico, afetados diretamente pelo uso inadequado deste tipo de agrotóxico.

Instruções de Mitigação de Risco para Polinizadores
O uso do produto PREMIER® apresenta restrições de aplicação devido ao risco que pode causar a abelhas e outros insetos polinizadores. Para garantir a segurança desses importantes seres vivos, é essencial seguir as instruções de proteção descritas na bula do produto. Algumas diretrizes chave incluem:
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas. Portanto, não deve ser aplicado durante o período de floração das culturas ou sobre plantas invasoras que estejam floridas.
- As abelhas e outros polinizadores podem ser expostos aos resíduos do produto por meio da ingestão de néctar ou pólen contaminados, especialmente quando o produto é utilizado como tratamento de semente, solo ou em aplicações foliares.
- Durante a aplicação terrestre, deve-se utilizar apenas gotas de tamanho médio, médio para grosso ou grosso, respeitando as distâncias de segurança estipuladas na bula.
- É proibido o uso de gotas finas ou finas para média e de ultra baixo volume (UBV) durante as aplicações.
- É crucial não realizar aplicações próximas a colmeias ou durante o horário em que as abelhas estão mais ativas, como nos horários de forrageamento.
- Antes da aplicação, os apicultores na área ao redor (num raio de 3 km) devem ser informados, para que possam tomar as precauções necessárias para proteger suas colmeias.
- Devem ser removidas plantas invasoras que apresentem flores no local antes do tratamento.
- O uso de estratégias de Manejo Integrado de Pragas (MIP), utilizando produtos que sejam biológicos ou seletivos para abelhas e polinizadores no período de floração, é altamente recomendado.
Adotar essas práticas não apenas protege os polinizadores, mas também é um passo crucial para a preservação do meio ambiente em geral.

Recomendações para o Manejo da Resistência a Inseticidas
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode se tornar um problema econômico significativo, resultando em fracassos no controle eficaz das pragas. O inseticida PREMIER® pertence ao grupo 4A (moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina – Neonicotinoides) e, devido ao uso repetido deste inseticida ou de outros produtos do mesmo grupo, pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e garantir a longevidade do PREMIER® como uma ferramenta útil de manejo de pragas, é essencial seguir as seguintes estratégias que podem ajudar a prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Rotação de Produtos: Rotacione os produtos utilizados com mecanismos de ação diferentes do Grupo 4A. Sempre utilize produtos que tenham mecanismos de ação efetivos para a praga alvo.
Intervalo de Aplicação: Utilize o PREMIER® ou outros produtos do mesmo grupo químico apenas dentro de um "intervalo de aplicação" (janelas) de aproximadamente 30 dias.
Aplicações Sucessivas: As aplicações sucessivas de PREMIER® podem ser realizadas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o tempo de uma geração da praga-alvo.
Respeito às Recomendações de Bula: Siga as orientações contidas na bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. Para o PREMIER®, o total de exposição a inseticidas do grupo Neonicotinoides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas.
Direcionamento das Aplicações: Sempre que possível, direcione as aplicações para as fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
Adoção de Outras Táticas de Controle: Incorpore outras táticas de controle, conforme previsto no Manejo Integrado de Pragas (MIP), como rotação de culturas, controle biológico e controle por comportamento, sempre que disponível e apropriado.
Consultas a Especialistas: É recomendável consultar um Engenheiro Agrônomo para orientações sobre as principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para suporte técnico na aplicação de inseticidas.
Essas recomendações são cruciais para garantir o controle efetivo das pragas e a sustentabilidade das práticas agrícolas, minimizando o risco de resistência ao longo do tempo.

Informações sobre o Manejo Integrado de Pragas
O manejo integrado de pragas (MIP) é um conjunto de práticas que visa controlar as populações de pragas de forma eficaz e sustentável. Dentro desse contexto, é fundamental incluir outros métodos de controle, como o controle cultural, biológico e químico. Essas táticas devem ser aplicadas quando disponíveis e apropriadas, visando a proteção das culturas e a minimização dos danos causados por insetos, doenças e ervas daninhas.
O objetivo do MIP é reduzir a dependência de inseticidas, utilizando uma combinação de estratégias que respeitem o ambiente e promovam a biodiversidade. Essa abordagem ajuda a preservar os inimigos naturais das pragas, reduzindo a quantidade de pesticidas necessária e, consequentemente, promovendo um ambiente agrícola mais saudável.
Ao implementar o MIP, os agricultores devem acompanhar constantemente as populações de pragas e os fatores ambientais que influenciam essas dinâmicas. As práticas de rotação de culturas, a utilização de variedades resistentes e a promoção de habitats naturais para predadores são algumas das estratégias que podem ser empregadas em um programa efetivo de manejo integrado de pragas.
Em resumo, o manejo integrado de pragas é um componente vital para a agricultura sustentável, buscando quantidade e qualidade na produção agrícola, ao mesmo tempo em que promove a saúde do ecossistema e a segurança alimentar. É aconselhável que os agricultores consultem engenheiros agrônomos ou especialistas na área para direcionar suas estratégias de manejo de pragas e garantir uma aplicação adequada e eficaz das práticas recomendadas.
Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Primeiros Socorros
Em caso de exposição ao produto PREMIER®, é fundamental seguir as recomendações de primeiros socorros para garantir a segurança da pessoa afetada. Medidas imediatas devem ser tomadas, e a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto devem ser apresentados a um serviço médico de emergência.

Ingestão
Se o produto for ingerido, não deve ser induzido vômito, a menos que indicado por um médico. Se ocorrer vômito espontâneo, a pessoa deve ser posicionada de lado. Além disso, não se deve oferecer nada para beber ou comer.
Contato com a Pele
Caso haja contato com a pele, toda a roupa e acessórios contaminados (como cintos, pulseiras, óculos, etc.) devem ser removidos. A área afetada deve ser lavada com bastante água corrente e sabão neutro.
Contato com os Olhos
Se o produto entrar em contato com os olhos, é necessário lavá-los abundantemente com água corrente por pelo menos 15 minutos. Durante esse procedimento, deve-se evitar que a água de lavagem entre no outro olho. Se a pessoa usa lentes de contato, estas devem ser removidas.
Inalação
Se a pessoa inalar o produto, deve ser levada para um local aberto e ventilado. Aquele que prestar assistência deve utilizar luvas e avental impermeáveis para evitar contaminação.
Essas diretrizes são essenciais para mitigar os efeitos adversos e garantir a segurança de quem foi exposto ao produto. É importante agir rapidamente e com cautela, sempre seguindo as orientações de profissionais de saúde.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
O produto PREMIER® é classificado como um inseticida do grupo neonicotinoide e, como tal, apresenta efeitos agudos e crônicos específicos em animais de laboratório, principalmente em ratos. Os dados experimentais demonstram que a dose letal mediana (DL50) por via oral em ratos é de 1300 mg/kg, enquanto a DL50 cutânea é superior a 4000 mg/kg. Além disso, a CL50 inalatória não foi determinada nas condições do teste.
Em relação aos efeitos sobre a pele e os olhos, foi verificado que o produto não apresenta irritação cutânea em coelhos, mas causa hiperemia e secreção nos olhos, com sintomas que se mostram reversíveis em até 24 horas. Em estudos de toxicidade aguda, foi observada uma redução temporária de peso corporal em ratos expostos por inalação.
Estudos de doses repetidas revelaram algumas consequências crônicas, como a mineralização da substância colóide nos folículos tireoidianos, sem alterar as concentrações plasmáticas de hormônios tireoidianos TSH, T3 e T4, o que exclui a possibilidade de interferência na função tireoidiana. Também foram observadas reduções no ganho de peso e na massa do fígado e da tireoide, além de aumento de incidência de retardos na calcificação óssea. Não se identificaram evidências de carcinogenicidade, mutagenicidade ou teratogenicidade no produto.
Esses dados indicam a necessidade de manuseio cuidadoso e observância rigorosa das recomendações de segurança durante a utilização do produto, especialmente considerando suas propriedades e potenciais riscos à saúde dos animais de laboratório e, consequentemente, aos seres humanos e ao ambiente.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Efeitos Sobre o Meio Ambiente
O produto em questão apresenta características que o tornam tóxico para abelhas, o que é uma preocupação significativa para a proteção do meio ambiente. A utilização indevida do agroquímico pode colocar em risco não apenas essas importantes polinizadoras, mas também outros insetos benéficos.
A aplicação do produto deve ser feita de maneira cuidadosa, observando o tamanho das gotas e respeitando as zonas de não aplicação, especialmente durante os períodos de floração das culturas. É fundamental não aplicar o produto em épocas de floração nem imediatamente antes do florescimento, quando se espera a visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas orientações pode resultar em crime ambiental, passível de penalidades legais.
Para mitigar os riscos a polinizadores, é recomendado tomar medidas de segurança, como a aplicação em horários que evitem a exibição do produto a abelhas. É imperativo observar as instruções de manejo adequado para minimizar a exposição e o potencial impacto negativo essas espécies.
Além disso, os usuários devem ser informados sobre a alta toxicidade do produto para as abelhas e devem seguir práticas responsáveis de aplicação que garantam a preservação da biodiversidade e o equilíbrio ambiental.

Instruções de Armazenamento do Produto
As instruções para o armazenamento adequado do produto são essenciais para garantir sua conservação e prevenir acidentes. É fundamental seguir as diretrizes a seguir:
Embalagem Original: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre devidamente fechada.
Local de Armazenamento: O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos. Deve ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção do local deve ser de alvenaria ou de material não combustível, assegurando que o ambiente seja seguro.
Ventilação e Cobertura: O local deve ser ventilado, coberto e possuir piso impermeável, evitando a contaminação ambiental.
Placa de Advertência: Coloque uma placa de advertência com os dizeres "CUIDADO, VENENO", alertando sobre a presença de substâncias perigosas.
Acesso Controlado: Tranque o local de armazenamento para impedir o acesso de pessoas não autorizadas, especialmente crianças.
Embalagens Adequadas: Tenha sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados, evitando contaminação.
Conformidade com Normas: Em caso de armazenagem em armazéns, siga as instruções da NBR 9843-1 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que estabelece normas para o armazenamento em ambientes industriais e comerciais.
Legislação: Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal para o manejo de produtos químicos e tóxicos.
Seguir essas instruções de armazenamento é crucial para a segurança de todos e para a proteção do meio ambiente.

Instruções em Caso de Acidentes
Em caso de acidentes envolvendo o produto, é crucial seguir os seguintes procedimentos para minimizar riscos e garantir a segurança.
Isolamento da Área: Isole e sinalize a área contaminada imediatamente. Isso ajuda a prevenir que pessoas não autorizadas entrem na área afetada.
Contato com Autoridades: Contate as autoridades locais competentes e a empresa BAYER S.A. através do Telefone de Emergência: 0800-0243334.
Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Utilize equipamentos de proteção individual, tais como macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros, para proteger-se durante a contenção do acidente.
Ações em Caso de Derrame:
- Piso Pavimentado: Recolha o material derramado com o auxílio de uma pá e coloque-o em um recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deve ser mais utilizado; consulte o registrante para a sua devolução e destinação final.
- Solo: Retire as camadas de terra contaminadas até atingir solo não contaminado, e coloque esse material em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado no rótulo.
- Corpos d'Água: Interrompa imediatamente a captação de água para consumo humano ou animal, e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa. As medidas a serem adotadas dependerão das proporções do acidente e das características do corpo hídrico envolvido.
Ações em Caso de Incêndio: Utilize extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, sempre posicionando-se a favor do vento para evitar intoxicação.
Seguir essas diretrizes pode ajudar a mitigar os riscos associados a um acidente com o produto, garantindo a segurança de todos os envolvidos.

Armazenamento da Embalagem Vazia
O armazenamento da embalagem vazia do produto deve ser feito de maneira cuidadosa e seguindo diretrizes específicas para garantir a segurança e a proteção do meio ambiente. As embalagens vazias devem ser armazenadas em local coberto e ventilado, que esteja ao abrigo de chuva e com piso impermeável. Este local deve ser o mesmo onde são guardadas as embalagens cheias.
É importante que o manuseio das embalagens seja realizado com o uso de luvas para evitar qualquer contaminação. As embalagens vazias devem ser separadas das lavadas e armazenadas em um saco plástico transparente que atenda às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), devidamente identificado e lacrado.
Além disso, o usuário deve estar ciente que a devolução da embalagem vazia é obrigatória dentro do prazo estabelecido e deve ser feita ao estabelecimento onde o produto foi adquirido ou em local indicado na nota fiscal. Esse procedimento é essencial para a adequada destinação final das embalagens e para a preservação do meio ambiente, uma vez que a destinação inadequada pode causar contaminação.

Devolução da Embalagem Vazia
A devolução da embalagem vazia do produto é uma etapa crucial para garantir a segurança ambiental e a conformidade com as normas estabelecidas. O usuário deve seguir os seguintes procedimentos:
Prazo de Devolução: A devolução da embalagem vazia, com tampa, é obrigatória e deve ser realizada dentro de um ano a partir da data da compra, ao estabelecimento onde o produto foi adquirido ou em um local indicado na nota fiscal emitida no ato da compra.
Produto Não Utilizado: Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado dentro do prazo, e ainda esteja dentro da validade, será permitido devolver a embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
Comprovante de Devolução: É recomendável que o usuário guarde o comprovante de devolução, o qual deve ser mantido por um período mínimo de um ano. Isso é importante para efeito de fiscalização.
Seguindo esses passos, o usuário contribui para a proteção do meio ambiente e para a responsabilidade no manejo de substâncias químicas.
Procedimentos de Lavagem, Armazenamento, Devolução, Transporte e Destinação de Embalagens Vazias e Restos de Produtos - Transporte
O transporte de embalagens vazias e restos de produtos químicos requer atenção às diretrizes específicas estabelecidas para garantir a segurança e a conformidade legal. É imprescindível seguir as regras e procedimentos determinados pela legislação pertinente, que estabelece que as embalagens de agrotóxicos não podem ser transportadas junto com alimentos, rações, medicamentos, animais e outras pessoas.
Durante o transporte, as embalagens vazias devem ser colocadas em sacos plásticos transparentes, seguindo o modelo padronizado da ABNT, devidamente identificados e lacrados. Essa precaução evita vazamentos e contaminações durante o deslocamento.
Além disso, é fundamental que somente embalagens que não estejam contaminadas sejam utilizadas para o transporte, sendo o procedimento de inutilização e descarte das embalagens vazias posteriormente responsabilizado à empresa registrante ou a entidades autorizadas pelos órgãos competentes. O não cumprimento dessas diretrizes pode resultar em penalidades e comprometer a segurança ambiental.

Destinação Final das Embalagens Vazias
A correta destinação final das embalagens vazias é crucial para a proteção do meio ambiente e a saúde pública. Após a devolução realizadas pelos usuários, somente a Empresa Registrante ou empresas que possuem a devida autorização dos órgãos competentes podem realizar a destinação final das embalagens vazias. É importante ressaltar que a reutilização e a reciclagem dessas embalagens, assim como o seu fracionamento e reembalagem, são práticas proibidas ao usuário.
A destinação inadequada das embalagens vazias, assim como de restos de produtos, pode adotar contaminação do solo, da água e do ar, trazendo prejuízos significativos à fauna, à flora e à saúde das pessoas. Portanto, seguir as disposições relacionadas à destinação de embalagens é não apenas uma responsabilidade legal, mas uma obrigação ética para todos os usuários de produtos agroquímicos.

Proibições e Advertências sobre o Uso e Cuidado ao Meio Ambiente
O uso do produto Premier®, que é classificado como perigoso ao meio ambiente (Classe III), requer atenção especial a certas proibições e advertências fundamentais para garantir a segurança ambiental. Este produto é altamente tóxico para abelhas e outros insetos polinizadores, e sua aplicação deve ser cuidadosamente planejada para evitar riscos significativos a esses organismos essenciais.
As principais proibições incluem:
Não aplicar o produto durante a floração das culturas ou em locais onde há visitação por abelhas. Essa medida é crucial para proteger os polinizadores, uma vez que eles podem ingerir resíduos do produto presentes no néctar e pólen.
Evitar a contaminação ambiental em geral, preservando a natureza e a biodiversidade. É importante seguir todas as normas relacionadas ao uso de agrotóxicos e manipulação de produtos químicos.
Não utilizar equipamentos com vazamentos ao aplicar o produto, garantindo que o mesmo seja aplicado de forma eficiente e sem desperdícios.
Não aplicar o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, o que poderia levar à deriva do produto para áreas inadequadas, como corpos d'água ou propriedades vizinhas.
Além dessas proibições, deve-se ter um cuidado especial com a destinação dos resíduos do produto. Embalagens vazias não podem ser reutilizadas ou recicladas, e devem ser devolvidas ao local de compra ou a um ponto de coleta designado, a fim de evitar qualquer contaminação do solo, da água e do ar.
Essas diretrizes visam não apenas a segurança do usuário, mas também a proteção do meio ambiente e a saúde dos ecossistemas locais.
| Marca comercial | Premier |
| Titular do registro | Bayer S.A. - São Paulo/ Sp |
| Número do registro | 2700 |
| CNPJ | 18.459.628/0001-15 |
| Classificação ambiental | III - Produto Perigoso Ao Meio Ambiente |
| Classificação toxicológica | 4 - Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico |
| Modo de ação | Sistêmico De Contato E Ingestão |
| Técnica de aplicação | Terrestre |
| Compatibilidade | Não Se Conhecem Casos De Incompatibilidade. |
| Inflamável | Não |
| Corrosivo | Não |
| Formulação | Wg - Grânulos Dispersíveis Em Água |
| Observação | Pt - Premier Técnico Bcs Registro Nº 07512 |




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