
O herbicida Boral 500 SC, comercializado também como Capaz, é uma solução eficiente para o controle seletivo de plantas infestantes em diversas culturas agrícolas. Com o princípio ativo sulfentrazona, esse produto proporciona ação sistêmica e seletiva, garantindo proteção e produtividade das culturas. Este guia detalha todas as informações essenciais sobre o produto, incluindo indicações de uso, modo de aplicação, precauções, manejo da resistência e cuidados ambientais, auxiliando agricultores e profissionais do setor a utilizarem o produto de forma segura e eficaz.

1. Identificação do Produto
O produto em questão é um herbicida comercializado sob as marcas Boral 500 SC e Capaz. Trata-se de uma suspensão concentrada (SC) destinada ao uso agrícola para o controle de plantas infestantes. Seu princípio ativo é a sulfentrazona, que está presente na concentração de 500 gramas por litro, equivalente a 50% de concentração percentual em massa por volume (m/v).
O produto é classificado como seletivo e de ação sistêmica, atuando especificamente em determinadas plantas daninhas conforme as recomendações de uso. Ele é aplicado preferencialmente por via terrestre, embora possa também ser empregado em aplicação aérea, respeitando-se as orientações técnicas.
Em relação às propriedades físicas e de manuseio, o produto não é inflamável nem corrosivo, sendo classificado toxicológicamente na categoria 4, o que indica que é pouco tóxico. Ambientalmente, porém, é considerado muito perigoso, classificado na faixa II quanto ao potencial de risco ao meio ambiente.
O titular do registro deste herbicida é a empresa FMC Química do Brasil Ltda., com sede em Campinas, São Paulo, registrada sob o número 7495. A empresa é responsável pela formulação, comercialização e orientação técnica do produto, cujo CNPJ é 04.136.367/0001-98.
A embalagem do produto está disponível em frascos de polietileno de alta densidade (PEAD) e PET, com capacidades variadas que vão desde 1 litro até 100 litros. As embalagens são elaboradas conforme normas técnicas adequadas para conservação e segurança do produto.
É importante salientar que o produto deve ser manejado com equipamentos de proteção individual, respeitando todas as medidas de segurança indicadas pela empresa registrante e conforme legislação vigente. Além disso, a aplicação deve seguir rigorosamente as orientações técnicas fornecidas para garantir eficiência e segurança ambiental.

Composição
O herbicida Boral 500 SC, Capaz possui como princípio ativo a Sulfentrazona, quimicamente conhecida como 2',4'-dichloro-5'-(4-difluoromethyl-4,5-dihydro-3-methyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazol-1-yl) methanesulfonanilide. A concentração dessa substância no produto é de 500 gramas por litro, correspondendo a 50% em massa/volume. Além da Sulfentrazona, o produto contém outros ingredientes, totalizando 700 gramas por litro ou 70% em massa/volume, que compõem a formulação final do herbicida.
A formulação do produto é do tipo Suspensão Concentrada (SC), que caracteriza-se pela dispersão da substância ativa em uma suspensão líquida concentrada. A Sulfentrazona faz parte do grupo químico das Triazolonas, substância esta classificada na bula com o número CAS 122836-35-5 e registro Anvisa S09 - 29/07/2019. Sua formulação visa garantir eficácia seletiva na utilização para o controle de plantas infestantes, atuando de maneira sistêmica.
Grupo Químico e Tipo de Formulação
O herbicida Boral 500 SC, Capaz pertence ao grupo químico das triazolonas, com o princípio ativo sulfentrazona. A substância ativa é conhecida quimicamente como 2',4'-diclor-5'-(4-difluorometil-4,5-dihidro-3-metil-5-oxo-1H-1,2,4-triazol-1-il) metanossulfonanilida, com fórmula molecular C11H10Cl2F2N4O3S.
Este produto é classificado como um herbicida pré-emergente, seletivo condicional e de ação sistêmica, que atua inibindo a prótoporfirinogênio oxidase (PPO), um mecanismo pertencente ao Grupo E segundo a classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
A formulação do Boral 500 SC, Capaz é do tipo Suspensão Concentrada (SC), sendo uma forma concentrada à base de suspensão, facilitando a aplicação e a eficiência no controle de plantas infestantes.

Registro e Titular do Produto
O herbicida Boral 500 SC, Capaz é registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 7495. O titular do registro é a empresa FMC Química do Brasil Ltda., localizada na Avenida Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150, 1º andar, Jardim Madalena - Galleria Plaza, Campinas/SP, CEP 13091-611, Brasil. O CNPJ da empresa é 04.136.367/0001-98, e seu telefone para contato é (19) 2042-4500.
A FMC Química do Brasil Ltda. é responsável pelo produto formulado e atua também como importadora do mesmo. Além disso, a empresa conta com unidades produtivas e armazenamento em outras regiões do Brasil, como Uberaba (MG) e Barra Mansa (RJ). O registro estadual do produto em São Paulo é o nº 423 CDA/SP.
O produto conta com registros técnicos para os ingredientes utilizados, como a Sulfentrazona, fornecida por diferentes fabricantes com seus respectivos registros MAPA, incluindo a FMC Corporation (EUA) e fabricantes na China e Índia.
Essas informações garantem a legalidade do produto para uso agrícola e asseguram que o titular cumpre as exigências regulatórias para comercialização e uso do herbicida no mercado brasileiro.
Instruções de Uso - Abacaxi
O herbicida Boral® 500 SC, Capaz® é recomendado para o controle de plantas infestantes em cultivo de abacaxi através de aplicação seletiva e sistêmica na pré-emergência das plantas daninhas e em pós-plantio da cultura, utilizando jato dirigido nas entrelinhas.

Plantas infestantes controladas e doses
Para o manejo de plantas infestantes no abacaxi, as principais espécies controladas com o produto são:
- Capim-braquiária (Brachiaria decumbens): dose recomendada de 1,2 a 1,4 L/ha.
- Beldroega (Portulaca oleracea): dose recomendada de 1,2 L/ha.
- Capim-favorito (Rhynchelitrum repens): a aplicação para controle de capim-favorito deve ser realizada apenas em solos leve e médio, na dose de 0,8 a 1,2 L/ha.
O volume de calda deve ser de 200 litros por hectare, com aplicação terrestre.
Este modo de uso deve ser realizado em pré-emergência das plantas infestantes, garantindo a eficiência do controle, com a observação das especificações de solo e recomendações de dose para as espécies indicadas. É importante realizar a aplicação com jato dirigido nas entrelinhas para evitar danos à cultura.
Instruções de Uso - Café
O herbicida Boral® 500 SC, Capaz® é recomendado para aplicação em cafeeiros adultos com o intuito de controlar plantas infestantes na pré-emergência. A aplicação deve ser feita com jato dirigido para o solo, utilizando método terrestre.
Plantas infestantes controladas e doses
Para a cultura do café, o produto controla principalmente as seguintes plantas infestantes com as respectivas doses comerciais recomendadas:
- Capim-colchão (Digitaria horizontalis): dose de 1,4 L/ha do produto comercial.
- Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)
- Caruru (Amaranthus viridis)
- Losna-branca (Parthenium hysterophorus)
- Picão-preto (Bidens pilosa)
- Tiririca (Cyperus rotundus)
A aplicação deve ser realizada na pré-emergência das plantas infestantes, garantindo uma calda em volumes entre 200 a 400 L/ha para aplicação terrestre.

Recomendações gerais para aplicação
Recomenda-se que a aplicação seja feita sempre com jato dirigido para o solo, evitando o contato do produto com partes aéreas da cultura para minimizar riscos de fitotoxicidade.
É permitida a realização de uma única aplicação por ciclo da cultura de café, respeitando as doses indicadas para cada planta infestante.
Essas orientações são essenciais para o manejo eficiente das plantas daninhas no cafeeiro, assegurando a produtividade e a saúde da cultura.
Instruções de Uso - Cana-de-açúcar
O herbicida Boral 500 SC, Capaz é recomendável para uso no cultivo da cana-de-açúcar para o controle de diversas plantas infestantes. A aplicação deve ser realizada em pós-plantio da cultura e em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Plantas infestantes controladas e doses
Para a cultura de cana-de-açúcar, o herbicida é indicado para o controle das seguintes plantas infestantes:
Tiririca (Cyperus rotundus): Dose recomendada de 1,6 L/ha para aplicação terrestre, com volume de calda de 300 a 400 L/ha, e de 10 a 40 L/ha quando aplicada por via aérea.
Beldroega (Portulaca oleracea): Dose de 1,2 L/ha.
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Capim-colonião (sementes) (Panicum maximum)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)
Caruru (Amaranthus viridis): Dose de 1,2 L/ha.
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Erva-quente (Spermacoce alata)
Guanxuma-branca (Sida glaziovii)
Leiteiro (Euphorbia heterophylla)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
A aplicação deve ser feita utilizando jato dirigido para o solo, respeitando o volume e a dose indicados para cada espécie e tipo de aplicação, terrestre ou aérea. O máximo número de aplicações por ciclo da cultura é 1.
Este manejo é eficiente para o controle das plantas infestantes, permitindo o cultivo saudável da cana-de-açúcar, sempre respeitando as recomendações técnicas para evitar injúrias à cultura e otimizar o controle das plantas daninhas.

Instruções de Uso - Citros
O herbicida Boral® 500 SC, Capaz® é recomendado para aplicação na cultura de citros, visando o controle eficiente de plantas infestantes. A aplicação deve ser realizada na pré-emergência das plantas infestantes em pomares adultos de citros, utilizando jato dirigido para o solo.
As plantas infestantes controladas incluem, entre outras, o capim-carrapicho (Cenchrus echinatus). A dose recomendada do produto comercial varia entre 1,2 a 1,4 litros por hectare. O volume da calda para aplicação terrestre deve estar entre 200 a 400 litros por hectare, conforme o tipo de equipamento e condições locais.
A utilização do herbicida em citros deve respeitar as condições e intervalos recomendados para garantir a seletividade e a eficiência do produto, sempre observando as orientações técnicas especificadas para o manejo adequado do herbicida na cultura de citros.
Instruções de Uso - Fumo
O herbicida Boral 500 SC, Capaz é recomendado para o controle de plantas infestantes na cultura do fumo, seguindo orientações específicas para aplicação eficaz e segura.

Plantas infestantes controladas e doses
Para o cultivo de fumo, o produto deve ser aplicado no pré-plantio, em pré-emergência das plantas infestantes e no pós-plantio, usando jato dirigido na entrelinha da cultura. É essencial que a aplicação seja realizada somente em solos leves e médios, ajustando a dose conforme o tipo de solo: menores doses para solos leves e maiores para solos médios.
As plantas infestantes controladas e respectivas doses recomendadas são as seguintes:
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus): dose de 0,6 L/ha, com volume de calda entre 100 a 200 L/ha, aplicado em pré-emergência no pré-plantio das mudas e em pós-plantio com jato dirigido na entrelinha.
Capim-papuã (Brachiaria plantaginea): dose de 0,8 L/ha.
Leiteiro (Euphorbia heterophylla): dose de 0,8 L/ha.
Tiririca (Cyperus rotundus): dose entre 0,6 a 0,8 L/ha.
Poaia-branca (Richardia brasiliensis): dose entre 0,6 a 0,8 L/ha.
A aplicação pode ser feita de duas formas distintas:
Na linha de plantio: sobre o camalhão, um dia antes do transplante das mudas, em uma faixa de 50 cm. Nesta modalidade, pode ocorrer injúria leve na cultura próximo ao período da aplicação, entretanto a recuperação ocorre entre 15 a 30 dias.
Na entrelinha: logo após o último cultivo, em pré-emergência das plantas infestantes, numa faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato direto com as plantas de fumo para não causar injúrias.
Em situações de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophylla, recomenda-se utilizar a dose de 1 L/ha do produto comercial.
O máximo número de aplicações permitidas por ciclo da cultura é de uma aplicação.
Essas recomendações são importantes para garantir a eficiência do controle das plantas infestantes, preservando a saúde da cultura do fumo e respeitando as condições ideais de aplicação.

Instruções de Uso - Soja (dessecação)
O herbicida Boral® 500 SC, Capaz® é recomendado para a dessecação em soja, atuando no controle de plantas infestantes antes do plantio da cultura. A aplicação deve ser realizada em pós-emergência das plantas infestantes, com doses que variam de 0,2 a 0,4 litros de produto comercial por hectare, utilizando volume de calda entre 250 e 300 litros por hectare para aplicação terrestre e de 10 a 40 litros por hectare para aplicação aérea.
É fundamental aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem em fase máxima de desenvolvimento, com 6 a 8 folhas, e a cobertura do solo pelas plantas infestantes atingir entre 20% a 35%. A aplicação deve ser feita antes do plantio da soja, para garantir a eficiência do controle.
As plantas infestantes controladas incluem:
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
O produto promove o controle eficaz dessas plantas, contribuindo para um melhor manejo das lavouras de soja antes do estabelecimento da cultura. Recomenda-se sempre consultar um engenheiro agrônomo para orientação adequada sobre a aplicação e a dose recomendada conforme as condições locais.

Instruções de Uso - Soja (solo pesado)
O herbicida Boral 500 SC, Capaz é recomendado para aplicação em soja cultivada em solos pesados, sendo utilizado para o controle pré-emergente das plantas infestantes e da cultura, no pós-plantio. A aplicação pode ser feita tanto no sistema convencional quanto no sistema de plantio direto.
Para essa aplicação, a dose recomendada do produto é de 1,2 L/ha, com volume de calda entre 250 a 300 L/ha para aplicação terrestre, e de 10 a 40 L/ha para aplicação aérea.
É fundamental não utilizar o herbicida Boral 500 SC, Capaz com esta dose em solos leves e médios, pois pode ocorrer fitotoxicidade na cultura. A aplicação deve ser feita sempre antes da emergência da soja. Caso o herbicida seja aplicado no "cracking" (ruptura da dormência) da soja ou em plantas já emergidas, haverá danos à cultura.
Dentre as plantas infestantes controladas na soja em solo pesado, destacam-se: Capim-arroz (Echinochloa crusgalli), Capim-braquiária (Brachiaria decumbens), Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus), Capim-colchão (Digitaria horizontalis), Capim-colonião (sementes) (Panicum maximum), Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica), Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla), Beldroega (Portulaca oleracea), Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum), Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe), Caruru-roxo (Amaranthus hybridus), Guanxuma (Sida rhombifolia), João-de-capote (Nicandra physaloides), Maria-pretinha (Solanum americanum), Mentrasto (Ageratum conyzoides), Poaia-branca (Richardia brasiliensis), Picão-preto (Bidens pilosa), Trapoeraba (Commelina benghalensis) e várias outras plantas infestantes.
Sempre deve-se seguir as recomendações técnicas e as orientações do Engenheiro Agrônomo responsável para assegurar a eficácia do produto e evitar danos à cultura ou ao ambiente.

Instruções de Uso - Soja (solo leve e médio)
O herbicida Boral® 500 SC, Capaz® deve ser aplicado em soja cultivada em solos leve e médio para o controle eficiente de plantas infestantes. A aplicação deve ser realizada em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, preferencialmente no pós-plantio, tanto no sistema convencional como no plantio direto. É importante que a aplicação seja feita sempre antes da emergência da soja, pois a aplicação na pós-emergência poderá causar danos à cultura.
A dose recomendada para essa condição varia de 0,4 a 0,6 L/ha do produto comercial, utilizando um volume de calda de 250 a 300 L/ha em aplicação terrestre, ou de 10 a 40 L/ha em aplicação aérea. É fundamental que a aplicação no plantio convencional seja realizada somente em solos leve e médio, respeitando essas condições para evitar fitotoxicidade.
Conforme as recomendações, o herbicida pode controlar plantas infestantes como Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) e Caruru-roxo (Amaranthus hybridus), entre outras. O preparo do solo deve estar adequado, livre de torrões, para garantir a ativação do produto, o que depende da umidade mínima no solo. Na ausência de umidade, recomenda-se aguardar uma chuva leve superior a 10 mm.
A aplicação deve ser realizada com jato dirigido para o solo, visando boa cobertura e eficiência do controle das plantas infestantes, sempre utilizando equipamentos de pulverização em bom estado, devidamente regulados, com agitação constante da calda. Recomenda-se a consulta com um Engenheiro Agrônomo para orientações específicas sobre o uso do produto.

Modo de Aplicação - Aplicação Terrestre
O herbicida Boral® 500 SC, Capaz® pode ser aplicado por via terrestre utilizando pulverizadores costais ou tratorizados, conforme as recomendações para cada cultura. É fundamental que o solo esteja livre de torrões, garantindo um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, este produto necessita de uma quantidade mínima de umidade no solo para sua ativação; na ausência desta, recomenda-se aguardar uma chuva leve superior a 10 mm. Caso haja plantas infestantes já germinadas, estas devem ser eliminadas por cultivo superficial nas entrelinhas, evitando o movimento intenso do solo, para manter o produto na camada superficial.
Durante a aplicação terrestre, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento constante para garantir a homogeneidade do produto. É recomendado fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante paradas e manobras do equipamento para evitar sobreposição da aplicação.
Para otimizar a aplicação e evitar a deriva, deve-se considerar vários parâmetros técnicos:
- Classe de gotas: A escolha depende do tipo de cultura, alvo e equipamento. Sempre aplicar com o maior tamanho de gota possível sem prejudicar a cobertura e eficiência.
- Ponta de pulverização: Deve ser selecionada conforme a classe de gota recomendada e parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa, etc.), priorizando-se uma ponta que minimize o risco de deriva.
- Ajuste da barra: A barra deve ser regulada para garantir distribuição uniforme do produto, mantendo todas as pontas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou alvo de deposição. A altura da barra deve ser a menor possível para melhorar a cobertura e reduzir exposição ao vento e evaporação.
- Faixa de deposição: Utilize distância entre pontas que possibilite maior uniformidade, evitando áreas com falhas ou sobreposição.
- Faixa de segurança: Resguardem-se faixas adequadas para proteção das culturas sensíveis, conforme orientação do engenheiro agrônomo responsável.
- Pressão: Deve ser selecionada conforme o volume de calda e a classe de gotas.
As condições climáticas ideais para aplicação terrestre são:
- Temperatura ambiente abaixo de 30°C,
- Umidade relativa do ar maior que 50%,
- Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h,
- Preferencialmente aplicando-se pela manhã (até as 10h) ou fim da tarde (após 15h/16h).
É importante seguir todas as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo qualificado.

Modo de Aplicação - Aplicação Aérea
A aplicação aérea do herbicida Boral 500 SC, Capaz deve ser realizada com o uso de técnicas de redução de deriva (TRD) e mediante a adoção das boas práticas agrícolas, evitando excessos de pressão e de altura durante a pulverização. É imprescindível atender às normas legais municipais, estaduais e federais relacionadas às atividades aeroagrícolas e consultar o Engenheiro Agrônomo responsável para garantir a eficiência e segurança da aplicação.
Somente devem ser utilizadas aeronaves devidamente regulamentadas para este tipo de aplicação, equipadas com barras apropriadas. O equipamento deve ser regulado visando assegurar a distribuição uniforme da calda, proporcionando boa cobertura do alvo e evitando falhas ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Técnicas de Redução de Deriva (TRD)
A escolha da classe de gotas deve considerar o tipo de cultura, o alvo da aplicação e o equipamento empregado. O tamanho das gotas é um dos fatores mais relevantes para evitar a deriva, por isso deve-se buscar aplicar com o maior tamanho de gota possível, mantendo a eficiência e cobertura adequada do produto.
A seleção da ponta de pulverização, ou de outro tipo de gerador de gotas, deve seguir as recomendações para a classe de gotas e parâmetros operacionais adequados, como velocidade e largura da faixa, priorizando pontas que proporcionem baixo risco de deriva.
Equipamentos Regulamentados
O equipamento de pulverização aérea deve estar em conformidade com as normas aplicáveis, contando com barras e mecanismos que garantam a distribuição uniforme da calda.
Altura do Voo
A altura do voo deve ser mantida entre 3 e 4 metros em relação ao topo das plantas ou ao alvo de deposição, assegurando tanto a segurança do voo quanto a eficiência da aplicação.

Faixa de Deposição e Segurança
A faixa de deposição efetiva varia conforme o tipo e modelo da aeronave, sendo um fator crítico para o sucesso da aplicação. Recomenda-se observar e respeitar a largura das faixas de deposição para garantir cobertura adequada e minimizar riscos.
Durante a aplicação, deve-se manter uma faixa de segurança adequada visando proteger culturas sensíveis próximas à área tratada. Essa faixa deve ser definida com auxílio do Engenheiro Agrônomo responsável.
Volume de Calda
Recomenda-se utilizar volume de calda entre 10 e 40 litros por hectare, ou conforme as especificações técnicas do tipo de aeronave empregada na aplicação.
Condições Climáticas Ideais
As condições ambientais são determinantes para a eficácia da aplicação e para minimizar riscos de deriva. Devem ser observadas as médias durante os tiros de aplicação para:
- Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
- Umidade relativa do ar acima de 50%.
- Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h.
As melhores horas para realizar a aplicação aérea são pela manhã, até às 10 horas, e à tarde, após as 15 ou 16 horas.
Considerações Finais
Para parâmetros adicionais relativos à tecnologia de aplicação, recomenda-se seguir as orientações técnicas da pesquisa e assistência técnica regionais, sempre com a supervisão do Engenheiro Agrônomo. As recomendações de aplicação podem ser ajustadas conforme a legislação vigente e conforme as especificações do equipamento usado, respeitando sempre as boas práticas para minimizar impactos ambientais e garantir a máxima eficácia do produto.

Preparo da Calda
O preparo da calda do herbicida Boral 500 SC, Capaz deve ser realizado com atenção especial ao uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para essa finalidade. Antes de iniciar, é fundamental verificar se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, devidamente regulado e em condições adequadas para pulverização, evitando riscos para a cultura, para o aplicador e para o meio ambiente.
O procedimento correto consiste em adicionar o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver preenchido com pelo menos metade de sua capacidade com água limpa, mantendo o sistema de agitação ligado. Após o acréscimo do herbicida, deve-se completar o volume do tanque com água até atingir o volume total de calda recomendado para a aplicação.
Durante toda a aplicação, independentemente do tipo de equipamento utilizado, o sistema de agitação da calda deve permanecer em funcionamento para garantir a uniformidade da mistura. Além disso, é importante fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante paradas e manobras, a fim de evitar sobreposição na aplicação e possíveis danos à cultura.

Cuidados Durante a Aplicação
Durante a aplicação do herbicida Boral 500 SC, Capaz, é essencial adotar uma série de cuidados para garantir a segurança do aplicador, da cultura e do meio ambiente. Independentemente do tipo de equipamento utilizado, o sistema de agitação da calda deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação, garantindo uma suspensão homogênea do produto. Ao realizar paradas ou manobras, é fundamental fechar a saída da calda da barra do pulverizador para evitar sobreposição ou aplicação excessiva em determinadas áreas.
É importante evitar a aplicação em condições que possam aumentar o risco de deriva do produto, como ventos fortes e períodos de altas temperaturas. Respeitar as doses recomendadas e os intervalos corretos de aplicação assegura a eficiência do herbicida e minimiza riscos para a cultura e outras áreas adjacentes. Além disso, o aplicador deve tomar cuidado para não permitir que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, corpos d’água, criações ou áreas de preservação ambiental.
Em todos os momentos, recomenda-se o uso obrigatório de equipamentos de proteção individual (EPI), incluindo macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas e proteção adequada para mãos e pés, além de máscara com filtro químico e mecânico apropriado, óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe. Essas precauções são essenciais para minimizar a exposição ao herbicida durante a preparação, aplicação e limpeza do equipamento.
Por fim, o aplicador deve estar atento ao manejo correto do produto, evitando riscos à saúde humana e ao meio ambiente, seguindo as orientações técnicas e buscando sempre a supervisão de um engenheiro agrônomo especialista para assegurar a aplicação eficiente e segura do herbicida.

Precauções Durante a Aplicação
Durante a aplicação do herbicida Boral 500 SC, Capaz, é fundamental seguir rigorosas precauções para garantir a segurança do aplicador, das pessoas ao redor e do meio ambiente. As principais recomendações são evitar ao máximo o contato com a área tratada e aplicar o produto exclusivamente nas doses recomendadas, respeitando o intervalo de segurança entre a última aplicação e a colheita.
Além disso, é essencial impedir o acesso de animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada à área em que o produto estiver sendo aplicado. A aplicação deve ser evitada na presença de ventos fortes e durante as horas mais quentes do dia, respeitando as condições climáticas ideais para a região. Também é indispensável verificar a direção do vento para aplicar o produto de maneira a prevenir o contato de outras pessoas com a névoa do herbicida.
O uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é obrigatório para o aplicador, incluindo macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas que devem passar por cima do punho das luvas, e as pernas das calças passando por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. Recomenda-se ainda que o técnico responsável pela aplicação possa adotar medidas adicionais de segurança conforme o método utilizado ou a necessidade de proteção coletiva.
Essas precauções visam minimizar riscos à saúde humana e ao ambiente durante a aplicação do herbicida, reforçando a responsabilidade e o cuidado do aplicador nesse processo.

Precauções Após a Aplicação do Produto
Após a aplicação do herbicida Boral 500 SC, Capaz, é fundamental seguir algumas precauções para garantir a segurança das pessoas, animais e do meio ambiente. É obrigatório sinalizar a área tratada com avisos claros, como “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter esses avisos até o final do período de reentrada, evitando o acesso não autorizado.
Recomenda-se evitar ao máximo o contato com a área tratada. Caso seja necessário entrar na área antes do término do intervalo de reentrada, é obrigatório o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para a aplicação. Além disso, crianças, animais e pessoas não autorizadas não devem entrar nas áreas tratadas logo após a aplicação.
A dose do produto deve ser estritamente respeitada conforme recomendada, observando sempre o intervalo de segurança, que é o tempo necessário entre a última aplicação e a colheita da cultura. Antes de retirar os EPIs, é importante lavar as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. O restante do produto deve ser acondicionado em sua embalagem original, bem fechada, armazenada em local trancado, afastado do alcance de crianças e animais.
Após a aplicação, deve-se tomar banho imediato e trocar as roupas utilizadas. As roupas e os EPIs devem ser lavados separadamente das demais roupas da família, utilizando luvas e avental impermeável durante a lavagem. Também é essencial realizar a manutenção e limpeza correta dos equipamentos usados na aplicação para evitar riscos futuros.
Por fim, destaca-se que as medidas de segurança e higiene após a aplicação são primordiais para a proteção da saúde humana e ambiental. Seguir rigorosamente essas precauções ajuda a minimizar os riscos associados ao uso do herbicida.

Manejo da Resistência a Herbicidas
O uso sucessivo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação para controle das mesmas plantas infestantes pode levar ao aumento da população dessas plantas resistentes, resultando na perda de eficiência do produto e prejuízos subsequentes. Para evitar e manejar a resistência de plantas daninhas, seguem algumas recomendações importantes:
- Realizar a rotação de herbicidas com diferentes mecanismos de ação do Grupo E, sempre que apropriado, para o controle da mesma planta infestante.
- Adotar outras práticas de controle dentro de um manejo integrado, seguindo boas práticas agrícolas.
- Utilizar corretamente as doses e os modos de aplicação conforme indicados na bula do produto.
- Consultar sempre um engenheiro agrônomo para direcionamento das melhores estratégias regionais de manejo da resistência e orientações técnicas sobre a aplicação de herbicidas.
- Informar possíveis casos de resistência à Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD), à Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR) e ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
O herbicida Boral® 500 SC, Capaz® é composto por sulfentrazona, um inibidor da enzima protox (Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC), e seu mecanismo específico de ação reforça a importância do manejo cuidadoso para evitar o surgimento de resistência.
Manejo Integrado de Plantas Infestantes
O manejo integrado de plantas infestantes deve ser sempre adotado para garantir o controle eficiente e sustentável dessas plantas daninhas. Uma das principais técnicas recomendadas é a rotação de culturas, que permite o uso diversificado de métodos de controle, evitando a dependência exclusiva de herbicidas. Além do emprego de herbicidas, outras práticas complementares devem ser aplicadas, como o controle mecânico e manual, a realização de roçadas e a higienização de máquinas agrícolas para evitar a disseminação das plantas infestantes.
A adoção dessas medidas em conjunto contribui para melhorar o manejo das plantas daninhas, reduzindo riscos de resistência ao herbicida e promovendo melhores resultados no controle, preservando a produtividade e a sustentabilidade da área cultivada.

Intervalo de Segurança e Reentrada
Intervalo de Segurança por Cultura
O intervalo de segurança, que corresponde ao período entre a última aplicação do produto e a colheita, varia conforme a cultura tratada com o herbicida Boral 500 SC, Capaz. Para o abacaxi, o intervalo é de 60 dias; para o café, 130 dias; para cana-de-açúcar e soja, não há um intervalo determinado devido à modalidade de emprego; para citros, o intervalo é de 200 dias; e para o fumo, o uso é não alimentar (UNA), portanto, não se aplica um intervalo específico. É fundamental respeitar esses prazos para garantir a segurança do produto nas culturas e evitar riscos à saúde e ao meio ambiente.
Intervalo de Segurança e Reentrada
Intervalo de Reentrada em Áreas Tratadas
Após a aplicação do herbicida Boral 500 SC, Capaz, não é permitida a reentrada de pessoas nas áreas tratadas antes de 24 horas, salvo se estiverem utilizando roupas protetoras adequadas. Essa medida é fundamental para garantir a segurança dos trabalhadores e evitar contatos indesejados com o produto ativo, minimizando riscos à saúde. Durante o período de reentrada, a área tratada deve ser sinalizada com avisos claros contendo os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.”, e esses avisos devem permanecer até o término do intervalo estabelecido.
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser utilizados caso haja necessidade de ingressar na área tratada antes do término do intervalo de segurança. Além disso, é importante evitar ao máximo o contato com a área tratada para garantir a integridade física dos operadores e demais pessoas.
Portanto, o intervalo de reentrada é um período de precaução obrigatório que visa proteger a saúde humana após o uso do produto, sendo fundamental que as orientações da bula e do profissional responsável sejam rigorosamente seguidas.

Limitações de Uso
O produto herbicida Boral® 500 SC, Capaz® possui algumas limitações importantes para seu uso adequado e seguro, que devem ser rigorosamente observadas para garantir a eficácia do tratamento e a segurança da cultura e do meio ambiente. Ressalta-se que o uso do produto é exclusivamente agrícola e voltado apenas para as culturas para as quais ele está registrado, sempre respeitando o intervalo de segurança determinado para cada cultura.
É fundamental consultar um Engenheiro Agrônomo antes do uso para assegurar o correto manejo do produto. Em relação à cultura da cana-de-açúcar, pode ocorrer o fenômeno conhecido como "queimas" localizadas na aplicação em cana-soca recém germinada, devido ao contato do produto com folhas ou brotações; entretanto, essa injúria tem recuperação rápida, sem afetar o desenvolvimento ou produtividade da cultura.
Para a cultura da soja, deve-se evitar a sobreposição de faixas na aplicação, pois isso pode resultar em danos à cultura. A aplicação do herbicida Boral® 500 SC, Capaz® deve ser realizada sempre antes da emergência da soja, pois o uso no "cracking" ou em plantas emergidas ocasionará danos à cultura. Além disso, a tolerância das novas variedades deve ser previamente estabelecida, consultando os fornecedores ou representantes técnicos.
A injúria na soja também pode ocorrer em solos pouco drenados, muito compactados ou saturados por longo período. Caso haja falhas no plantio devido a condições climáticas, apenas a soja deve ser replantada, não devendo ser reaplicado o herbicida Boral® 500 SC, Capaz®, para evitar dano à planta.
Por fim, é obrigatório observar que para a rotação com a cultura do algodão, deve ser respeitado um período mínimo de 18 meses após a aplicação do herbicida. Essas limitações visam garantir o uso eficiente do produto, minimizando riscos de fitotoxicidade e prejuízos econômicos.

Fitotoxicidade
O herbicida Boral 500 SC, Capaz, quando utilizado conforme as recomendações de uso, não causa fitotoxicidade nas culturas registradas. Contudo, na cultura da soja, pode ocorrer certa fitotoxicidade em situações específicas. Em solos altamente arenosos, caso haja chuvas excessivas logo após a aplicação, pode surgir uma leve clorose nas folhas da soja. Essa clorose, entretanto, não afeta a produtividade da planta, pois as folhas recuperam-se com o tempo.
É importante destacar que a aplicação do produto na pós-emergência da soja causa danos à cultura, devendo ser evitada essa prática. A aplicação deve ser feita sempre antes da emergência da soja para prevenir injúrias. Seguindo essas orientações, o herbicida pode ser utilizado com segurança, preservando a integridade e o desenvolvimento das culturas cultivadas.

Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
O uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é obrigatório para garantir a segurança durante o manuseio e aplicação do herbicida Boral 500 SC, Capaz. Os EPIs recomendados incluem macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, garantindo que as mangas do macacão passem por cima do punho das luvas e as pernas das calças sejam colocadas por cima das botas, que devem ser de borracha. É obrigatório também o uso de máscara com filtro combinado, que consiste em filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2, além de óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Durante a preparação da calda do produto, o manuseio deve ser feito em ambiente aberto e ventilado, utilizando todos os EPIs mencionados para evitar contato acidental. É importante que os equipamentos estejam em bom estado, sem danos, umidade ou vida útil expirada, obedecendo às recomendações de conservação e descarte determinado pelo fabricante.
Para a retirada dos EPIs após a aplicação, a sequência correta é: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e por fim a máscara. Antes de remover as luvas, recomenda-se lavá-las ainda vestidas para evitar a contaminação. A manutenção e limpeza dos EPIs devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Além do uso individual, recomenda-se que medidas coletivas e outras precauções adicionais possam ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação, em função do método utilizado ou das condições específicas de segurança.
O cumprimento rigoroso do uso dos Equipamentos de Proteção Individual é essencial para garantir a saúde do aplicador e evitar intoxicações, uma vez que o produto apresenta classificação toxicológica categoria 4 – pouco tóxico, porém deve ser manuseado com cuidado adequado.

Lavagem e Limpeza do Equipamento de Aplicação
Imediatamente após a aplicação do produto, é fundamental proceder à limpeza completa de todo o equipamento utilizado. Durante este processo, devem ser adotadas todas as medidas de segurança necessárias, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para essa finalidade, conforme indicado no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
É importante não realizar a limpeza dos equipamentos próximo a nascentes, fontes de água ou plantas úteis, para evitar contaminação ambiental. Os resíduos da limpeza devem ser descartados segundo a legislação municipal, estadual e federal vigente na região da aplicação. A manutenção e a lavagem adequada dos equipamentos após cada uso são essenciais para garantir a segurança do aplicador, a preservação do meio ambiente e a eficiência do produto.
Primeiros Socorros - Ingestão
Em caso de ingestão do produto herbicida Boral 500 SC, Capaz, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica específica. Se o vômito ocorrer de forma espontânea, a pessoa deve ser deitada de lado para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Não se deve administrar nada para beber ou comer durante esse período. É fundamental procurar imediatamente um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo ou receituário agronômico do produto para que seja possível um atendimento adequado.
18.2 Contato com Olhos
Em caso de contato acidental do produto com os olhos, deve-se retirar lentes de contato, se houver, e proceder imediatamente à lavagem com água corrente em abundância por pelo menos 15 minutos, sempre elevando as pálpebras ocasionalmente para assegurar uma limpeza eficaz. Durante a lavagem, é importante evitar que a água utilizada para a limpeza de um olho escorra para o outro, prevenindo contaminações cruzadas. Caso persistam sintomas como irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia após a lavagem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento médico especializado.

Primeiros Socorros - Contato com Pele
Em caso de contato do produto com a pele, a recomendação é remover imediatamente as roupas e acessórios contaminados, tais como cintos, pulseiras, óculos, relógios e anéis. Em seguida, lave a pele afetada com bastante água corrente e sabão neutro, realizando a lavagem por pelo menos 15 minutos. É importante realizar a limpeza cuidadosa incluindo pregas, cavidades, orifícios, unhas e cabelos. Caso a irritação ou dor persistam após a lavagem, o paciente deve ser encaminhado para atendimento médico específico.
Primeiros Socorros - Inalação
Em caso de inalação do produto, a pessoa deve ser levada imediatamente para um local aberto e ventilado. É importante garantir que o local tenha boa circulação de ar para evitar a piora dos efeitos causados pela inalação do produto. O socorrista que estiver ajudando deve utilizar equipamentos de proteção, como luvas e avental impermeáveis, para se proteger da contaminação durante o atendimento.
Se a pessoa apresentar tosse ou dificuldade para respirar após a inalação, é necessário avaliar a possibilidade de irritação no trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Nesses casos, deve-se administrar oxigênio e, se necessário, auxiliar na ventilação da vítima, conforme a gravidade dos sintomas. O atendimento adequado visa minimizar os danos respiratórios e garantir a segurança tanto da vítima quanto do prestador de socorro.
Primeiros Socorros - Cuidados para Prestadores de Socorro
Os prestadores de socorro devem tomar precauções especiais para evitar a contaminação durante o atendimento a pessoas que sofreram intoxicação pelo produto. É fundamental evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. O socorrista deve estar protegido com equipamentos de segurança adequados para não se contaminar com o agente tóxico. Essas medidas são essenciais especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação.

Informações Médicas e Toxicologia - Toxicocinética
O ingrediente ativo do produto herbicida Boral 500 SC, Capaz, a sulfentrazona, apresenta características específicas em relação à sua absorção, distribuição e eliminação no organismo. Estudos realizados em ratos demonstram que a substância é rapidamente e amplamente absorvida pelo trato gastrointestinal após administração oral. A maior parte do material radiomarcado foi recuperada na urina, indicando eficiente excreção renal.
A meia-vida de eliminação plasmática da sulfentrazona variou entre 12 e 48 horas nas doses mais baixa e mais alta, respectivamente. A substância é extensivamente metabolizada pelo organismo, com menos de 2% do composto inalterado excretado na urina. O principal metabólito identificado é o 3-hidroxi-metil-sulfentrazona, ao qual corresponde a uma pequena fração que se converte em ácido 3-carboxílico-sulfentrazona.
A eliminação da sulfentrazona ocorre rapidamente, com 84 a 104% da dose administrada sendo excretada dentro de 72 horas após o tratamento, principalmente pela urina, mas também pelas fezes em menor proporção (<6%) e pelo ar expirado em quantidade muito reduzida (<0,01%). Não foram observadas diferenças significativas relacionadas ao sexo quanto ao perfil cinético da substância, e não houve evidência de bioacumulação nos tecidos. Essas características indicam que a sulfentrazona é metabolizada e eliminada eficientemente, reduzindo o potencial de acúmulo no organismo após exposição.
Informações Médicas e Toxicologia - Toxicodinâmica
A sulfentrazona, princípio ativo do herbicida Boral 500 SC, Capaz, não possui mecanismos específicos de toxicidade conhecidos em humanos. O mecanismo de ação herbicida dessa substância está relacionado à inibição da enzima protoporfirinogênio oxidase (PPO) na via biossintética da clorofila das plantas. Em animais de experimentação, o sistema hematopoiético foi identificado como alvo dessa toxicidade, evidenciado por sinais de anemia e aumento nos níveis de porfirina sanguínea. Esses efeitos são consistentes com a inibição da enzima PPO, que está presente na cadeia biossintética do grupamento heme das hemoglobinas.

Informações Médicas e Toxicologia - Sintomas e Sinais Clínicos
O produto formulado com Sulfentrazona não possui sintomas específicos conhecidos em humanos. Estudos com animais demonstram que o produto é considerado nocivo se ingerido ou inalado, mas não provoca irritação dérmica ou ocular significativa, nem causa sensibilização dérmica.
Quanto aos efeitos da Sulfentrazona especificamente, não existem sintomas conhecidos em humanos relacionados à exposição. Em animais, o mecanismo de toxicidade está associado à inibição da enzima protoporfirinogênio oxidase (PPO), que é essencial na biossíntese da clorofila nas plantas e está relacionada ao sistema hematopoiético em animais. A exposição oral aguda ou crônica a grandes quantidades pode levar à redução de eritrócitos e, em casos mais sérios, anemia.
Quanto aos tipos de exposição:
- Na pele, a Sulfentrazona pode causar irritação, ardência e vermelhidão.
- Quando inalado, pode provocar irritação do trato respiratório, acompanhada de tosse e ardência no nariz, boca e garganta.
- Em contato com os olhos, pode causar irritação, ardência e vermelhidão.
- A ingestão pode provocar irritação do trato gastrointestinal, com sintomas como vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Actualmente, não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. Portanto, o produto exige cuidado no manuseio para evitar contato desnecessário e exposição prolongada.
Informações Médicas e Toxicologia - Efeitos Agudos e Crônicos em Animais de Laboratório
O produto herbicida Boral 500 SC, Capaz tem como princípio ativo a Sulfentrazona, que pertence ao grupo químico das triazolonas. Estudos toxicológicos em animais de laboratório evidenciam que este produto apresenta toxicidade relativamente baixa, sendo classificado na categoria 4 de toxicidade, o que significa que é considerado pouco tóxico.

Efeitos Agudos
Nos testes realizados com animais, os valores de DL50 indicam que o produto possui baixa toxicidade aguda:
- DL50 oral em ratos varia entre 300 e 2000 mg/kg de peso corporal;
- DL50 dérmica em ratos é maior que 4000 mg/kg de peso corporal;
- CL50 inalatória em ratos, durante 4 horas, não foi determinada nas condições do teste, sendo superior a 2,933 mg/L.
Em relação à irritação e sensibilização:
- No teste de irritação cutânea realizado em coelhos, o produto não demonstrou causar irritação;
- Para irritação ocular em coelhos, observou-se hiperemia conjuntival e quemose, mas todos os sinais de irritação foram completamente revertidos em até 24 horas após a aplicação, sendo classificado como não irritante para os olhos;
- Também foi avaliado que o produto não possui potencial de sensibilização cutânea em cobaias.
Efeitos Crônicos
Nos estudos subcrônicos e crônicos conduzidos com o produto técnico Sulfentrazona em cães, camundongos e ratos, os principais efeitos registrados foram alterações nos parâmetros hematológicos, incluindo diminuição dos valores de hemoglobina e hematócrito. Não foram observados potenciais carcinogênicos.
Em testes genotóxicos in vitro e in vivo, a Sulfentrazona não apresentou potencial mutagênico. Alterações no desenvolvimento embriofetal foram identificadas em ratos e coelhos após exposição intrauterina, assim como efeitos nos parâmetros reprodutivos masculinos. No entanto, para todos esses efeitos, foram estabelecidas doses seguras de exposição.
Resumo
O Herbicida Boral 500 SC, Capaz demonstrou ser pouco tóxico em estudos com animais de laboratório, não apresentando irritação cutânea significativa, nem potencial sensibilizante. Os efeitos crônicos observados indicam principalmente alterações hematológicas, sem evidências de carcinogenicidade ou mutagenicidade, desde que respeitadas as doses seguras estabelecidas.
Informações Médicas e Toxicologia - Diagnóstico
O diagnóstico em casos de exposição ao herbicida Boral® 500 SC, Capaz® é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a substância ativa Sulfentrazona, é importante, especialmente em pacientes com suspeita de porfiria, monitorar o hemograma completo, enzimas hepáticas, perfil metabólico básico, urinálise e níveis de porfirina no soro. Essas análises auxiliam na avaliação do impacto tóxico e no acompanhamento do tratamento adequado para intoxicações.

Informações Médicas e Toxicologia - Tratamento e Medidas de Descontaminação
No atendimento a casos de intoxicação causados pelo herbicida Boral® 500 SC, Capaz®, é fundamental que o profissional de saúde esteja adequadamente protegido, utilizando equipamentos como luvas, botas e avental impermeáveis, a fim de evitar contaminação durante as medidas de descontaminação. Orientações específicas para diferentes vias de exposição são as seguintes:
Exposição oral: Em caso de ingestão do produto, não se recomenda induzir o vômito, salvo indicação médica. Se o vômito ocorrer naturalmente, a cabeça do paciente deve ser mantida abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral quando deitado para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Deve-se lavar a boca com água em abundância. A administração de carvão ativado pode ser avaliada conforme a necessidade, mas os benefícios não são plenamente conhecidos para intoxicações por sulfentrazona. A lavagem gástrica geralmente não é recomendada e deve ser considerada apenas em casos de ingestão de quantidade potencialmente perigosa para a vida, realizada dentro de uma hora após a ingestão.
Exposição inalatória: O paciente deve ser removido para local aberto e ventilado, sendo monitorado quanto a alterações respiratórias e consciência. Caso apareçam tosse ou dificuldade respiratória, deve-se avaliar irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. A administração de oxigênio e auxílio ventilatório podem ser necessários conforme o quadro.
Exposição dérmica: Roupas e acessórios contaminados devem ser retirados imediatamente, e a pele descontaminada cuidadosamente com abundância de água e sabão, incluindo pregas, cavidades, unhas e cabelos. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado a tratamento especializado.
Exposição ocular: Os olhos devem ser lavados com grande quantidade de água à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Persistindo sintomas como irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia, encaminhar o paciente para tratamento específico.
O herbicida não possui antídoto específico conhecido, assim o tratamento deve ser sintomático e de suporte, focando na manutenção das funções vitais do paciente.
Adicionalmente, recomenda-se que, em casos graves, sejam avaliadas medidas de suporte como administração de inibidores da enzima álcool desidrogenase (ex: etanol e fomepizol) para intoxicações por monoetilenoglicol, e, se necessário, a hemodiálise, especialmente em casos de acidose metabólica grave.
Para os prestadores de socorro, é indicado evitar a aplicação da respiração boca a boca, para maior segurança, e o uso correto dos equipamentos de proteção durante o atendimento ao intoxicado.
Em resumo, o tratamento e as medidas de descontaminação devem ser realizados com rigor, respeitando as etapas conforme o tipo de exposição e sempre priorizando a proteção do profissional que presta socorro, para garantir a segurança de todos os envolvidos.

Informações Médicas e Toxicologia - Contraindicações
A indução do vômito é contraindicada no caso de intoxicação pelo herbicida Boral 500 SC, Capaz, devido ao risco de aspiração e pneumonite química. Além disso, a lavagem gástrica não deve ser realizada em pacientes que apresentem perda dos reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência sem intubação, em pessoas com risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal, ou na ingestão de quantidades não significativas do produto.
Estas contraindicações são importantes para garantir a segurança do paciente e evitar complicações adicionais decorrentes do tratamento inadequado da intoxicação. O manejo clínico deve seguir as orientações específicas para manutenção das funções vitais e tratamento sintomático, sempre com o suporte de profissionais de saúde capacitados.
Informações Médicas e Toxicologia - Efeitos das Interações Químicas
No que diz respeito aos efeitos das interações químicas do herbicida Boral 500 SC, Capaz®, não há informações disponíveis. Ou seja, não foram registrados, estudados ou divulgados dados específicos sobre possíveis interações químicas que possam alterar o efeito tóxico ou terapêutico do produto. Essa ausência de informações indica que, até o presente momento, não se conhece nenhum efeito adverso decorrente da combinação do produto com outras substâncias químicas. Portanto, recomenda-se seguir todas as demais orientações de segurança e manuseio do herbicida, respeitando sempre as indicações do fabricante e das autoridades competentes.

Informações Médicas e Toxicologia - Informação para Notificação de Intoxicações
Em caso de intoxicação pelo herbicida Boral® 500 SC, Capaz®, é fundamental procurar imediatamente um serviço médico de emergência e levar a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto para auxiliar no diagnóstico e tratamento.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, deve-se ligar para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001, que corresponde à Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos, como este produto, estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Portanto, é necessário realizar a notificação do caso no sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) e no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Além disso, para emergências relacionadas a intoxicações ocasionadas por este produto, estão disponíveis os telefones de emergência da empresa FMC Química do Brasil Ltda.: 0800 3435450 e (34) 3319-3019, com atendimento 24 horas. O endereço eletrônico da empresa para contato é www.fmcagricola.com.br.

Proteção ao Meio Ambiente - Precauções de Uso e Advertências
O produto Boral 500 SC, Capaz é classificado como Classe II – Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente. Sua fórmula apresenta alta mobilidade, indicando um elevado potencial de deslocamento no solo, o que pode resultar principalmente na contaminação de águas subterrâneas. Além disso, o produto é altamente persistente no meio ambiente e extremamente tóxico para organismos aquáticos, especialmente algas.
Para evitar danos ambientais, recomenda-se não realizar aplicações aéreas do produto em áreas localizadas a menos de 500 metros de povoações, mananciais de captação de água destinados ao abastecimento público e a menos de 250 metros de mananciais de água, residências isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. É fundamental observar as legislações estaduais e municipais vigentes referentes às atividades aeroagrícolas.
Outras advertências importantes incluem a necessidade de evitar contaminação ambiental preservando a natureza e não utilizar equipamentos com vazamentos durante a aplicação. Recomenda-se também não aplicar o produto em condições de ventos fortes ou durante as horas mais quentes do dia. O uso do produto deve ser restrito às doses recomendadas para evitar impactos ambientais.
Para a preservação dos recursos hídricos e solos, não se deve lavar embalagens ou equipamentos aplicadores em lagos, fontes, rios ou outros corpos d'água. Descartar inadequadamente embalagens vazias ou restos do produto pode resultar em contaminação do solo, da água e do ar, afetando negativamente a fauna, a flora e a saúde humana. Portanto, deve-se seguir rigorosamente as boas práticas de manejo e descarte para minimizar os riscos ambientais.

Proteção ao Meio Ambiente - Armazenamento do Produto
Para garantir a conservação adequada do produto e prevenir acidentes, é fundamental que o armazenamento seja realizado seguindo instruções específicas. O produto deve ser mantido em sua embalagem original sempre fechada, em um local exclusivo para produtos tóxicos, afastado de alimentos, bebidas, rações ou quaisquer outros materiais. O local de armazenamento deve ser construído com alvenaria ou material não combustível, ser ventilado, coberto e possuir piso impermeável. É necessário também a colocação de placa de advertência com os dizeres “CUIDADO, VENENO”.
O acesso ao local deve ser restrito e trancado, especialmente para impedir a entrada de pessoas não autorizadas, com atenção especial às crianças. É importante dispor de embalagens adequadas para envolver recipientes rompidos ou para recolher produtos vazados, assegurando assim a contenção adequada do produto em caso de acidente.
Caso o armazenamento seja realizado em armazéns, recomenda-se seguir as orientações constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e observar as disposições vigentes na legislação estadual e municipal relacionadas ao armazenamento de agrotóxicos. Essas medidas colaboram para a proteção do meio ambiente e a segurança de todas as pessoas envolvidas no manuseio do produto.

Proteção ao Meio Ambiente - Instruções em Caso de Acidentes
Em caso de acidentes envolvendo o produto herbicida Boral 500 SC, Capaz, é essencial adotar medidas imediatas para minimizar os impactos ambientais e garantir a segurança das pessoas e das áreas próximas. A seguir, as principais instruções a serem seguidas:
Isole e sinalize a área contaminada para impedir o acesso de pessoas não autorizadas e evitar a propagação da contaminação.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa FMC Química do Brasil Ltda. para obter orientações específicas e suporte técnico. Os telefones de emergência da empresa são 0800-3435450 ou (34) 3319-3019.
Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) durante o manejo do acidente, que devem incluir macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos de proteção e máscara com filtros apropriados, para a segurança dos envolvidos na contenção.
Evite que o produto derramado entre em bueiros, drenos ou corpos d’água, pois isso pode causar contaminação grave do ambiente.
Procedimentos específicos para recolhimento e contenção de derramamentos:
Em pisos pavimentados: absorva o produto derramado com serragem ou areia, recolha o material com uma pá, coloque-o em recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto recolhido não deve ser reutilizado e deve ser encaminhado para devolução e destinação correta conforme orientação da empresa registrante.
Em solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha o material e acondicione-o em recipiente lacrado e identificado para posterior destinação.
Em corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para consumo humano ou animal, acione o órgão ambiental competente mais próximo e entre em contato com o centro de emergência da empresa. As medidas a serem tomadas dependem da proporção do acidente, características do corpo hídrico e quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio: Utilize extintores de água em forma de neblina, dióxido de carbono (CO2) ou pó químico. Sempre fique a favor do vento para evitar intoxicação dos envolvidos na contenção do fogo.
Essas ações são fundamentais para prevenir e minimizar os danos ambientais decorrentes do uso inadequado ou acidentes com o herbicida, protegendo a fauna, a flora e a saúde humana, conforme as recomendações regulamentares vigentes.

Proteção ao Meio Ambiente - Procedimentos de Lavagem, Armazenamento e Destinação de Embalagens Vazias
Os procedimentos adequados para a lavagem, armazenamento e destinação das embalagens vazias do produto são essenciais para a proteção do meio ambiente, evitando contaminação do solo, da água e do ar, além de preservar a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Lavagem das Embalagens
Para embalagens rígidas laváveis, recomenda-se o processo de tríplice lavagem manual, que deve ser realizado imediatamente após o esvaziamento total do conteúdo. Nesse processo, a embalagem deve ser mantida na posição vertical por 30 segundos, adicionando-se água limpa até ¼ do volume total, agitando o conteúdo por 30 segundos e descartando a água no tanque do pulverizador. Este procedimento deve ser repetido três vezes. Além disso, é possível utilizar a lavagem sob pressão por meio de equipamentos específicos acoplados ao pulverizador ou independentes, direcionando o jato d’água para as paredes internas da embalagem por 30 segundos, repetidamente, com a água de lavagem sendo direcionada ao tanque do pulverizador.
Após a lavagem, é indispensável inutilizar a embalagem, perfurando o fundo para impedir seu reuso inadequado.
Embalagens rígidas não laváveis, bem como embalagens flexíveis e secundárias não contaminadas, não devem ser lavadas.
Armazenamento das Embalagens Vazias
As embalagens vazias, tanto as laváveis como não laváveis, devem ser armazenadas com suas tampas, em locais cobertos, ventilados, protegidos da chuva e com piso impermeável. Elas devem ser armazenadas separadamente entre embalagens lavadas e não lavadas, preferencialmente em caixas coletivas.
No manuseio dessas embalagens, o uso de luvas é recomendado, principalmente para embalagens não laváveis e flexíveis.

Destinação, Devolução e Transporte das Embalagens Vazias
É obrigatória a devolução das embalagens vazias pelo usuário ao estabelecimento onde o produto foi adquirido ou ao local indicado na nota fiscal, no prazo máximo de até um ano após a compra. Caso o produto ainda esteja dentro do prazo de validade e não tenha sido totalmente utilizado, a devolução pode ocorrer em até seis meses após o término do prazo de validade. É fundamental que o usuário guarde o comprovante de devolução por pelo menos um ano para fins de fiscalização.
As embalagens devem ser transportadas separadamente de alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas para evitar riscos à saúde pública. Para embalagens flexíveis, recomenda-se que sejam transportadas em sacos plásticos transparentes padronizados e lacrados.
A reutilização, reciclagem, fracionamento ou reembalagem das embalagens vazias pelo usuário são proibidas, sendo a destinação final responsabilidade da empresa registrante ou de empresas autorizadas pelos órgãos competentes.
Impactos Ambientais e Cuidados
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no ambiente ocasiona contaminação dos recursos naturais, prejudicando o solo, a água, o ar, e comprometendo a fauna, a flora e a saúde humana. Portanto, o cumprimento rigoroso dos procedimentos de lavagem, armazenamento, devolução e destinação das embalagens vazias é fundamental para minimizar os impactos ambientais decorrentes do uso do produto.

Proteção ao Meio Ambiente - Transporte de Agrotóxicos e Restrições
O transporte de agrotóxicos, componentes e produtos afins está sujeito às regras e procedimentos estabelecidos na legislação específica, que visam garantir a segurança do meio ambiente e das pessoas. É imprescindível que durante o transporte, os agrotóxicos não sejam transportados junto com pessoas, animais, alimentos, medicamentos ou rações, de modo a evitar contaminações e riscos à saúde pública.
Além disso, existem restrições estabelecidas pelos órgãos competentes em níveis estadual, distrital ou municipal, as quais devem ser rigorosamente respeitadas. Essas restrições são conforme as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis para assegurar o uso adequado dos produtos, protegendo o meio ambiente e evitando impactos adversos.
O cumprimento dessas normas é fundamental para evitar contaminação do solo, da água e do ar, bem como para preservar a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Trazer cuidados especiais no transporte dos agrotóxicos é um componente essencial da proteção ambiental e do manejo responsável destes produtos.
Proteção ao Meio Ambiente - Restrições Estabelecidas por Órgãos Competentes
O uso do herbicida Boral 500 SC, Capaz está sujeito às restrições estabelecidas pelos órgãos competentes em níveis estadual, distrital e municipal. Estas recomendações devem ser rigorosamente observadas para garantir a conformidade legal e a segurança ambiental durante a aplicação do produto.
É imprescindível que o aplicador siga todas as orientações aprovadas pelos órgãos responsáveis pela regulamentação, contemplando legislações específicas que visam proteger o meio ambiente e as comunidades locais. O respeito a essas normas contribui para o controle eficaz das plantas infestantes, minimizando os impactos negativos sobre o meio ambiente e promovendo o uso sustentável do herbicida.
Ademais, sempre que necessário, recomenda-se consultar os órgãos ambientais locais para obter informações adicionais sobre restrições específicas que possam estar vigentes na região de aplicação, garantindo assim o cumprimento de todas as exigências legais e a preservação ambiental.

Embalagens - Embalagem Rígida Lavável
As embalagens rígidas laváveis utilizadas para o produto devem passar pelo processo de tríplice lavagem imediatamente após o seu esvaziamento, garantindo a segurança e a conservação ambiental. Durante a lavagem, o operador deve estar equipado com os mesmos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) indicados para o preparo da calda do produto, conforme especificado no item "Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana".
O procedimento manual de tríplice lavagem consiste nos seguintes passos: esvaziar completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo a embalagem na posição vertical por 30 segundos; adicionar água limpa até preencher 1/4 do volume da embalagem; tampar e agitar por 30 segundos; despejar a água de lavagem no tanque do pulverizador; repetir a operação três vezes. Após esse processo, a embalagem plástica ou metálica deve ser inutilizada perfurando seu fundo.
Para equipamentos de pulverização dotados de sistema de lavagem sob pressão, a lavagem deve ser feita encaixando a embalagem vazia no funil apropriado, acionando o jato de água que deve atingir todas as paredes internas da embalagem durante 30 segundos, transferindo a água de lavagem para o tanque do pulverizador, e inutilizando a embalagem perfurando seu fundo.
Quando o equipamento de lavagem sob pressão for independente, as etapas são: manter a embalagem invertida sobre a boca do tanque durante 30 segundos logo após o esvaziamento; introduzir a ponta do equipamento para direcionar o jato de água às paredes internas por 30 segundos; toda água utilizada deve ser recolhida no tanque do pulverizador; por fim, a embalagem deve ser inutilizada perfurando o fundo.
Após a lavagem, as embalagens devem ser armazenadas com as tampas, em caixas coletivas quando disponíveis, e separadamente das embalagens não lavadas. O local de armazenamento deve ser coberto, ventilado, protegido da chuva e com piso impermeável, podendo ser o mesmo onde são guardadas as embalagens cheias.
A devolução da embalagem vazia é obrigatória no prazo de até um ano da data de compra, realizada no estabelecimento onde o produto foi adquirido ou local indicado na nota fiscal. Se o produto não foi totalmente utilizado dentro desse período e ainda estiver dentro do prazo de validade, a devolução poderá ser feita em até seis meses após o término da validade. O usuário deve guardar o comprovante da devolução para fins de fiscalização por pelo menos um ano.
No transporte, as embalagens vazias não devem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas, para evitar contaminação cruzada e riscos à saúde.

Embalagens - Embalagem Rígida Não Lavável
As embalagens rígidas não laváveis deste produto possuem orientações específicas para armazenamento, devolução e transporte, visando garantir a segurança e a preservação ambiental.
Armazenamento da Embalagem Vazia
Após o uso, as embalagens rígidas não laváveis devem ser armazenadas em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, preferencialmente no mesmo local onde são guardadas as embalagens cheias. É essencial utilizar luvas ao manusear essas embalagens. Além disso, as embalagens devem ser armazenadas com sua tampa, em caixas coletivas quando disponíveis, separadamente das embalagens que foram lavadas.
Devolução da Embalagem Vazia
É obrigatória a devolução da embalagem vazia ao estabelecimento onde o produto foi adquirido ou no local indicado na nota fiscal emitida no ato da compra, no prazo de até um ano após a data da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, a devolução poderá ser realizada em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante da devolução para fins de fiscalização pelo período mínimo de um ano após a devolução.
Transporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas. Devem ser transportadas de forma segura, evitando qualquer possibilidade de contaminação cruzada.
Essas recomendações visam minimizar impactos ambientais e garantir o manejo correto das embalagens pós-consumo, conforme as regras e legislação vigentes.

Embalagens - Embalagem Flexível
As embalagens flexíveis destinadas ao produto não podem ser lavadas. O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser realizado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. É recomendável o uso de luvas no manuseio dessas embalagens. Após a tríplice lavagem, a embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das embalagens lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos canais de distribuição.
A devolução da embalagem vazia é obrigatória, devendo ser feita no prazo máximo de até um ano após a data da compra, ao estabelecimento onde o produto foi adquirido ou no local indicado na nota fiscal emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse período e ainda esteja dentro do prazo de validade, a devolução poderá ser feita em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar comprovante de devolução para efeitos de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano.
No transporte, as embalagens vazias não podem ser transportadas juntamente com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Além disso, devem ser inutilizadas perfurando o fundo, garantindo assim descartar adequadamente as embalagens flexíveis, prevenindo riscos de contaminação ambiental e para as pessoas.

Embalagens - Embalagem Secundária (Não Contaminada)
A embalagem secundária, quando não contaminada, não pode ser lavada. É importante que seu armazenamento seja realizado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, preferencialmente no mesmo local onde estão guardadas as embalagens cheias.
Quanto à devolução da embalagem vazia, ela é obrigatória e deve ser feita pelo usuário no estabelecimento onde o produto foi adquirido ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.
No transporte, as embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas de maneira a evitar qualquer risco de contaminação cruzada.
A destinação final das embalagens vazias só pode ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É proibida a reutilização e a reciclagem dessas embalagens vazias pelo usuário, assim como o fracionamento e reembalagem do produto.
É importante destacar que a destinação inadequada das embalagens e restos de produtos acarreta em contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

Informações Gerais e Recomendações Legais
Antes de usar o produto, é fundamental ler atentamente todas as instruções contidas na bula para garantir uma aplicação segura e eficaz. O produto é perigoso, sendo imprescindível o uso obrigatório de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) conforme indicado.
No manuseio, algumas precauções gerais devem ser observadas:
- O produto destina-se exclusivamente a uso agrícola;
- O manuseio deve ser realizado somente por trabalhadores capacitados;
- É proibido comer, beber ou fumar durante o manuseio e aplicação do produto;
- O transporte do produto não pode ser feito junto com alimentos, medicamentos, rações, animais ou pessoas;
- Nunca manuseie ou aplique o produto sem o uso dos EPIs recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos, defeitos ou desentupidos com a boca;
- Não utilize EPIs danificados, úmidos, vencidos ou fora da especificação, seguindo as recomendações do fabricante;
- Evite aplicar o produto próximo a locais de permanência de pessoas, como escolas e residências, bem como em áreas de criação de animais, respeitando as orientações técnicas de um profissional habilitado;
- Em caso de contato acidental com o produto, siga rigorosamente as orientações dos primeiros socorros e procure imediatamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto sempre fechado em sua embalagem original, armazenado em local trancado, fora do alcance de crianças e animais;
- Os EPIs devem ser equipados na ordem estabelecida: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Siga as recomendações do fabricante para limpeza, conservação e descarte dos EPIs danificados.
No momento da preparação da calda, também são necessárias precauções rigorosas:
- Utilize sempre os EPIs recomendados para esta etapa;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado;
- Abra a embalagem evitando respingos;
- Se ocorrer contato acidental, siga as orientações de primeiros socorros e busque atendimento médico imediatamente.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação, conforme o método utilizado e as medidas coletivas de segurança adotadas.
Essas informações gerais e recomendações legais visam garantir a segurança do aplicador, a conformidade legal e a proteção do meio ambiente durante o uso do herbicida Boral 500 SC, Capaz.

Contatos e Telefones de Emergência
Em caso de situações de emergência relacionadas ao uso do herbicida Boral 500 SC, Capaz, é fundamental buscar atendimento médico imediato, levando sempre a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto para facilitar o atendimento.
Para obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento de intoxicações, incluindo aquelas causadas por agrotóxicos, está disponível o Disque-Intoxicação, cujo número é 0800-722-6001. Este serviço integra a Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
Além disso, é importante notificar os casos de intoxicação por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) e no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Para contato direto com a empresa responsável, a FMC Química do Brasil Ltda., encontra-se disponível o telefone de emergência 0800 3435450 e o número (34) 3319-3019, ambos operando 24 horas por dia. Também é possível buscar informações e suporte por meio do endereço eletrônico da empresa, disponível no site www.fmcagricola.com.br.

Marcas Comerciais e Direitos Reservados
FMC, o logo FMC, Boral e Capaz são marcas comerciais da FMC Corporation e/ou de uma afiliada. Todos os direitos reservados referentes a esses nomes e símbolos são de propriedade da FMC Corporation, garantindo proteção legal e o reconhecimento de sua identidade comercial no mercado.
| Marca comercial | Boral 500 Sc; Capaz; |
| Titular do registro | Fmc Química Do Brasil Ltda. - Campinas/Sp |
| Número do registro | 7495 |
| CNPJ | 04.136.367/0001-98 |
| Classificação ambiental | II - Produto Muito Perigoso Ao Meio Ambiente |
| Classificação toxicológica | 4 - Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico |
| Modo de ação | Seletivo, Sistêmico. |
| Técnica de aplicação | Terrestre |
| Compatibilidade | |
| Inflamável | Não |
| Corrosivo | Não |
| Formulação | Sc - Suspensão Concentrada |
| Observação |




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