
O Contain® é um herbicida sistêmico formulado com o ingrediente ativo imazapir, pertencente ao grupo das imidazolinonas. Desenvolvido para o controle eficiente de plantas infestantes na cultura da cana-de-açúcar, este produto oferece seletividade e ação prolongada, contribuindo para o manejo integrado de plantas daninhas. Neste post, apresentamos as principais características, indicações de uso, cuidados e recomendações técnicas para um uso seguro e eficaz do herbicida Contain®.
Identificação do Produto
O produto identificado como Contain® é um herbicida seletivo de ação sistêmica, formulado como Concentrado Solúvel (SL). Seu ingrediente ativo principal é o imazapir, pertencente ao grupo químico das imidazolinonas, com uma concentração de 266,3 g/L correspondente a 26,63% m/v, equivalente a 250 g de imazapir por litro do produto comercial.
O registro do produto é feito junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 00128895, e o titular do registro é a empresa Basf S.A., localizada em São Paulo, com CNPJ 48.539.407/0001-18. O produto é classificado toxicológicamente na Categoria 5, indicando que é improvável causar dano agudo, e ambientalmente na Classe III, o que significa que é perigoso para o meio ambiente.
Quanto à segurança e uso, o Contain® é corrosivo e não é inflamável. Seu modo de ação é seletivo e sistêmico, e no que tange à compatibilidade, não foram conhecidos casos de incompatibilidade com outros produtos. A aplicação recomendada é do tipo terrestre, utilizando equipamentos de pulverização adequados.
O produto é disponibilizado em diversas embalagens, incluindo bombonas e tambores de ferro revestidos com resina epóxi, com capacidades que variam entre 1 litro e 200 litros, atendendo às necessidades dos usuários agrícolas.
Em resumo, Contain® é um herbicida registrado e comercializado pela Basf S.A., com uma formulação concentrada à base de imazapir, adequado para controle seletivo de plantas infestantes, classificado como perigoso ao meio ambiente, mas de baixa toxicidade aguda para humanos.

Composição
O produto Contain® é formulado à base do ingrediente ativo imazapir, cujo nome químico é 2-(4-isopropyl-4-methyl-5-oxo-2-imidazolin-2-yl) nicotinic acid, também conhecido como imazapir. A concentração de imazapir na formulação é de 266,3 gramas por litro, correspondendo a 26,63% m/v. Isso equivale a 250 gramas de imazapir por litro do produto comercial. Além do ingrediente ativo, a formulação contém outros ingredientes que completam até 100%, representando 832,7 gramas por litro (83,27% m/v). O produto está apresentado como concentrado solúvel (SL), facilitando seu manuseio e aplicação. A base química do ingrediente ativo pertence ao grupo Imidazolinona, e seu mecanismo de ação é o bloqueio da enzima ALS, essencial para a biossíntese de determinados aminoácidos nas plantas.
Grupo Químico e Tipo de Formulação
O herbicida Contain® é classificado como pertencente ao grupo químico das imidazolinonas, com o ingrediente ativo Imazapir. Essa substância apresenta o grupo químico Imazapir: Imidazolinona, reconhecida por sua ação seletiva dentro do grupo B, conforme a classificação do Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas (HRAC). Quanto ao tipo de formulação, Contain® é comercializado na forma de Concentrado Solúvel (SL), o que facilita sua diluição e aplicação em diferentes sistemas agrícolas. Essa combinação entre o grupo químico e o tipo de formulação contribui para a eficácia seletiva e sistêmica do produto no controle de plantas infestantes.
Registro e Titular do Produto
O produto Contain® está registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 00128895. O titular do registro é a empresa BASF S.A., que possui sede na Avenida das Nações Unidas, 14.171 – Torre C, localizada no Condominio Rochaverá Corporate Towers, Crystal Tower, Vila Gertrudes, São Paulo/SP, CEP 04794-000. O CNPJ da BASF S.A. é 48.539.407/0001-18, e os canais de contato incluem o telefone (11) 2039-2273 e o fax (11) 2039-2285. Além disso, a empresa possui o Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP sob o número 044. A BASF S.A. é a importadora do produto formulado, garantindo a legalidade e procedência do Contain® para uso agrícola conforme as regulamentações vigentes.

Fabricantes e Formuladores
O produto Contain® é fabricado por diversos estabelecimentos que garantem a qualidade do ingrediente ativo Imazapir. Entre os fabricantes do produto técnico destacam-se o Arsenal Técnico, registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 348895, e a BASF Corporation, com unidades em Hannibal Plant (Missouri), em Palmyra (Missouri), e em Beaumont (Texas), nos Estados Unidos.
Além dos fabricantes, há uma lista extensa de formuladores responsáveis pelo condicionamento final do produto para o mercado, distribuídos em várias regiões. Entre eles estão:
- Adama Brasil S.A., com unidades em Londrina, Paraná, e em Taquari, Rio Grande do Sul;
- BASF Argentina S.A., localizada em General Lagos, Santa Fé, Argentina;
- BASF S.A. em Guaratinguetá, São Paulo;
- BASF SE em Ludwigshafen, Alemanha;
- BASF Schwarzheide GmbH em Schwarzheide, Alemanha;
- Diversas unidades da BASF Corporation nos Estados Unidos, incluindo em Georgia e Iowa;
- BASF Agricultural Products de Puerto Rico em Manatí, Porto Rico;
- BASF Agri-Production SAS em Genay, França, e nas unidades em Gravelines e St. Aubin les Elbeuf, França;
- BASF Crop Protection (Jiangsu) Co., Ltd em Rudong, Jiangsu, China;
- BASF Española S.L. em Tarragona, Espanha;
- BASF India Limited em Gujarat, Índia;
- FMC Química do Brasil Ltda. em Uberaba, Minas Gerais;
- Iharabrás S.A. Indústrias Químicas em Sorocaba, São Paulo;
- Ouro Fino Química S.A. em Uberaba, Minas Gerais;
- Sipcam Nichino Brasil S.A. em Uberaba, Minas Gerais;
- Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. em Maracanaú, Ceará;
- Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. em Paulínia, São Paulo;
- UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. em Salto de Pirapora, São Paulo.
Esses fabricantes e formuladores atuam de forma coordenada para garantir que o Contain® atenda às exigências técnicas, legais e de segurança do mercado agrícola, assegurando a qualidade do produto final oferecido aos usuários.

Modo de Ação, Absorção e Excreção
Contain® é um herbicida de ação sistêmica pertencente à classe das imidazolinonas e ao grupo dos inibidores da enzima ALS (Acetolactato Sintase), também conhecida como AHAS. Seu modo de ação consiste na inibição dessa enzima, que é fundamental na via biossintética dos aminoácidos alifáticos de cadeia ramificada: valina, leucina e isoleucina. Com essa inibição, ocorre a redução dos níveis desses aminoácidos, o que interrompe a síntese proteica, interfere na síntese de DNA e prejudica o crescimento celular das plantas.
A biossíntese desses aminoácidos e a atividade da enzima AHAS não ocorrem em animais, o que confere seletividade ao produto.
Após a aplicação, o herbicida é absorvido e rapidamente translocado através do xilema e floema para a região do meristema da planta, onde se acumula. A interrupção do crescimento das regiões meristemáticas ocorre logo após a aplicação; porém, sinais visíveis como clorose das folhas novas e necrose dos tecidos podem demorar até quatro semanas para aparecer em algumas espécies.
Em plantas perenes como a Tiririca (Cyperus rotundus) e sapé, o Contain® é translocado para os rizomas, causando sua morte e impedindo a rebrota das plantas. Além disso, o produto apresenta excelente atividade residual, proporcionando controle das plantas infestantes em germinação durante vários meses.
Indicações de Uso - Cultura Cana-de-açúcar
O herbicida Contain®, à base do ingrediente ativo imazapir, é indicado para o controle de plantas infestantes e para o despraguejamento de áreas, sendo aplicado antes do plantio da cultura da cana-de-açúcar. Este produto é seletivo para essa cultura quando utilizado conforme recomendado e possui ação sistêmica.
7.1 Cultura Cana-de-açúcar
Os sistemas de uso e as plantas alvo para o Contain® na cultura da cana-de-açúcar estão especificados conforme a fase da cana e a presença das plantas daninhas:

7.1.1 Cana-soca-seca
Na cana-soca-seca, o Contain® deve ser aplicado logo após a colheita, em pré-emergência total da brotação da cana, no período de abril a setembro. A dose recomendada para o controle do Capim-papuã ou Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) e do Milhã ou Capim-colchão (Digitaria horizontalis) é de 0,5 a 0,8 litro do produto comercial por hectare, diluídos em 200 litros de calda por hectare, com aplicação única. Em áreas com solos arenosos, recomenda-se utilizar a dose mínima, aumentando para solos mais argilosos.
O cultivo da cana pode ser realizado antes ou após a aplicação do Contain®. As doses menores podem reduzir o período de ação do herbicida, podendo resultar no escape de plantas infestantes, sendo indicada a adoção de métodos adicionais de controle recomendados normalmente.
7.1.2 Cana-planta
Na cana-planta, a aplicação para despraguejamento pode ser realizada em pré e/ou pós-emergência das plantas infestantes. As plantas alvo principais são a grama-seda (Cynodon dactylon) e a tiririca (Cyperus rotundus). As doses recomendadas variam de 1,5 a 2,0 litros do produto comercial por hectare, aplicadas em um volume de calda de 200 litros por hectare, com uma aplicação máxima.
Após a aplicação, a área poderá ser preparada com grade ou arado, entretanto, a abertura do sulco para plantio deve ocorrer no mínimo 60 dias após a aplicação, desde que tenha havido a ocorrência de 90 mm de chuva bem distribuídos. É importante monitorar a área após o plantio para possíveis reinfestações, pois a remoção da terra tratada com herbicida no sulco pode permitir o surgimento de plantas infestantes, sendo recomendada a adoção de métodos adicionais de controle.

7.1.3 Cana-planta de inverno
No sistema cana-planta de inverno, devido à degradação mais lenta do produto causada pela atividade microbiana do solo em clima mais ameno, recomenda-se que a abertura do sulco para plantio seja feita no mínimo 90 dias após a aplicação do Contain®, também após a ocorrência de 90 mm de chuva bem distribuídos no período.
Assim como no sistema cana-planta, pode ocorrer reinfestação das plantas no sulco de plantio pela remoção da camada superficial do solo tratado com herbicida, o que faz necessário o monitoramento da área e, se surgirem plantas infestantes, a adoção de métodos de controle apropriados.
Plantas Daninhas Alvo
O herbicida Contain® é indicado para o controle de diversas plantas infestantes, especialmente em áreas destinadas ao cultivo da cana-de-açúcar. Sua composição à base de imazapir permite o controle eficiente de gramíneas e plantas perenes.
Especificamente para a cultura da cana-de-açúcar, o Contain® age eficazmente sobre as seguintes plantas daninhas:
- Capim-papuã ou Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea): Controle recomendado na modalidade cana-soca-seca, com doses entre 0,5 a 0,8 litros do produto comercial por hectare.
- Milhã ou Capim-colchão (Digitaria horizontalis): Também controlada em cana-soca-seca dentro das mesmas faixas de dose.
- Grama-seda (Cynodon dactylon): Visada em cana-planta, com doses de 1,5 a 2,0 litros por hectare.
- Tiririca (Cyperus rotundus): Outra planta infestante perene alvo do produto, para a qual o Contain® se destaca por sua ação sistêmica translocando até os rizomas e impedindo a rebrota, sendo controlada em cana-planta com a mesma dosagem utilizada para a grama-seda.
A ação residual do Contain® propicia controle prolongado das plantas em germinação, garantindo eficiência durante vários meses após a aplicação, quando utilizada corretamente conforme recomendações de dose e modo de aplicação para as diferentes fases da cultura da cana-de-açúcar.

9. Doses e Volume de Calda
O herbicida Contain® utiliza o ingrediente ativo imazapir e é indicado para o controle de plantas infestantes na cultura da cana-de-açúcar, conforme diferentes sistemas de cultivo. Para cada sistema e planta daninha alvo, as doses recomendadas e o volume de calda a ser aplicado são os seguintes:
Cana-soca-seca: controla plantas como Capim-papuã ou Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) e Milhã ou Capim-colchão (Digitaria horizontalis) com doses entre 0,5 e 0,8 litros do produto comercial por hectare, aplicados em um volume de calda de 200 litros por hectare, com no máximo uma aplicação.
Cana-planta: para controle de Grama-seda (Cynodon dactylon) e Tiririca (Cyperus rotundus), são utilizadas doses entre 1,5 e 2,0 litros do produto comercial por hectare, também com um volume de calda de 200 litros por hectare e permitido realizar até uma aplicação.
Cada litro de Contain® equivale a 250 gramas do ingrediente ativo (imazapir). É recomendado adicionar adjuvante não iônico à calda na dose de 0,5% v/v para melhorar a eficiência do produto. Para áreas com maior incidência das plantas daninhas ou que se deseja maior período de controle, recomenda-se utilizar as doses maiores da faixa indicada.
Para solos arenosos, deve-se utilizar a dose menor, aumentando-se conforme o teor de argila do solo. Dessa forma, a dose para Cana-soca-seca varia entre 0,5 e 0,8 litros/hectare, ajustando-se para solos mais argilosos dentro dessa faixa.
Em todas as aplicações, o volume de calda recomendado é de 200 litros por hectare, proporcionando boa cobertura das plantas infestantes a serem controladas.

Número, Época e Intervalo de Aplicação
O herbicida Contain® deve ser aplicado conforme as orientações específicas para cada sistema de cultura na cana-de-açúcar, respeitando o número, a época e o intervalo recomendados para garantir a eficácia do controle das plantas infestantes e evitar fitotoxicidade.
Para a cultura de cana-soca-seca, a aplicação deve ser realizada logo após a colheita, em pré-emergência total da brotação da cana, no período que vai de abril a setembro. O cultivo poderá ser feito antes ou após a aplicação do produto. É importante observar que, em soca, o uso das doses menores pode reduzir o período de ação do herbicida, o que pode resultar em escapamento das plantas infestantes indicadas, sendo necessário adotar métodos adicionais normais de controle.
No caso da cana-planta, a aplicação para despraguejamento das plantas infestantes pode ser feita em pré e/ou pós-emergência. Após a aplicação, a área pode ser preparada com grade ou arado. O plantio deve respeitar um intervalo mínimo de 60 dias após a aplicação do produto, condicionado à ocorrência de 90 mm de chuva bem distribuídos no período. Deve-se monitorar a eventual reinfestação das plantas no sulco devido à remoção da terra tratada com herbicida e adotar os métodos de controle recomendados para plantas infestantes que surgirem após o plantio.
Para a cana-planta de inverno, devido à degradação mais lenta do produto em função da menor atividade microbiana do solo em clima mais ameno, recomenda-se que o sulco para plantio seja aberto no mínimo 90 dias após a aplicação, com a ocorrência de 90 mm de chuva bem distribuídos. Também é recomendada a monitorização de plantas infestantes após o plantio e, se necessário, a adoção de métodos habituais de controle para as plantas que aparecerem.
Em resumo, o número máximo de aplicações recomendado é de uma aplicação por sistema cultural, respeitando as doses e o intervalo de tempo para o plantio da cana-de-açúcar nas respectivas modalidades, garantindo assim um controle eficaz e seguro do herbicida Contain®.

Modo de Aplicação - Preparo da Calda
O preparo da calda para aplicação do herbicida Contain® deve ser realizado com atenção e cuidados específicos para garantir a eficácia do produto e a segurança do aplicador. O responsável pela preparação da calda deve utilizar o Equipamento de Proteção Individual (EPI) indicado para esta atividade, garantindo assim sua proteção durante o manuseio.
Inicialmente, deve-se colocar água limpa no tanque do pulverizador, preenchendo pelo menos três quartos da sua capacidade, ou até alcançar a altura do agitador (ou retorno). Com a agitação acionada para manter a homogeneidade da mistura, adiciona-se a quantidade recomendada do produto Contain®.
A calda deve permanecer sob agitação constante durante todo o processo de pulverização para assegurar uma boa distribuição do herbicida. Importante ressalvar que a aplicação deve ser feita no mesmo dia em que a calda foi preparada, evitando degradação e perda de eficiência do produto.
Após a adição do produto, deve-se adicionar à calda o adjuvante não iônico, conforme o volume recomendado de 0,5% do total da calda. Para volumes menores de aplicação, é fundamental não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou seguir rigorosamente a recomendação contida na bula do adjuvante.
Este procedimento correto no preparo da calda assegura a melhor performance do Contain® no controle das plantas infestantes e évita problemas relacionados à aplicação do herbicida.

Modo de Aplicação - Aplicação Terrestre
Para a aplicação terrestre do herbicida Contain®, é fundamental seguir uma série de recomendações para garantir a eficácia do produto e a segurança ambiental e operacional. Inicialmente, é necessário utilizar equipamento de pulverização equipado com barras apropriadas, sendo indispensável proceder à regulagem correta do equipamento para assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura do alvo. Deve-se evitar sobreposições ou falhas nas faixas de aplicação, usando tecnologia adequada.
Na seleção das pontas de pulverização, a escolha é determinante para uma boa cobertura e para a redução da deriva. Preferencialmente, deve-se utilizar pontas que produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme a norma ASABE, uma vez que gotas muito finas aumentam os riscos de deriva e perdas por evaporação. Caso haja dúvidas, recomenda-se consultar o fabricante da ponta quanto à pressão de trabalho e tamanho das gotas geradas.
O controle da pressão de trabalho deve obedecer sempre às recomendações do fabricante da ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho das gotas desejadas. Para aumentar o volume de aplicação, é preferível optar por pontas com maior vazão do que aumentar a pressão de trabalho. Equipamentos com sistema de controle devem estar calibrados para atender essas recomendações.
A velocidade do equipamento deve ser escolhida de acordo com o terreno, o equipamento e a cultura, respeitando o volume e a pressão de trabalho. Velocidades mais baixas geralmente proporcionam melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
A altura das barras de pulverização deve estar ajustada para manter a distância adequada do alvo, seguindo as orientações do fabricante do equipamento e das pontas, considerando o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre barra e alvo, maior a exposição das gotas às condições ambientais, o que pode aumentar perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Para aplicações com equipamento costal, deve-se manter constante a velocidade de trabalho e a altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda e sobreposições entre as faixas de aplicação.
O aplicador deve levar em consideração todos esses aspectos para uma aplicação adequada, evitando o alcance de áreas não-alvo. É essencial que todos os equipamentos estejam calibrados corretamente e que o responsável pela aplicação conheça os fatores que interferem na deriva, minimizando riscos de contaminação de áreas adjacentes.

Condições Meteorológicas para Aplicação - Velocidade do Vento
A velocidade do vento adequada para a pulverização do herbicida Contain® deve estar entre 5 e 10 km/h, dependendo da configuração do sistema de aplicação utilizado. É importante observar que a ausência de vento pode indicar uma situação de inversão térmica, que deve ser evitada para minimizar riscos de derivação. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento, exigindo que o aplicador esteja familiarizado com tais variações locais.
Ventos e rajadas com velocidade superior a este limite favorecem a deriva do produto, podendo causar contaminação de áreas adjacentes, o que é indesejável. Para mitigar esses riscos, recomenda-se deixar uma faixa de bordadura adequada para a aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento. Assim, a observância da velocidade do vento é um fator essencial para garantir uma aplicação eficiente e segura, prevenindo prejuízos ambientais e garantindo a eficácia do produto.
Condições Meteorológicas para Aplicação - Temperatura e Umidade
Para uma aplicação adequada do herbicida Contain®, é essencial considerar as condições ambientais, especialmente temperatura e umidade. Recomenda-se aplicar o produto apenas em condições favoráveis, evitando baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas, pois essas condições aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização. A evaporação pode reduzir a eficácia do produto e aumentar o potencial de deriva, impactando negativamente o controle das plantas infestantes.
Especificamente, é indicado evitar aplicações quando a umidade relativa do ar for inferior a 60% e as temperaturas forem superiores a 30ºC. Além disso, o produto não deve ser aplicado em temperaturas muito baixas ou quando houver previsão de geadas. Estas recomendações têm o objetivo de garantir a eficiência do Contain® e prevenir danos ambientais causados pela deriva do herbicida.
Assim, acompanhar as condições climáticas e escolher o momento adequado para a aplicação são práticas fundamentais para o sucesso do controle químico e a proteção do meio ambiente.

Condições Meteorológicas para Aplicação - Período de Chuvas
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro horas após a aplicação do produto pode afetar negativamente o desempenho do Contain®. Por esse motivo, não é recomendado aplicar o herbicida logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. Essas orientações visam garantir a eficácia do produto e evitar a lavagem do herbicida do alvo, que comprometeria sua ação no controle das plantas infestantes. As condições de aplicação podem ser ajustadas pelo engenheiro agrônomo da região conforme a necessidade, sempre observando as diretrizes da bula para melhores resultados.
Intervalo de Segurança para Cana-de-açúcar
No que se refere ao intervalo de segurança para a cultura da cana-de-açúcar, este não foi determinado devido à modalidade de emprego do produto Contain®. É importante salientar que, apesar da ausência de um intervalo oficial, recomenda-se que o aplicador respeite as condições indicadas para garantir a segurança e eficácia do herbicida.
Além disso, é fundamental que não se entre na área tratada com o produto antes da secagem completa da calda, o que equivale a um período mínimo de 24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de adentrar a área antes do término deste período, é obrigatório utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para a aplicação, a fim de evitar riscos à saúde.
Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Áreas Tratadas
Após a aplicação do herbicida Contain®, é fundamental respeitar o intervalo de reentrada nas áreas tratadas para garantir a segurança dos trabalhadores e outras pessoas. Recomenda-se não entrar na área onde o produto foi aplicado até que a calda esteja completamente seca, o que geralmente ocorre no mínimo 24 horas após a aplicação. Caso seja necessário entrar na área antes do término desse período, é obrigatório o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para as atividades que envolvem o manuseio e a aplicação do produto. Essas medidas têm como objetivo evitar o contato direto com o herbicida e garantir a saúde e a segurança do trabalhador durante a reentrada nas culturas e áreas tratadas.

Limitações e Restrições de Uso - Fitotoxicidade
O produto Contain® é seletivo para a cultura de Cana Soca quando utilizado conforme as recomendações indicadas. Entretanto, apresenta fitotoxicidade quando aplicado em pós-emergência da cana-de-açúcar nas seguintes condições: dose maior que a recomendada ou quando não é respeitado o intervalo mínimo de 60 dias entre a aplicação e o plantio da cana-de-açúcar.
Além disso, a ação residual do herbicida pode ser reduzida em áreas com alto teor de matéria orgânica, afetando sua eficácia. Há também restrições importantes no armazenamento e manuseio do produto: não deve ser armazenado junto a sementes, fertilizantes, inseticidas e fungicidas. É fundamental lavar cuidadosamente os restos do produto que ficarem no equipamento de aplicação após o uso, realizando enxágue repetido do tanque, tubulações, mangueiras, barras, bicos e filtros separadamente.
O produto não deve ser aplicado próximo a árvores e plantas úteis para evitar danos causados pela sua absorção foliar ou radicular, protegendo assim estas plantas contra fitotoxicidades indesejadas.
No que concerne à exportação, os Limites Máximos de Resíduos (LMR) do produto podem não ter sido estabelecidos ou podem divergir dos existentes no Brasil. Portanto, para cultivos tratados ou subprodutos destinados à exportação, é obrigatório respeitar o LMR do país de destino. Caso o LMR do país de destino seja inferior ao do Brasil, recomenda-se ao exportador realizar o monitoramento dos resíduos antes da exportação. Em caso de dúvidas, o exportador, importador ou cliente deve consultar a BASF antes de exportar e/ou aplicar o produto.
Por fim, a BASF não se responsabiliza por impedimentos na exportação decorrentes dos resíduos gerados pela aplicação do produto, nem por quaisquer danos ou consequências originados do desrespeito aos Limites Máximos de Resíduos.

Limitações e Restrições de Uso - Restrições de Armazenamento
O produto Contain® possui orientações específicas em relação ao seu armazenamento para garantir a conservação adequada e evitar acidentes. Deve ser mantido em sua embalagem original, sempre fechada, em local exclusivo para produtos tóxicos. Esse local precisa estar isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais. A área destinada ao armazenamento deve ser construída de alvenaria ou material não combustível, ventilada, coberta e possuir piso impermeável. É imprescindível colocar uma placa de advertência com os dizeres "CUIDADO VENENO" para alertar sobre o risco.
Essas medidas visam preservar a integridade do produto, prevenir contaminações e garantir a segurança de pessoas e animais, evitando o acesso de indivíduos não autorizados, principalmente crianças. Ademais, é importante observar e seguir as disposições constantes da legislação estadual e municipal relacionadas ao armazenamento de produtos agroquímicos.
Limitações e Restrições de Uso - Cuidados com Equipamentos
No manuseio e aplicação do herbicida Contain®, é fundamental observar cuidados rigorosos com os equipamentos utilizados para garantir a segurança e a eficácia do produto, bem como evitar contaminações indesejadas. Após o uso, recomenda-se lavar cuidadosamente os restos do produto que ficarem no equipamento de aplicação. É essencial enxaguar diversas vezes o tanque, as tubulações, mangueiras e barras, removendo os bicos e filtros para lavá-los separadamente. Além disso, os equipamentos devem ser limpos imediatamente após cada dia de uso, realizando a tríplice lavagem para garantir que não restem resíduos que possam prejudicar futuras aplicações ou causar contaminação ambiental. A manutenção e a limpeza correta dos equipamentos são aspectos fundamentais para o manejo adequado do produto, preservando tanto a integridade da cultura quanto a segurança do aplicador e do meio ambiente.

Limitações e Restrições de Uso - Cuidados com Plantas Úteis e Exportação
Este produto, Contain®, é seletivo para a cultura de cana-soca quando utilizado conforme as recomendações especificadas. Deve-se evitar a aplicação em pós-emergência da cana-de-açúcar com doses superiores às recomendadas e respeitando o intervalo mínimo de 60 dias entre aplicação e plantio, pois nestas condições o produto pode ser fitotóxico.
É importante não aplicar Contain® próximo a árvores e plantas úteis para evitar danos causados pela absorção foliar ou radicular do herbicida.
Nas áreas com alto teor de matéria orgânica, a ação residual do herbicida pode ser reduzida, o que merece atenção durante o manejo para garantir eficácia.
Quanto à exportação, atenção especial deve ser dada aos limites máximos de resíduos (LMR). Esses limites podem não estar estabelecidos ou podem apresentar diferenças em relação aos valores vigentes no Brasil. Assim, para cultivos tratados ou subprodutos destinados à exportação, o LMR no país de destino deve ser respeitado rigorosamente. Se o limite do país importador for inferior ao do Brasil, recomenda-se o monitoramento dos resíduos antes da exportação.
Em caso de dúvidas, o exportador deve consultar seu importador ou a BASF antes de aplicar o produto ou realizar a exportação. A BASF não se responsabiliza por eventuais impedimentos à exportação decorrentes da presença de resíduos do produto nem por danos ou consequências decorrentes do descumprimento dos limites máximos de resíduos.

Manejo de Resistência de Plantas Daninhas
O uso sucessivo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação para o controle das mesmas plantas daninhas pode contribuir para o aumento da população dessas plantas resistentes a esse mecanismo. Isso leva à perda de eficiência do produto e a prejuízos econômicos.
Para evitar problemas com resistência, o manejo recomendado inclui a rotação de herbicidas com mecanismos de ação diferentes do Grupo B para o controle do mesmo alvo, sempre que apropriado. Além disso, é importante adotar outras práticas de controle de plantas daninhas, seguindo as boas práticas agrícolas. O uso das doses corretas e do modo adequado de aplicação, conforme a bula do produto, também é fundamental.
É recomendada a consulta a um engenheiro agrônomo para o direcionamento das estratégias regionais de manejo de resistência e para receber orientação técnica adequada sobre a aplicação de herbicidas. Informações acerca de possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultadas junto à Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR) e ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
Manejo Integrado de Plantas Daninhas
O manejo integrado de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência dessas plantas e otimizar o uso do solo. Esse manejo é realizado por meio da combinação de métodos preventivos de controle que incluem:
- Controle Cultural: rotatividade de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde.
- Controle Mecânico ou Físico: monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico.
- Controle Biológico
- Controle Químico
O objetivo dessa integração de métodos é mitigar o impacto da interferência das plantas daninhas com o mínimo de dano ao meio ambiente.

Equipamentos de Proteção Individual (EPI) - Uso Durante Preparo da Calda
Durante o preparo da calda do herbicida Contain®, é essencial que o responsável utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados para garantir a segurança e evitar a contaminação. Recomenda-se o uso de vestimenta com tratamento hidrorrepelente de corpo inteiro, que inclui calça, jaleco e touca árabe, caracterizando um nível de proteção 2. Além disso, é necessário o uso de respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial, ou alternativamente, respirador com filtro mecânico classe P2 e óculos com proteção lateral.
É importante também usar botas de PVC ou sapato impermeável, avental com nível de proteção 3 (impermeável) e luvas de nitrila para garantir total isolamento durante o manuseio do produto. O preparo deve ser realizado em local aberto e ventilado para minimizar os riscos de exposição.
Ao abrir a embalagem do produto, deve-se proceder de forma a evitar respingos, protegendo assim o aplicador de possíveis contatos acidentais. O uso desses EPIs durante o preparo da calda é fundamental para proteger a saúde do trabalhador durante o manuseio do herbicida Contain®.
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) - Uso Durante Aplicação
Durante a aplicação do herbicida Contain®, é obrigatório o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados para garantir a segurança do trabalhador. Recomenda-se utilizar vestimenta com tratamento hidrorrepelente de corpo inteiro, com nível de proteção 2, que inclui calça, jaleco e touca árabe. Além disso, deve-se usar respirador com filtro mecânico classe P2 e óculos com proteção lateral (ou respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial), botas de PVC ou sapato impermeável e luvas de nitrila.
É fundamental observar todas essas recomendações para evitar o contato direto com o produto e minimizar os riscos relacionados à exposição durante a pulverização. O uso correto do EPI contribui para a prevenção de acidentes e exposição a substâncias potencialmente perigosas presentes no herbicida.

Equipamentos de Proteção Individual (EPI) - Cuidados Após Aplicação
Após a aplicação do produto Contain®, é fundamental seguir cuidados rigorosos relacionados aos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para garantir a segurança do aplicador e evitar contaminações. Primeiramente, deve-se sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter esses avisos até o término do período de reentrada, impedindo o acesso de pessoas, crianças e animais à área para evitar exposição ao produto.
É importante evitar ao máximo o contato direto com a área tratada. Caso seja necessário entrar na área antes do término do intervalo de reentrada, o aplicador deve obrigatoriamente utilizar os EPIs recomendados para uso durante a aplicação, garantindo assim a proteção adequada.
Antes de retirar os EPIs, recomenda-se lavar as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Além disso, é imprescindível manter o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, armazenado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Após a aplicação, o operador deve tomar banho imediatamente e trocar de roupas, além de lavar separadamente as roupas e os EPIs utilizados das demais roupas da família. Durante a lavagem dessas roupas, o uso de luvas e avental impermeáveis é recomendado para evitar contaminação.
Finalmente, recomenda-se realizar manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação após cada uso para preservar sua eficiência e evitar riscos futuros. Todo descarte de embalagens deve ser feito utilizando macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. A sequência correta para a retirada dos EPIs é: touca árabe, viseira ou óculos, avental, jaleco, botas, calça, luvas e respirador. A manutenção e limpeza dos EPIs devem ser feitas por pessoas treinadas e devidamente protegidas, garantindo a segurança do trabalhador.

Equipamentos de Proteção Individual (EPI) - Procedimentos de Vestimenta e Remoção do EPI
O uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é fundamental para garantir a segurança do trabalhador durante a manipulação e aplicação do herbicida Contain®. Para assegurar máxima proteção, os EPIs devem ser vestidose removidos seguindo uma ordem específica.
A vestimenta dos EPIs deve ocorrer na seguinte sequência: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, touca árabe e luvas de nitrila. Essa ordem visa proteger o trabalhador de forma gradual, preparando-o para o manuseio seguro do produto químico.
Ao término das atividades, os EPIs também devem ser retirados seguindo uma ordem rigorosa para evitar contaminação cruzada. A sequência recomendada para a remoção é: touca árabe, viseira ou óculos, avental, jaleco, botas, calça, luvas e respirador. Esta prática minimiza os riscos de exposição ao produto.
Além disso, a manutenção e limpeza dos EPIs são responsabilidades de uma pessoa treinada e devidamente protegida, garantindo a eficácia e segurança dos equipamentos para usos futuros. Seguir rigidamente esses procedimentos é crucial para a prevenção de acidentes e para a saúde do trabalhador que aplica o produto Contain®.
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) - Manutenção e Limpeza do EPI
A manutenção e a limpeza dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) são etapas fundamentais para garantir a segurança do trabalhador durante o manuseio e aplicação do produto Contain®. Deve-se ressaltar que esses procedimentos devem ser realizados por pessoa treinada e devidamente protegida, utilizando os EPI recomendados para essa atividade.
Além disso, recomenda-se seguir as orientações do fabricante do EPI quanto à forma correta de limpeza, conservação e descarte dos equipamentos quando danificados, evitando riscos de contaminação e exposição ao produto químico. O cuidado com os EPIs após o uso é essencial para manter sua eficácia e a integridade do trabalhador.

Primeiros Socorros - Inalação
Em caso de inalação do produto Contain®, a pessoa deve ser imediatamente retirada para um local aberto e ventilado, a fim de facilitar a respiração e evitar maiores complicações decorrentes da exposição ao herbicida. É fundamental conduzir a vítima para um ambiente com ar fresco para minimizar a concentração de vapores ou partículas inaladas. Após esse procedimento inicial, é imprescindível procurar atendimento médico de emergência o mais rápido possível, levando consigo a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto, para que os profissionais de saúde possam realizar o diagnóstico e tratamento adequados. Esse cuidado é essencial para assegurar uma condução correta do quadro clínico, já que o produto pode causar irritações e outros efeitos específicos.
Primeiros Socorros - Ingestão
Em caso de ingestão do produto Contain®, não provoque o vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deve-se deitar a pessoa de lado para evitar aspiração. Não ofereça nenhum alimento ou líquido para a pessoa. É fundamental procurar imediatamente um serviço médico de emergência, levando a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto para melhor identificação e orientação do atendimento.
Primeiros Socorros - Contato com Olhos
Em caso de contato do produto Contain® com os olhos, é fundamental lavar imediatamente com bastante água corrente durante pelo menos 15 minutos. Durante a lavagem, é importante evitar que a água utilizada para enxaguar um olho entre no outro, prevenindo a contaminação cruzada. Este procedimento visa minimizar a irritação e os danos que o contato com o produto pode causar nos olhos, promovendo uma rápida diluição e remoção do herbicida para evitar efeitos adversos. Após o atendimento inicial, é recomendável procurar um serviço médico de emergência para avaliação e continuidade do tratamento, levando sempre a embalagem, o rótulo, a bula ou o folheto informativo do produto para facilitar o diagnóstico e as orientações médicas adequadas.

Primeiros Socorros - Contato com Pele
Em caso de contato do produto com a pele, deve-se imediatamente retirar a roupa contaminada e lavar a área afetada com bastante água corrente e sabão neutro. É importante que a pessoa que prestar ajuda esteja protegida contra contaminação, utilizando luvas e avental impermeáveis, por exemplo, para evitar exposição ao produto. Essa medida visa prevenir irritações e minimizar os riscos associados à exposição dérmica ao herbicida Contain®. Em caso de quaisquer sintomas persistentes ou agravamento do quadro, deve-se procurar um serviço médico de emergência.
Informações Médicas - Toxicocinética
A toxicocinética do ingrediente ativo imazapir, presente no herbicida Contain®, indica que ele é rapidamente absorvido após a administração oral em animais de laboratório, como ratos. A eliminação do imazapir ocorre principalmente pela urina, com uma pequena quantidade sendo excretada pelas fezes, dentro de 24 horas após a administração. Após um período de aproximadamente 6 dias, a eliminação completa do composto é observada, evidenciando um metabolismo e excreção eficientes nos organismos estudados. Essas informações são fundamentais para o entendimento do comportamento do produto no organismo, ajudando a direcionar protocolos de segurança e tratamento em caso de exposição.
Informações Médicas - Toxicodinâmica
A toxicodinâmica do ingrediente ativo Imazapir, presente no herbicida Contain®, não é conhecida de forma específica para humanos. Estudos conduzidos com animais de experimentação indicam que o Imazapir técnico não apresenta toxicidade sistêmica pelas vias oral e dérmica. Nos testes realizados, não foram observados sinais de toxicidade sistêmica, sendo registrado apenas eritema no local da aplicação cutânea em animais. Em relação à via inalatória, os estudos apontaram a presença de secreção nasal nos ratos apenas no primeiro dia após a exposição.
Quanto à irritação, o produto mostrou ser ligeiramente irritante para a pele, porém não atua como sensibilizador cutâneo. Já para os olhos, o Imazapir foi classificado como um irritante severo. Essas informações são fundamentais para a avaliação dos riscos à saúde humana durante o manuseio e aplicação do produto, indicando a necessidade do uso adequado de equipamentos de proteção individual para evitar exposições indesejadas.

Informações Médicas - Sintomas e Sinais Clínicos
Estudos conduzidos em animais de experimentação indicam que o imazapir técnico presente no herbicida Contain® não apresenta toxicidade sistêmica significativa quando administrado por via oral ou dérmica em ratos. Após essas vias de exposição, não foram observados sinais de toxicidade severa, apenas eritema (vermelhidão) no local de aplicação na pele dos animais. Já pela via inalatória, os ratos expostos apresentaram secreção nasal no dia 1 após a exposição ao produto. Em relação à irritação, o imazapir é ligeiramente irritante para a pele, porém não é sensibilizador, ou seja, não provoca alergias cutâneas. Para os olhos, o produto é classificado como irritante severo, indicando a necessidade de cuidados para evitar o contato com a região ocular. Essa informação reforça a importância do uso correto dos equipamentos de proteção individual durante o manuseio e aplicação do produto.
Informações Médicas - Diagnóstico
O diagnóstico de intoxicação pelo produto herbicida Contain®, cujo ingrediente ativo é o imazapir, é estabelecido pela confirmação da exposição ao produto. É fundamental que, diante da presença de sinais e sintomas indicativos de intoxicação, o tratamento do paciente seja iniciado imediatamente, sem aguardar a confirmação laboratorial. Importante salientar que não existem exames laboratoriais específicos para essa intoxicação, o que reforça a necessidade do reconhecimento clínico e da prontidão no atendimento.

Informações Médicas - Tratamento
Não existe antídoto específico para intoxicação por Imazapir, o ingrediente ativo do produto Contain®. O tratamento deve ser sintomático e de suporte, realizado de acordo com o quadro clínico para a manutenção das funções vitais do paciente. As ocorrências clínicas devem ser tratadas conforme seu surgimento e gravidade.
O profissional de saúde responsável pelo atendimento deve estar devidamente protegido, utilizando principalmente luvas para evitar contaminação. Além disso, as demais recomendações devem seguir os protocolos de atendimento ao intoxicado do estabelecimento de saúde e/ou as orientações da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT).
É importante também ligar para o Disque-Intoxicação (0800-722-6001) a fim de notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Informações Médicas - Contraindicações
A indução do vômito é contraindicada em caso de intoxicação pelo produto Contain®, devido ao risco de aspiração e pneumonite química. Entretanto, caso o vômito ocorra espontaneamente, este não deve ser evitado. É importante destacar que não existem antídotos específicos para este produto, sendo o tratamento sintomático e de suporte fundamental para a manutenção das funções vitais do paciente.
Informações Médicas - Efeitos das Interações Químicas
De acordo com as informações disponíveis, não são conhecidos efeitos das interações químicas do ingrediente ativo Imazapir presentes no produto Contain®. Isso significa que, até o momento, não há relatos ou evidências de que a combinação desse herbicida com outras substâncias cause efeitos adversos ou modifique sua toxicidade em seres humanos ou animais. Portanto, no âmbito das informações médicas sobre o produto, não há contraindicações ou precauções específicas relacionadas a interações químicas.
Informações para Profissionais de Saúde
O herbicida Contain® contém como ingrediente ativo o Imazapir, que pertence ao grupo químico das Imidazolinonas. Para profissionais de saúde, é importante conhecer alguns aspectos críticos para o manejo adequado de intoxicações pelo produto.

Potenciais vias de exposição
As principais vias de exposição ao Imazapir são dérmica e inalatória.
Toxicocinética
Estudos laboratoriais indicam que o Imazapir é rapidamente absorvido após administração oral em ratos. A eliminação ocorre principalmente pela urina, com pequena excreção nas fezes. A excreção total foi observada até 6 dias após a administração.
Toxicodinâmica
Não se conhece o mecanismo específico de toxicidade do Imazapir em humanos.
Sintomas e sinais clínicos
Em estudos com animais de experimentação, o Imazapir técnico demonstrou ser pouco tóxico. Não foram observados sinais de toxicidade sistêmica pela via oral e dérmica, contudo, eritema local ocorreu na pele. Pela via inalatória, verificou-se secreção nasal no primeiro dia pós-exposição. O produto é ligeiramente irritante para a pele e severamente irritante para os olhos, mas não sensibilizador dérmico.
Diagnóstico
Deve-se basear o diagnóstico na confirmação da exposição. O tratamento deve ser iniciado imediatamente com base nos sinais e sintomas indicativos, sem necessidade de aguardar confirmação laboratorial. Não há exames laboratoriais específicos disponíveis.
Tratamento
Não existe antídoto específico para intoxicação por Imazapir. O tratamento é sintomático e de suporte, focado na manutenção das funções vitais. As ocorrências devem ser tratadas conforme o surgimento e gravidade. Profissionais de saúde devem usar equipamentos de proteção, principalmente luvas, para evitar contaminação. Devem seguir protocolos locais de atendimento a intoxicados e orientações da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT).
Contraindicações
A indução do vômito é contraindicada devido ao risco de aspiração e pneumonite química. Se o vômito ocorrer espontaneamente, não deve ser impedido.
Efeitos das interações químicas
Não há relatos ou conhecimento de efeitos significativos decorrentes de interações químicas do produto.
Recomendações adicionais
Para notificação e obtenção de informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento de intoxicações, deve-se contactar o Disque-Intoxicação no número 0800-722-6001, além da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos, como o Contain®, são classificadas como doenças e agravos de notificação compulsória, devendo ser notificadas nos sistemas oficiais, como o SINAN-MS e o Notivisa.

Dados sobre Efeitos Agudos e Crônicos (Animais de Laboratório)
O produto formulado Contain®, cujo princípio ativo é o imazapir, apresenta toxicidade aguda baixa em animais de laboratório. Estudos indicam que a dose letal mediana (DL50) via oral em ratos é superior a 6000 mg/kg de peso corporal, enquanto a DL50 cutânea é maior que 12000 mg/kg de peso corporal. A concentração letal mediana (CL50) inalatória em ratos não foi determinada nas condições do teste aplicado.
Quanto à irritação, o produto formulado é considerado não irritante para os olhos e para a pele de coelhos. Além disso, testes de sensibilização dérmica em cobaias apontam que o Contain® não é sensibilizante.
Avaliações genéticas demonstraram que o produto não causou mutações gênicas nem aberrações cromossômicas conforme as condições de teste estabelecidas.
No que se refere aos efeitos crônicos do produto técnico, os estudos realizados com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos tóxicos nem carcinogenicidade. Também não foram observados efeitos tóxicos em cães. Nos estudos relacionados à reprodução e desenvolvimento, não houve impactos nos parâmetros reprodutivos nem no desenvolvimento dos ratos; já em coelhos ocorreu toxicidade materna e mortalidade, contudo, sem efeitos sobre o desenvolvimento fetal. Importante destacar que o imazapir técnico não foi mutagênico nestes estudos.

Proteção ao Meio Ambiente - Classificação de Periculosidade Ambiental
O produto Contain® é classificado como Classe III, ou seja, é considerado um produto perigoso ao meio ambiente, conforme a classificação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Essa classificação indica a necessidade de cuidados para evitar danos ambientais decorrentes do uso do herbicida.
Para garantir a proteção ambiental, recomenda-se evitar a contaminação ambiental e preservar a natureza. É importante não utilizar equipamentos de pulverização com vazamentos e não aplicar o produto na presença de ventos fortes ou durante as horas mais quentes do dia. A aplicação deve ser feita apenas nas doses recomendadas para minimizar impactos.
Além disso, não se deve lavar as embalagens ou equipamentos aplicadores em corpos d’água como lagos, fontes e rios, para evitar a contaminação da água. A destinação inadequada das embalagens ou dos restos de produtos pode ocasionar contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas, reforçando a necessidade de se seguir corretamente os procedimentos indicados para descarte e limpeza.

Proteção ao Meio Ambiente - Precauções e Advertências Ambientais
O produto Contain® é classificado como um produto perigoso ao meio ambiente, pertencendo à Classe III de periculosidade ambiental. Para preservar a natureza e evitar impactos ambientais negativos, é fundamental seguir precauções específicas durante o uso do herbicida.
Deve-se evitar a contaminação ambiental, adotando práticas que impeçam a dispersão inadequada do produto no solo, água e ar. É imprescindível não utilizar equipamentos com vazamentos e não aplicar o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, para minimizar o risco de deriva e contaminação de áreas adjacentes.
Além disso, aplicar o herbicida somente nas doses recomendadas é crucial para evitar excessos que possam prejudicar o meio ambiente. É proibido lavar as embalagens ou equipamentos aplicadores em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água, para prevenir a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos pode causar contaminação do solo, da água e do ar, afetando negativamente a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Portanto, a correta destinação e manejo dos resíduos são medidas essenciais para a proteção ambiental.

Proteção ao Meio Ambiente - Armazenamento do Produto
Para garantir a conservação do produto e prevenir acidentes, é fundamental que o armazenamento do Contain® seja realizado em sua embalagem original sempre mantida fechada. O local destinado ao armazenamento deve ser exclusivo para produtos tóxicos, sendo isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais que possam ser contaminados. A edificação utilizada para esse fim deve ser feita de alvenaria ou de material não combustível, proporcionando segurança contra incêndios.
Além disso, o local deve ser ventilado, coberto e possuir piso impermeável, o que facilita a limpeza e evita a contaminação do solo. É imprescindível colocar placas de advertência com os dizeres: "CUIDADO VENENO" para alertar sobre o risco potencial. O ambiente deve ser mantido trancado, restringindo o acesso de pessoas não autorizadas, especialmente crianças, para prevenir acidentes.
É importante também dispor de embalagens adequadas para envolver embalagens rompidas ou recolher produtos vazados, garantindo assim a contenção de eventuais acidentes ambientais ou riscos à saúde humana. No caso de armazenagem em depósitos maiores, deve-se seguir as orientações técnicas e normas vigentes, como a NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), respeitando também as legislações estaduais e municipais aplicáveis.

Proteção ao Meio Ambiente - Instruções em Caso de Acidentes Ambientais
Em caso de acidentes ambientais envolvendo o produto Contain®, é fundamental adotar medidas imediatas para minimizar os danos ao meio ambiente e garantir a segurança das pessoas. Inicialmente, deve-se isolar e sinalizar a área contaminada para evitar o acesso de pessoas não autorizadas, especialmente crianças. É importante contatar as autoridades locais competentes e a empresa BASF S.A. pelos telefones de emergência: 0800 011 2273, (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357.
O manuseio do produto derramado requer o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), incluindo macacão impermeável, luvas, botas de borracha, óculos protetores e máscara para vapores. Em caso de derramamento, deve-se estancar o escoamento, impedindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água.
Para derrames em piso pavimentado, recomenda-se absorver o produto com serragem ou areia, recolhê-lo com auxílio de pá e armazená-lo em recipiente lacrado e devidamente identificado, não devendo mais ser utilizado. Para solos, as camadas contaminadas devem ser retiradas até atingir solo não contaminado, recolhendo o material em recipiente lacrado e identificado, e contatando a empresa responsável para destinação adequada.
Se o acidente envolver corpos d’água, é crucial interromper imediatamente a captação para uso humano ou animal, informar o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, pois as ações a serem tomadas dependerão das características do corpo hídrico, a quantidade de produto envolvida e as proporções do acidente.
Em situações de incêndio, utilizam-se extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, sempre posicionando-se a favor do vento para evitar intoxicação. Essas orientações visam proteger o meio ambiente, prevenir a contaminação e garantir uma resposta rápida e eficaz em situações de emergência ambiental relacionadas ao produto.

Procedimentos de Lavagem e Limpeza de Tanques e Equipamentos - Tríplice Lavagem do Equipamento
Após a aplicação do produto, é fundamental realizar a limpeza completa do equipamento de aplicação, incluindo tanque, barras, pontas e filtros, por meio da tríplice lavagem, antes de utilizar o equipamento para outros produtos ou culturas. Recomenda-se que essa limpeza seja feita ao final de cada dia de trabalho, seguindo os passos abaixo para garantir a remoção adequada dos resíduos do herbicida Contain®:
- Antes de iniciar o procedimento de lavagem, assegure-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque.
- Lave o equipamento com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra pulverizadora através das pontas utilizadas.
- A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
- Para pulverizadores terrestres, a água de enxágue deve ser descartada na própria área aplicada, evitando contaminação ambiental.
- Encha novamente o tanque com água limpa e adicione a solução de limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante do produto para limpeza.
- Mantenha o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos para garantir a circulação adequada da solução desincrustante.
- Proceda ao esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora, aplicando na pressão de trabalho habitual.
- Retire as pontas, filtros, capas e filtros de linha, quando existentes, e coloque-os em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque.
- Realize a terceira lavagem, utilizando água limpa e permitindo que esgote pela barra pulverizadora.
Essas etapas são essenciais para evitar contaminação de outras culturas ou equipamentos devido à presença de resíduos do produto. Siga sempre as recomendações técnicas e observe as indicações da bula e do engenheiro agrônomo responsável para garantir uma aplicação segura e eficaz.

Procedimentos para Embalagens Vazias - Embalagem Rígida Lavável
Durante o procedimento de lavagem da embalagem rígida lavável, o operador deve usar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o preparo da calda do produto, garantindo sua proteção durante o processo.
Tríplice Lavagem Manual
A embalagem deve ser submetida imediatamente após seu esvaziamento ao processo de tríplice lavagem, seguindo os seguintes passos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo a embalagem na posição vertical por 30 segundos.
- Adicione água limpa até preencher 1/4 do volume da embalagem.
- Tampe bem a embalagem e agite por 30 segundos.
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador.
- Repita essa operação três vezes para garantir a limpeza eficaz.
- Após a lavagem, inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o seu fundo para evitar seu uso indevido.
Lavagem Sob Pressão
Quando o pulverizador possui equipamento de lavagem sob pressão, devem ser seguidas as orientações abaixo:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
- Acione o mecanismo que libera o jato de água.
- Direcione o jato para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos.
- A água resultante da lavagem deve ser direcionada ao tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
No caso de utilização de equipamento independente para lavagem sob pressão, siga os seguintes passos:
- Logo após esvaziar a embalagem, mantenha-a invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Introduza a ponta do equipamento de lavagem sob pressão na embalagem, direcionando o jato de água para todas as paredes internas por 30 segundos.
- Todos os resíduos da lavagem devem ser dirigidos diretamente para o tanque de pulverização.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando seu fundo.

Armazenamento da Embalagem Vazias
Depois de realizada a tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, a embalagem deve ser armazenada com a tampa, preferencialmente em caixa coletiva quando disponível, separada das embalagens não lavadas. O local de armazenamento deve ser coberto, ventilado, protegido da chuva e possuir piso impermeável. Pode-se armazenar também no mesmo local em que se guardam as embalagens cheias.
Devolução das Embalagens Vazias
É obrigatória a devolução da embalagem vazia com tampa pelo usuário no prazo máximo de até um ano a partir da data da compra, ao estabelecimento onde adquiriu o produto ou ao local indicado na nota fiscal de compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado dentro desse prazo e ainda esteja válido, a devolução pode ser feita em até 6 meses após o término da validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeitos de fiscalização pelo período mínimo de um ano após entregar a embalagem vazia.
Transporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas, para evitar qualquer tipo de contaminação ou risco.

Procedimentos para Embalagens Vazias - Embalagem Rígida Não Lavável
As embalagens rígidas não laváveis devem ser armazenadas corretamente até sua devolução pelo usuário. É fundamental que esse armazenamento ocorra em local coberto, ventilado, protegido da chuva e com piso impermeável, preferencialmente no próprio local onde se guardam as embalagens cheias. O manuseio dessas embalagens deve ser feito com o uso de luvas para garantir a segurança do operador.
É importante destacar que essas embalagens devem ser armazenadas com a tampa e, quando possível, acomodadas em caixa coletiva, separadamente das embalagens que foram lavadas.
Quanto à devolução, é obrigatória a entrega da embalagem vazia, com tampa, ao estabelecimento onde o produto foi adquirido ou ao local indicado na nota fiscal correspondente à compra. Esse procedimento deve ocorrer no prazo máximo de um ano a partir da data da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado dentro desse prazo e ainda esteja dentro do prazo de validade, a devolução da embalagem poderá ser feita em até seis meses após o término da validade.
O transporte dessas embalagens vazias deve ser realizado com cuidado, garantindo que não sejam transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas, para evitar qualquer tipo de contaminação ou risco à saúde.

Procedimentos para Embalagens Vazias - Embalagem Secundária Não Contaminada
As embalagens secundárias não contaminadas não podem ser lavadas e devem ser armazenadas de forma adequada até sua devolução pelo usuário. O local de armazenamento deve ser coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e possuir piso impermeável, preferencialmente no mesmo local onde são guardadas as embalagens cheias.
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, ao estabelecimento onde o produto foi adquirido ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial. Durante o transporte, as embalagens vazias não podem ser levadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas.
Quanto à destinação final, esta deve ser realizada exclusivamente pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É proibida a reutilização, reciclagem, fracionamento ou reembalagem por parte do usuário destas embalagens vazias, visando evitar riscos à saúde humana e ao meio ambiente.
Destinação Final das Embalagens Vazias
A destinação final das embalagens vazias do produto Contain® deve ser realizada exclusivamente pela Empresa Registrante ou por empresas que sejam legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É proibido ao usuário reutilizar ou reciclar estas embalagens vazias, assim como fracionar ou reembalar o produto.
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos pode causar graves impactos ambientais, contaminando o solo, a água e o ar, o que prejudica a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Portanto, é fundamental que o descarte seja feito corretamente, respeitando as normas e procedimentos estabelecidos pelas autoridades ambientais.

Produto Impróprio para Uso ou em Desuso
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou esteja em desuso, é fundamental que o usuário consulte a empresa registrante por meio do telefone indicado no rótulo para proceder com a devolução e a destinação final adequada. A desativação do produto deve ser realizada por incineração em fornos específicos para este tipo de operação, que sejam equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.
O transporte e o manejo desses produtos estão sujeitos às regras e procedimentos estabelecidos na legislação vigente, incluindo o acompanhamento da ficha de emergência do produto. É importante ressaltar que os agrotóxicos não podem ser transportados junto com pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais, garantindo a segurança durante o transporte.
Além disso, o cumprimento das restrições e recomendações impostas por órgãos competentes em nível estadual, distrital ou municipal deve ser rigorosamente observado para evitar riscos ambientais e à saúde pública. O usuário deve seguir todas as orientações para assegurar uma destinação responsável e segura dos produtos em desuso ou impróprios para o uso.

Informações de Contato e Telefones de Emergência
Em caso de emergência relacionada ao produto herbicida Contain®, os usuários podem entrar em contato com a empresa BASF S.A. por meio dos seguintes telefones: 0800 011 2273, (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357. Para demais solicitações, está disponível o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) pelo número 0800 019 2500.
Além disso, a empresa dispõe de canais eletrônicos para contato e suporte. É possível acessar o site oficial www.basf.com.br ou enviar mensagens para o endereço de e-mail cecom.guaratingueta@basf.com.
É fundamental que, em situações de intoxicação ou acidente com o produto, sejam levados o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico ao serviço médico de emergência, para viabilizar um atendimento rápido e eficiente.
Essas informações asseguram que os usuários tenham acesso rápido a orientações técnicas, suporte em emergências e procedimentos adequados para o manuseio do produto, promovendo segurança e saúde durante suas aplicações.
| Marca comercial | Contain |
| Titular do registro | Basf S.A. – São Paulo |
| Número do registro | 128895 |
| CNPJ | 48.539.407/0001-18 |
| Classificação ambiental | III - Produto Perigoso Ao Meio Ambiente |
| Classificação toxicológica | 5 - Categoria 5 – Produto Improvável De Causar Dano Agudo |
| Modo de ação | Seletivo, De Ação Sistêmica |
| Técnica de aplicação | Terrestre |
| Compatibilidade | Não Se Conhecem Casos De Incompatibilidade. |
| Inflamável | Não |
| Corrosivo | Sim |
| Formulação | Sl - Concentrado Solúvel |
| Observação |




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