
O Sulfato de Cobre Microsal é um fungicida amplamente utilizado na agricultura para o controle de várias doenças fúngicas em culturas como caqui, goiaba, maçã, nêspera, tomate e uva. Este post apresenta informações essenciais sobre seu uso, instruções de aplicação, precauções e cuidados necessários para garantir a eficácia do produto, bem como a segurança dos aplicadores e a proteção ambiental.
Identificação do Produto
O produto em questão é o Sulfato de Cobre Microsal, um fungicida registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob o número 01402. Este fungicida é de uso agrícola e foi desenvolvido pela Microsal Indústria e Comércio Ltda., localizada em Capivari, São Paulo, com o CNPJ 54.111.737/0001-00.
O Sulfato de Cobre Microsal é formulado como um granulado solúvel contendo Sulfato Cúprico Pentahidratado na concentração de 98,5% (ou 985 g/kg). A sua composição química, também denominada como Cuso4 ou CuO4S, caracteriza-se como um produto do grupo químico inorgânico e tem ação de contato no controle de doenças fúngicas em diversas culturas.
O produto é classificado como Produto Perigoso ao Meio Ambiente (classificação III) e não é classificado sob a classe toxicológica, o que indica sua segurança em termos de toxicidade. É importante destacar que não há registros de incompatibilidade com outros produtos.
Seu modo de ação se baseia na atividade de contato, atuando diretamente em fungos patogênicos presentes nas culturas. Além disso, a embalagem do produto traz informações essenciais sobre como manuseá-lo com segurança, garantindo a proteção tanto do usuário quanto do meio ambiente.

Composição
O produto "Sulfato de Cobre Microsal" é formulado com sulfato cúprico pentahidratado, que representa 98,5% do componente ativo na formulação, correspondendo a 985 gramas por quilograma (g/kg). Este ingrediente ativo possui a fórmula bruta CuSO4 ou CuO4S e é conhecido pelo nome químico de Sulfato de Cobre ou Copper (II) Tetraoxosulfate, com o número CAS 7758-98-7. Na utilização desse composto como fungicida, ele atua principalmente por meio de contato, sendo classificado como um produto inorgânico, sem incompatibilidades conhecidas com outros compostos.
Além do sulfato de cobre, a formulação inclui uma pequena quantidade de outros ingredientes, somando 15 g/kg, que representam 1,5% do total. O produto é descrito como não classificado do ponto de vista toxicológico e ambiental, sendo considerado perigoso ao meio ambiente em nível III.
Grupo Químico e Tipo de Formulação
O produto Sulfato de Cobre Microsal pertence ao grupo químico Inorgânico. Essa classificação implica que o composto é formado por elementos que não contêm carbono, sendo frequentemente utilizado por suas propriedades químicas reativas, que incluem atuação como fungicida no controle de diversas doenças em culturas agrícolas.
A formulação do produto é classificada como Granulado Solúvel (SG). Essa forma de apresentação é projetada para facilitar a dissolução do sulfato de cobre em água, permitindo a preparação de caldas que podem ser utilizadas nas pulverizações foliares de plantas. Esse tipo de formulação é vantajoso, pois garante maior eficiência na aplicação e integração ao manejo das culturas, promovendo um controle adequado das doenças.

Registro e Titular do Produto
O produto "Sulfato de Cobre Microsal" está registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 01402. Este registro assegura que o produto atenda aos padrões necessários para o controle de doenças em diferentes culturas agrícolas.
O titular do registro é a "Microsal Indústria e Comércio Ltda.", localizada em Capivari, São Paulo. A empresa possui o CNPJ 54.111.737/0001-00, que identifica oficialmente a sua razão social e assegura a legalidade das suas operações no mercado de insumos agrícolas.
Essas informações são essenciais para que os usuários do produto tenham segurança quanto à sua origem e à confiabilidade da marca, além de garantir que segue as regulamentações estabelecidas pelos órgãos competentes.

Instruções de Uso do Produto - Caqui
O Sulfato de Cobre Microsal é um fungicida recomendado para o controle da antracnose, uma doença que afeta a cultura do caqui (Diospyros kaki), causada pelo fungo Colletotrichum gloeosporioides. Para a preparação da calda bordalesa, é necessária a mistura do sulfato de cobre com cal virgem e água.
Para o uso adequado do produto, siga os seguintes passos:
Dose Recomendada: Utilize de 400 a 500g de Sulfato de Cobre Microsal por 100 litros de água, o que equivale a aproximadamente 394 a 492,50g de ingrediente ativo (i.a.) por 100 litros.
Calendário de Aplicação: A primeira aplicação deve ser realizada no período vegetativo, cerca de 15 a 20 dias após a queda das flores. É importante repetir as aplicações com intervalos de 15 dias, totalizando um mínimo de cinco aplicações ao longo do ano, dependendo das condições fitossanitárias da cultura e do clima.
Volume da Calda: Use um volume de calda de aproximadamente 1,5 litros por planta.
Adjuvante: É recomendado o uso de um espalhante adesivo, como o Agral, a uma taxa de 0,05% v/v, ou similar, para melhorar a eficácia da aplicação.
Condições de Aplicação: A aplicação deve ser feita durante o período fresco do dia, evitando dias com orvalho ou chuvas, e não deve ocorrer em condições de ventos fortes, altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar para prevenir a deriva.
Preparação da Calda Bordalesa: Para preparar a calda, utilize três recipientes, sendo dois com capacidade para 50 litros e um com 100 litros. O sulfato de cobre deve ser dissolvido em água em um recipiente de 50 litros, enquanto a cal deve ser diluída em outro recipiente de 50 litros até a consistência de “leite de cal”. Ambas as soluções devem ser misturadas no terceiro recipiente de 100 litros, garantindo uma homogeneização adequada.
Seguir essas instruções garante o controle efetivo da antracnose e a saúde da plantação de caqui, promovendo um desenvolvimento saudável e produtivo da cultura.

Instruções de Uso do Produto - Goiaba
O Sulfato de Cobre Microsal é um fungicida recomendado para o controle da Ferrugem, causada pelo fungo Puccinia psidii, em plantações de goiaba (Psidium guajava). Para a eficácia do produto, é fundamental seguir as orientações de uso especificadas.
A aplicação deve ser feita iniciando-se aos primeiros sintomas da doença, com um intervalo de 15 dias entre as aplicações. É recomendado realizar um mínimo de 4 aplicações por ano. A dose sugerida de Sulfato de Cobre Microsal é de 400 a 500 gramas por 100 litros de água, resultando em uma dose de ingrediente ativo de 394 a 492,50 gramas por 100 litros de água.
Para obter o melhor resultado, recomenda-se utilizar também um espalhante adesivo, como o Agral, na concentração de 0,05% v/v ou similar. O volume de calda a ser aplicado por planta deve ser de aproximadamente 1,2 litros.
É importante que as aplicações sejam feitas com a técnica de pulverização foliar, assegurando que a calda atinja toda a área do vegetal. Evite aplicar o produto em condições climáticas desfavoráveis, como durante chuvas ou quando a folhagem estiver molhada, para garantir uma cobertura uniforme e eficaz.
Seguir as instruções de uso é essencial não apenas para o controle eficaz da Ferrugem, mas também para preservar a saúde das plantas e o ambiente.
Instruções de Uso do Produto - Maçã
O produto Sulfato de Cobre Microsal é um fungicida recomendado para o controle da sarna da macieira, causada pelo fungo Venturia inaequalis. A seguir, estão as orientações detalhadas para sua utilização eficaz.
Dosagem
Para o tratamento da maçã, recomenda-se aplicar uma dose de 500 a 600 gramas de Sulfato de Cobre Microsal por 100 litros de água, o que equivale a aproximadamente 492,50 a 591 gramas de ingrediente ativo por 100 litros da calda.

Modo de Aplicação
A pulverização deve ser iniciada após a poda de inverno, repetindo as aplicações com um intervalo de 7 dias. É recomendado realizar um mínimo de 8 aplicações por ano para garantir o controle efetivo da doença. O volume da calda por planta deve ser de aproximadamente 1,0 litro. Para melhorar a adesão do produto, pode-se utilizar um espalhante adesivo como o Agral a 0,05% v/v ou similar durante a aplicação.
Condições de Aplicação
As aplicações devem ser feitas de forma a cobrir completamente a folhagem, optando sempre por períodos de clima fresco e evitando a aplicação quando as folhas estiverem molhadas devido ao orvalho ou chuvas. As condições climáticas ideais para aplicação incluem temperaturas entre 25 °C a 30 °C e umidade relativa do ar superior a 65%.
Recomendações Finais
É aconselhável realizar as pulverizações em locais bem ventilados e utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados para garantir a segurança do aplicador. Após o uso, a calda deve ser aplicada imediatamente, pois sua eficácia como fungicida diminui se não for utilizada no mesmo dia em que foi preparada.
Instruções de Uso do Produto - Nêspera
O Sulfato de Cobre Microsal é um fungicida recomendado para o controle da antracnose na cultura da nêspera, que é causada pelo patógeno Colletotrichum gloeosporioides. Para a aplicação do produto, deve-se seguir as doses recomendadas de 400 a 500 g de Sulfato de Cobre Microsal por 100 litros de água, o que resulta em uma dose de 394 a 492,50 g de ingrediente ativo por 100 litros de água.
Épocas e Frequência de Aplicação
A primeira aplicação deve ser realizada no período vegetativo, aproximadamente 15 a 20 dias após a queda das flores. Deve-se repetir a aplicação com intervalos de 15 dias, totalizando um mínimo de 6 aplicações ao longo do ano, dependendo do estado fitossanitário e das condições climáticas.

Volume de Calda
O volume de calda sugerido por planta é de 2,0 litros. Para aumentar a eficácia da aplicação, recomenda-se o uso de um espalhante adesivo, como o Agral, na dosagem de 0,05% v/v ou similar.
Modo de Preparo da Calda
Para preparar a calda, recomenda-se o uso de três recipientes: dois de 50 litros e um de 100 litros. É importante não utilizar recipientes de ferro, latão ou alumínio, pois estes materiais reagem com o sulfato de cobre. Primeiro, o Sulfato de Cobre deve ser dissolvido em água no recipiente de 50 litros, enquanto no outro recipiente de 50 litros, deve-se preparar um "leite de cal". Após ambas soluções estarem preparadas, deve-se misturá-las no recipiente de 100 litros, agitando para homogeneização.
Condições de Aplicação
As pulverizações devem ser realizadas em períodos frescos do dia, evitando a aplicação em dias de alta temperatura, ventos fortes ou quando a folhagem estiver molhada, para evitar deriva ou evaporação do produto. A calda deve ser aplicada imediatamente após o seu preparo, pois perde sua função fungicida se não utilizada no mesmo dia.
Seguir estas instruções garante um controle efetivo da antracnose na nêspera, preservando a saúde da planta e maximizando a produção.

Instruções de Uso do Produto - Tomate
O produto "Sulfato de Cobre Microsal" é utilizado no controle da Requeima, doença causada pelo fungo Phytophthora infestans, que afeta principalmente o tomateiro. Para uma aplicação eficaz, as seguintes orientações devem ser seguidas:
Início da aplicação: As pulverizações devem ser iniciadas assim que os primeiros sintomas da doença forem observados nas plantas.
Frequência das aplicações: É recomendado realizar repetidas aplicações com intervalos aproximados de 7 dias entre cada uma. O mínimo sugerido é de 5 aplicações durante o ciclo da cultura.
Volume de calda por hectare: A quantidade ideal de calda para ser utilizada é de aproximadamente 800 litros por hectare.
Ao realizar a aplicação, é essencial utilizar um espalhante adesivo, como o Agral ou similar, na proporção de 0,05% v/v, para aumentar a aderência do produto nas folhas.
Após a aplicação, é importante realizar a limpeza dos equipamentos utilizados, de forma a evitar contaminações futuras e garantir a eficácia do produto nas próximas aplicações.
Instruções de uso do produto - Uva
O fungicida Sulfato de Cobre Microsal é eficaz no controle do míldio da videira, causado pelo patógeno Plasmopara viticola. Para garantir sua eficácia, é crucial seguir as orientações de aplicação.
Doses e Aplicação
Para a cultura da uva, recomenda-se a aplicação de 600 a 700 g de Sulfato de Cobre Microsal por 100 litros de água. Ao realizar a mistura, utilize um espalhante adesivo, como o Agral, na concentração de 0,05% v/v, para melhorar a adesão da calda às plantas.
Épocas de Aplicação
As pulverizações devem ser iniciadas quando os brotos atingirem entre 5 a 7 cm. Após a primeira aplicação, repita a aplicação com um intervalo de 14 dias, realizando um mínimo de 6 aplicações ao longo do ano.
Volume de Calda
O volume de calda para a cultura da uva deve ser de 500 a 1000 litros por hectare. É importante garantir que a cobertura da folhagem da planta seja total, para que todo o órgão vegetativo fique protegido contra o desenvolvimento do míldio.

Condições Ideal de Aplicação
As condições climáticas ideais para a aplicação são temperaturas entre 25°C e 30°C, com umidade relativa do ar acima de 65%. Evite realizar a aplicação em períodos de chuva ou com ventos fortes, pois isso pode reduzir a eficácia do produto ou causar deriva.
É fundamental seguir todas essas recomendações para otimizar o controle do míldio e obter sucesso na cultura da uva.
Métodos de Aplicação - Modo de Preparo da Calda Bordalesa
A Calda Bordalesa é uma mistura de sulfato de cobre, cal virgem e água, utilizada amplamente para o controle de doenças nas culturas agrícolas. O preparo dessa calda deve seguir um procedimento específico para garantir sua eficácia e segurança.
Processo de Preparo
Materiais Necessários: Para preparar a calda bordalesa, são necessários três recipientes: dois com capacidade para 50 litros e um terceiro para 100 litros. Importante ressaltar que não se deve utilizar recipientes de ferro, latão ou alumínio, pois estes materiais reagem com o sulfato de cobre.
Dissolução do Sulfato de Cobre: Coloque o Sulfato de Cobre Microsal dentro de um saco de tecido e pendure-o sobre a boca de um dos recipientes de 50 litros, que deve estar já cheio de água. O sulfato deve ficar mergulhado por algumas horas até que haja sua completa dissolução.
Preparação do Leite de Cal: No segundo recipiente de 50 litros, adicione cal aos poucos, fazendo adição progressiva de água, enquanto agita continuamente para homogeneizar a mistura, formando o "leite de cal".
Mistura das Soluções: Uma vez que ambas as soluções estão preparadas, despeje-as simultaneamente no terceiro recipiente de 100 litros, garantindo uma perfeita homogeneização da mistura.
Aplicação da Calda
Após o preparo, é crucial que a calda bordalesa seja aplicada imediatamente, pois sua eficácia fungicida diminui se não for utilizada no mesmo dia. Durante a pulverização, é indispensável manter o tanque contendo a calda em agitação contínua para evitar a sedimentação dos sólidos. A aplicação deve ser feita em pulverização foliar de alto volume, utilizando equipamentos terrestres manuais ou motorizados, como pulverizadores de barra, pistolas ou costais.

Condições Ideais para Aplicação
As condições climáticas ideais para a aplicação da calda bordalesa incluem temperaturas entre 25°C e 30°C, com umidade relativa do ar acima de 65%. Deve-se evitar a aplicação durante períodos de orvalho, chuvas ou ventos fortes para garantir a máxima eficácia do produto.
Seguir essas diretrizes de preparo e aplicação da calda bordalesa é fundamental para o controle eficaz de patógenos nas culturas agrícolas, garantindo assim a saúde das plantas e a produtividade da lavoura.
Intervalo de Segurança
O intervalo de segurança é um aspecto crucial na utilização do produto Sulfato de Cobre Microsal, cuja observância assegura a segurança na colheita das culturas tratadas. Para as culturas de caqui, goiaba, maçã, nêspera, tomate e uva, não existem restrições ao intervalo de segurança, permitindo a colheita sem limitações. Isso significa que os agricultores podem coletar os frutos ou vegetais imediatamente após o tratamento com o fungicida, desde que siga todas as recomendações de uso do produto.
É importante ressaltar que, para garantir a eficácia e a segurança, o usuário deve sempre manejar o produto de acordo com as instruções da bula e observar as doses recomendadas para aplicação. Essa prática não apenas maximiza os resultados desejados no controle de doenças, mas também protege a saúde dos consumidores que consumirão os produtos agrícolas tratados.
Intervalo de Reentrada de Pessoas
O intervalo de reentrada de pessoas nas culturas tratadas com o produto Sulfato de Cobre Microsal não possui restrições. Isso significa que, de acordo com as condições de aplicação e a baixa toxicidade do produto, as pessoas podem retornar às áreas que foram tratadas sem necessidade de esperar por um período específico, desde que estejam devidamente trajadas.
É importante ressaltar que, mesmo com a ausência de restrições, recomenda-se que todas as precauções sejam seguidas para garantir a segurança de todos os envolvidos nas atividades de cultivo e tratamento.

Limitações de Uso
O uso do produto Sulfato de Cobre Microsal deve ser realizado de acordo com as recomendações presentes na bula e no rótulo. É essencial que sejam observadas todas as precauções necessárias para garantir a segurança e eficácia do tratamento. Aplique apenas as doses recomendadas e evite qualquer contato com superfícies metálicas, uma vez que o produto pode reagir com materiais como latão, ferro e alumínio. Essas medidas são importantes para prevenir danos tanto ao produto quanto às culturas em tratamento, além de garantir a segurança do manipulador e do meio ambiente.
Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) são fundamentais para garantir a segurança dos trabalhadores que manuseiam produtos agrícolas, como o Sulfato de Cobre Microsal. O correto uso desses dispositivos reduz o risco de exposições e acidentes durante a aplicação do produto.
Recomendações para Uso dos EPIs
Durante o manuseio do Sulfato de Cobre Microsal, é exigido o uso dos seguintes EPIs:
- Macacão impermeável: Deve ser utilizado para cobrir o corpo completamente, evitando o contato direto com o produto.
- Luvas de nitrila: Estas luvas impermeáveis protegem as mãos de possíveis contaminações.
- Botas de borracha: Elas são essenciais para proteger os pés, especialmente em caso de derramamento do produto.
- Máscara: Uma máscara que cubra nariz e boca deve ser utilizada para evitar a inalação de partículas do produto.
- Óculos de proteção ou viseira facial: Esses equipamentos são necessários para proteger os olhos de respingos ou poeira.
Instruções de Manuseio do EPI
Os EPIs devem ser retirados na seguinte ordem:
- Luvas
- Óculos e viseira
- Máscara
- Avental e botas
- Macacão
Além disso, é importante que a manutenção e a limpeza dos EPIs sejam realizadas por uma pessoa treinada e devidamente protegida, garantindo assim sua eficácia e prolongando a vida útil dos equipamentos.

Considerações Finais
O uso adequado dos Equipamentos de Proteção Individual é essencial para a segurança dos trabalhadores e, além disso, ajuda a prevenir contaminantes ambientais. É aconselhável seguir rigorosamente as recomendações do fabricante quanto ao uso e manutenção dos EPIs para uma manipulação segura do Sulfato de Cobre Microsal.
Manejo de Resistência a Fungicidas
O manejo de resistência a fungicidas é uma prática essencial para a efetividade dos produtos fitossanitários e a sustentabilidade das culturas. O uso repetido e sucessivo de fungicidas que atuam através do mesmo mecanismo de ação pode levar ao aumento da população de fungos resistentes, resultando na perda de eficiência do produto e impactos negativos na produção agrícola.
Para evitar o desenvolvimento de resistência, recomenda-se a alternância de fungicidas com diferentes mecanismos de ação, particularmente aqueles classificados no Grupo M1, sempre que possível. Além disso, é importante implementar outras práticas de manejo, como a rotação de culturas e a utilização de cultivares que apresentem resistência genética a doenças.
As boas práticas agrícolas, como o controle cultural e biológico, também desempenham um papel crucial na redução da pressão dos patógenos, contribuindo para a eficácia a longo prazo dos fungicidas. É essencial seguir as recomendações de dose e modo de aplicação conforme especificado na bula do produto, e sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para diretrizes específicas e estratégias locais de manejo.
Manter a eficácia dos fungicidas e prevenir a resistência requer um esforço conjunto, envolvendo a adoção de diversas metodologias e adequações ao manejo integrado de pragas e doenças.

Intoxicações por Sulfato de Cobre - Informações Médicas
As intoxicações por sulfato de cobre podem resultar de exposições acidentais e têm várias consequências clínicas significativas. O sulfato de cobre é um agente químico corrosivo que, ao ser ingerido, apresenta uma absorção de aproximadamente 30% pelo trato gastrointestinal. Após a absorção, o cobre se liga inicialmente à albumina e é transportado pelo sistema circulatório até o fígado, onde se incorpora à ceruloplasmina, uma proteína que desempenha papel essencial no transporte de cobre no organismo.
Quando a concentração de cobre no fígado ultrapassa 50 mg/g de peso seco, ocorrem danos celulares significativos, levando à necrose hepática e à liberação de cobre no soro sanguíneo. Essa liberação pode causar efeitos tóxicos nos glóbulos vermelhos, resultando em hemólise, uma condição em que as células sanguíneas se rompem.
Os sintomas iniciais de intoxicação incluem falta de apetite, desidratação, náuseas e vômitos, frequentemente acompanhados de dor abdominal. O vômito é caracteristicamente de coloração azul-esverdeada. Além do comprometimento gastrointestinal, a exposição ao sulfato de cobre pode gerar lesões no fígado e complicações renais, manifestando-se como insuficiência renal aguda em 20% a 40% dos casos.
A resposta clínica à intoxicação depende da gravidade da exposição e do estado geral do paciente. É essencial que, em casos de suspeita de intoxicação, o paciente procure atendimento médico imediato, levando a embalagem ou informações sobre o produto, para melhor manejo e tratamento da intoxicação.

Intoxicações por Sulfato de Cobre - Sintomas e Sinais Clínicos
As intoxicações por sulfato de cobre podem ter uma série de manifestações clínicas que variam em gravidade dependendo da dose e da via de exposição. Os sintomas mais comuns incluem:
Gastrintestinal: Os sinais imediatos após a ingestão de sulfato de cobre geralmente incluem falta de apetite, desidratação, náuseas, vômitos e cólicas abdominais. O vômito pode apresentar coloração azul-esverdeada e geralmente ocorre dentro de 15 minutos após a ingestão. Em casos mais graves, pode haver gastroenterite hemorrágica associada a erosões da mucosa, além da sensação de queimação epigástrica e diarreia. Hematêmese (vômito com sangue) e hematoquesia/melena (sangramento retal) podem ser observados em casos severos.
Cardiovasculares: Em intoxicações graves, é comum o desenvolvimento de colapso cardiovascular, hipotensão e taquicardia. Esses eventos podem ocorrer precocemente ou podem se manifestar tardiamente, em função de outras complicações associadas.
Hematológicos: A hemólise intravascular se manifesta tipicamente entre 12 a 24 horas após a ingestão, acompanhada por metemoglobinemia (presença de uma forma alterada de hemoglobina que não transporta oxigênio de forma eficiente). Essa condição é frequentemente seguida de hemólise, resultando em anemia hemolítica.
Hepática: A icterícia pode aparecer após 24 a 48 horas em casos mais severos, associada a hemólises que causam lesões hepáticas. Essa condição pode ser acompanhada por hepatomegalia (aumento do fígado) e elevação dos níveis de bilirrubina.
Renal: Complicações renais ocorrem geralmente após 48 horas; a insuficiência renal aguda foi identificada em uma porcentagem significativa de pacientes com intoxicação aguda por sulfato de cobre. Alterações urinárias, como oligúria, anúria, albuminúria, hemoglobinúria e hematúria, podem ser observadas.
Sistema nervoso central: A depressão do sistema nervoso central pode variar de letargia a coma ou convulsões, geralmente como um fenômeno secundário relacionado ao envolvimento de outros órgãos. Outros sintomas inespecíficos incluem dor de cabeça, tontura e fadiga.
Estes sinais e sintomas destacam a importância de uma identificação e intervenção precoces em casos de intoxicação por sulfato de cobre para minimizar riscos e complicações na saúde do paciente.

Intoxicações por Sulfato de Cobre - Diagnóstico
O diagnóstico de intoxicação por sulfato de cobre é estabelecido através da confirmação da exposição ao produto e da identificação de um quadro clínico compatível com os efeitos da substância. É crucial coletar e analisar uma amostra de sangue logo no início do atendimento, especialmente em casos onde a história clínica não é clara ou em situações onde o paciente esteja inconsciente, mas haja suspeita de exposição ao sulfato de cobre.
A estimativa de cobre no soro pode ser útil para o diagnóstico, uma vez que os níveis normais variam de 10,5 a 23 μmol/L. A avaliação da hemoglobina basal, bem como o monitoramento da função hepática e renal, também são essenciais. É importante prestar atenção a possíveis anormalidades urinárias, como oligúria, anúria, albuminúria, hemoglobinúria e hematúria, que podem ser detectadas em aproximadamente 20-40% dos pacientes com intoxicação aguda.
Portanto, para um diagnóstico adequado, é necessário um conjunto de avaliações clínicas e laboratoriais que inclui exames de sangue e urina, além da observação atenta dos sintomas apresentados pelo paciente.
Intoxicações por Sulfato de Cobre - Tratamento
O manejo de intoxicações por sulfato de cobre deve ser realizado de forma cuidadosa e criteriosa, considerando que não existe um antídoto específico para este produto. O tratamento é orientado a melhorar o estado clínico do paciente e ao monitoramento de seus sinais vitais.
Exposição Oral
Em casos de ingestão aguda de sulfato de cobre, recomenda-se a diluição imediata do conteúdo gástrico com água. Isso deve ser feito de forma cuidadosa, evitando-se a emese, uma vez que isso poderia reintroduzir o agente corrosivo no esôfago. Caso necessário, a terapia dilucional precoce pode ser iniciada.
Na ocorrência de queimaduras corrosivas, recomenda-se fazer uma endoscopia digestiva alta para verificar a gravidade da lesão nessas áreas.

Exposição Dérmica
Se houver contato cutâneo, o paciente deve remover suas roupas contaminadas e lavar a área afetada com água e sabão em abundância, por um período que varia de 20 a 30 minutos para garantir que resíduos do agrotóxico sejam eliminados. Caso se observe irritação ou queimaduras na pele, a procura por atendimento médico é essencial.
Exposição Ocular
Para casos de exposição ocular, recomenda-se lavar os olhos com água ou solução salina a 0,9% por 20 a 30 minutos, assegurando que não haja partículas do produto nos olhos. Após a limpeza, uma avaliação oftalmológica deve ser realizada.
Metemoglobinemia
Pacientes que apresentem metemoglobinemia significativa devem ser tratados com azul de metileno, especialmente quando os níveis de metemoglobina ultrapassarem 20 a 30%. O tratamento inclui a administração de oxigênio, seguindo-se do azul de metileno para aumentar a conversão da metahemoglobina em hemoglobina.
Acompanhamento e Suporte
É vital monitorar as funções hepáticas e renais, a hemoglobina e os parâmetros de coagulação em pacientes com evidências de hemólise ou insuficiência renal. A transfusão de sangue e terapia de quelação podem ser consideradas conforme a necessidade e a gravidade da intoxicação.
Dessa forma, o tratamento das intoxicações por sulfato de cobre deve ser conduzido por profissionais de saúde capacitados, seguindo protocolos rigorosos, assegurando a segurança e recuperação do paciente.

Intoxicações por Sulfato de Cobre - Primeiros Socorros
Em caso de intoxicação por sulfato de cobre, é fundamental agir rapidamente para minimizar os efeitos adversos. Os primeiros socorros devem ser administrados de acordo com o tipo de exposição:
Ingestão: Não provoque vômito. É crucial procurar imediatamente um médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto para auxiliar no diagnóstico e tratamento.
Olhos: Se houver contato com os olhos, lave-os abundantemente com água ou solução salina a 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos. Assegure-se de que não fiquem partículas na conjuntiva e busque avaliação oftalmológica de urgência.
Pele: Deixe a área afetada exposta e lave com água e sabão em abundância por pelo menos 20 a 30 minutos. É importante remover quaisquer resíduos de agrotóxicos da pele e cabelo. Caso ocorram queimaduras, procure imediatamente um serviço médico.
Inalação: Se o produto for inalado ou aspirado, retire a vítima para um local arejado e procure assistência médica.
Essas etapas são vitais para o manejo inicial e devem ser seguidas cuidadosamente. A rapidez na busca de tratamento médico e a identificação da substância envolvida são essenciais para um melhor prognóstico.

Armazenamento do Produto
O armazenamento adequado do Sulfato de Cobre Microsal é fundamental para garantir sua eficácia e segurança. O produto deve ser mantido em sua embalagem original, que deve estar sempre fechada. É importante que o local de armazenamento seja exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção do local de armazenamento deve ser de alvenaria ou de material não combustível, e deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Placas de advertência com os dizeres “CUIDADO, VENENO” devem estar visíveis, e o local deve ser trancado para evitar o acesso de pessoas não autorizadas, especialmente crianças.
Além disso, é crucial que haja sempre recipientes disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados, assegurando que não haja contaminação acidental. O armazenamento deve seguir as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e observar as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
Instruções em Casos de Acidentes
Em caso de acidentes envolvendo o uso do Sulfato de Cobre Microsal, é fundamental seguir algumas orientações para garantir a segurança das pessoas e a correta mitigação do incidente.
Ações Imediatas
Isolamento da Área Contaminada: Imediatamente, isole e sinalize a área afetada para evitar que pessoas não autorizadas entrem em contato com o produto derramado.
Notificação: Contate as autoridades locais competentes e a empresa Microsal Indústria e Comércio Ltda, através do número disponível no rótulo.
Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Utilize equipamentos de proteção individual adequados, como macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara, para se proteger de eventuais vapores ou contato direto com o produto.

Procedimentos Específicos
Derrames em Piso Pavimentado: Recolha o material derramado com uma pá e coloque-o em um recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto não deve ser mais utilizado; consulte a empresa para a devolução e destinação final do resíduo.
Derrames em Solo: Remova as camadas de terra contaminadas até atingir solo não afetado. Armazene esse material em um recipiente lacrado e entre em contato com a empresa registrante conforme as instruções.
Contaminação de Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação de água para consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa para orientação sobre as medidas a serem tomadas.
Essas instruções visam garantir a segurança dos envolvidos e minimizar os impactos ambientais do acidente. É crucial agir com rapidez e atenção para evitar danos maiores.

Transporte de Agrotóxicos
O transporte de agrotóxicos deve ser realizado com cautela e seguindo as normas e regulamentações estabelecidas pela legislação específica. Este é um processo crítico que visa garantir a segurança de pessoas e do meio ambiente. Algumas diretrizes importantes para o transporte de agrotóxicos incluem:
Separação de Materiais: Os agrotóxicos não podem ser transportados juntamente com pessoas, animais, alimentos, medicamentos e outros materiais de consumo. Essa separação é essencial para evitar contaminações e garantir a segurança.
Ambiente de Transporte: É importante que os agrotóxicos sejam transportados em veículos que são adequadamente equipados para lidar com substâncias químicas perigosas, minimizando assim riscos de vazamentos ou acidentes.
Destinação de Embalagens Vazias: Após o uso, as embalagens vazias de agrotóxicos precisam ser descartadas corretamente, conforme as instruções e regulamentações vigentes. Essas embalagens não podem ser recicladas ou reutilizadas.
Manutenção de Manuseio Seguro: É essencial que todos os procedimentos de manuseio sejam seguidos corretamente durante o transporte para prevenir acidentes. O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomenda-se fortemente durante as operações de carregamento e descarregamento.
Essas práticas visam não apenas proteger os trabalhadores envolvidos no transporte, mas também garantir a segurança das comunidades e do meio ambiente ao longo do trajeto.

Destinação de Embalagens Vazias
A destinação correta das embalagens vazias de produtos, especialmente os classificados como agrotóxicos, é essencial para evitar a contaminação do meio ambiente e garantir a saúde pública. As orientações para a destinação dessas embalagens seguem rigorosamente as legislações estaduais e municipais, bem como as recomendações dos órgãos responsáveis pela saúde e meio ambiente.
As embalagens vazias devem ser armazenadas de maneira adequada até sua devolução. Este armazenamento deve ocorrer em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável. É recomendado que o usuário utilize luvas durante o manuseio das embalagens.
A devolução da embalagem vazia, com tampa, é obrigatória ao estabelecimento onde o produto foi adquirido, no prazo de até um ano após a data da compra. Caso a embalagem não tenha sido utilizada completamente nesse prazo e ainda esteja dentro do seu período de validade, será facultativa a devolução em até seis meses após o término da validade. É importante ressaltar que o usuário deve guardar o comprovante de devolução, o qual deve ser mantido por um período mínimo de um ano.
No transporte das embalagens vazias, estas não podem ser levadas junto com alimentos, bebidas, rações, medicamentos ou qualquer outro material que possa ser considerado sensível. É imprescindível que o transporte seja feito em saco plástico transparente, devidamente identificado e com lacre.
A conscientização sobre a importância da destinação correta das embalagens contribui significativamente para a preservação do meio ambiente, evitando a contaminação de solos, águas e ar, além de proteger a fauna e a flora. Portanto, é fundamental seguir estas orientações para garantir um ambiente mais seguro e saudável para todos.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
O sulfato de cobre microsal apresenta diversos efeitos sobre animais de laboratório, os quais podem ser categorizados em efeitos agudos e crônicos.

Efeitos Agudos
Os efeitos agudos são observados após a exposição direta e em altas concentrações do produto. De acordo com os dados disponíveis, a dose letal média (DL50) oral para ratos é superior a 2000 mg/kg de peso corporal, indicando baixa toxicidade aguda. A mesma dose de DL50 dérmica também está acima de 2000 mg/kg em ratos, reforçando a segurança relativa do composto em situações de exposição cutânea. Entretanto, a classificação inalatória em relação a ratos ainda não foi determinada nas condições testadas.
Além disso, os testes de corrosão e irritação cutânea em coelhos demonstraram que o sulfato de cobre não é irritante para a pele, e os testes de irritação ocular também não mostraram reações adversas nos olhos dos coelhos.
Efeitos Crônicos
No que tange aos efeitos crônicos, as avaliações realizadas em estudos de longo prazo indicam que não houve evidência conhecida de efeitos adversos à saúde humana causados pelo íon cobre. Estudos sobre carcinogenicidade de compostos à base de cobre em ratos e camundongos não indicaram impactos carcinogênicos, sugerindo um perfil de segurança favorável em exposições prolongadas.
Esses dados são cruciais ao considerar a utilização do sulfato de cobre em ambientes que envolvem animais de laboratório, garantindo que as práticas de manejo e uso do produto respeitem os limites de segurança estabelecidos.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Precauções de Uso e Advertências
O produto Sulfato de Cobre Microsal é classificado como perigoso ao meio ambiente e é essencial que sejam adotadas precauções adequadas para evitar contaminações. Abaixo, destacam-se algumas diretrizes importantes que devem ser seguidas:
- Elevação da Periculosidade: Este produto é considerado ALTAMENTE PERIGOSO ao meio ambiente, especialmente por sua alta toxicidade para microorganismos do solo e organismos aquáticos.
- Evitar Contaminações: É fundamental evitar a contaminação do meio ambiente, preservando a natureza. Isso implica em não utilizar equipamento com vazamentos e em não aplicar o produto sob condições que propiciem a dispersão em áreas não desejadas, como intervalos de tempo em que há ventos fortes, por exemplo.
- Impacto Ambiental: O uso inadequado pode causar sérios danos, levando à contaminação do solo, da água e do ar, o que prejudica não só a fauna e flora, mas também a saúde das pessoas.
Como parte do compromisso com a sustentabilidade e a saúde ambiental, recomenda-se seguir rigorosamente os rótulos e bulas do produto. Tais instruções são imprescindíveis para garantir a aplicação segura e responsável do sulfato de cobre, minimizando assim os riscos à saúde humana e ao ecossistema.

Restrições Estabelecidas por Órgão Competente
As restrições estabelecidas por órgãos competentes, como os estaduais, do Distrito Federal ou municipais, são diretrizes importantes que visam garantir a segurança e o uso adequado de produtos químicos, como o Sulfato de Cobre Microsal. O uso deste produto deve seguir as recomendações aprovadas por esses órgãos, assegurando que suas aplicações não afetem a saúde humana, a fauna, a flora e o meio ambiente.
Além disso, é imprescindível cumprir as orientações quanto ao transporte, armazenamento e destinação de embalagens vazias ou restos de produtos, prevenindo contaminações e garantido que não haja riscos para o público em geral e para o ecossistema. Os usuários devem estar atentos a essas normas e orientações para evitar possíveis sanções e garantir a efetividade das ações de controle de pragas e doenças de forma segura.
| Marca comercial | Sulfato De Cobre Microsal |
| Titular do registro | Microsal Indústria E Comércio Ltda. - Capivari |
| Número do registro | 1402 |
| CNPJ | 54.111.737/0001-00 |
| Classificação ambiental | III - Produto Perigoso Ao Meio Ambiente |
| Classificação toxicológica | Não - Não Classificado - Produto Não Classificado |
| Modo de ação | De Contato |
| Técnica de aplicação | Terrestre |
| Compatibilidade | Não Se Conhecem Casos De Incompatibilidade. |
| Inflamável | Não |
| Corrosivo | Sim |
| Formulação | Sg - Granulado Solúvel |
| Observação |




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