
O Rimon 100 EC é um inseticida fisiológico inovador, essencial para o manejo de diversas pragas que afetam importantes culturas agrícolas. Com um modo de ação específico e eficaz, este produto se destaca no combate a pragas como a broca-das-cucurbitáceas e a lagarta-da-soja, garantindo uma colheita de qualidade e segura. Neste post, iremos explorar as características deste inseticida, suas instruções de uso em diferentes culturas e as melhores práticas para sua aplicação.
Identificação do Produto
O produto em questão chama-se Rimon 100 EC, um inseticida fisiológico pertencente ao grupo químico Benzoiluréia. Este inseticida é formulado como um Concentrado Emulsionável (EC) e possui como ingrediente ativo o Novaluron, que atua essencialmente por contato e ingestão.
O registro do produto encontra-se na responsabilidade da Adama Brasil S.A., com sede em Londrina/PR. O número de registro do produto é 3900 e seu CNPJ é 02.290.510/0001-76. A classificação do produto em termos de periculosidade é classificada como II - Muito Perigoso ao Meio Ambiente, enquanto sua toxicidade para a saúde humana é avaliada como Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo.
Composição
O produto Rimon 100 EC é composto por um ingrediente ativo chamado Novaluron, que é um inseticida fisiológico classificado como pertencente ao grupo químico da benzoiluréia. A concentração de Novaluron na formulação é de 100 gramas por litro, correspondente a 10% de massa/volume (m/v). Além disso, a formulação contém outros ingredientes que somam 982 gramas por litro, totalizando 1.082 gramas por litro na composição do produto.
A estrutura química de Novaluron é identificada pela fórmula grossa C17H9ClF8N2O4, e sua nomenclatura IUPAC é (Rs)-1-[3-Cloro-4-(1,1,2-trifluoro-2-trifluorometoxi)fenil]-3-(2,6-difluorobenzoyl)uréia. Devido ao seu modo de ação, o Rimon 100 EC é eficaz no controle de várias pragas em diversas culturas, atuando como um inibidor na síntese de quitina nos insetos.

Grupo Químico e Tipo de Formulação
O produto Rimon 100 EC pertence ao grupo químico das Benzoiluréias, mais especificamente à substância Novaluron. Este composto é classificado como um inseticida fisiológico, cujo modo de ação se dá pelo contato e ingestão, atuando como um inibidor da síntese de quitina no desenvolvimento dos insetos. Essa propriedade impede a adequada formação do exoesqueleto dos insetos em crescimento, resultando na morte dos mesmos.
Quanto à formulação, Rimon 100 EC é apresentado na forma de Concentrado Emulsionável (EC). Este tipo de formulação é caracterizado pela combinação de ingredientes ativos que são solubilizados em um solvente, criando uma emulsão que pode ser diluída em água para a aplicação. A composição do produto inclui uma concentração de 100 g/L (10,0% m/v) de Novaluron, complementada por outros ingredientes que totalizam 982 g/L (98,2% m/v), proporcionando uma mistura estável e eficaz para o controle de pragas em diversas culturas agrícolas.
Registro e Titular do Produto
O inseticida conhecido como Rimon 100 EC está registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) sob o número 03900. Este produto é formulado pela Adama Brasil S.A., cuja sede está localizada na Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610, em Londrina, Paraná. O CNPJ da empresa é 02.290.510/0001-76, e ela está também registrada estadualmente sob o número 003263 na ADAPAR/PR.
Além disso, a Adama Brasil é a responsável pela importação do produto formulado, que é fabricado pela Adama Makhteshim Ltd., situada no Eco-Industrial Park, Beer-Sheva, Israel. É importante observar essas informações para garantir a autenticidade e a conformidade do produto nos registros regulatórios.

Instruções de Uso do Produto - Abobrinha
O Rimon 100 EC é um inseticida fisiológico recomendado para o controle da praga Diaphania nitidalis, conhecida como a broca-das-cucurbitáceas, que ataca principalmente a cultura da abobrinha. Para garantir a eficácia do tratamento, é fundamental seguir as orientações específicas:
- Dosagem: O produto deve ser aplicado na faixa de 30 a 50 mL por 100 litros de água.
- Momento da Aplicação: A aplicação deve ser realizada assim que for constatada a presença da mariposa na lavoura. É crucial atingir toda a parte aérea da planta, especialmente flores e frutos, para assegurar uma boa cobertura e proteção contra a praga.
- Frequência: O Rimon 100 EC pode ser aplicado em até 4 ocorrências por ciclo da cultura, com um intervalo de 7 dias entre as aplicações.
Essas diretrizes visam controlar a infestação de brocas e preservar a sanidade das plantações de abobrinha, garantindo uma colheita de melhor qualidade. É recomendado estar atento à presença da praga e agir rapidamente para evitar danos significativos às plantas.
Instruções de Uso do Produto - Algodão
O Rimon 100 EC é um inseticida recomendado para o controle de pragas na cultura do algodão, especificamente eficaz contra o Curuquerê (Alabama argillacea). Para que a aplicação seja bem-sucedida, é crucial seguir as orientações quanto à dosagem e ao momento apropriado.
Dosagem e Aplicação
A dose recomendada varia de 100 mL por hectare e deve ser aplicada quando forem constatadas duas lagartas por planta ou quando houver 25% de desfolha do ponteiro. É importante realizar a aplicação na parte aérea das plantas, assegurando que o produto atinja toda a vegetação, especialmente flores e frutos.

Intervalo de Aplicação
Recomenda-se que as aplicações sejam repetidas caso haja reinfestação, com um máximo de três aplicações por ciclo da cultura, respeitando um intervalo de sete dias entre cada aplicação. A eficácia do produto costuma se manifestar entre três a cinco dias após a pulverização, sendo fundamental iniciar a aplicação quando os insetos estão nos primeiros estágios (1º e 2º ínstar) de desenvolvimento.
Seguindo estas instruções, o produtor pode maximizar a eficácia do Rimon 100 EC no controle de pragas na cultura do algodão, assegurando uma colheita saudável e produtiva.
Instruções de Uso do Produto - Batata
O RIMON 100 EC é um inseticida fisiológico recomendado para o controle da Traça-da-Batatinha (Phthorimaea operculella) nas plantações de batata. Este produto é eficaz quando aplicado no início da infestação das lagartas, permitindo um manejo mais eficiente e evitando que a praga cause danos significativos aos tubérculos.
Dosagem e Aplicação
Para obter os melhores resultados, recomenda-se a aplicação de RIMON 100 EC na dosagem de 200 a 300 mL/ha. É essencial realizar a aplicação logo no início da infestação antes que a praga comece a atacar os tubérculos. A dose menor deve ser utilizada em condições de baixa infestação, enquanto a dose maior é indicada em situações de infestações elevadas.
Intervalo de Aplicação
Durante o ciclo da cultura, é permitido realizar no máximo três aplicações do produto, com intervalos de sete dias entre cada aplicação. Este espaçamento é crucial para manter a eficácia do controle e minimizar o desenvolvimento de resistência nas populações de pragas.
O controle eficaz da Traça-da-Batatinha não só protege a colheita, mas também contribui para a sustentabilidade e produtividade da cultura da batata. Para garantir a segurança e a eficácia do uso, é fundamental seguir as recomendações de aplicação e monitorar a presença da praga regularmente.

Instruções de Uso do Produto - Café
O RIMON 100 EC é um inseticida fisiológico recomendado para o controle da praga conhecida como Bicho-mineiro-do-café, cientificamente identificado como Leucoptera coffeella. A aplicação deste produto deve ser feita nas doses recomendadas, variando entre 250 a 300 mL/ha.
É essencial aplicar o RIMON 100 EC no início da infestação para garantir um controle efetivo. O acompanhamento das condições climáticas é crucial, especialmente durante os períodos mais secos do ano, pois estes favorecem a ocorrência da praga.
A dose maior deve ser utilizada em casos de infestações altas. As aplicações devem ser limitadas a um máximo de três por safra da cultura, com intervalos de 15 dias entre elas. Para otimizar a eficácia do produto, recomenda-se a utilização de óleo mineral na concentração de 0,25%, o que auxilia na cobertura e molhamento das folhas.
A vigilância constante da lavoura é fundamental para identificar precocemente a presença do bicho-mineiro e agir rapidamente, evitando danos significativos à produção.

Instruções de Uso do Produto - Cana-de-açúcar
Para o controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis) na cultura da cana-de-açúcar, recomenda-se a aplicação do inseticida Rimon 100 EC nas condições a seguir:
Dosagem: A dose recomendada varia entre 100 a 150 mL por hectare.
Momento da Aplicação: A aplicação do Rimon 100 EC deve ser iniciada quando a infestação atingir ou superar 6% de lagartas sobre as folhas. É importante realizar o monitoramento da presença de lagartas de 1º e 2º ínstar, que são as fases mais suscetíveis à ação do produto.
Método de Aplicação: O produto deve ser pulverizado visando atingir as folhas, especialmente na região do “palmito” da cana.
Número de Aplicações: No máximo, devem ser realizadas 2 aplicações por safra da cultura, com um intervalo de 15 dias entre cada aplicação.
Observações Adicionais: É essencial seguir as instruções de segurança e manejo integrado de pragas, para que a eficácia do produto seja mantida e o risco de resistência minimizado.
Essas recomendações visam garantir um controle eficiente da praga, contribuindo para a saúde e produtividade da cultura da cana-de-açúcar.

Instruções de Uso do Produto - Citros
O produto Rimon 100 EC é um inseticida fisiológico recomendado para o controle de pragas nas culturas de citros, especificamente direcionado a duas principais pragas: o bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) e a lagarta-minadora-dos-citros (Phyllocnistis citrella).
Para o bicho-furão, a aplicação deve ser realizada no início da infestação, utilizando uma dose de 300 a 400 mL por hectare. É fundamental monitorar constantemente a praga para garantir um controle eficaz. A recomendação é realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura, com um intervalo de 15 dias entre cada aplicação.
Quanto à lagarta-minadora-dos-citros, a dose recomendada é de 250 a 300 mL por hectare. Assim como para o bicho-furão, a aplicação deve ser iniciada no início das brotações ou quando as primeiras posturas ou larvas forem detectadas. A utilização de óleo mineral na concentração de 0,25% pode ser realizada para melhorar a cobertura e o molhamento das folhas. Assim como no controle do bicho-furão, o número máximo de aplicações permitido é de três por ciclo da cultura, com intervalo também de 15 dias.
Essas práticas são essenciais para garantir a eficácia do inseticida e a proteção das plantações de citros contra pragas, permitindo uma colheita saudável e produtiva.
Instruções de Uso do Produto - Feijão
O Rimon 100 EC é um inseticida fisiológico recomendado para o controle de pragas na cultura do feijão, especificamente para as lagartas conhecidas como "Lagarta-desfolhadora" (Anticarsia gemmatalis) e "Lagarta-falsa-medideira" (Chrysodeixis includens). A aplicação do produto deve ser feita quando for constatada a presença de lagartas na lavoura, observando-se a densidade das pragas e o nível de infestação.

Dosagem e Aplicação
Lagarta-desfolhadora (Anticarsia gemmatalis): A dose recomendada varia de 50 a 75 mL/ha. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura, com um intervalo de 14 dias entre elas.
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens): A dose recomendada para essa praga é de 100 a 150 mL/ha. Assim como na lagarta-desfolhadora, é possível realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura, com o mesmo intervalo de 14 dias.
Observações
É importante monitorar as condições climáticas ideais para a aplicação, garantindo que a eficácia do Rimon 100 EC não seja comprometida. A eficiência do produto começa a se manifestar entre 3 a 5 dias após a pulverização, sendo crucial iniciar as aplicações quando os insetos estão ainda nas fases iniciais de desenvolvimento (1º e 2º ínstar). Dessa forma, é possível evitar prejuízos maiores à cultura e melhorar a proteção do feijão.
Instruções de Uso do Produto - Maçã
O inseticida Rimon 100 EC é recomendado para o controle de pragas que atacam a cultura da maçã, especialmente a lagarta-enroladeira-da-folha (Bonagota cranaodes) e a mariposa-oriental (Grapholita molesta). Para a aplicação deste produto, a dose recomendada é de 50 mL de Rimon 100 EC diluídos em 100 litros de água.
A aplicação deve ser realizada no início da infestação, garantindo que o produto atinja toda a parte aérea da planta, com atenção especial para os ponteiros novos e os frutos da macieira. É importante realizar no máximo quatro aplicações por safra, respeitando um intervalo de sete dias entre cada uso, a fim de manter a eficácia do controle e minimizar o risco de resistência das pragas ao inseticida.
A eficiência do Rimon 100 EC se manifesta entre três a cinco dias após a pulverização, sendo crucial iniciar as aplicações com a presença das lagartas nas fases iniciais de desenvolvimento, como o primeiro e segundo ínstar, para evitar danos maiores à cultura.

Instruções de Uso do Produto - Melão
O inseticida RIMON 100 EC é recomendado para o controle da Broca-das-cucurbitáceas, especificamente o inseto conhecido como Diaphania nitidalis, que ataca plantações de melão. A aplicação do produto deve ser feita com uma dose entre 30 a 50 mL por 100 litros de água.
Para obter os melhores resultados, é importante iniciar a pulverização no período de florescimento pleno, garantindo que toda a parte aérea da planta, especialmente as flores e frutos, sejam atingidas. É vital realizar aplicações preventivas, principalmente em condições de baixa infestação, conforme o histórico da praga na região.
Recomenda-se um máximo de quatro aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias entre cada aplicação. Essa estratégia visa proteger a lavoura efetivamente durante as fases mais vulneráveis da planta, garantindo assim a saúde dos frutos e o aumento da produtividade.
Instruções de Uso do Produto - Milho
O inseticida RIMON 100 EC é recomendado para o controle da Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) nas lavouras de milho. A aplicação deve ser feita nas seguintes condições:
- Dose Recomendada: 150 mL/ha.
- Época de Aplicação: O nível de controle dessa praga é de 20% de plantas com folhas raspadas até o 30º dia após o plantio, e de 10% de plantas com folhas raspadas do 40º ao 60º dia.
- Número de Aplicações: O produto pode ser aplicado com jato dirigido para o cartucho da planta.
- Intervalo de Aplicação: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 20 dias entre as aplicações.
Para garantir a eficácia do produto, é fundamental monitorar atentamente a infestação da praga e realizar as aplicações no momento certo, evitando que as lagartas atinjam estágios mais avançados.

Instruções de Uso do Produto - Pêssego
O RIMON 100 EC é um inseticida fisiológico recomendado para o controle de pragas na cultura do pêssego. Sua ação se manifesta principalmente na fase inicial da infestação. As aplicações devem ser realizadas no início da infestação da praga, com especial atenção aos ponteiros novos e aos frutos do pessegueiro.
A dosagem recomendada para o pêssego varia de 40 mL para 100 L de água, permitindo um controle efetivo das pragas. É importante observar que o número máximo de aplicações permitidas por safra é de até 2, com um intervalo de 20 dias entre cada aplicação. Esta estratégia assegura a eficiência do produto enquanto minimiza o risco de resistência e danos à cultura.
As pulverizações devem ser direcionadas com atenção para atingir as áreas mais suscetíveis, como os novos ponteiros e frutos, garantindo uma cobertura adequada para otimizar o efeito do inseticida e prolongar a saúde da planta.

Instruções de Uso do Produto - Pepino
O inseticida Rimon 100 EC é indicado para o controle da praga conhecida como "Broca-das-cucurbitáceas" (Diaphania nitidalis) nas plantações de pepino. A aplicação do produto deve ser feita preventivamente, iniciando-se a pulverização no florescimento pleno. É essencial que a aplicação atinja toda a parte aérea da planta, com especial atenção para flores e frutos, que são as partes mais vulneráveis ao ataque da praga.
A dosagem recomendada para o uso do Rimon 100 EC no cultivo de pepinos varia entre 30 a 50 mL por 100 L de água. A aplicação deve ser realizada no máximo quatro vezes por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias entre as aplicações. É importante que o agricultor monitore a infestação e utilize a dose menor em situações de baixa infestação ou em regiões onde a praga apresenta um histórico reduzido.
Para garantir a eficácia do controle, recomenda-se sempre fazer a aplicação quando forem constatadas as primeiras presenças da mariposa nas lavouras, evitando que os insetos cheguem a estágios mais avançados de desenvolvimento, o que poderia resultar em prejuízos mais significativos à produção.
Instruções de Uso do RIMON 100 EC para Repolho
O RIMON 100 EC é um inseticida fisiológico recomendado para o controle da traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) nas lavouras de repolho. Para garantir a eficácia do produto, siga rigorosamente as instruções de aplicação.
Dosagem e Aplicação
A dosagem recomendada para o controle da traça-das-crucíferas é de 40 a 50 mL do inseticida por 100 litros de água. A aplicação deve ser iniciada quando for constatada a presença da praga na lavoura. É essencial que o produto atinja toda a parte aérea das plantas, garantindo a cobertura das folhas.
Frequência de Aplicação
Realize no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, respeitando um intervalo de 07 dias entre cada aplicação. Isso ajuda a evitar a resistência da praga e a maximizar o efeito do inseticida.

Considerações Finais
Monitorar constantemente a lavoura e iniciar as aplicações assim que a infestação for identificada são medidas fundamentais para o sucesso do controle. Além disso, recomenda-se utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs) durante toda a manipulação e aplicação do produto para garantir a segurança do operador.
Instruções de Uso do Produto - Soja
O inseticida RIMON 100 EC é recomendado para o controle da praga conhecida como Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) na cultura da soja. Para uma aplicação eficaz, é importante seguir as diretrizes abaixo:
- Dosagem: A dose recomendada para a aplicação do produto varia entre 50 a 75 mL por hectare.
- Época de Aplicação: O produto deve ser aplicado quando for constatada a presença de lagartas na lavoura. Especial atenção deve ser dada a este monitoramento, uma vez que a detecção precoce é crucial para o controle da praga.
- Número de Aplicações: É permitida a realização de até 2 aplicações por ciclo da cultura.
- Intervalo de Aplicação: As aplicações devem ser feitas com um intervalo de 21 dias entre elas.
É importante ressaltar que, pelo modo de ação do RIMON 100 EC, que inibe a síntese de quitina, a eficácia do produto começa a se manifestar entre 3 a 5 dias após a pulverização. Dessa forma, recomenda-se iniciar as aplicações quando os insetos estão nas fases de 1º e 2º ínstares de desenvolvimento, evitando que cultivem estágios mais avançados, que podem causar prejuízos maiores à cultura.
Ao utilizar o produto, é essencial garantir a cobertura adequada da parte aérea das plantas, visando a proteção efetiva das folhas e vagens, que são os órgãos mais afetados pela infestação da lagarta.
Instruções de Uso do Produto - Tomate
O inseticida Rimon 100 EC é recomendado para o controle das pragas na cultura do tomate, especificamente para combater duas pragas principais: a "Broca-pequena-do-tomateiro" (Neoleucinodes elegantalis) e a "Traça-do-tomateiro" (Tuta absoluta).

Aplicação do Rimon 100 EC
Para a "Broca-pequena-do-tomateiro", deve-se aplicar uma dose de 60 a 80 mL do produto diluídos em 100 L de água. As pulverizações devem ser iniciadas quando os frutos ainda estão pequenos, com o foco no local da postura, ou seja, nas sépalas dos frutos. É recomendado realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, respeitando um intervalo de 7 dias entre cada aplicação.
No caso da "Traça-do-tomateiro", a aplicação deve ser feita utilizando 20 mL do Rimon 100 EC para cada 100 L de água. As pulverizações devem ser iniciadas quando a presença de adultos for constatada na lavoura, e da mesma forma, deve-se realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com um intervalo de 7 dias entre cada uma.
Considerações Finais
É crucial seguir as orientações relativas ao modo de aplicação e à diluição do produto para garantir a eficácia do controle das pragas e a proteção da cultura do tomate. As aplicações devem ser realizadas preferencialmente nas primeiras horas da manhã ou no final da tarde, evitando horários de calor excessivo e ventos fortes, o que pode comprometer a eficiência da pulverização.

Instruções de Uso do Produto - Trigo
O produto RIMON 100 EC é um inseticida fisiológico do grupo químico benzoiluréia, recomendado para o controle das pragas na cultura do trigo, incluindo a lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) e a lagarta-militar (Spodoptera frugiperda).
Dose e Época de Aplicação: A aplicação deve ser realizada quando forem constatadas a presença de lagartas na lavoura e/ou sintomas de ataque nas folhas. A dose recomendada é de 50 a 75 mL/ha para a lagarta-do-trigo e 75 a 100 mL/ha para a lagarta-militar. É importante aplicar a dose menor em condições de baixa infestação. Recomenda-se realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 15 dias entre cada aplicação.
Adotar essas práticas assegura a eficácia do produto no manejo das pragas que afetam o trigo, minimizando os prejuízos e promovendo uma colheita saudável.
Modo de Preparo da Calda
Para preparar a calda do produto RIMON 100 EC, siga as seguintes etapas:
Aguarde a quantidade correta de água: Comece colocando água limpa no tanque de pulverização até aproximadamente 2/3 de sua capacidade.
Adicionar o inseticida: Em seguida, adicione o RIMON 100 EC nas doses recomendadas conforme a cultura a ser tratada.
Completar o tanque: Complete o tanque com água, garantindo que a quantidade total de água esteja de acordo com o volume a ser aplicado.
Agitação contínua: Durante todo o processo de preparo e aplicação, mantenha a agitação da calda para assegurar que o produto se misture adequadamente e permaneça homogêneo.
Aplicação imediata: Após a preparação, a aplicação do produto deve ser realizada em seguida, mantendo o sistema de agitação em funcionamento durante a aplicação para garantir a efetividade do tratamento.
Esses cuidados são essenciais para uma aplicação eficiente do inseticida e para maximizar seu efeito no controle das pragas.

Modo de Aplicação - Aplicação Terrestre
A aplicação do inseticida RIMON 100 EC pode ser feita através de pulverização terrestre, ideal para diversas culturas, como Abobrinha, Algodão, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Feijão, Maçã, Melão, Milho, Pêssego, Pepino, Repolho, Soja, Tomate e Trigo. Para garantir a eficácia do tratamento, é essencial usar equipamentos adequados, que incluam pulverizadores costais, tratorizados ou autopropelidos.
Para maximizar a cobertura das plantas durante a aplicação, recomenda-se o uso de equipamentos com bicos de pulverização do tipo cônico ou leque. Isso facilitará a otimização da vazão do produto, essencial para uma distribuição uniforme.
As condições de pulverização devem ser cuidadosamente monitoradas para evitar a deriva do produto. O diâmetro das gotas deve ser mantido entre 150 a 300 micra, com uma densidade mínima de 40 gotas por centímetro quadrado (cm²). O volume de calda aplicado varia conforme a cultura, sendo sugeridos 800 L/ha para Abobrinha, Melão, Pêssego e Pepino, 200 L/ha para Algodão, e 300 L/ha para Batata, entre outras especificações conforme cada cultura.
Esse modo de aplicação assegura que o inseticida atinja eficientemente as partes aéreas das plantas, protegendo assim as flores e frutos. É primordial seguir as orientações de dosagem e as restrições de aplicação para garantir o manejo eficaz da praga e a proteção ao meio ambiente.

Modo de Aplicação - Aplicação Aérea
A aplicação aérea do inseticida RIMON 100 EC é uma técnica que pode ser utilizada especificamente para a cultura da cana-de-açúcar. Para realizar essa aplicação, é fundamental usar aeronaves agrícolas equipadas com barras de pulverização que contenham bicos hidráulicos apropriados, como os modelos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos, como o Micronair AU 5000.
Dentre os aspectos necessários para uma aplicação eficaz, destaca-se a densidade e o diâmetro das gotas, que devem variar de 150 a 300 μm (micra) VMD. A densidade de gotas deve ser de pelo menos 40 gotas por centímetro quadrado (cm²). É recomendável que a altura do voo da aeronave fique entre 2 a 4 metros acima da vegetação a ser controlada, considerando sempre as características da aeronave, condições do alvo e obstáculos presentes na área de aplicação.
Para otimizar a cobertura e eficiência do produto, o volume de calda a ser aplicado é um ponto importante: a quantidade de calda deve ser ajustada conforme a cultura e as condições específicas locais de aplicação, garantindo que todas as partes da planta sejam adequadamente tratadas. É essencial seguir todas essas orientações para evitar problemas como deriva e garantir a eficácia do controle de pragas nas culturas aplicadas.
Intervalo de Segurança - Abobrinha
O intervalo de segurança para a cultura da abobrinha ao utilizar o inseticida Rimon 100 EC é de 7 dias. Isso significa que após a aplicação do produto, é necessário aguardar um período mínimo de 7 dias antes de realizar a colheita da abobrinha, garantindo que os resíduos do inseticida estejam dentro dos limites seguros para consumo.
Esse intervalo visa assegurar a proteção do consumidor, além de garantir a eficácia do produto no controle das pragas associadas à cultura da abobrinha. É fundamental seguir rigorosamente essa recomendação para evitar riscos à saúde e garantir a qualidade dos produtos hortifrutigranjeiros.

Intervalo de Segurança - Algodão
O intervalo de segurança para a cultura do algodão ao utilizar o produto Rimon 100 EC é de 93 dias. Isso significa que, após a aplicação do inseticida, deve-se aguardar um período de 93 dias antes de realizar a colheita das plantações tratadas. Este intervalo é essencial para garantir que o produto seja suficientemente metabolizado e não deixe resíduos que possam comprometer a qualidade do algodão colhido e a saúde dos consumidores.
É importante que os agricultores respeitem esse período, pois a não observância das recomendações de intervalo de segurança pode resultar em contaminação dos produtos, afetando tanto a segurança alimentar quanto a conformidade com as legislações vigentes. Além disso, essa prática contribui para a prevenção de problemas relacionados à resistência de pragas, uma vez que o uso adequado dos produtos químicos é fundamental para o manejo sustentável das culturas.
Intervalo de Segurança - Batata
O intervalo de segurança para a cultura da batata quando se utiliza o inseticida Rimon 100 EC é de 7 dias. Isso significa que após a aplicação do produto, é recomendável aguardar um período mínimo de 7 dias antes de realizar a colheita dos tubérculos. Esse período é estipulado para garantir que os resíduos do inseticida tenham se degradado suficientemente e não apresentem riscos à saúde dos consumidores. É importante seguir essa orientação para garantir a segurança alimentar e a conformidade com as diretrizes regulamentares de uso de defensivos agrícolas.

Intervalo de Segurança - Café
O intervalo de segurança para a cultura do café ao utilizar o inseticida Rimon 100 EC é de 21 dias. Isso significa que após a aplicação do produto, o tempo mínimo que deve ser respeitado antes da colheita dos frutos é de três semanas. Durante esse período, é essencial que os agricultores não realizem a colheita, garantindo assim a segurança dos consumidores e a conformidade com as normativas agrícolas.
Esse intervalo é necessário para assegurar que os resíduos do produto no café se reduzam a níveis seguros, minimizando riscos à saúde humana e ao meio ambiente. Portanto, é essencial que os produtores observem rigorosamente essa recomendação, além de manterem práticas adequadas de manejo e aplicação do inseticida para garantir a eficácia do controle de pragas sem comprometer a qualidade do produto final.
Intervalo de Segurança - Cana-de-açúcar
O intervalo de segurança para a aplicação do inseticida Rimon 100 EC na cultura da cana-de-açúcar é de 7 dias. Isso significa que após a última aplicação do produto, é necessário aguardar um período de 7 dias antes de realizar a colheita da cana, garantindo assim a segurança dos consumidores em relação à presença de resíduos de agrotóxicos na planta.
Esse intervalo é essencial para assegurar que a substância tenha tempo suficiente para se degradar e não representar riscos à saúde humana quando a cana-de-açúcar for utilizada, seja para o consumo direto ou para a produção de açúcar e outros derivados.
Intervalo de Segurança - Citros
O intervalo de segurança para a cultura de citros ao utilizar o inseticida Rimon 100 EC é de 14 dias. Este é o período que deve ser observado entre a última aplicação do produto e a colheita dos frutos, garantindo que não haja resíduos químicos indesejados que possam representar riscos à saúde humana e ao meio ambiente. A observância desse intervalo é crucial para assegurar a segurança alimentar e a conformidade com as normas de uso agrícola. É importante que os agricultores ou trabalhadores agrícolas sigam rigorosamente essas recomendações para evitar potenciais impactos negativos.

Intervalo de Segurança - Feijão
O intervalo de segurança para a cultura do feijão, quando se utiliza o produto Rimon 100 EC, é de 21 dias. Este período é crucial para assegurar que o produto não cause danos ao consumidor e ao meio ambiente. Durante esse tempo, recomenda-se que não sejam realizadas colheitas, pois os resíduos do produto podem estar presentes nos grãos, comprometendo sua segurança para o consumo humano.
A observância rigorosa deste intervalo é fundamental para garantir que o produto seja utilizado de maneira responsável, promovendo a saúde pública e a proteção do meio ambiente.
Intervalo de Segurança - Maçã
O intervalo de segurança para a cultura da maçã ao utilizar o inseticida RIMON 100 EC é de 3 dias. Isso significa que, após a aplicação do produto, deve-se aguardar um período mínimo de 3 dias antes de realizar a colheita dos frutos. Este intervalo é crucial para garantir que os resíduos do produto estejam dentro dos limites de segurança estabelecidos, minimizando possíveis riscos à saúde dos consumidores.
Durante este tempo, é recomendado que os agricultores e operadores monitorem as plantas e permaneçam atentos a qualquer reinfestações de pragas, assegurando que a aplicação do inseticida não comprometa a qualidade e a segurança das maçãs a serem colhidas. É importante seguir as orientações do rótulo do produto e respeitar o intervalo de segurança para assegurar a segurança alimentar e a eficácia no controle de pragas.

Intervalo de Segurança - Melão
O intervalo de segurança para a cultura do melão quando se utiliza o inseticida Rimon 100 EC é de 3 dias. Este período refere-se ao tempo mínimo que deve passar entre a última aplicação do produto e a colheita dos frutos, garantindo que a quantidade de resíduo do agrotóxico esteja dentro dos limites seguros para o consumo humano.
É importante que os agricultores e trabalhadores que manuseiam o produto sigam rigorosamente este protocolo, a fim de evitar a presença de resíduos indesejados nos alimentos, protegendo assim a saúde pública e a qualidade do produto comercializado. Além disso, o respeito ao intervalo de segurança é uma medida crucial para a sustentabilidade da agricultura e para a preservação do meio ambiente.
Intervalo de Segurança - Milho
O intervalo de segurança para o uso do produto Rimon 100 EC na cultura do milho é de 83 dias. Este período é crucial para garantir que a aplicação do inseticida não apresente riscos à saúde humana e ao meio ambiente, pois é o tempo necessário para que os resíduos do produto se decomponham e não sejam mais detectáveis nas plantas ou nos grãos colhidos. É importante que os agricultores respeitem esse intervalo para evitar a ingestão de alimentos com resíduos químicos que poderiam potencialmente prejudicar a saúde dos consumidores. Além disso, o cumprimento do intervalo de segurança contribui para a preservação do meio ambiente, minimizando a contaminação de solo e água.

Intervalo de Segurança - Pêssego
O intervalo de segurança é um aspecto crucial na aplicação de agrotóxicos, pois se refere ao período que deve ser respeitado entre a última aplicação do produto e a colheita dos frutos, garantindo a segurança para o consumo. Para a cultura do pêssego, o intervalo de segurança estabelecido para o uso do inseticida Rimon 100 EC é de 7 dias.
Isso significa que os agricultores devem aguardar pelo menos uma semana após a aplicação do produto antes de realizar a colheita do pêssego. O cumprimento desse intervalo é fundamental para assegurar que os resíduos do agrotóxico estejam em níveis adequados e não representem um risco para a saúde dos consumidores. Por isso, é essencial planejar as aplicações dentro desse cronograma, a fim de maximizar a segurança alimentar.
Intervalo de Segurança - Pepino
O intervalo de segurança para a cultura do pepino quando se utiliza o inseticida Rimon 100 EC é de 3 dias. Isso significa que após a aplicação do produto, deve-se aguardar 3 dias antes da colheita dos frutos, garantindo assim que os resíduos do produto estejam dentro dos limites permitidos e que o consumo não apresente riscos à saúde. É essencial respeitar este intervalo para garantir a segurança dos consumidores e a eficácia do controle de pragas.
Intervalo de Segurança - Repolho
O intervalo de segurança para a cultura do repolho ao utilizar o inseticida Rimon 100 EC é de 3 dias. Esse período é essencial para garantir que o produto não afete a saúde dos consumidores que possam ingerir o repolho tratado. Durante esse tempo, recomenda-se que os produtores não realizem a colheita, permitindo que o inseticida se degrada e reduza seus resíduos a níveis seguros.
É importante lembrar que o respeito ao intervalo de segurança não apenas contribui para a segurança alimentar, mas também está em conformidade com as práticas recomendadas de manejo integrado de pragas, visando minimizar os impactos na saúde humana e no meio ambiente. Portanto, os agricultores devem sempre observar as orientações para o uso seguro e eficiente de defensivos agrícolas.

Intervalo de Segurança - Soja
O intervalo de segurança para a cultura da soja ao utilizar o inseticida Rimon 100 EC é de 53 dias. Esse período é essencial, pois determina o tempo mínimo necessário entre a última aplicação do produto e a colheita da soja, assegurando que os resíduos do inseticida estejam em níveis aceitáveis para garantir a segurança alimentar.
Durante esse intervalo, é importante monitorar a lavoura e seguir as orientações de manejo para garantir a eficácia e segurança do tratamento. É fundamental que os produtores estejam cientes desse prazo e respeitem rigorosamente o intervalo de segurança para evitar qualquer risco de contaminação dos produtos colhidos e, consequentemente, proteger a saúde dos consumidores.
Intervalo de Segurança - Tomate
O intervalo de segurança é um fator crucial na utilização de agrotóxicos, visando garantir a segurança do consumidor e evitar a presença de resíduos nocivos nos produtos agrícolas. Para a cultura do tomate, o intervalo de segurança recomendado para o inseticida Rimon 100 EC é de 7 dias.
Esse intervalo representa o tempo mínimo entre a última aplicação do produto e a colheita dos frutos, assegurando que o tomate esteja livre de resíduos químicos, portanto adequado para o consumo humano. Durante este período, é fundamental observar as condições de armazenagem e manejo, garantindo que a cultura esteja protegida até que o prazo de segurança se complete.
O respeito ao intervalo de segurança não apenas assegura a saúde do consumidor, mas também é um compromisso com as práticas de agricultura responsável e sustentável.

Intervalo de Segurança - Trigo
O intervalo de segurança do produto RIMON 100 EC para a cultura do trigo é estabelecido em 14 dias. Este período é o tempo necessário que deve ser respeitado entre a última aplicação do produto e a colheita do produto, garantindo que resíduos do inseticida não estejam presentes nas plantas no momento da colheita, protegendo assim a saúde dos consumidores e a qualidade do produto final.
É fundamental que os produtores estejam atentos a esse prazo, pois ele não apenas assegura a eficácia do tratamento contra pragas, mas também cumpre com as normas de segurança alimentar. Além disso, é importante observar as condições climáticas e de aplicação para maximizar a eficácia do produto dentro do intervalo de segurança recomendado.

Atenção e Precauções - Procedimentos em caso de Acidente
Em caso de acidente envolvendo o produto RIMON 100 EC, é fundamental seguir os seguintes procedimentos para garantir a segurança do ambiente e das pessoas afetadas:
Isolamento da área: Isole e sinalize a área contaminada imediatamente para evitar o acesso de pessoas não autorizadas.
Contato com autoridades: Notifique as autoridades locais competentes e a empresa responsável pelo produto, ADAMA BRASIL S.A., pelos canais disponíveis, como o telefone 0800-400-7070.
Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Utilize os EPIs recomendados, como macacão impermeável, luvas, botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros, para evitar a contaminação do usuário.
Ação em caso de derrame:
- Piso pavimentado: Absorva o produto com materiais, como serragem ou areia. Depois, recolha o material contaminado com uma pá e coloque-o em um recipiente lacrado e identificado. O produto derramado não deve mais ser utilizado.
- Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque-o em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado anteriormente.
- Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação de água para consumo humano e animal. Notifique o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, detalhando as proporções do acidente e as características do corpo hídrico afetado.
Medidas em caso de incêndio: Utilize extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, mantendo-se a favor do vento durante a operação, para evitar intoxicação.
Seguir essas diretrizes é essencial para minimizar os riscos à saúde e ao meio ambiente, garantindo uma abordagem segura e eficaz em caso de incidentes relacionados ao RIMON 100 EC.

Atenção e Precauções - Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
O uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é fundamental para garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que manuseiam produtos químicos, como o inseticida RIMON 100 EC. Os EPIs ajudam a proteger contra possíveis exposições ao produto, que podem ocorrer de diversas formas durante o preparo e a aplicação.
É essencial que o manuseio do produto seja realizado apenas por trabalhadores capacitados e que os EPIs recomendados sejam utilizados corretamente. Os equipamentos devem ser vestíveis na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos de proteção, touca árabe e luvas. Além disso, é importante verificar frequentemente as condições dos EPIs, evitando o uso de dispositivos danificados, úmidos ou vencidos.
Durante a aplicação do produto, deve-se evitar o contato direto da pele com a área tratada e garantir que pessoas não autorizadas, especialmente crianças e animais, não acessem a área em que o produto foi aplicado. A segurança deve ser uma prioridade em todas as etapas, desde o preparo da calda até a aplicação e a limpeza após o uso do produto.
Após a aplicação, recomenda-se manter a área tratada sinalizada e seguir os protocolos corretos para a remoção e descarte dos EPIs, assegurando que não haja contaminação residual que possa afetar a saúde de outras pessoas ou do meio ambiente. O cumprimento das práticas de segurança relacionadas ao uso de EPIs é crucial para minimizar os riscos e garantir um ambiente de trabalho seguro.

Condições Climáticas
As condições climáticas desempenham um papel crucial na aplicação do produto RIMON 100 EC, um inseticida fisiológico do grupo químico benzoiluréia. Para garantir uma aplicação eficaz e segura, é essencial observar as seguintes condições climáticas ideais:
Temperatura Ambiente: Deve ser mantida até 30ºC. Temperaturas superiores podem afetar a eficácia do inseticida e comprometer a saúde das plantas.
Umidade Relativa do Ar: A umidade deve estar acima de 50%. Níveis de umidade inadequados podem levar a uma aplicação ineficiente e potencialmente aumentar os riscos de deriva do produto ao meio ambiente.
Velocidade do Vento: Precisa ser controlada para estar entre 3 e 10 km/h. Ventos fortes podem causar a dispersão do inseticida para áreas não desejadas, reduzindo sua eficácia e aumentando os riscos para a fauna local e para a saúde humana.
Pelos parâmetros listados, recomenda-se que sejam seguidas as orientações técnicas e conselhos de um Engenheiro Agrônomo na aplicação do produto e que ajustes sejam feitos conforme as condições climáticas específicas da região, de modo a otimizar o controle das pragas e a segurança ambiental.

Manejo da Resistência
O manejo da resistência é crucial para garantir a eficácia de inseticidas, especialmente aqueles pertencentes ao mesmo grupo químico. O inseticida RIMON 100 EC, por exemplo, pertence ao grupo 15 (Inibidores de biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera), e seu uso repetido pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes de pragas.
Para prevenir, reverter ou retardar a evolução da resistência, são recomendadas as seguintes práticas:
Rotação de produtos: É aconselhável alternar produtos com mecanismos de ação diferentes e efetivos contra as pragas-alvo. Isso ajuda a evitar a seleção de cepas resistentes.
Intervalos de aplicação: O RIMON 100 EC deve ser utilizado com um intervalo de aplicações de cerca de 30 dias. Aplicações sucessivas no mesmo período não devem exceder a duração de uma geração da praga-alvo.
Monitoramento do uso: Respeitar o número máximo de aplicações permitidas e garantir que o total de exposição a inseticidas do grupo químico das benzoiluréias não exceda 50% do ciclo da cultura.
Fases vulneráveis: O tempo das aplicações deve ser direcionado às fases mais suscetíveis das pragas, maximizando a eficácia do controle.
Manejo Integrado de Pragas (MIP): A adoção de práticas complementares como rotação de culturas, controle biológico e outras táticas de manejo é fundamental para um controle eficaz.
Consultoria técnica: Sempre que possível, é recomendável consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionar as estratégias de manejo de resistência adequadas e para a aplicação de inseticidas.
Essas diretrizes são essenciais para assegurar que produtos como o RIMON 100 EC continuem a ser ferramentas eficazes na luta contra pragas agrícolas, garantindo a produtividade e a sustentabilidade das culturas.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana
O produto RIMON 100 EC é um inseticida cuja manipulação deve ser realizada exclusivamente por trabalhadores capacitados. Durante a sua aplicação, é fundamental seguir rigores no manuseio visando prevenir acidentes e contatos indesejados. Algumas precauções gerais incluem:
Proteção Pessoal: É crucial usar Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados, que devem ser utilizados na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. Estes EPIs devem ser mantidos em boas condições, sem danos, e devem ser manuseados conforme as orientações do fabricante.
Condições de Uso: O produto não deve ser aplicado bem próximo a áreas de permanência de pessoas, como escolas e residências, e deve ser manuseado com cuidado, evitando o consumo de alimentos ou bebidas durante sua utilização.
Em Caso de Acidente: Se ocorrer qualquer contato acidental com o produto, devem-se seguir procedimentos de primeiros socorros, como lavagem da área afetada com água em abundância e, em casos de inalação, levar a pessoa afetada para um local ventilado.
Contaminação Potencial: O contato com a pele ou a inalação de vapores pode provocar irritação. Por isso, é essencial que as pessoas que manipulam o produto mantenham distanciamento de crianças e animais, além de não permitir a entrada de não autorizados nas áreas tratadas.
Condições Dinâmicas: Adicionalmente, deve-se monitorar as condições do ambiente durante a aplicação, evitando dias quentes e ventos fortes, pois essas condições podem aumentar riscos de contaminação por deriva do produto.
Procedimentos de Descarte: Após o uso, o produto e suas embalagens devem ser descartados de acordo com as diretrizes estabelecidas pelos órgãos competentes, evitando a contaminação do solo e da água.
A compreensão e adesão a essas práticas garantem a segurança tanto da saúde humana quanto a proteção ambiental durante a utilização do RIMON 100 EC.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente
O inseticida RIMON 100 EC é classificado como um produto muito perigoso ao meio ambiente, inserido na classe II. Este produto é altamente persistente e tóxico para microcrustáceos, além de ser altamente bioconcentrável em peixes. Essas características ressaltam a importância de seguir rigorosamente as orientações de uso e precautions para evitar a contaminação dos ecossistemas.
Para preservar a natureza e evitar contaminações, é essencial adotar as seguintes práticas: não utilizar equipamentos com vazamento, não aplicar o produto em momentos de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, e aplicar somente nas doses recomendadas. Também é fundamental evitar a lavagem de embalagens ou equipamentos em lagos, rios e outros corpos d'água.
A destinação inadequada de embalagens e restos do produto pode causar graves impactos ao solo, à água e ao ar, comprometendo a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Portanto, todo produto em desuso ou que se torne impróprio para utilização deve ser consultado com o registrante para receber a destinação adequada. As embalagens vazias não podem ser reutilizadas nem recicladas, devendo ser devolvidas ao estabelecimento onde foram adquiridas.
Seguindo estas recomendações, é possível mitigar os riscos à saúde ambiental associados ao uso de produtos químicos agrícolas.

Instruções de Armazenamento do Produto
Para garantir a conservação e a segurança do Rimon 100 EC, é crucial seguir as diretrizes estabelecidas para seu armazenamento. Aqui estão as recomendações a serem observadas:
Embalagem Original: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada, para evitar contaminações e vazamentos.
Local de Armazenamento: O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais que podem ser ingeridos. A construção do local deve ser preferencialmente de alvenaria ou de material não combustível.
Ventilação e Proteção: O espaço deve ser ventilado, coberto e possuir piso impermeável. Além disso, deve-se colocar uma placa de advertência informando sobre a presença de venenos.
Acesso Restrito: Assegure que o local esteja trancado para evitar o acesso de pessoas não autorizadas, especialmente crianças.
Recurso para Emergências: É importante ter embalagens adequadas disponíveis para cobrir embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados, prevenindo acidentes.
Essas instruções são essenciais não apenas para a eficácia do produto, mas também para a sua segurança e a proteção do meio ambiente.
Descrição dos Processos de Tríplice Lavagem da Embalagem
A lavagem adequada das embalagens de agrotóxicos é fundamental para garantir a segurança ambiental e a redução da contaminação. O processo conhecido como tríplice lavagem é um método eficaz e recomendado para a destinação correta dessas embalagens após o uso.

Procedimentos para a Tríplice Lavagem
Esvaziamento: Deixe a embalagem na posição vertical por 30 segundos após esvaziar completamente o seu conteúdo no tanque do pulverizador.
Adição de Água: Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
Agitação: Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos.
Despejo da Lavagem: Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador.
Repetição: Repita os passos 2 a 4 por mais duas vezes, completando assim o processo de tríplice lavagem.
Inutilização da Embalagem: Após a conclusão da tríplice lavagem, a embalagem deve ser inutilizada, perfurando o fundo para evitar sua reutilização.
Esses passos são essenciais para garantir que resíduos do produto não contaminem o ambiente, prevenindo a poluição do solo e das águas. Além disso, a execução correta da tríplice lavagem segue as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), garantindo a segurança na manipulação desses insumos.

Transportes e Destinação das Embalagens Vazias
As embalagens vazias de agrotóxicos, incluindo o Rimon 100 EC, devem ser manuseadas com cuidado e seguidas as recomendações específicas para garantir a segurança do meio ambiente e a saúde pública. O transporte dessas embalagens deve observar rígidas normas específicas que previnem contaminações. É proibido o transporte das embalagens vazias junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas, para evitar contaminação cruzada.
Após o uso, é obrigatória a devolução das embalagens vazias ao estabelecimento onde o produto foi adquirido ou em local indicado na nota fiscal, no prazo de até um ano. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado, a devolução ainda poderá ser realizada em até 6 meses após o vencimento da validade, desde que esteja dentro do prazo estipulado.
O usuário deve armazenar cuidadosamente as embalagens vazias antes da devolução, guardando-as em local coberto, ventilado e ao abrigo da chuva, com piso impermeável. As embalagens devem ser armazenadas com a tampa e separadas das embalagens não lavadas, e devem ser colocadas em caixas coletivas, quando disponíveis.
A destinação final das embalagens somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É estritamente proibido ao usuário reutilizar e reciclar as embalagens vazias, bem como fracionar e reembalar o produto.
A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos pode provocar a contaminação do solo, da água e do ar, comprometendo a saúde das pessoas e a integridade da fauna e flora. Portanto, é vital seguir estas diretrizes para proteger nosso meio ambiente e garantir a segurança durante e após o uso dos produtos químicos.

Restrições Estabelecidas por Órgão Competente
As restrições de uso do produto Rimon 100 EC variam de acordo com a localidade e têm como objetivo garantir a segurança do meio ambiente e da saúde pública. No Estado do Paraná, há uma restrição temporária de uso do produto para o controle de pragas específicas, sendo elas a Anticarsia gemmatalis (Lagarta-da-soja) em feijão e Bonagota cranaodes (Lagarta-enroladeira-da-folha) em maçã.
Além disso, no estado do Ceará, a legislação local proíbe a pulverização aérea de agrotóxicos, conforme estabelecido na Lei nº 16.820, datada de 08 de janeiro de 2019. Essas regulamentações são impostas para evitar a exposição indevida de pessoas e animais ao produto, além de prevenir a contaminação ambiental. É fundamental que os produtores e aplicadores estejam atentos às legislações estaduais e municipais relacionadas ao uso de agrotóxicos, garantindo a aplicação segura e responsável dos mesmos.
| Marca comercial | Rimon 100 Ec |
| Titular do registro | Adama Brasil S.A.- Londrina/Pr |
| Número do registro | 3900 |
| CNPJ | 02.290.510/0001-76 |
| Classificação ambiental | II - Produto Muito Perigoso Ao Meio Ambiente |
| Classificação toxicológica | 5 - Categoria 5 – Produto Improvável De Causar Dano Agudo |
| Modo de ação | De Contato E Ingestão |
| Técnica de aplicação | Terrestre |
| Compatibilidade | |
| Inflamável | Não |
| Corrosivo | Não |
| Formulação | Ec - Concentrado Emulsionável |
| Observação |





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