
Conheça o Galigan 240 EC, um herbicida seletivo formulado para o controle eficaz de plantas infestantes em diversas culturas agrícolas como algodão, arroz irrigado, café, cana-de-açúcar, entre outras. Com ação não sistêmica e formulação concentrada emulsificável, o Galigan 240 EC oferece uma solução eficiente e segura para o manejo de ervas daninhas, contribuindo para o aumento da produtividade e a preservação do meio ambiente quando utilizado conforme as recomendações técnicas e de segurança.
1. Identificação do Produto
O produto denominado comercialmente como Galigan 240 EC é um herbicida registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 8598. Trata-se de um herbicida seletivo, de ação não sistêmica, indicado para o controle de plantas infestantes em diversas culturas agrícolas.
A formulação do produto é um Concentrado Emulsionável (EC), contendo o ingrediente ativo Oxifluorfem na concentração de 240 g/L (24% m/v), classificado no grupo químico dos éteres difenílicos. É importante destacar que o produto é inflamável, porém não corrosivo.
A aplicação do Galigan 240 EC pode ser realizada tanto por via terrestre quanto aérea, preferencialmente utilizando técnicas que minimizam a deriva, como jato dirigido e uso de gotas de tamanho médio a grande.
O titular do registro do produto é a empresa Adama Brasil S.A., localizada em Londrina, Paraná, com CNPJ 02.290.510/0001-76. O produto técnico é fabricado por ADAMA AGAN LTD., em Israel, enquanto o formulador é a própria Adama Brasil S.A.
Quanto à classificação toxicológica, o Galigan 240 EC pertence à categoria 4, ou seja, é considerado produto pouco tóxico, e está classificado como Classe II em termos de periculosidade ambiental, indicando que é um produto muito perigoso ao meio ambiente.

Composição do Produto
O produto GALIGAN 240 EC é formulado principalmente com o ingrediente ativo Oxifluorfem, que está presente na concentração de 240 g/L, correspondendo a 24,00% m/v. O Oxifluorfem é um composto químico classificado como Éter Difenílico, tendo a fórmula bruta C15H11ClF3NO4, e é conhecido pelo nome químico 2-Chloro-1-(3-Ethoxy-4-Nitrophenoxy)-4-(Trifluoromethyl)Benzene.
Além do ingrediente ativo, a formulação contém solvente aromático pesado de nafta na quantidade de 614,80 g/L (61,48% m/v), que atua como veículo para a dissolução e aplicação do herbicida. Outros ingredientes estão presentes no total de 145,20 g/L (14,52% m/v), formando a composição completa do concentrado emulsionável (EC).
Essa formulação permite que o produto seja aplicado adequadamente nas culturas indicadas, mantendo sua eficácia seletiva para o controle de plantas infestantes.
Classe e Grupo Químico
O produto Galigan 240 EC é classificado como um herbicida, pertencente ao grupo químico denominado Éter Difenílico. Esta categorização aponta para a natureza e modo de ação química do ingrediente ativo presente na formulação do produto.
Tipo de Formulação
O produto GALIGAN 240 EC apresenta-se na forma de Concentrado Emulsionável (EC). Esse tipo de formulação consiste em um concentrado que, quando misturado com água, forma uma emulsão adequada para a pulverização. A formulação em Concentrado Emulsionável permite uma boa dispersão do ingrediente ativo oxifluorfem, garantindo eficácia no controle das plantas infestantes nas culturas indicadas.

Titular do Registro e Fabricantes
O produto GALIGAN 240 EC é registrado e titularizado pela empresa Adama Brasil S.A., com sede na cidade de Londrina, Paraná. O endereço completo do titular é Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR. O contato telefônico é (43) 3371-9000 e o fax é (43) 3371-9017. O CNPJ da empresa é 02.290.510/0001-76, com inscrição estadual 601.07287-44 e registro estadual nº 003263 junto à ADAPAR/PR. Adicionalmente, a empresa é a importadora do produto formulado.
Quanto à fabricação do produto técnico, este é realizado por duas empresas técnicas distintas. O GALIGAN AGRICUR TÉCNICO está registrado no MAPA sob o número 07198 e é fabricado pela Adama Agan Ltd., situada na Haashlag Street 3, P.O. Box 262, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel. Outro componente técnico, o GOAL TÉCNICO II, registrado no MAPA sob o número 06611, é fabricado pela Shangyu Nutrichem Co., Ltd, localizada no Nº 9 Weijiu Rd. Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area, Zhejiang, China.
O formulador do produto é a própria Adama Brasil S.A., com os mesmos dados de endereço e contato. Adicionalmente, a Adama Agan Ltd., de Israel, também é mencionada como formuladora. O lote ou partida do produto está indicado na embalagem, com datas de fabricação e vencimento a serem consultadas diretamente no rótulo do produto.

Informações da Embalagem
As informações referentes à embalagem do produto GALIGAN 240 EC destacam que o número do lote ou da partida, assim como as datas de fabricação e vencimento, devem ser consultados diretamente na embalagem do produto. Além disso, é informado que o conteúdo especificado deve ser verificado no rótulo da embalagem para garantir correta identificação e manipulação.
O produto possui embalagens que podem ser rígidas e laváveis, podendo sofrer o procedimento de tríplice lavagem para reutilização, ou embalagens não laváveis, para as quais a lavagem é proibida. Após o esvaziamento, é obrigatório realizar a tríplice lavagem das embalagens laváveis, seguindo procedimentos precisos para garantir a descontaminação correta antes do armazenamento ou devolução.
O armazenamento das embalagens vazias deve ser feito em local coberto, ventilado e com piso impermeável, mantendo as embalagens sempre com a tampa colocada ou em caixas coletivas para evitar contaminação ambiental ou acidentes. A devolução das embalagens vazias é obrigatória e deve ocorrer no estabelecimento onde o produto foi adquirido ou no local indicado na nota fiscal, respeitando prazos que variam até um ano após a compra.
Adicionalmente, o transporte das embalagens vazias deve ser realizado de forma isolada, nunca junto com alimentos, medicamentos, rações, animais ou pessoas, a fim de garantir a segurança e evitar contaminações cruzadas. A destinação final das embalagens, uma vez devolvidas pelos usuários, é de responsabilidade exclusiva da empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes, sendo vedada ao usuário a reutilização, reciclagem, fracionamento ou reembalagem das mesmas.
A correta manipulação, armazenamento e devolução das embalagens do GALIGAN 240 EC são fundamentais para minimizar impactos ambientais e garantir a segurança na cadeia de uso do produto.

Indicações de Uso - Algodão
O herbicida GALIGAN 240 EC é indicado para o controle de plantas infestantes na cultura do algodão. Sua ação é seletiva e não sistêmica, podendo ser utilizado tanto em pré-emergência quanto em pós-emergência das plantas daninhas, desde que estas não estejam mais desenvolvidas que 3 a 4 cm de altura. Caso estejam maiores, recomenda-se realizar uma capina mecânica antes da aplicação do produto.
As plantas infestantes que podem ser controladas pelo GALIGAN 240 EC incluem várias espécies, entre elas: beldroega (Portulaca oleracea), caruru-roxo (Amaranthus hybridus), carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum), carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe), corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia), guanxuma (Sida rhombifolia), nabiça (Raphanus raphanistrum), picão-preto (Bidens pilosa), picão-branco (Galinsoga parviflora), picão-grande (Blainvillea latifolia), poaia-branca (Richardia brasiliensis), trapoeraba (Commelina benghalensis), arroz-vermelho (Oryza sativa), capim-arroz (Echinochloa crusgalli), capim-braquiária (Brachiaria decumbens), capim-carrapicho (Cenchrus echinatus), capim-colchão (Digitaria horizontalis), capim-colonião (Panicum maximum), capim-gordura (Melinis minutiflora), capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), capim-pé-de-galinha (Eleusine indica), junquinho (Cyperus ferax e Cyperus difformis).
A dose recomendada para essa cultura é de 2,0 a 3,0 litros por hectare, aplicados com volume de calda terrestre entre 100 e 500 litros por hectare. É permitida a realização de, no máximo, uma aplicação por ciclo da cultura do algodão.
Quanto à época de aplicação, recomenda-se que o GALIGAN 240 EC seja aplicado na forma de jato dirigido, evitando o contato com as plantas de algodão, que devem estar com altura mínima de 50 cm para a aplicação. Se a planta estiver menor, o uso de capas protetoras é indicado. A maior dose na faixa recomendada deve ser utilizada para o controle de plantas daninhas mais tolerantes, como carrapicho-de-carneiro, carrapicho-rasteiro, corda-de-viola, picão-preto, capim-carrapicho e capim-marmelada.
Dessa forma, o GALIGAN 240 EC oferece uma solução eficiente para o controle de diversas plantas infestantes na cultura do algodão, possibilitando manejo adequado das ervas daninhas para o desenvolvimento saudável da cultura.

Indicações de Uso - Arroz Irrigado
O herbicida selectivo Galigan 240 EC é indicado para o controle de plantas infestantes na cultura do arroz irrigado. A aplicação deste produto deve respeitar as doses recomendadas, que variam de 1,0 a 4,0 litros por hectare. A calda para pulverização deve ser preparada para aplicação terrestre com volume entre 100 a 500 litros por hectare, ou para aplicação aérea com volume máximo de 40 litros por hectare.
Em relação à época de aplicação, o uso de Galigan 240 EC no arroz irrigado pode ocorrer em diferentes estágios: pré-plantio, pré-emergência e benzedura. Recomenda-se aplicar este herbicida em pré-emergência das plantas infestantes até o início da germinação do arroz (estádio agulha). Na fase de benzedura, a aplicação deve ser realizada sobre a lâmina d'água na dose de 1,0 litro por hectare, atuando no controle das plantas infestantes em pós-emergência, além de ser uma medida eficaz no pré-plantio da cultura.
A aplicação é recomendada uma única vez por ciclo da cultura para garantir a eficácia e evitar impactos negativos. As plantas daninhas que podem ser controladas pelo produto no arroz irrigado incluem vários tipos de capins, picões, portulacas, beterrabas, entre outras infestantes comuns.
Para maximizar os resultados, a aplicação deve ser feita sob condições climáticas adequadas e utilizando equipamentos calibrados, conforme orientações técnicas. O solo deve estar úmido e limpo de restos de cultura para promover uma boa adesão do herbicida.
O respeito aos intervalos de segurança e às boas práticas agrícolas é fundamental para garantir a proteção ao meio ambiente e a segurança do agricultor e dos consumidores.

Indicações de Uso - Café
O herbicida GALIGAN 240 EC é indicado para o controle de plantas infestantes nas culturas de café. Para essa cultura, as principais plantas-alvo são capim-colchão, capim-pé-de-galinha, guanxuma e picão-branco. A dose recomendada é de 3,0 L/ha, aplicados em volume de calda entre 100 e 500 L/ha na aplicação terrestre.
A aplicação deve ser realizada no máximo uma vez por ciclo da cultura. Recomenda-se pulverizar o produto com jato dirigido, evitando que as plantas de café sejam atingidas. O tratamento deve ser feito em pré-emergência das plantas infestantes, ou seja, antes que as plantas daninhas emerjam, garantindo maior eficácia no controle.
Desta forma, o uso de GALIGAN 240 EC ajuda a controlar as plantas invasoras que prejudicam o cultivo do café, promovendo ambientes favoráveis ao desenvolvimento saudável da cultura.
Indicações de Uso - Cana-de-açúcar
GALIGAN 240 EC é indicado para o controle de plantas infestantes na cultura da cana-de-açúcar. O produto deve ser aplicado nas doses de 2,0 a 5,0 L/ha, com volume de calda de 100 a 500 L/ha para aplicação terrestre e máximo de 40 L/ha para aplicação aérea. Recomenda-se realizar no máximo uma aplicação por ciclo da cultura.
Quanto à época de aplicação, indica-se a aplicação em pré-emergência das plantas daninhas, após o plantio e antes da emergência das plantas infestantes. Para a cana-soqueira, a aplicação deve ser efetuada em pré-emergência até o estágio de 2 a 3 folhas da cultura.
A dose mais alta do produto é recomendada para o controle de plantas daninhas mais tolerantes, tais como carrapicho-de-carneiro, carrapicho-rasteiro, corda-de-viola, picão-preto, capim-carrapicho e capim-marmelada.

Indicações de Uso - Cebola
O herbicida GALIGAN 240 EC é indicado para o controle de plantas infestantes na cultura da cebola, especificamente em sistemas de cultivo de cebolas transplantadas. Recomenda-se a aplicação do produto em área total até sete dias após o transplante das mudas, bem como na pré-emergência das plantas infestantes, proporcionando controle eficiente nesse estágio inicial. A dosagem recomendada para a cultura da cebola é de 0,5 L/ha, utilizando-se volume de calda entre 100 e 500 L/ha para aplicação terrestre, e no máximo 40 L/ha para aplicação aérea. Ressalta-se que deve ser realizada somente uma aplicação por ciclo da cultura.
Importante destacar que a aplicação do GALIGAN 240 EC não é recomendada para o controle de plantas infestantes em áreas de cebola cultivada pelo sistema de semeadura direta, devido à possibilidade de fitotoxicidade na cultura. Assim, para essa cultura, o uso do produto deve ser restrito ao cultivo via transplante, garantindo segurança e eficácia no manejo das plantas daninhas.
Indicações de Uso - Citros
O herbicida GALIGAN 240 EC é recomendado para o controle de plantas infestantes na cultura de citros. Entre as plantas indicadas para controle nesta cultura estão o capim-colchão, capim-pé-de-galinha, nabiça, trapoeraba, Digitaria horizontalis, Eleusine indica, Raphanus raphanistrum e Commelina benghalensis.
A dose indicada para aplicação no citros varia de 3,0 a 5,0 litros por hectare. O volume de calda para aplicação terrestre deve ser entre 100 e 500 litros por hectare, recomendado para garantir a efetividade do controle. É importante que seja realizada no máximo uma aplicação por ciclo da cultura.
Quanto à época de aplicação, o GALIGAN 240 EC deve ser pulverizado com jato dirigido, evitando atingir as plantas de citros. A aplicação deve ocorrer em pré-emergência das plantas infestantes que se deseja controlar para otimizar a eficácia do tratamento.
A aplicação do produto deve ser feita com técnicas que evitem a deriva e contato direto com as plantas da cultura, seguindo as recomendações técnicas para preservar a saúde da cultura de citros.

Indicações de Uso - Eucalipto
O herbicida GALIGAN 240 EC é indicado para uso no cultivo de eucalipto, com o objetivo de controlar plantas infestantes que possam competir com a cultura. Para esta cultura, o produto deve ser aplicado na dose de 4,0 L/ha, utilizando aplicação terrestre com volume de calda entre 100 a 500 L/ha, ou aplicação aérea respeitando o volume máximo de 40 L/ha.
Os alvos biológicos nas plantações de eucalipto incluem principalmente as plantas infestantes caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus), capim-carrapicho (Cenchrus echinatus), capim-colchão (Digitaria horizontalis), capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) e leiteiro (Euphorbia heterophylla).
A aplicação deve ser realizada em área total, preferencialmente em pós-plantio da cultura e em pré-emergência das plantas infestantes, permitindo assim o controle eficiente das plantas indesejadas sem comprometer o desenvolvimento da cultura de eucalipto. É importante realizar apenas uma aplicação por ciclo ou safra.
Recomenda-se utilizar equipamentos adequados que proporcionem gotas médias a grandes, com diâmetro superior a 300 micra, e densidade mínima de 20 gotas por centímetro quadrado para garantir a eficácia do controle.
O uso do GALIGAN 240 EC no eucalipto deve sempre observar as condições climáticas e técnicas corretas de aplicação, garantindo a segurança ambiental e a proteção da cultura.

Indicações de Uso - Pinus
O herbicida GALIGAN 240 EC é recomendado para o controle de plantas infestantes na cultura do Pinus. A aplicação deve visar o controle eficaz de plantas como caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus), capim-carrapicho (Cenchrus echinatus), capim-colchão (Digitaria horizontalis), capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) e leiteiro (Euphorbia heterophylla).
Para esta cultura, a dose recomendada é de 4,0 litros por hectare quando aplicados os alvos caruru-rasteiro, capim-carrapicho, capim-colchão, capim-pé-de-galinha e leiteiro, com volume de calda terrestre entre 100 a 500 litros por hectare e aplicação aérea com volume máximo de 40 litros por hectare. Quando o alvo do controle for as espécies capim-carrapicho, capim-colchão, capim-pé-de-galinha e leiteiro, a dose recomendada é de 3,0 litros por hectare.
A aplicação deve ser realizada no máximo uma vez por ciclo ou safra da cultura, em área total, preferencialmente em pós-plantio do pinus e em pré-emergência das plantas infestantes, garantindo assim o controle efetivo das plantas daninhas.
É importante que a aplicação respeite as técnicas recomendadas para garantir eficácia e segurança, como a aplicação terrestre com pulverizadores adequados e uso recomendado de gotas médias a grandes, além do uso de equipamentos de proteção individual.
Indicações de Uso - Repolho
O herbicida GALIGAN 240 EC é indicado para o controle de plantas infestantes na cultura do repolho, especificamente em áreas de cultivo de repolhos transplantados. A aplicação deve ser realizada em área total, até 3 (três) dias antes do transplante das mudas em solo descoberto, assim como na pré-emergência das plantas infestantes.
A dose recomendada para repolho é de 0,75 a 1,0 L/ha, utilizando-se volume de calda de 100 a 500 L/ha em aplicação terrestre, e um máximo de 40 L/ha em aplicação aérea. Está previsto a realização de no máximo 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura.
É importante ressaltar que o GALIGAN 240 EC deve ser aplicado com cuidados para evitar danos à cultura e garantir a eficácia no controle das plantas não desejadas.

Alvo Biológico e Pragas Controladas (por cultura)
O herbicida GALIGAN 240 EC é destinado ao controle de diversas plantas infestantes em várias culturas agrícolas, atuando de forma seletiva e de ação não sistêmica. A seguir, detalham-se as plantas daninhas controladas conforme as culturas indicadas:
Algodão: Controla plantas como beldroega (Portulaca oleracea), caruru-roxo (Amaranthus hybridus), carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum), carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe), corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia), guanxuma (Sida rhombifolia), nabiça (Raphanus raphanistrum), picão-preto (Bidens pilosa), picão-branco (Galinsoga parviflora), picão-grande (Blainvillea latifolia), poaia-branca (Richardia brasiliensis), trapoeraba (Commelina benghalensis), arroz-vermelho (Oryza sativa), além de diversas espécies de capim e junquinho, como capim-arroz (Echinochloa crusgalli), capim-braquiária (Brachiaria decumbens), capim-carrapicho (Cenchrus echinatus), capim-colchão (Digitaria horizontalis), entre outras.
Arroz Irrigado: Tem controle eficaz sobre as mesmas plantas infestantes do algodão, incluindo beldroega, caruru-roxo, carrapicho-de-carneiro, corda-de-viola, guanxuma, mostarda, nabiça, picão-preto, picão-branco, picão-grande, poaia-branca, trapoeraba, arroz-vermelho, avaliações de vários capins e junquinhos.
Café: Controle recomendado para capim-colchão, capim-pé-de-galinha, guanxuma e picão-branco.
Cana-de-açúcar: Atua sobre diversas plantas infestantes, incluindo as encontradas em algodão e arroz, como beldroega, caruru-roxo, carrapicho-de-carneiro, corda-de-viola, guanxuma, mostarda, nabiça, picão-preto, picão-branco, picão-grande, poaia-branca, trapoeraba, arroz-vermelho e várias espécies de capim e junquinho.
Cebola: Indicado para beldroega, capim-carrapicho, capim-pé-de-galinha, picão-branco, poaia-chinus echinatus, eleusine indica e galinsoga parviflora.
Citros: Controla capim-colchão, capim-pé-de-galinha, nabiça, trapoeraba, digitaria horizontalis, eleusine indica, raphanus raphanistrum e commelina benghalensis.
Eucalipto: Atua sobre caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus), capim-carrapicho, capim-colchão, capim-pé-de-galinha, leiteiro (Euphorbia heterophylla), cenchrus echinatus, digitaria horizontalis e eleusine indica.
Pinus: Semelhante ao eucalipto, controla caruru-rasteiro, capim-carrapicho, capim-colchão, capim-pé-de-galinha, leiteiro, cenchrus echinatus, digitaria horizontalis e eleusine indica.
Repolho: Indicada para caruru-roxo, beldroega, amaranthus hybridus e portulaca oleracea.
Esses alvos biológicos apresentam uma variedade de espécies de plantas infestantes comuns que comprometem a produtividade das culturas mencionadas. O GALIGAN 240 EC deve ser aplicado conforme as recomendações específicas para cada cultura, focando em controlar estas pragas e proporcionando maior eficiência nas práticas agrícolas.

Dose e Volume de Calda (por cultura)
Para o herbicida GALIGAN 240 EC, a dose e o volume de calda variam conforme a cultura agrícola, respeitando as recomendações para garantir eficácia e segurança.
Algodão: A dose recomendada é de 2,0 a 3,0 litros por hectare (L/ha). O volume de calda na aplicação terrestre deve ficar entre 100 e 500 litros por hectare (L/ha). É permitida apenas uma aplicação por ciclo da cultura.
Arroz Irrigado: A dose varia de 1,0 a 4,0 L/ha. Na aplicação terrestre, o volume de calda recomendado é de 100 a 500 L/ha, enquanto na aplicação aérea, o volume máximo permitido é de 40 L/ha. Também está limitada a uma aplicação por ciclo.
Café: Aplica-se 3,0 L/ha, com um volume de calda terrestre de 100 a 500 L/ha. A aplicação é limitada a uma vez por ciclo da cultura.
Cana-de-açúcar: A dose recomendada é entre 2,0 e 5,0 L/ha, com volume de calda terrestre de 100 a 500 L/ha e aplicação aérea máxima de 40 L/ha. Realiza-se no máximo uma aplicação por ciclo.
Cebola: A dose recomendada é 0,5 L/ha. O volume de calda é de 100 a 500 L/ha para aplicação terrestre e máximo de 40 L/ha no modo aéreo. Também limitada a uma aplicação por ciclo da cultura. Ressalta-se que o uso é indicado somente para sistema de cultivo com transplante.
Citros: A dose varia entre 3,0 a 5,0 L/ha, com volume de calda terrestre entre 100 e 500 L/ha. A aplicação é limitada a uma por ciclo da cultura.
Eucalipto: Aplica-se 3,0 a 4,0 L/ha, com volume de calda no modo terrestre de 100 a 500 L/ha e máximo de 40 L/ha para aplicação aérea. A aplicação máxima é uma por ciclo ou safra.
Pinus: A dose é de 3,0 a 4,0 L/ha, com volume de calda terrestre entre 100 e 500 L/ha e aplicação aérea máxima de 40 L/ha. Recomenda-se uma aplicação por ciclo ou safra.
Repolho: Aplica-se 0,75 a 1,0 L/ha com volume de calda terrestre de 100 a 500 L/ha e aéreo de no máximo 40 L/ha. Realiza-se somente uma aplicação por ciclo da cultura, sendo indicado para cultivo em transplante.
Essas doses e volumes têm por objetivo garantir um controle seletivo e eficaz das plantas infestantes, respeitando a cultura e os parâmetros agronômicos recomendados.

Número, Intervalo e Época de Aplicação (por cultura)
O herbicida GALIGAN 240 EC deve ser aplicado conforme número, intervalo e época específicos para cada cultura, garantindo sua eficácia e segurança agronômica.
Algodão: Recomenda-se realizar no máximo uma aplicação por ciclo da cultura. A aplicação deve ser feita na forma de jato dirigido, preferencialmente na pré-emergência das plantas infestantes ou quando estas possuírem até 3-4 cm de altura. Caso as plantas daninhas estejam mais desenvolvidas, recomenda-se capina mecânica antes da pulverização. A aplicação deve ocorrer quando o algodoeiro tiver, no mínimo, 50 cm de altura, evitando o contato do produto com as folhas do algodoeiro. Se o algodoeiro estiver menor, são indicadas capas protetoras. Para plantas daninhas mais tolerantes, utiliza-se a dose maior.
Arroz Irrigado: Deve-se realizar no máximo uma aplicação por ciclo da cultura. A aplicação pode ser pré-plantio, pré-emergência ou benzedeira (conforme orientações específicas), com doses entre 1,0 a 4,0 L/ha.
Café: Realizar no máximo uma aplicação por ciclo da cultura, com dose de 3,0 L/ha. A pulverização deve ser feita com jato dirigido sem atingir as plantas de café e em pré-emergência das plantas infestantes.
Cana-de-açúcar: O máximo é uma aplicação por ciclo da cultura. A aplicação deve ser feita na pré-emergência das plantas daninhas, e para cana-soca, até estágio de 2-3 folhas da planta de cana.
Cebola: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. O produto deve ser aplicado em áreas com sistema de cultivo de cebolas transplantadas, até 7 dias após o transplante das mudas, e na pré-emergência das plantas infestantes. Não é recomendado para cebola cultivada por semeadura direta.
Citros: Deve-se realizar no máximo uma única aplicação por ciclo da cultura, aplicando o produto com jato dirigido sem atingir as plantas de citros, na pré-emergência das plantas infestantes.
Eucalipto e Pinus: Para ambas as culturas, o máximo é uma aplicação por ciclo ou safra da cultura. A aplicação é feita em área total, pós-plantio da cultura e na pré-emergência das plantas infestantes.
Repolho: Aplicar no máximo uma vez por ciclo da cultura. O produto deve ser aplicado somente em sistema de cultivo de repolhos transplantados, em área total até 3 dias antes do transplante das mudas no solo descoberto, e na pré-emergência das plantas infestantes.
Além do número máximo de uma aplicação por ciclo ou safra, deve-se respeitar os intervalos de segurança e a fase ideal da cultura e plantas daninhas para efetivar a aplicação do GALIGAN 240 EC.

Modo de Aplicação - Aplicação Terrestre
A aplicação terrestre do herbicida GALIGAN 240 EC pode ser realizada em diversas culturas, como algodão, arroz irrigado, café, cana-de-açúcar, cebola, citros, eucalipto, pinus e repolho. Os equipamentos recomendados incluem pulverizadores costais manuais, costais pressurizados, tratorizados ou autopropelidos, sendo essencial que estes proporcionem a redução da possibilidade de deriva. Para tanto, recomenda-se o uso de pontas de pulverização que possibilitem a produção de gotas grandes, variando de grossas (G) a extremamente grossas (XC).
Quanto ao diâmetro das gotas, recomenda-se utilizar gotas médias a grandes, acima de 300 micrômetros, para garantir adequada cobertura e minimizar a deriva. A densidade mínima de gotas indicativa é de 20 gotas por centímetro quadrado.
Durante a aplicação terrestre, é importante observar as seguintes recomendações técnicas:
Realizar a pulverização com jato dirigido, evitando atingir as plantas da cultura, especialmente em culturas sensíveis, como algodão e citros.
Ajustar os equipamentos para garantir uniformidade na distribuição da calda e evitar falhas ou sobreposições nas faixas de pulverização.
Efetuar a aplicação preferencialmente na pré-emergência das plantas infestantes ou quando estas estiverem com até 3 a 4 cm de altura. Se as plantas estiverem mais desenvolvidas, realizar capina mecânica antes da pulverização.
Em culturas como algodão, aplicar quando as plantas tiverem no mínimo 50 cm de altura; quando menores, utilizar capas protetoras para evitar fitotoxicidade.
Além disso, o preparo da calda deve ser feito colocando-se água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque do pulverizador, adicionando-se GALIGAN 240 EC nas doses recomendadas, completando com água e mantendo a agitação da calda durante todo o processo de preparo e aplicação.
É imprescindível que sejam seguidas as recomendações de segurança, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados, bem como observando as condições climáticas ideais para aplicação, a fim de garantir a eficiência do produto e a segurança do aplicador e do meio ambiente.

Modo de Aplicação - Aplicação Aérea
A aplicação aérea do herbicida GALIGAN 240 EC deve ser realizada utilizando aeronaves agrícolas devidamente aprovadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Para garantir a eficiência e segurança da aplicação, é fundamental seguir as boas práticas recomendadas para essa modalidade, que envolvem estudos das áreas circunvizinhas, calibração adequada e inspeção rigorosa do pulverizador.

Sistema com Aeronave Tripulada
A aplicação com aeronave tripulada deve observar diversos parâmetros operacionais para assegurar uma cobertura uniforme e eficaz do produto:
- Altura de Voo: A altura indicada varia entre 2 a 4 metros acima da cultura, podendo ser maior de acordo com o porte da aeronave, considerando também a altura da vegetação e obstáculos presentes.
- Largura da Faixa de Deposição: Recomenda-se entre 12 a 15 metros, de acordo com o tipo e modelo do avião, o que influencia diretamente nos resultados da aplicação.
- Pontas de Pulverização: Deve-se selecionar pontas de pulverização adequadas com base no tamanho das gotas e na vazão por meio dos catálogos dos fabricantes.
- Diâmetro das Gotas: O uso de gotas médias a grandes (acima de 300 micrômetros) é recomendado para evitar deriva.
- Densidade de Gotas: Mínimo de 20 gotas por centímetro quadrado para cobertura eficaz.
- Velocidade e Pressão de Trabalho: Devem estar ajustadas conforme as especificidades da aeronave e das condições de aplicação.
- Condições Climáticas: É essencial aplicar o produto em condições apropriadas para evitar deriva, como velocidade do vento adequada e ausência de ventos fortes.
Além disso, recomenda-se que o operador utilize equipamentos em perfeitas condições de funcionamento, sem vazamentos ou danos nas pontas, e que a calibração seja realizada antes de cada aplicação. Ajustes para evitar vórtices nas extremidades das asas e orientação dos bicos para minimizar a deriva também são necessários.
É importante respeitar faixas de segurança em relação a áreas sensíveis, como mananciais, vilas e áreas de preservação ambiental, além de cumprir restrições específicas de distância estabelecidas em legislações vigentes.
O acompanhamento técnico por engenheiro agrônomo e/ou técnico com capacitação em aviação agrícola é imprescindível para garantir a correta execução e segurança da aplicação aérea.

Sistema de Pulverização com Aeronave Remotamente Pilotada (ARP Drone)
Para aplicações realizadas por aeronaves remotamente pilotadas (drones), devem-se observar os mesmos parâmetros operacionais recomendados para a pulverização com aeronaves tripuladas, garantindo equipamentos em boas condições e operadores licenciados para a operação de drones agrícolas. A legislação referente à aplicação aérea, incluindo estudos das áreas vizinhas, limitações de distâncias e restrições climáticas, também deve ser rigorosamente seguida.
Considerações Finais
Para a aplicação aérea de GALIGAN 240 EC, recomenda-se, sempre que possível, utilizar empresas certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS), o que assegura o cumprimento correto dos procedimentos técnicos e ambientais durante a pulverização. É fundamental que todo o processo respeite as normas e boas práticas para minimizar riscos à saúde humana, ao meio ambiente e garantir a eficácia no controle das plantas infestantes nas culturas tratadas.

Equipamentos de Aplicação e Parâmetros Operacionais
Para a aplicação do herbicida GALIGAN 240 EC, são recomendados equipamentos que proporcionem uma pulverização terrestre ou aérea eficiente, observando parâmetros operacionais que garantam a qualidade e segurança da aplicação.
Na aplicação terrestre, o uso de pulverizadores costais manuais, costais pressurizados, tratorizados ou autopropelidos é indicado. É fundamental a escolha de pontas de pulverização que possibilitem a produção de gotas de tamanho grosso (G) a extremamente grosso (XC), com diâmetro de gotas médio a grande, superior a 300 micrômetros. A densidade mínima recomendada é de 20 gotas por centímetro quadrado, para assegurar uma boa cobertura do alvo. Essas características visam reduzir a possibilidade de deriva do produto e aumentar a eficiência do controle das plantas infestantes.
Quanto à aplicação aérea, seja por aeronaves tripuladas ou através de aeronaves remotamente pilotadas (ARP drones), é essencial que o sistema de pulverização esteja em perfeitas condições de funcionamento, sem vazamentos ou desgaste, pois qualquer dano nas pontas pode prejudicar a uniformidade da aplicação. Devem-se observar o ajuste correto das pontas em relação à barra de pulverização, visando evitar vórtices que possam causar falhas. A altura do voo deve situar-se entre 2 a 4 metros acima da cultura, ajustando-se conforme o porte da aeronave, a altura da vegetação e as condições atmosféricas. A largura da faixa de deposição efetiva deve estar entre 12 e 15 metros, de acordo com o modelo da aeronave, garantindo cobertura adequada e evitando sobreposição ou falhas nas faixas aplicadas.
Parâmetros adicionais importantes incluem a velocidade e pressão de trabalho do equipamento, que devem ser regulados conforme as recomendações técnicas especificadas para cada tipo de pulverizador e cultura. A calibração dos equipamentos é obrigatória antes de cada aplicação para controlar a vazão das pontas e assegurar a dosagem correta do produto e do volume de calda, evitando perda de eficiência.
Além disso, para aplicações aéreas, é recomendada a supervisão por técnicos especializados e a observância das normas emitidas pelos órgãos reguladores, como o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). O uso de empresas certificadas, como as credenciadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS), é incentivado para assegurar as melhores práticas de aplicação.
Para o sistema de pulverização com ARP Drone, recomenda-se seguir os mesmos parâmetros operacionais da aplicação com aeronave tripulada, garantindo que os equipamentos estejam em boas condições e que o operador possua a devida licença para operação, além de averiguar cuidadosamente a especificidade técnica do equipamento para o uso do GALIGAN 240 EC.
Dessa forma, a correta escolha, regulagem e manutenção dos equipamentos de aplicação, combinadas com a observância dos parâmetros operacionais específicos, são determinantes para a eficácia do produto e a minimização dos riscos de deriva e contaminação ambiental.

13. Preparo da Calda
O preparo da calda para aplicação do herbicida GALIGAN 240 EC deve seguir um procedimento específico para garantir a eficácia do produto e a segurança durante a aplicação. Inicialmente, deve-se encher o tanque do pulverizador com água limpa até cerca de dois terços da sua capacidade. Em seguida, o GALIGAN 240 EC é adicionado na dose recomendada para o controle das plantas infestantes na cultura desejada. Após a adição do produto, completa-se o volume do tanque com água, mantendo sempre a agitação da calda durante todo o processo de preparo e também durante a aplicação.
Além disso, é fundamental realizar a tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda, conforme indicado no folheto informativo. Esse cuidado evita a contaminação por resíduos do produto na embalagem que poderiam causar problemas ambientais e à saúde humana. Durante todo o procedimento de preparo da calda, recomenda-se o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados, garantindo a segurança do operador.

Condições Climáticas Ideais para Aplicação
Para garantir a eficiência e segurança na aplicação do herbicida GALIGAN 240 EC, é fundamental observar as condições climáticas ideais. Recomenda-se aplicar o produto quando a temperatura ambiente estiver inferior a 30ºC, com umidade relativa do ar superior a 55% e velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Não se deve realizar a aplicação do produto se a velocidade do vento for inferior a 3 km/h, devido ao risco de inversão térmica, que ocorre principalmente nas primeiras horas do dia. Da mesma forma, a aplicação deve ser evitada se a velocidade do vento ultrapassar 10 km/h, pois há maior potencial de deriva das gotas pulverizadas.
Também é importante não aplicar GALIGAN 240 EC com o vento soprando em direção às culturas sensíveis, para evitar danos por deriva. O potencial de deriva é influenciado por diversos fatores, como o tamanho das gotas, características do equipamento de aplicação, relevo, altura da barra de pulverização, tipo de cultura e condições climáticas, incluindo temperatura, umidade e velocidade do vento.
O responsável pela aplicação deve considerar todas essas variáveis para decidir o momento mais seguro e eficaz para o uso do produto, minimizando riscos à cultura, ao meio ambiente e à saúde humana.

Limpeza dos Equipamentos de Aplicação
A limpeza dos pulverizadores deve ser realizada imediatamente após o término das aplicações do herbicida GALIGAN 240 EC. Essa etapa é fundamental para evitar que resíduos do produto permaneçam nos equipamentos, o que poderia causar contaminação cruzada em aplicações futuras, além de provocar danos em culturas vizinhas ou sensíveis devido à deriva do produto.
Para uma limpeza efetiva e completa dos equipamentos, recomenda-se consultar os fabricantes, a fim de executar corretamente o processo de higienização do tanque e do sistema hidráulico. O procedimento ideal envolve a realização do processo de tríplice lavagem do sistema: inicialmente, remover o máximo possível de resíduos; na segunda lavagem, efetuar a remoção e limpeza dos filtros; e na terceira, utilizar produtos específicos para limpeza de tanque, seguida de enxágue conforme a recomendação do fabricante.
Além disso, é recomendada a extração diária de toda a calda remanescente do produto após a utilização do pulverizador, garantindo a manutenção e a integridade do equipamento para futuras aplicações.

Intervalo de Segurança (por cultura)
O intervalo de segurança é o período mínimo que deve ser observado entre a última aplicação do produto Agrotóxico GALIGAN 240 EC e a colheita da cultura, visando garantir a segurança do consumo e evitar resíduos nocivos. Para as culturas tratadas com GALIGAN 240 EC, os intervalos de segurança são os seguintes:
- Algodão: 135 dias
- Arroz irrigado: intervalo não determinado devido à modalidade de emprego
- Café: 5 dias
- Cana-de-açúcar: intervalo não determinado devido à modalidade de emprego
- Cebola: 110 dias
- Citros: 10 dias
- Eucalipto: uso não alimentar (UNA)
- Pinus: uso não alimentar (UNA)
- Repolho: 90 dias
Destaca-se que para as culturas com intervalo não determinado, como arroz irrigado e cana-de-açúcar, a indicação se dá pela forma de aplicação adotada, e o produtor deve seguir as orientações específicas para essas situações.
O cumprimento rigoroso do intervalo de segurança é fundamental para garantir a qualidade do produto final e a proteção da saúde dos consumidores.
Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Áreas Tratadas
Após a aplicação do herbicida GALIGAN 240 EC, é essencial manter afastados das áreas tratadas crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas até que a calda de pulverização esteja completamente seca, o que normalmente ocorre no mínimo 24 horas após a aplicação. Caso seja necessária a entrada nas áreas tratadas antes do término deste período, é obrigatório o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto, garantindo assim a segurança e minimizando riscos de exposição ao herbicida. Essas medidas são fundamentais para proteger a saúde das pessoas e prevenir possíveis intoxicações ou outros efeitos adversos decorrentes do contato com o produto ainda presente na área.

Limitações de Uso
O herbicida GALIGAN 240 EC possui algumas limitações importantes de uso que devem ser observadas para garantir a sua eficácia e a segurança das culturas tratadas. Primeiramente, o produto é destinado exclusivamente para o uso em culturas agrícolas, não sendo indicado para outras finalidades.
É importante destacar que não se recomenda a aplicação do GALIGAN 240 EC para o controle de plantas infestantes em áreas de cultivo de cebola no sistema de semeadura direta, devido à possibilidade de ocorrência de problemas de fitotoxicidade na cultura, o que pode comprometer a produtividade.
Além disso, para a aplicação do produto, o solo deve estar úmido e livre de restos de culturas anteriores. Essas condições favorecem a correta absorção e ação do herbicida, auxiliando no controle eficiente das plantas daninhas.
O respeito a essas limitações é fundamental para evitar danos às culturas e garantir o melhor desempenho do produto.

Manejo de Resistência
O manejo de resistência ao herbicida GALIGAN 240 EC é fundamental para garantir a eficácia do produto e evitar o desenvolvimento de plantas daninhas resistentes. O uso sucessivo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação para controlar a mesma espécie pode favorecer o aumento da população resistente, resultando na perda da eficiência do herbicida e em prejuízos para a lavoura.
Para um manejo adequado da resistência, recomenda-se a rotação de herbicidas com mecanismos de ação diferentes do Grupo E, sempre que apropriado, além da adoção de outras boas práticas agrícolas no controle de plantas daninhas. É importante utilizar as doses e modos de aplicação indicados na bula do produto para garantir a eficiência e reduzir o risco de resistência.
Além disso, é imprescindível consultar um engenheiro agrônomo para obter orientações técnicas específicas e estratégicas regionais para o manejo da resistência de plantas daninhas. Informações sobre possíveis casos de resistência devem ser consultadas e comunicadas às instituições especializadas, tais como a Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD), a Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
O herbicida GALIGAN 240 EC é composto pelo ingrediente ativo oxifluorfem, que atua pela inibição da protoporfirinogênio oxidase (PPO), pertencente ao Grupo E, de acordo com a classificação internacional do HRAC. Essa característica fundamenta a importância das práticas de manejo para evitar o surgimento de resistência aos herbicidas com este mecanismo de ação.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Precauções Gerais
O uso do produto herbicida GALIGAN 240 EC deve ser realizado com atenção às precauções gerais para garantir a segurança dos trabalhadores e do ambiente. O produto é destinado exclusivamente para uso agrícola e deve ser manuseado somente por profissionais capacitados. Durante o manuseio e aplicação, é proibido comer, beber ou fumar para evitar contaminação.
É fundamental que o transporte do produto não seja realizado junto com alimentos, medicamentos, rações, animais ou pessoas para prevenir riscos à saúde. O produto deve ser manuseado sempre com o uso adequado dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados, garantindo proteção contra exposição direta.
Deve-se evitar o uso de equipamentos que apresentem vazamentos ou defeitos, bem como não desentupir bicos, orifícios e válvulas com a boca para evitar contato direto com o produto. O uso de EPIs danificados, úmidos, vencidos ou fora do prazo de validade também é proibido, sendo necessário seguir as orientações do fabricante para a limpeza, conservação e descarte correto desses equipamentos.
Adicionalmente, recomenda-se não aplicar o produto perto de locais com permanência de pessoas, como escolas e residências, para evitar exposição acidental. O manuseio deve ser realizado em local aberto e ventilado, utilizando os EPIs adequados e aberto na embalagem com cuidado para evitar a geração de poeira. Caso haja contato acidental com o produto, é importante seguir imediatamente as orientações de primeiros socorros e buscar atendimento médico de emergência.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Precauções Durante a Aplicação
Durante a aplicação do herbicida GALIGAN 240 EC, é fundamental adotar diversas precauções para garantir a segurança do aplicador e de terceiros. Deve-se evitar, ao máximo, o contato com a área tratada, aplicando o produto exclusivamente nas doses recomendadas e respeitando rigorosamente o intervalo de segurança entre a última aplicação e a colheita. É imprescindível impedir que animais, crianças ou pessoas não autorizadas tenham acesso à área no momento da aplicação.
Recomenda-se não realizar pulverização na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, sempre observando as condições climáticas ideais para uso do produto. A direção do vento deve ser verificada para evitar que a névoa do herbicida atinja pessoas ou áreas sensíveis.
O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é obrigatório durante a aplicação e deve incluir macacão com tratamento hidrorrepelente e mangas compridas que cubram o punho das luvas, calças que cubram as botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. É importante utilizar EPIs em bom estado, seguindo as orientações do fabricante para limpeza, conservação e descarte.
Essas medidas têm como objetivo minimizar os riscos à saúde durante a manipulação e aplicação de GALIGAN 240 EC, garantindo um ambiente seguro para o trabalhador e para a comunidade próxima.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Precauções Após a Aplicação
Após a aplicação do produto GALIGAN 240 EC, é fundamental seguir rigorosamente algumas precauções para garantir a segurança dos trabalhadores e de outras pessoas que possam acessar a área tratada. Primeiramente, deve-se sinalizar claramente a área que foi tratada, utilizando avisos com a frase: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” Essa sinalização deve permanecer visível até o fim do período de reentrada definido.
É importante evitar ao máximo o contato direto com a área tratada. Caso seja necessário entrar na área antes do término do intervalo de reentrada, é obrigatório o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para aplicação, como macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Além disso, deve-se impedir a entrada de animais, crianças e pessoas não autorizadas nas áreas tratadas imediatamente após a aplicação, garantindo que elas não sejam expostas ao produto. Essas medidas visam prevenir riscos à saúde decorrentes do contato com o herbicida e garantir que o trabalho agrícola seja realizado em conformidade com as boas práticas de segurança.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Recomendados
O uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é fundamental para garantir a segurança do trabalhador durante o manuseio e aplicação do produto herbicida GALIGAN 240 EC. Os EPIs recomendados devem ser usados em todas as etapas, desde a preparação da calda até a aplicação, incluindo o contato com as áreas tratadas, se necessário.
Os equipamentos indicados compreendem um conjunto completo para proteção, que inclui:
- Macacão com tratamento hidrorrepelente, de mangas compridas, devendo as mangas ser usadas por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, garantindo assim a vedação adequada do corpo;
- Botas de borracha para proteção dos pés contra contato com o produto e a calda;
- Avental impermeável para evitar a penetração do produto na roupa e pele;
- Máscara com filtro mecânico de classe P2, que assegura a filtragem adequada das partículas durante a inalação, protegendo o sistema respiratório;
- Óculos de segurança com proteção lateral, essenciais para evitar irritações e lesões causadas pelo contato do produto com os olhos;
- Touca árabe para a proteção da cabeça e cabelos contra a contaminação;
- Luvas de nitrila, que oferecem barreira eficaz contra o produto químico para a proteção das mãos.
A utilização destes EPIs deve obedecer rigorosamente ao modo de uso e deve ser adotada não só durante a aplicação, mas também durante o preparo da calda e qualquer atividade que possa envolver contato com o herbicida.
Além disso, é importante que se utilize equipamentos em boas condições, limpos, e que não estejam com a vida útil expirada. O usuário deve seguir as orientações do fabricante dos EPIs em relação à limpeza, conservação e descarte dos equipamentos quando danificados.
O cumprimento desses procedimentos é obrigatório para minimizar riscos à saúde dos trabalhadores e garantir o uso seguro do produto.

Primeiros Socorros - Em Caso de Ingestão
Em caso de ingestão do produto GALIGAN 240 EC, não se deve provocar vômito, exceto sob indicação médica específica. Caso o vômito ocorra naturalmente, é recomendado deitar a pessoa de lado para evitar aspiração. Não se deve oferecer nada para beber ou comer à pessoa intoxicada. É fundamental procurar imediatamente um serviço médico de emergência, levando junto a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo e/ou a receita agronômica do produto para que os profissionais possam ter acesso às informações necessárias para o atendimento adequado.
Primeiros Socorros - Em Caso de Contato com Olhos
Em caso de contato do produto GALIGAN 240 EC com os olhos, é importante agir imediatamente para minimizar os efeitos da irritação ocular grave que pode ser provocada pelo produto. Deve-se lavar os olhos com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos, garantindo que a água de lavagem não entre no outro olho. Caso a pessoa utilize lentes de contato, estas devem ser removidas para facilitar a limpeza e evitar maiores irritações. Após estes procedimentos, é fundamental procurar rapidamente um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto para um atendimento adequado.
Primeiros Socorros - Em Caso de Contato com a Pele
Em caso de contato do produto Galigan 240 EC com a pele, é importante agir imediatamente para minimizar os efeitos irritativos causados pelo herbicida. Primeiramente, deve-se retirar a roupa e acessórios contaminados, como cintos, pulseiras, óculos, relógios e anéis, para evitar a continuação da exposição. Em seguida, lave a área afetada com muita água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos, garantindo uma limpeza adequada da pele. Caso haja irritação persistente, procure assistência médica. É fundamental realizar essas ações rapidamente para reduzir a absorção do produto e os danos à pele, pois o Galigan 240 EC provoca irritação cutânea.

Primeiros Socorros - Em Caso de Inalação
Em caso de inalação do produto Galigan 240 EC, a pessoa deve ser imediatamente levada para um local aberto e bem ventilado, para facilitar a respiração e diminuir o risco de intoxicação. É importante que a pessoa que prestar socorro esteja protegida para evitar contaminação, utilizando luvas e avental impermeável, por exemplo. Assim, medidas de segurança para o socorrista são essenciais para evitar exposição. Ao seguir essas orientações, busca-se minimizar os efeitos adversos causados pela inalação do produto e garantir o atendimento adequado até a chegada de suporte médico.

Informações Médicas - Toxicocinética
O ingrediente ativo Oxifluorfem e seus metabólitos, incluindo um metabólito hidroxilado e outros formados pela redução do grupo nitro em grupo amino seguida por acetilação, são majoritariamente excretados nas fezes, correspondendo a cerca de 95% da dose absorvida. Entre 2 a 4% são eliminados pela urina e outros tecidos. A exposição aumenta a eliminação de porfirinas e seus precursores na urina.
Os solventes aromáticos presentes facilitam a absorção do oxifluorfem, atingindo rapidamente o cérebro e outros órgãos após administração. Devido à alta solubilidade, estes compostos se acumulam no tecido adiposo e cerebral. O metabolismo hepático transforma os solventes em ácido benzoico, que corresponde a aproximadamente 80% da dose de tolueno absorvida. A meia-vida de eliminação é de cerca de 12 horas, com excreção pela forma inalterada principalmente pelos pulmões, e de forma mais lenta pela urina na forma de ácido hipúrico.
O solvente aromático pesado de nafta atravessa membranas celulares e barreiras biológicas, inclusive a membrana alveolar, entrando na corrente sanguínea para rápida distribuição pelo organismo, inclusive no sistema nervoso central. Pode ser absorvido pela pele e folículos pilosos, chegando à circulação sanguínea. Embora pouco absorvido pelo trato gastrointestinal, ocorre alguma absorção sistêmica. A distribuição é ampla devido à característica lipofílica, sendo detectado até no leite de lactantes. A principal via de excreção é pelo trato respiratório.
Essas informações sobre absorção, distribuição, metabolismo e excreção são essenciais para compreensão dos efeitos tóxicos, a identificação dos riscos para a saúde e o tratamento de intoxicações causadas pelo produto GALIGAN 240 EC que contém oxifluorfem e solventes aromáticos.

Informações Médicas - Toxicodinâmica
O princípio ativo Oxifluorfem atua inibindo a protoporfirinogênio oxidase (PPO), enzima responsável por catalisar a conversão do protoporfirinogênio IX em protoporfirina IX. Esta inibição provoca uma deficiência na síntese do heme, um componente fundamental para a produção de citocromos no fígado, bem como para a produção de hemoglobina na medula óssea, responsável pelo transporte de oxigênio. Como consequência, manifestam-se alterações cutâneas, digestivas e neurológicas nos casos de intoxicação aguda.
Nos casos graves, a depleção de citocromo pode levar à demielinização, enquanto o acúmulo dos intermediários da síntese do heme pode causar lesões oxidativas no tecido nervoso, nefrotoxicidade, e alterações no DNA mitocondrial e nuclear. Tais níveis aumentados nos tecidos podem provocar hepatotoxicidade, nefrotoxicidade e alterações no perfil hematológico do indivíduo exposto.
O solvente aromático presente na formulação facilita a absorção do oxifluorfem e é rapidamente distribuído pelo organismo devido à sua alta solubilidade, acumulando-se nos tecidos adiposo e cerebral. Após o metabolismo hepático, grande parte é transformada em ácido benzoico, eliminado em parte pelos pulmões e urina.
Além disso, os emulsionantes utilizados na composição do produto podem causar irritação na pele e trato digestivo, aumentando ainda mais a absorção do princípio ativo e do solvente aromático.
O solvente aromático pesado de nafta, presente na formulação, atravessa facilmente membranas celulares e barreiras biológicas, podendo alcançar rapidamente o sistema nervoso central (SNC) e outros órgãos após administração. A exposição a este solvente pode resultar em efeitos variados desde excitação e irritação das mucosas até depressão do SNC, falência cardiorrespiratória e efeitos neurotóxicos crônicos.
Portanto, a toxicodinâmica da formulação envolve múltiplos efeitos tóxicos sistêmicos decorrentes da ação do oxifluorfem e dos solventes aromáticos, que interferem na síntese do heme, causam intoxicação neurológica, irritação e lesões em diversos órgãos, ressaltando a necessidade de cuidados rigorosos no manejo do produto.

Informações Médicas - Sintomas e Sinais Clínicos
As manifestações clínicas decorrentes da exposição ao ingrediente ativo Oxifluorfem, presente no produto GALIGAN 240 EC, são diretamente proporcionais à concentração e ao tempo de exposição à formulação. Os sintomas cutâneos incluem conjuntivite e dermatite de contato, caracterizadas por eritema, dor e sensação de queimação, além de sensibilidade aos raios ultravioleta. Em exposições prolongadas e repetidas, podem ocorrer dermatite alérgica, com o surgimento de vesículas e bolhas na pele.
No sistema digestivo, a exposição pode provocar irritação gastrointestinal, náuseas, dores abdominais, vômitos e diarreia. Já os sintomas respiratórios envolvem irritação das vias respiratórias e pneumonite química. No âmbito neurológico, podem ser observados tontura, cefaleia, ansiedade, agitação, confusão mental e depressão do sistema nervoso central, podendo evoluir para parestesias e disestesias em casos mais graves.
Além disso, o produto é considerado um possível carcinógeno para humanos (Categoria C pela EPA), indicando evidência limitada de carcinogenicidade.
Quanto ao solvente aromático pesado de nafta presente na formulação, suas manifestações decorrentes da exposição envolvem diferentes fases. Na primeira fase, há excitação com sintomas como euforia, tonturas, perturbações auditivas e visuais, dificuldade de concentração e déficit de memória, acompanhados de náuseas, espirros, tosse, salivação intensa, rubor facial e irritação das mucosas oculares e das vias aéreas superiores. A segunda fase caracteriza-se por depressão, com sinais como neurastenia, confusão, desorientação temporo-espacial, distúrbios na fala, visão embaçada, dor de cabeça, palidez, parestesia das extremidades, ataxia, depressão dos reflexos e transtornos de personalidade, podendo haver alucinações. Na terceira fase, manifestam-se hipotensão, falência cardiorrespiratória, convulsões, coma e morte. Nos casos graves, podem ocorrer lesões cerebrais e polineuropatia periférica irreversíveis. A longo prazo, há risco de encefalite tóxica e ototoxicidade.
Informações Médicas - Diagnóstico
O diagnóstico da intoxicação por GALIGAN 240 EC é estabelecido através da confirmação da exposição ao produto e da observação do quadro clínico compatível com essa intoxicação. Para auxiliar no diagnóstico, são realizados exames laboratoriais específicos, que incluem a dosagem de porfirinas e seus precursores. Entre os exames destacados estão a elevação de protoporfirinogênio e coproporfirinogênio nas fezes, bem como da coproporfirina e uroporfirina na urina. Nos casos mais graves, também pode ser observado aumento do ácido aminolevulínico e do porfobilinogênio urinários. Esses parâmetros laboratoriais são importantes para confirmar e avaliar a gravidade da intoxicação pelo princípio ativo oxifluorfem presente no produto.

Informações Médicas - Tratamento
O tratamento das intoxicações por Oxifluorfem, composto presente no herbicida GALIGAN 240 EC, é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação que visam limitar a absorção e os efeitos locais do produto. É importante destacar que não existe antídoto específico para este tipo de intoxicação.
Na descontaminação cutânea, deve-se remover as roupas e acessórios contaminados e proceder à descontaminação corporal cuidadosa, incluindo pregas, cavidades, orifícios e pelos, utilizando água morna abundante e sabão neutro por pelo menos 15 minutos. Em casos de contato ocular, recomenda-se lavar abundantemente os olhos com soro fisiológico ou água corrente por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o olho contralateral. Se a pessoa utiliza lentes de contato, estas devem ser removidas após os primeiros 5 minutos de lavagem, continuando a irrigação ocular.
Para a ingestão recente do produto, considerando o volume, a concentração e o tempo transcorrido, deve-se proceder à lavagem gástrica rapidamente, caso não tenha ocorrido vômito espontâneo. Deve-se ponderar também a conveniência de administrar carvão ativado, levando em conta a porcentagem de solvente aromático presente na mistura. É essencial atentar para o nível de consciência do paciente e proteger as vias aéreas do risco de aspiração.
O suporte ao quadro clínico inclui monitoramento das funções vitais, tratamento de possíveis arritmias cardíacas, convulsões, insuficiência renal e acidose metabólica. Devem ser tratadas as lesões cutâneas, conjuntivais e digestivas decorrentes da intoxicação.
Devido à gravidade da intoxicação, é recomendada a monitorização laboratorial periódica das células sanguíneas, eletrólitos, enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, creatininemia, uremia, elementos anormais e sedimentoscopia de urina, além de exames específicos como protoporfirinogênio e coproporfirinogênio fecais, coproporfirina e uroporfirina nas urinas. Em casos mais graves, devem ser avaliados níveis de ácido aminolevulínico e porfobilinogênio urinários. Também pode ser conveniente realizar radiografia de tórax caso haja aspiração do produto.
Recomenda-se manter a observação do paciente por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas e realizar controle ambulatorial subsequente para acompanhamento da recuperação. Para o atendimento emergencial, deve-se protelar o uso de luvas, botas e avental impermeável por parte do socorrista, a fim de evitar contaminação.

Informações Médicas - Contraindicações
No que se refere às contraindicações do uso do produto, é importante destacar que provocar vômito é contraindicado devido ao risco potencial de aspiração e pneumonite química, especialmente em razão do solvente presente na formulação. Além disso, a diluição do conteúdo gastrointestinal é contraindicada, pois pode aumentar a superfície de contato do produto no organismo, agravando os efeitos tóxicos.
Também deve-se evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão arterial ou deprimir a função cardiorrespiratória, pois isso pode piorar o quadro clínico do intoxicado. Assim, o tratamento requer cuidados específicos para não agravar a condição da pessoa exposta.
Informações Médicas - Efeitos das Interações Químicas
Não são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores decorrentes das interações químicas envolvendo o produto GALIGAN 240 EC. Portanto, até o momento, não há evidências de que o produto cause efeitos negativos adicionais quando exposto a outras substâncias químicas.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
O produto GALIGAN 240 EC apresenta os seguintes efeitos agudos em animais de laboratório: a dose letal média (DL50) oral em ratos é de 5000 mg/kg de peso corporal, a DL50 dérmica em ratos é superior a 4000 mg/kg de peso corporal, e a concentração letal média (CL50) inalatória em ratos é superior a 5,343 mg/L. Em coelhos, o produto tem potencial para provocar irritação ocular e cutânea, embora não seja sensibilizante em cobaias. Além disso, foi constatado que o produto não apresenta mutagenicidade.
Quanto aos efeitos crônicos, estudos de longo prazo realizados com o ingrediente ativo oxifluorfem demonstraram ausência de efeitos na fertilidade e nos parâmetros reprodutivos em estudos de reprodução e desenvolvimento em ratos por duas gerações. Não foram observados efeitos mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos associados ao oxifluorfem. No entanto, o solvente aromático pesado de nafta, que compõe a formulação, pode causar reações hematológicas, hepatotóxicas, renais, neuropsiquiátricas, neurológicas e cancerígenas em exposições prolongadas ou repetidas.
Essas informações indicam que o GALIGAN 240 EC possui toxicidade aguda relativamente baixa, mas a exposição crônica ao solvente presente na formulação requer cuidados especiais devido aos potenciais efeitos adversos em exames de longo prazo.
Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente

Classificação de Periculosidade Ambiental
O produto GALIGAN 240 EC é classificado como um produto muito perigoso ao meio ambiente, enquadrado na Classe II de periculosidade ambiental. Esta classificação indica que o produto possui alta toxicidade e oferece riscos significativos para o ambiente, especialmente para organismos aquáticos, como algas, para as quais é altamente tóxico.
Além disso, o GALIGAN 240 EC apresenta alta persistência no meio ambiente, o que ressalta a importância de cuidados adicionais para evitar sua contaminação. A preservação da natureza deve ser prioridade durante o uso do produto, evitando-se o uso de equipamentos com vazamentos e a aplicação em condições inadequadas, como ventos fortes ou horas mais quentes do dia.
Recomenda-se não lavar embalagens ou equipamentos aplicadores em corpos d’água – lagos, rios, fontes, entre outros – para evitar contaminação hídrica. A destinação inadequada de embalagens ou restos do produto pode levar à contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Portanto, é imprescindível seguir os procedimentos adequados para o manuseio, armazenamento, transporte e destinação final, conforme previsto na legislação ambiental vigente e orientações técnicas.
Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Precauções de Uso para Proteção Ambiental
O produto Galigan 240 EC é classificado como Classe II – Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente, com alta persistência e toxicidade ambiental, especialmente para algas. Para a proteção ambiental, é fundamental evitar a contaminação do ambiente, preservando a natureza. Recomenda-se que o produto seja aplicado somente nas doses recomendadas, evitando o uso excessivo que possa comprometer o equilíbrio ambiental. Além disso, é essencial que não se lavem embalagens ou equipamentos de aplicação em lagos, fontes, rios ou quaisquer outros corpos d’água, visando impedir a contaminação da água. O manejo inadequado das embalagens vazias ou dos resíduos do produto pode causar contaminação do solo, água e ar, resultando em prejuízos à fauna, à flora e à saúde humana. Portanto, todas as práticas de uso e descarte devem seguir rigorosamente as instruções contidas no rótulo e na bula, respeitando as legislações ambientais vigentes.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente
Armazenamento do Produto
Para garantir a conservação do produto e prevenir acidentes, o armazenamento do Galigan 240 EC deve seguir as seguintes orientações:
- O produto deve ser mantido em sua embalagem original sempre fechada, preservando a integridade do rótulo e evitando contaminações ou vazamentos.
- O local destinado ao armazenamento deve ser exclusivo para produtos tóxicos, separado de alimentos, bebidas, rações, ou qualquer outro material que possa ser contaminado.
- A construção desse local deve ser feita em alvenaria ou material não combustível, garantindo maior segurança contra incêndios.
- O ambiente deve ser ventilado, coberto para proteção contra intempéries e possuir piso impermeável para evitar a contaminação do solo em eventuais vazamentos.
- Deve haver aviso de advertência exposto no local, com a frase "CUIDADO. VENENO.", alertando para o perigo do produto armazenado.
- O local deve ser trancado e protegido para impedir o acesso de pessoas não autorizadas, especialmente crianças.
- É imprescindível manter embalagens adequadas disponíveis para envolver qualquer embalagem que venha a se romper ou para o recolhimento de produtos vazados, minimizando riscos ambientais e à saúde humana.
- Caso o armazenamento seja em armazéns maiores, devem-se seguir as instruções previstas na norma NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Além disso, é necessário observar as disposições e legislações específicas de cada estado e município relacionados ao armazenamento seguro de produtos tóxicos.
Seguir rigorosamente estas recomendações ajuda a proteger o meio ambiente, a fauna, a flora e a saúde das pessoas, evitando contaminação do solo, da água e do ar decorrente do manuseio inadequado do produto.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Instruções em Caso de Acidentes Ambientais
Em caso de acidentes ambientais envolvendo o produto GALIGAN 240 EC, é fundamental tomar medidas imediatas para minimizar os impactos ao meio ambiente. Inicialmente, deve-se isolar e sinalizar a área contaminada, evitando o acesso de pessoas não autorizadas. É recomendada a comunicação imediata às autoridades locais competentes e à empresa responsável, ADAMA BRASIL S/A, por meio do telefone 0800 400 7070.
Para a proteção pessoal durante as intervenções, o uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI), incluindo macacão impermeável, luvas, botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros, é essencial. No caso de derramamento do produto em pisos pavimentados, deve-se absorver o produto com material adequado, como serragem ou areia, recolher com o auxílio de ferramenta apropriada e armazenar em recipiente lacrado e identificado, descartando o produto remanescente de forma segura, nunca reutilizando.
Se o acidente ocorrer em solo, devem ser removidas as camadas contaminadas até atingir solo não contaminado, recolhendo o material retirado para acondicionamento em recipiente lacrado e identificado, seguindo novo contato com a empresa para a destinação correta. Para contaminação em corpos d’água, é imprescindível interromper imediatamente a captação da água para consumo humano ou animal, além de notificar o órgão ambiental competente mais próximo e o centro de emergência da empresa, pois as medidas adotadas dependem das características e proporções do acidente.
No caso de incêndio, devem ser utilizados extintores adequados, como água em forma de neblina, dióxido de carbono (CO2) ou pó químico, posicionando-se a favor do vento para evitar intoxicação.
Estas orientações garantem que os procedimentos em caso de acidentes ambientais com GALIGAN 240 EC sejam adequadamente cumpridos para proteger o meio ambiente e a saúde pública.

Procedimentos de Lavagem, Armazenamento, Devolução, Transporte e Destinação de Embalagens Vazias - Embalagem Rígida Lavável
Para a embalagem rígida lavável do produto GALIGAN 240 EC, são recomendados procedimentos específicos para a lavagem, visando garantir segurança, evitar contaminação ambiental e possibilitar o correto manejo da embalagem após o uso.
Tríplice Lavagem Manual
O operador deve utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o preparo da calda durante todo o procedimento de lavagem. A embalagem deve passar imediatamente após o esvaziamento por um processo de tríplice lavagem, conforme os seguintes passos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a em posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa até preencher cerca de ¼ do volume da embalagem;
- Tampe bem a embalagem e agite por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Repita este processo três vezes;
- Após a lavagem, inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o seu fundo.

Lavagem Sob Pressão
Quando o pulverizador possuir equipamento de lavagem sob pressão, o procedimento indicado é:
- Encaixe a embalagem vazia no funil instalado no pulverizador;
- Acione o jato de água direcionado às paredes internas da embalagem por 30 segundos;
- A água resultante da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Após a lavagem, inutilize a embalagem perfurando o fundo.
No caso de uso de equipamento independente para lavagem sob pressão, adote os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após esvaziar o conteúdo original, mantenha a embalagem invertida sobre a boca do tanque de pulverização em posição vertical por 30 segundos;
- Introduza a ponta do equipamento de lavagem sob pressão na embalagem, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas também por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem deve ser direcionada para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem perfurando o fundo após a lavagem.
Armazenamento da Embalagem Vazias Lavadas
Após realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, as embalagens devem ser armazenadas com as tampas ou em caixas coletivas, separadamente das embalagens que não foram lavadas.
O local de armazenamento deve ser coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, podendo ser no mesmo local onde são guardadas as embalagens cheias.
Devolução da Embalagem
É obrigatória a devolução da embalagem vazia ao estabelecimento onde o produto foi adquirido ou ao local indicado na nota fiscal, no prazo máximo de até um ano da data de compra.
Caso o produto ainda esteja dentro do prazo de validade e não tenha sido totalmente utilizado neste intervalo, a devolução da embalagem pode ocorrer em até seis meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve manter o comprovante de devolução da embalagem para efeitos de fiscalização pelo período mínimo de um ano após a devolução.

Transporte
As embalagens vazias lavadas não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas, garantindo segurança e evitando contaminação cruzada.
Esses procedimentos garantem a segurança na manipulação, contribuem para a preservação do meio ambiente e atendem às legislações vigentes sobre o manejo responsável de embalagens de agrotóxicos.
Procedimentos de Lavagem, Armazenamento, Devolução, Transporte e Destinação de Embalagens Vazias - Embalagem Rígida Não Lavável
As embalagens rígidas não laváveis do produto GALIGAN 240 EC devem ser armazenadas em local coberto, ventilado e ao abrigo de chuva até o momento de sua devolução pelo usuário. É fundamental que o armazenamento seja realizado de forma segura, garantindo a integridade das embalagens e evitando qualquer risco de contaminação ambiental ou acidentes.
Quanto à devolução, o usuário tem o prazo máximo de até um ano a partir da data da compra para entregar a embalagem vazia, devidamente com sua tampa, ao estabelecimento onde adquiriu o produto ou ao local indicado na nota fiscal emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado dentro desse prazo e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, é facultado ao usuário devolver a embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução da embalagem vazia pelo prazo mínimo de um ano para efeito de fiscalização.
No transporte das embalagens vazias, deve-se observar que elas não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas, sempre respeitando as normas específicas para o transporte de agrotóxicos e seus recipientes.
Essas práticas são essenciais para a segurança do manuseio, para evitar riscos ao meio ambiente e para garantir que as embalagens sejam encaminhadas para a destinação correta, sempre conforme as orientações do fabricante e dos órgãos regulamentadores.

Procedimentos de Lavagem, Armazenamento, Devolução, Transporte e Destinação de Embalagens Vazias - Embalagem Secundária (Não Contaminada)
A embalagem secundária que não contém contaminantes não deve ser lavada no local onde está armazenada. Para garantir a segurança e a integridade do produto e do meio ambiente, é importante armazenar essas embalagens vazias em local coberto, ventilado, protegido da chuva e em piso impermeável. Recomenda-se que esse armazenamento seja realizado no próprio local onde estão guardadas as embalagens cheias.
Quanto à devolução, é obrigatória a entrega da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde o produto foi adquirido, ou ao local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial. Durante o transporte, deve-se observar que as embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas, para evitar quaisquer riscos de contaminação ou acidentes.
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, só pode ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É terminantemente proibido ao usuário reutilizar, reciclar, fracionar ou reembalar essas embalagens vazias, garantindo assim a segurança sanitária e ambiental.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos pode causar contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas, reforçando a importância do correto manejo dessas embalagens conforme as diretrizes estabelecidas.
Procedimentos de Lavagem, Armazenamento, Devolução, Transporte e Destinação de Embalagens Vazias
Destinação Final das Embalagens Vazias
A destinação final das embalagens vazias do produto deve ser realizada exclusivamente pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É expressamente proibido ao usuário reutilizar, reciclar, fracionar ou reembalar as embalagens vazias.
A destinação inadequada das embalagens vazias e dos restos de produtos no meio ambiente pode causar contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Por isso, o manejo correto dessas embalagens é fundamental para a proteção ambiental.

Produtos Impróprios para Utilização ou em Desuso
Caso o produto venha a se tornar impróprio para utilização ou esteja em desuso, o usuário deve consultar o registrante, utilizando o telefone indicado no rótulo, para proceder com a devolução e destinação final adequada do produto. A desativação do produto é realizada por meio de incineração em fornos especialmente destinados a essa operação, os quais devem estar equipados com câmaras para lavagem dos gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. É importante seguir essas orientações para garantir a correta destinação do produto, evitando impactos ambientais negativos e cumprindo as normas de segurança e proteção ambiental.
Transporte de Agrotóxicos, Componentes e Afins
O transporte de agrotóxicos, seus componentes e produtos afins deve obedecer às regras e procedimentos estabelecidos pela legislação específica vigente. É fundamental que esses produtos não sejam transportados juntamente com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas, a fim de evitar contaminações e garantir a segurança durante o transporte. O cumprimento dessas normas é essencial para a proteção da saúde pública e do meio ambiente, assegurando a integridade dos produtos transportados e a segurança dos envolvidos no processo.

Restrições Estabelecidas por Órgãos Competentes Estaduais, Distrital ou Municipais
No estado do Paraná, existem restrições específicas para o uso do produto herbicida GALIGAN 240 EC. Está proibida a aplicação deste produto na cultura de arroz irrigado. Além disso, para a cultura do algodão, há restrição quanto ao controle da planta daninha Melinis Minutiflora. Essas limitações são estabelecidas por órgãos competentes estaduais com o objetivo de garantir a segurança ambiental e a efetividade do produto nas culturas autorizadas. É fundamental que os usuários respeitem essas restrições para evitar danos às culturas e ao meio ambiente, além de cumprir com as normas legais vigentes.
| Marca comercial | Galigan 240 Ec |
| Titular do registro | Adama Brasil S.A.- Londrina/Pr |
| Número do registro | 8598 |
| CNPJ | 02.290.510/0001-76 |
| Classificação ambiental | II - Produto Muito Perigoso Ao Meio Ambiente |
| Classificação toxicológica | 4 - Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico |
| Modo de ação | Seletivo, De Ação Não Sistêmica |
| Técnica de aplicação | Terrestre/Aérea |
| Compatibilidade | Não Se Conhecem Casos De Incompatibilidade. |
| Inflamável | Sim |
| Corrosivo | Não |
| Formulação | Ec - Concentrado Emulsionável |
| Observação |




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