
Conheça o herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG, um produto eficaz e seletivo indicado para o controle de plantas infestantes em culturas como milho, cana-de-açúcar e sorgo. Neste guia completo, apresentamos informações essenciais sobre a composição, modo de uso, recomendações técnicas, cuidados ambientais e medidas de segurança para garantir a máxima eficiência e proteção durante a aplicação. Saiba como manusear, aplicar e armazenar este herbicida, além de entender os procedimentos adequados para minimizar riscos e preservar tanto a saúde humana quanto o meio ambiente.
Identificação do Produto
O produto fitossanitário é comercializado sob as marcas Gesaprim Grda e Proof WG. Trata-se de um herbicida seletivo de ação sistêmica, registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob o número 5496. O titular de registro é a Syngenta Proteção De Cultivos Ltda., com sede em São Paulo/SP e CNPJ 60.744.463/0001-90.
A formulação disponível é do tipo WG, correspondendo a grânulos dispersíveis em água, não inflamáveis e não corrosivos. O produto tem classificação toxicológica na categoria 5, significando que é improvável causar dano agudo, porém é classificado como classe II quanto à periculosidade ambiental, sendo considerado muito perigoso ao meio ambiente.
O herbicida é indicado para aplicação terrestre e aérea, e não foram reportados casos de incompatibilidade com outros produtos. O modo de ação é seletivo e sistêmico, destacando-se para o controle de plantas de folhas largas e certas gramíneas sensíveis.
Composição
O produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG é formulado com o ingrediente ativo Atrazina, cuja concentração é de 880 gramas por quilograma, equivalendo a 88% em massa/massa. Além da Atrazina, a formulação contém outros ingredientes que somam 120 gramas por quilograma, correspondendo a 12% m/m. A Atrazina, também conhecida pelo nome químico 6-chloro-N2-ethyl-N4-isopropyl-1,3,5-triazine-2,4-diamine, pertence ao grupo químico das triazinas e é o componente principal responsável pela ação herbicida do produto. A formulação comercial é do tipo WG, que corresponde a grânulos dispersíveis em água, facilitando seu manuseio e aplicação no campo.

Grupo Químico e Tipo de Formulação
O produto herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG pertence ao grupo químico das triazinas, sendo o ingrediente ativo a Atrazina, um composto classificado como trisazina com a fórmula química C8H14ClN5. Este grupo químico está associado ao mecanismo de inibição do fotossistema II nas plantas.
Quanto ao tipo de formulação, o GESAPRIM® é formulado na forma de grânulos dispersíveis em água (WG). Essa formulação em grânulos facilita a dissolução em água para preparo da calda a ser aplicada, garantindo uma distribuição uniforme do herbicida nas áreas tratadas.
Este herbicida é seletivo e de ação sistêmica, caracterizando-se por agir de forma específica sobre certas plantas infestantes, principalmente folhas largas anuais, com uma ação moderada sobre algumas gramíneas sensíveis.

Registro e Titular do Produto
O produto comercializado sob as marcas Gesaprim Grda e Proof Wg está registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 5496. O titular do registro é a empresa Syngenta Proteção de Cultivos Ltda., localizada na Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, São Paulo/SP, CEP 04730-000. O telefone para contato é (11) 5643-2322, e o CNPJ da empresa é 60.744.463/0001-90, com cadastro na SAA/CDA/SP sob o número 001. A Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. é também o importador do produto formulado.
O produto técnico utilizado para a formulação é a Atrazina Técnica CIBA GEIGY, registrada junto ao MAPA sob o número 0178500. Os fabricantes do produto técnico incluem a Syngenta Crop Protection, LLC, com sede em St. Gabriel, Louisiana, EUA, Anhui Zhongshan Chemical Industry Co. Ltd., na China, e a Hebei Shanli Chemical Co, Ltd, também na China. Além disso, outras formulações técnicas da atrazina, tais como Atrazine Tech Oxon e Forward Atrazine Técnico, são fabricadas por empresas parceiras localizadas na Itália e na China, com registros específicos no MAPA.
O formulador do produto é a própria Syngenta Proteção de Cultivos Ltda., com sede na Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, km 127,5, Bairro Santa Terezinha, Paulínia/SP, CEP 13148-915, inscrita no CNPJ sob o número 60.744.463/0010-80, e cadastro na SAA/CDA/SP sob o número 453. Esta estrutura demonstra a importância da Syngenta como responsável pelo registro, importação, formulação e comercialização do produto no mercado brasileiro.

Instruções de Uso do Produto - Indicações de Uso
O produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG é um herbicida seletivo recomendado para o controle de plantas infestantes, podendo ser utilizado tanto na pré-emergência quanto na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes. As culturas indicadas para este uso são milho, cana-de-açúcar e sorgo.
Esse herbicida atua principalmente contra espécies de folhas largas anuais, sendo considerado um latifolicida por excelência. Destacam-se algumas espécies de difícil controle na pré-emergência. A ação contra plantas gramíneas é moderada, com algumas exceções.
Assim, o GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG é recomendado para o manejo de plantas infestantes predominantes em folhas largas, seja em tratamento básico na pré-emergência logo após o plantio, ou como tratamento complementar ou sequencial na pós-emergência precoce a inicial das invasoras.
Características do Modo de Ação
O produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG é caracterizado por sua ação seletiva e sistêmica, atuando predominantemente sobre as espécies de plantas infestantes de folhas largas anuais, destacando-se entre elas aquelas que apresentam maior dificuldade de controle na pré-emergência. Sua ação graminicida, ou seja, contra plantas da família das gramíneas, é moderada, excetuando-se algumas espécies específicas.
O ingrediente ativo do produto é a atrazina, que é absorvida pelas plantas preferencialmente pelas raízes após a germinação, sendo translocada pelo xilema até as folhas, especificamente até os cloroplastos, onde provoca a inibição da fotossíntese. Os sintomas dessa ação se manifestam por meio de clorose (amarelecimento), necrose (morte dos tecidos) e, consequentemente, a morte das plantas infestantes.
Quando o GESAPRIM® é aplicado na pós-emergência das plantas infestantes, ele é absorvido diretamente pelas folhas, penetrando rapidamente nos cloroplastos. Neste caso, sua ação ocorre por contato local, praticamente sem movimentação sistêmica posterior. Assim, seu modo de ação na pós-emergência é mais direcionado e de efeito imediato nas plantas-alvo.

Instruções de Uso do Produto - Áreas de Utilização
O produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG é recomendado para utilização em diversas situações e tipos de infestação nas culturas de milho, cana-de-açúcar e sorgo. Sua aplicação pode ocorrer em duas principais formas: como tratamento básico na pré-emergência logo após o plantio, e como tratamento complementar ou sequencial na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes.
Na pré-emergência, o produto deve ser utilizado para o controle de infestações exclusivas de plantas de folhas largas ou em situações onde predominem folhas largas, mesmo havendo presença de gramíneas sensíveis. Nos tratamentos de pós-emergência, é indicado para infestações predominantes de plantas de folhas largas, aplicando-se nas fases iniciais de desenvolvimento destas invasoras.
Essas áreas de utilização foram definidas para garantir a eficácia do GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG no controle das plantas invasoras, priorizando o manejo correto das culturas registradas e respeitando os estádios recomendados para aplicação, de forma a maximizar o controle e minimizar danos às culturas.
Instruções de Uso do Produto - Recomendações de Uso
As recomendações de uso do produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG são fundamentais para garantir a máxima eficácia no controle de plantas infestantes e segurança no manejo agrícola. Este herbicida seletivo pode ser aplicado tanto na pré-emergência quanto na pós-emergência das plantas infestantes, sendo indicado para as culturas de milho, cana-de-açúcar e sorgo.

Aplicações na Pré-emergência das Plantas Infestantes
Para o milho, o produto deve ser aplicado logo após o plantio, na pré-emergência da cultura e das invasoras, podendo ser feito em área total ou em faixas com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. O tratamento pode ser realizado com pulverizador costal ou equipamento tratorizado, inclusive via sistema 3 em 1 que permite o adubo, plantio e aplicação do herbicida em uma só operação. A aplicação terrestre deve usar um volume de calda de 200 L/ha, e a aérea, 20 L/ha. O controle das invasoras nas entrelinhas deve ser complementado por cultivo mecânico ou herbicidas pós-emergentes aplicados de forma dirigida.
Na cultura da cana-de-açúcar, o GESAPRIM® deve ser aplicado na pré-emergência em área total na cana-planta, logo após o plantio dos toletes (mudas), e na cana-soca após o corte, cultivo e adubação da soca. Recomenda-se uma aplicação por ciclo, com volume de calda semelhante ao do milho: 200 L/ha para aplicação terrestre e 20 L/ha para aérea.
Para sorgo, a aplicação deve ser feita também logo após o plantio, na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, com volume aéreo recomendado em 20 L/ha. Contudo, é importante destacar que o uso do GESAPRIM® na pré-emergência do sorgo não é recomendado em solos de textura arenosa devido ao risco de fitotoxicidade.

Aplicações na Pós-emergência das Plantas Infestantes
Na pós-emergência precoce das infestantes, para o milho, o produto deve ser aplicado após a germinação da cultura, com as plantas invasoras em estádio inicial, por meio de tratamento em área total com uma única aplicação. O volume de calda deve seguir os parâmetros de 200 L/ha para aplicações terrestres e 20 L/ha para aéreas. Espécies específicas e seus respectivos estádios de desenvolvimento devem ser rigorosamente observados para garantir o controle eficiente.
Na cana-de-açúcar (cana-planta e cana-soca), as aplicações pós-emergentes devem ser feitas em área total após a germinação da cultura, quando a planta atinge porte entre 30 a 40 cm, respeitando a presença das infestantes e seus estádios indicados. Em cultivos avançados, com mais de 50-60 cm de altura, recomenda-se a aplicação dirigida nas entrelinhas para evitar o efeito guarda-chuva e melhorar a eficiência do controle.
Para sorgo, a aplicação pós-emergente é recomendada a partir do desenvolvimento da cultura com aproximadamente 15 cm de altura, observando os estádios das plantas infestantes indicados e respeitando o uso do produto para esta fase. Esta modalidade é especialmente indicada para solos arenosos, possibilitando um controle mais seguro e eficaz em relação à fitotoxicidade.

Observações Importantes
- A dose do produto varia de acordo com o nível de infestação e a cultura, devendo-se seguir as indicações específicas para cada aplicação, variando entre 2 a 4 kg p.c./ha conforme o estágio e a severidade da infestação.
- Adjuvantes como espalhante adesivo ou óleo mineral podem ser adicionados nas aplicações pós-emergentes para potencializar o efeito do herbicida e ampliar o espectro de controle.
- Em todos os casos, recomenda-se uma única aplicação por ciclo, desde que todas as condições de uso e dosagem estejam adequadas.
- A aplicação aérea deve ser realizada por profissionais habilitados e com equipamentos certificados, respeitando sempre as condições climáticas ideais para evitar deriva e garantir a segurança ambiental.
Seguir rigorosamente essas recomendações de uso contribui para o controle eficiente das plantas infestantes, promovendo a saúde das culturas indicadas e respeitando as boas práticas agrícolas para a sustentabilidade do sistema produtivo.
Aplicações do Produto - Aplicações na Pré-emergência das Plantas Infestantes
O herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG é recomendado para aplicação na pré-emergência das plantas infestantes nas culturas de milho, cana-de-açúcar e sorgo, visando o controle eficiente das invasoras antes da emergência das culturas. A aplicação pré-emergente deve ser realizada logo após o plantio, utilizando tratamento em área total ou em faixas ao longo do sulco de plantio.

Milho
Na cultura do milho, a aplicação pré-emergente do produto deve ocorrer imediatamente após o plantio da cultura e das plantas infestantes. O tratamento pode ser realizado em área total ou em faixas de aproximadamente 50 cm ao longo do sulco de plantio. A aplicação pode ser feita com equipamentos costais ou tratorizados, inclusive durante o processo 3 em 1, que combina adubação, plantio e aplicação do herbicida em uma única operação. O controle nas entrelinhas deve ser realizado por meio de cultivo mecânico ou herbicidas pós-emergentes aplicados de forma dirigida.
As plantas infestantes controladas incluem espécies de folhas largas, como trapoeraba (Commelina benghalensis), caruru-de-mancha e caruru (Amaranthus viridis), carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum), apaga-fogo (Alternanthera tenella), cheiroso (Hyptis suaveolens), picão-preto (Bidens pilosa), guanxuma (Sida rhombifolia), poaia-branca (Richardia brasiliensis) e nabiça (Raphanus raphanistrum). As doses recomendadas variam entre 2,5 e 3,5 kg de produto comercial por hectare, aplicadas em uma única aplicação.
Cana-de-Açúcar
Para a cultura da cana-de-açúcar, o GESAPRIM® deve ser aplicado na pré-emergência, abrangendo tanto a cana-planta — após o plantio dos toletes (mudas) — quanto a cana-soca, após o corte, cultivo e adubação da soca. A aplicação é realizada em área total com uma única aplicação, utilizando dose de 2,5 a 3,0 kg de produto comercial por hectare.
As plantas infestantes controladas na cana-de-açúcar incluem beldroega (Portulaca oleracea) e picão-preto (Bidens pilosa).
Sorgo
No sorgo, a aplicação pré-emergente do GESAPRIM® deve ocorrer logo após o plantio da cultura e das plantas infestantes, por meio de tratamento em área total. A dose recomendada varia entre 2,0 e 2,5 kg de produto comercial por hectare, aplicada em uma única passada.
No entanto, vale destacar que essa aplicação pré-emergente não é recomendada para solos de textura arenosa devido ao risco de fitotoxicidade. As plantas infestantes típicas controladas incluem guanxuma (Sida rhombifolia), poaia-branca (Richardia brasiliensis) e beldroega (Portulaca oleracea).

Considerações Gerais
O produto deve ser aplicado diluído em água, respeitando o volume de calda indicado (200 L/ha para aplicação terrestre e 20 L/ha para aplicação aérea). É essencial utilizar equipamentos adequados para garantir uma boa cobertura do solo ou das plantas.
Para máxima eficiência na pré-emergência, o solo deve estar úmido, bem preparado e livre de torrões, e a aplicação deve evitar ventos superiores a 10 km/h para minimizar deriva. Além disso, recomenda-se observar as restrições específicas de solo e cultura e seguir as doses e modos de aplicação indicados para evitar fitotoxicidade.

Aplicações do Produto - Aplicações na Pós-emergência das Plantas Infestantes
As aplicações do herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG na pós-emergência das plantas infestantes devem ser realizadas com atenção aos estádios das plantas e às espécies alvo para garantir a eficiência do controle. O produto é recomendado para a aplicação em diferentes culturas, destacando milho, cana-de-açúcar e sorgo, onde deve-se observar rigorosamente as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento das invasoras.
Para a cultura do milho, as aplicações são indicadas para plantas infestantes em estágio de 2 a 4 folhas, numa aplicação única, a ser realizada após a germinação da cultura e da infestação. As plantas-alvo para controle na pós-emergência incluem espécies como caruru-de-mancha (Amaranthus viridis), capim-marmelada, capim-papuã (Brachiaria plantaginea), carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum), apaga-fogo (Alternanthera tenella), amendoim-bravo ou leiteira (Euphorbia heterophylla), corda-viola ou corriola (Ipomoea aristochiaefolia), nabo ou nabiça (Raphanus raphanistrum), poaia-branca (Richardia brasiliensis), guanxuma (Sida rhombifolia) e picão-preto (Bidens pilosa).
Na cana-de-açúcar, o GESAPRIM® deve ser aplicado após a germinação da cultura, quando esta apresenta até 30-40 cm de altura, também em uma única aplicação. As plantas que podem ser controladas pela pós-emergência nesta cultura são, entre outras, capim-marmelada, capim-papuã, marmelada (Brachiaria plantaginea), caruru-roxo, caruru-branco (Amaranthus hybridus), picão-preto, beldroega (Portulaca oleracea) e outras espécies indicadas, sempre respeitando os estádios recomendados para o melhor resultado.
Para o sorgo, a aplicação na pós-emergência é recomendada a partir do estágio em que a cultura atinge aproximadamente 15 cm de altura, controlando plantas infestantes igualmente em estádios iniciais de desenvolvimento. As espécies principais para controle incluem guanxuma, poaia-branca, beldroega e outras espécies, sempre respeitando o estádio de desenvolvimento das invasoras para garantir eficiência e limitar fitotoxicidade.
É importante destacar que a aplicação pós-emergente do GESAPRIM® deve ser feita em dose adequada de acordo com a infestação (leve, média ou pesada) e sempre observando a adição de adjuvantes como espalhantes adesivos ou óleo mineral para potencializar a ação do produto e ampliar o espectro de controle.
O volume de calda recomendado é de 200 litros por hectare para aplicações terrestres e de 20 litros por hectare para aplicações aéreas, com uma única aplicação geralmente suficiente para o controle eficiente das plantas infestantes na pós-emergência.
Recomenda-se ainda que as aplicações sejam feitas em condições atmosféricas favoráveis, com umidade relativa do ar acima de 55%, temperatura abaixo de 30 ºC e ventos moderados para evitar deriva e garantir a eficácia do herbicida.
Em resumo, o GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, indicado para o controle em pós-emergência precoce a inicial de infestantes em milho, cana-de-açúcar e sorgo, devendo o usuário seguir com rigor as recomendações técnicas para doses, estádios das plantas e condições de aplicação para obter o melhor resultado.

Modo de Aplicação - Equipamentos e Técnicas de Aplicação
O herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para a cultura registrada. A escolha do equipamento de pulverização deve ser adequada para cada tipo de cultura, forma de cultivo e topografia do terreno, podendo variar entre pulverizadores costais manuais, motorizados, turbo atomizadores, ou equipamentos tratorizados com barra ou auto-propelidos. Estes devem estar providos de pontas que produzam gotas médias a grossas, dependendo da especificidade de cada aplicação, além de possuírem espaçamento entre bicos, volume de calda e pressão de trabalho calibrados corretamente para garantir uma boa cobertura das plantas.
É fundamental ajustar a velocidade do equipamento para a vazão ou volume de calda desejada, conforme a topografia do terreno. Os parâmetros recomendados para pressão de trabalho variam entre 100 kPa (1 bar) e 400 kPa (4 bar) para costal e equipamentos tratorizados, com pontas de pulverização com indução de ar entre 200 kPa (2 bar) e 800 kPa (8 bar). Para aplicações aéreas, a pressão deve ser entre 100 kPa e 400 kPa, seguindo as orientações técnicas do fabricante das pontas.
No que se refere ao tamanho das gotas, para herbicidas pós-emergentes de contato ou sistêmicos recomenda-se diâmetros medianos volumétricos (DMV) entre 200 e 400 micrômetros; para herbicidas pré-emergentes ou pós-emergentes com alta sistemicidade, gotas maiores que 400 micrômetros são indicadas. A densidade ideal é de 20 a 40 gotas por centímetro quadrado.
Para pulverizadores terrestres, como equipamentos costais manuais e tratorizados, recomenda-se um volume de pulverização ao redor de 200 litros por hectare, assegurando boa cobertura do alvo ou do solo. Além disso, devem ser adotadas técnicas para redução de deriva, como o uso de pontas que produzam gotas médias e grandes, diminuição da altura da barra de pulverização para no máximo 50 cm acima do alvo, redução da velocidade de operação, planejamento da calda para minimizar riscos de deriva e respeito às faixas de segurança conforme a legislação vigente.
Na aplicação aérea, o produto pode ser aplicado por aeronaves agrícolas equipadas com barra e pontas apropriadas para proporcionar cobertura adequada com gotas de tamanho médio. É necessário que o equipamento esteja em perfeitas condições, sem desgaste ou vazamentos. A largura da faixa de deposição efetiva varia conforme a envergadura da aeronave e o diâmetro das gotas, devendo ser determinada por meio de testes prévios. O volume mínimo de calda seguro para aplicação aérea é de 20 litros por hectare, garantindo cobertura de 20 a 40 gotas por centímetro quadrado com gotas de tamanho médio (DMV entre 200 e 400 micrômetros).
Também são recomendadas medidas para reduzir a deriva na aplicação aérea, como a utilização de pontas adequadas, ajuste do ângulo de ataque para gerar gotas de tamanho médio, limitação da altura da pulverização entre 2 e 4 metros acima do topo do alvo, fechamento da válvula antes de subir a aeronave, planejamento da calda para evitar riscos, manutenção de distância segura entre as áreas alvo e protegidas, realização da pulverização apenas com ventos moderados entre 3 e 10 km/h, e respeito a faixas de segurança e bordaduras de 100 metros para áreas vizinhas. Ressalta-se que a aplicação aérea deve ser executada somente por profissionais habilitados, com uso de empresas certificadas que cumpram normas da aviação agrícola e boas práticas no manejo dos produtos fitossanitários.

7.2 Parâmetros de Aplicação (pressão, diâmetro de gotas, densidade)
O herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG deve ser aplicado utilizando dosagens recomendadas e diluído em água. O equipamento de pulverização precisa ser adequado para a cultura, forma de cultivo e topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado, turbo atomizador, tratorizado com barra ou auto-propelido, todos providos de pontas que produzam gotas médias a grossas conforme a especificidade da aplicação, garantindo cobertura eficiente das plantas. A velocidade do equipamento deve estar ajustada para a vazão/volume de calda desejada.
Quanto à pressão de trabalho recomendada, esta varia conforme o tipo de equipamento:
- Costal manual ou tratorizado e pulverizadores terrestres em geral: 100 a 400 kPa (1 a 4 bar);
- Equipamentos com pontas de pulverização com indução de ar: 200 a 800 kPa (2 a 8 bar);
- Aplicações aéreas: 100 a 400 kPa (1 a 4 bar).
O diâmetro das gotas, expresso em DMV (diâmetro mediano volumétrico), deve seguir as seguintes orientações:
- Para herbicidas pós-emergentes de contato ou sistêmicos: gotas entre 200 e 400 μm (micra);
- Para herbicidas pré-emergentes ou pós-emergentes com alta sistemicidade: gotas maiores que 400 μm.
A densidade de gotas ideal para a pulverização está entre 20 a 40 gotas por centímetro quadrado (gotas/cm²).
Para aplicações terrestres com pulverizadores costais manuais ou tratorizados, recomenda-se volume de calda em torno de 200 L/ha, garantindo boa cobertura do alvo ou do solo. Além disso, deve-se adotar técnicas para redução de deriva, como o uso de pontas que produzam gotas médias a grandes, altura da barra de pulverização não superior a 50 cm acima do alvo, redução da velocidade de operação, planejamento da calda para minimizar riscos e respeito às faixas de segurança conforme a legislação vigente.
Na aplicação aérea, a pulverização deve ser feita com aeronaves agrícolas equipadas com barra e pontas adequadas para cobertura uniforme, com gotas de tamanho médio (DMV 200 a 400 μm) e volume mínimo seguro de calda de 20 L/ha. Também é fundamental o uso de técnicas de redução de deriva, como ajuste do ângulo de ataque para gotas médias, limite de altura da pulverização entre 2 e 4 metros acima do alvo, fechamento da válvula antes da subida da aeronave e pulverização somente com ventos moderados entre 3 e 10 km/h. É obrigatório respeitar faixas de segurança legais e bordaduras de no mínimo 100 metros das áreas vizinhas.
Quanto às condições meteorológicas, as recomendações para a aplicação do GESAPRIM® incluem temperatura do ar abaixo de 30 ºC, umidade relativa do ar acima de 55% (para aplicação terrestre) ou 55% (para aplicação aérea), velocidade do vento entre 3 e 15 km/h (terrestre) ou 3 a 10 km/h (aérea), sempre evitando condições de inversão térmica ou correntes convectivas, as quais podem aumentar a deriva e reduzir a eficiência do produto.
Em suma, a correta escolha e ajuste dos parâmetros de pressão, tamanho e densidade das gotas, assim como a observância das condições ambientais e das recomendações técnicas, são essenciais para garantir a máxima eficiência do herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG e a segurança durante sua aplicação.

Modo de Aplicação - Aplicação Terrestre
A aplicação terrestre do produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG deve ser efetuada nas dosagens recomendadas, com o produto diluído em água, direcionado para a cultura registrada. O equipamento de pulverização deve ser adequado à cultura, tipo de cultivo e topografia do terreno. Podem ser utilizados pulverizadores costais manuais ou motorizados (quando apropriado), turbo atomizadores, tratorizados com barra ou auto-propelidos, desde que estejam equipados com pontas que produzam gotas médias a grossas, conforme a especificidade da aplicação.
É fundamental que o equipamento esteja corretamente calibrado quanto ao espaçamento dos bicos, volume de calda e pressão de trabalho para garantir uma cobertura eficaz das plantas alvo. A velocidade de operação deve ser ajustada para manter a vazão/volume de calda desejado, respeitando as características do terreno.
Os parâmetros indicados para a aplicação terrestre são:
Pressão de trabalho: entre 100 kPa (1 bar) e 400 kPa (4 bar) para costais e equipamentos tratorizados. Para equipamentos com pontas de pulverização com indução de ar, a pressão recomendada varia entre 200 kPa (2 bar) e 800 kPa (8 bar).
Diâmetro das gotas (Diâmetro Mediano Volumétrico - DMV): para herbicidas pré-emergentes ou pós-emergentes com alta sistemicidade, o DMV deve ser superior a 400 μm; para herbicidas pós-emergentes de contato ou sistêmicos, o DMV recomendado é de 200 a 400 μm.
Densidade de gotas: entre 20 e 40 gotas/cm².
O volume de pulverização recomendado para pulverizadores terrestres, incluindo equipamentos costais manuais e tratorizados, é em torno de 200 litros por hectare, sempre com o cuidado de assegurar uma boa cobertura do alvo ou do solo.
Para minimizar a deriva durante a aplicação terrestre, recomenda-se:
Utilizar pontas de pulverização que produzam gotas médias e grandes;
Diminuir a altura da barra de pulverização, mantendo-a no máximo a 50 cm acima do alvo;
Reduzir a velocidade de operação do equipamento;
Planejar a calda de pulverização para reduzir o risco de deriva;
Manter uma distância segura entre a área alvo e áreas que necessitam proteção, conforme a técnica e condições meteorológicas;
Respeitar as faixas de segurança estabelecidas pela legislação vigente.
As condições meteorológicas ideais para a aplicação terrestre do GESAPRIM® são temperatura do ar abaixo de 30 ºC, umidade relativa do ar acima de 55% e velocidade do vento mínima de 3 km/h até 15 km/h. Deve-se evitar a aplicação em condições de inversão térmica ou correntes convectivas, que possam aumentar o risco de deriva.
Seguindo essas recomendações e os parâmetros técnicos, a aplicação terrestre do GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG pode ser realizada com eficiência, controle adequado das plantas infestantes e minimizando riscos ao meio ambiente e à saúde humana.

Modo de Aplicação - Aplicação Aérea
A aplicação aérea do herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG deve ser realizada utilizando aeronaves agrícolas equipadas com barras de pulverização contendo pontas apropriadas que garantam uma cobertura adequada por meio do diâmetro médio das gotas. O equipamento deve estar em perfeito estado de funcionamento, sem desgaste ou vazamentos, para assegurar a eficiência da pulverização.
A largura efetiva da faixa de deposição varia principalmente com a envergadura da aeronave e o diâmetro das gotas, devendo ser determinada por meio de testes de deposição específicos para o equipamento utilizado. Recomenda-se o uso de um volume mínimo de calda de 20 litros por hectare, promovendo uma densidade de cobertura de 20 a 40 gotas por centímetro quadrado, sendo o diâmetro mediano volumétrico (DMV) das gotas entre 200 e 400 micrômetros.
Para reduzir a deriva do pulverizante, algumas práticas devem ser adotadas, tais como: uso de pontas adequadas que produzam gotas médias, ajuste do ângulo de ataque para otimizar a distribuição das gotas, limitação da altura da pulverização entre 2 a 4 metros acima do topo do alvo, fechamento da válvula antes da subida da aeronave, planejamento criterioso da calda para evitar riscos ambientais, adequação das distâncias entre a área aplicada e áreas próximas que necessitam de proteção, e realização da pulverização somente em condições de ventos moderados, entre 3 e 10 km/h, evitando ventos direcionados a áreas protegidas.
Deve-se respeitar as faixas de segurança estabelecidas pela legislação vigente, incluindo bordaduras mínimas de 100 metros para áreas vizinhas. As condições meteorológicas ideais para a aplicação aérea incluem temperatura do ar abaixo de 30°C, umidade relativa acima de 55% e vento com velocidade entre 3 a 10 km/h, evitando situações de inversão térmica ou correntes convectivas.
Por fim, a aplicação aérea deve ser conduzida exclusivamente por profissionais habilitados, utilizando empresas e pilotos certificados, em observância às normas e regulamentações de aviação agrícola, garantindo a segurança e a eficácia do tratamento.

Modo de Aplicação - Condições Meteorológicas para Aplicação
Para garantir a eficácia e segurança na aplicação do herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG, é essencial observar as condições meteorológicas recomendadas. A aplicação deve ser feita com temperatura do ar abaixo de 30 ºC e umidade relativa do ar acima de 55%. Além disso, a velocidade do vento deve estar entre 3 km/h e 15 km/h para pulverizações terrestres, e entre 3 km/h e 10 km/h para aplicações aéreas.
É importante evitar a aplicação em condições de inversão térmica ou correntes convectivas, que podem favorecer a deriva do produto e o seu deslocamento para áreas indesejadas. Nas aplicações aéreas, recomenda-se ainda limitar a altura da pulverização entre 2 e 4 metros acima do topo da cultura, fechar a válvula antes de subir a aeronave, e utilizar apenas empresas e pilotos habilitados que sigam as normas e regulamentos da aviação agrícola.
Observando estas condições, o produto garante melhor cobertura e eficiência no controle das plantas infestantes, minimizando impactos ambientais e riscos de contaminação.
8.1 Fatores Relacionados à Aplicação - Pré-emergência
Na aplicação do herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG na pré-emergência das plantas infestantes, alguns fatores são essenciais para garantir a eficácia do produto, especialmente relacionados ao preparo do solo, umidade do solo e condições de vento.
8.1.1 Preparo do Solo
Para plantio convencional, o solo deve estar bem preparado, por meio das operações de aração, gradeação e nivelamento superficial, estando livre de torrões. Essas condições são fundamentais para assegurar um plantio adequado e eficiente aplicação do herbicida.
No sistema de plantio direto, a área deve apresentar condições de pré-emergência das plantas infestantes após manejo e dessecação adequados das plantas infestantes ou das culturas de inverno. GESAPRIM® é aplicado na presença de material orgânico seco na superfície do solo, proveniente de diversas fontes como palhadas de culturas de inverno dessecadas e plantas infestantes dessecadas em áreas de pousio. Chuvas posteriores à aplicação favorecem o carreamento do herbicida das palhadas para o solo, promovendo assim uma boa atividade de controle das invasoras.

8.1.2 Umidade do Solo
A umidade do solo é crucial durante a aplicação. O solo deve estar úmido para garantir o funcionamento apropriado do herbicida. O produto não deve ser aplicado em solo seco, pois isso pode comprometer sua atividade. Em regiões com inverno seco, recomenda-se iniciar a aplicação somente após a normalização do regime de chuvas, evitando plantios precoces que possam estar em fase de reposição hídrica, o que também comprometeria a eficiência do produto. Chuvas normais após a aplicação ou irrigação promovem a rápida incorporação do produto na camada superficial do solo, aumentando sua eficácia.
8.1.3 Vento
Durante a aplicação do GESAPRIM® na pré-emergência, deve-se evitar ventos superiores a 10 km/h. Esta medida visa reduzir o risco de deriva do produto, protegendo áreas não alvo e aumentando a eficiência do tratamento.
Esses fatores relacionados à aplicação são importantes para obter um controle efetivo das plantas infestantes e garantir o sucesso no manejo das culturas indicadas para uso do herbicida.
8.2 Pós-emergência
8.2.1 Estádio das Plantas Infestantes
Para assegurar o pleno controle das plantas infestantes na pós-emergência com o produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG, é imprescindível observar rigorosamente as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendados. O sucesso da aplicação depende da correta identificação do momento ideal para o tratamento das invasoras, garantindo assim a eficiência do herbicida.

8.2.2 Influências Ambientais
Durante a aplicação na pós-emergência, fatores ambientais são cruciais para o desempenho do produto:
Umidade do ar: Recomenda-se aplicar o produto com umidade relativa do ar superior a 60%. Tal condição favorece a absorção e ação do herbicida nas plantas infestantes.
Horário de aplicação: O melhor período para a aplicação é preferencialmente pela manhã, até às 10h, ou à tarde, a partir das 16h, quando as condições climáticas são mais favoráveis para a atividade pós-emergente, principalmente devido à maior umidade relativa do ar nesses períodos. Não há restrições para dias nublados.
Orvalhos e chuvas: Deve-se evitar realizar a aplicação sobre plantas excessivamente molhadas, seja pela ação de chuvas recentes ou orvalhos intensos, pois isso pode comprometer o controle eficaz das invasoras.
8.2.3 Uso de Adjuvantes
Na pós-emergência, recomenda-se adicionar adjuvantes à calda de aplicação para potencializar a ação do herbicida. O uso de espalhante adesivo ou óleo mineral, conforme as doses recomendadas pelos fabricantes, aumenta o efeito pós-emergente do GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG e amplia o espectro de controle das plantas infestantes. A inclusão dos adjuvantes deve seguir as recomendações específicas para cada cultura (milho, cana-de-açúcar e sorgo), garantindo melhores resultados no manejo das invasoras.
Intervalos
Intervalo de Segurança
No caso do produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG, não há especificação de intervalo de segurança devido à modalidade de emprego na pré a pós-emergência inicial da cultura. Isso significa que o produto pode ser aplicado conforme as recomendações sem necessidade de um período específico de espera entre a aplicação e a colheita da cultura. Contudo, é fundamental respeitar rigorosamente a dose e modo de aplicação indicados para garantir a segurança e a eficácia do tratamento.
Intervalo de Reentrada de Pessoas
Após a aplicação do produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG, a reentrada na lavoura deve ocorrer somente quando a calda aplicada estiver completamente seca. Caso seja necessário entrar na lavoura antes da secagem total da calda, é imprescindível o uso dos mesmos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) que foram utilizados durante a aplicação do produto, garantindo assim a proteção adequada do trabalhador. Essa medida visa minimizar a exposição direta ao herbicida e assegurar a segurança dos aplicadores e demais pessoas que tenham contato com a área tratada.

Limitações de Uso
O produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG deve ser utilizado rigorosamente conforme as recomendações presentes no rótulo e na bula para garantir eficiência no controle das plantas infestantes e para manter os resíduos dentro dos limites legais permitidos no Brasil, conforme a monografia da ANVISA. Caso o produto seja utilizado em culturas destinadas à exportação, é fundamental verificar previamente os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino, pois estes podem diferir dos valores autorizados no Brasil ou até mesmo não possuir valores estabelecidos.
Além disso, é imprescindível respeitar as legislações federais, estaduais e o Código Florestal, especialmente no que diz respeito à delimitação das Áreas de Preservação Permanente (APP), obedecendo as distâncias mínimas determinadas pelas normas vigentes. O uso do produto é proibido em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d'água na aplicação terrestre e a 250 metros na aplicação aérea. Para a conservação do solo, recomenda-se a adoção das Boas Práticas Agrícolas, como o uso de curva de nível em locais de declive e plantio direto.
O GESAPRIM® não deve ser aplicado em solos mal preparados, com torrões ou solos secos, pois isso compromete o funcionamento do produto. No sistema de plantio direto, não é indicado aplicar o herbicida em áreas que não estejam totalmente dessecadas, garantindo assim a pré-emergência das plantas infestantes. Na aplicação pós-emergência, o GESAPRIM® não deve ser usado quando o capim-marmelada ultrapassar as três folhas, evitando aplicação em estádio avançado após o início do perfilhamento da planta daninha.
Especificamente para a cultura do sorgo, o produto não é recomendado na pré-emergência em solos arenosos, devido ao risco elevado de fitotoxicidade, especialmente se ocorrerem chuvas logo após a aplicação e o plantio. Além disso, não se deve aplicar o GESAPRIM® na fase inicial de germinação do sorgo, devendo aguardar até que a planta atinja aproximadamente 15 cm de altura antes de realizar a aplicação, reduzindo riscos de danos à cultura.
Por fim, antes de aplicar o produto em linhagens de milho, é recomendado realizar testes de sensibilidade para assegurar a seletividade e evitar fitotoxicidade. Seguir essas limitações de uso é essencial para garantir a segurança, eficácia e sustentabilidade do manejo das plantas infestantes com o GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG.

Fitotoxicidade para as Culturas Indicadas - Milho
O produto herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG é altamente seletivo para a cultura do milho em qualquer estádio de desenvolvimento. Essa seletividade ocorre devido a mecanismos fisiológicos específicos da planta de milho, que consegue metabolizar o ingrediente ativo atrazina, minimizando assim os efeitos tóxicos do herbicida sobre a cultura. Dessa forma, o uso do GESAPRIM® apresenta baixo risco de fitotoxicidade para o milho, garantindo a segurança do cultivo quando utilizado conforme as recomendações do rótulo e bula.
Fitotoxicidade para as Culturas Indicadas - Cana-de-Açúcar
O herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG apresenta alta seletividade para a cultura da cana-de-açúcar em todas as fases de desenvolvimento. A seletividade do produto para essa cultura ocorre por meio de mecanismos fisiológicos que permitem a tolerância às plantas de cana. Isso garante que o uso do herbicida, quando aplicado nas dosagens e condições recomendadas, não cause danos fitotóxicos significativos à cultura da cana-de-açúcar, assegurando sua eficiência no controle das plantas infestantes sem comprometer a saúde da cultura.

Fitotoxicidade para as Culturas Indicadas - Sorgo
A seletividade do produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG na cultura do sorgo está relacionada ao posicionamento do herbicida em relação às plantas, especialmente na fase inicial de germinação, principalmente em solos de textura média a argilosa. Nesses solos, o herbicida permanece estável nas primeiras camadas, adsorvido pelos coloides e fora do alcance dos pontos de penetração, o que contribui para a tolerância do sorgo ao produto.
Porém, em solos arenosos, a estabilidade da atrazina na camada superficial é menor devido à menor adsorção e maior lixiviação, o que resulta em maior risco de fitotoxicidade. Esse efeito nocivo ao sorgo manifesta-se por clorose, necrose e até morte da planta após a germinação. Por essa razão, o uso de GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG não é recomendado na pré-emergência do sorgo em solos de textura arenosa.
A tolerância do sorgo ao herbicida aumenta conforme o desenvolvimento da cultura. Quando a planta atingir aproximadamente 15 cm de altura, torna-se viável a aplicação do produto na pós-emergência, desde que observados os estádios recomendados para as plantas infestantes. Além disso, os sintomas leves de fitotoxicidade que possam ocorrer nessa fase se caracterizam por pequenas necroses nos ápices das folhas, os quais desaparecem em condições normais dentro de cerca de 15 dias.
Em resumo, para o sorgo, GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG deve ser usado com cautela, evitando-se a aplicação pré-emergente em solos arenosos devido ao risco de fitotoxicidade, e preferindo a aplicação na pós-emergência com plantas com porte adequado e observação dos estádios de desenvolvimento indicados para as plantas infestantes.

Manejo da Resistência a Herbicidas
O manejo da resistência a herbicidas é fundamental para garantir a eficiência contínua dos tratamentos fitossanitários e evitar prejuízos no controle das plantas daninhas. O uso repetitivo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode aumentar a população de plantas daninhas resistentes, o que resulta na perda da eficácia do produto.
Para minimizar os riscos de resistência, recomenda-se a adoção das seguintes práticas:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação diferentes do Grupo C1 (ao qual pertence o GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG) para o controle do mesmo alvo, sempre que adequado.
- Adoção de outras práticas de controle de plantas daninhas conforme as Boas Práticas Agrícolas.
- Utilização rigorosa das doses recomendadas e do modo de aplicação conforme especificado na bula do produto.
- Consulta contínua a um engenheiro agrônomo para estabelecer estratégias regionais de manejo de resistência e obter orientação técnica adequada na aplicação dos herbicidas.
- Consulta e reporte de possíveis casos de resistência em plantas daninhas junto às entidades competentes, como a Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD), a Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
A correta aplicação dessas recomendações auxilia na preservação da eficácia do GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG e contribui para a sustentabilidade do manejo de plantas daninhas nas culturas agrícolas.

Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
Para a manipulação e aplicação do produto Gesaprim Grda; Proof Wg, é obrigatório o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) apropriados para garantir a segurança do trabalhador. Os EPIs recomendados devem ser devidamente conservados, limpos e utilizados conforme especificações do fabricante, nunca empregando equipamentos danificados, úmidos, vencidos ou fora do prazo de validade.
O uso do EPI deve ser rigoroso durante todas as etapas de manuseio, preparação da calda e aplicação do produto. Durante a preparação da calda, por exemplo, é fundamental utilizar macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, equipamento de proteção respiratória, óculos de segurança com proteção lateral e luvas específicas para produtos químicos. Essas recomendações visam evitar o contato com o produto, principalmente com a pele, vias respiratórias e olhos.
Durante a aplicação do herbicida, o uso dos mesmos EPIs é igualmente obrigatório para minimizar a exposição. Após o término da aplicação, recomenda-se a manutenção e limpeza cuidadosa dos equipamentos de aplicação, além da lavagem separada das roupas e EPIs do usuário, utilizando luvas e avental impermeáveis no processo de lavagem. Recomenda-se também tomar banho imediato e trocar as roupas após o uso do produto.
No descarte e manejo das embalagens vazias ou materiais contaminados, o uso dos EPIs é essencial. Recomenda-se macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha, máscara de proteção respiratória, luvas de proteção para produtos químicos e viseira facial para evitar a contaminação. A retirada dos EPIs deve ocorrer em ordem adequada: óculos, botas, macacão, luvas e máscara, para garantir a segurança do usuário.
Por fim, o uso correto dos EPIs é parte essencial das boas práticas agrícolas e segurança do trabalhador, sendo indispensável para evitar danos à saúde durante o manuseio, aplicação e descarte do produto Gesaprim Grda; Proof Wg.

Proteção da Saúde Humana - Precauções Gerais
O uso do produto deve se restringir exclusivamente a atividades agrícolas, sendo seu manuseio realizado apenas por trabalhadores capacitados. Durante o manuseio e a aplicação do produto, é fundamental evitar comer, beber ou fumar para reduzir riscos de contaminação. O transporte do produto deve ser feito separadamente de alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas, garantindo a segurança durante o deslocamento.
A manipulação do produto não deve ser realizada sem o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Ressalta-se também a importância de evitar o uso de equipamentos com vazamentos ou defeitos e de não desentupir bicos, orifícios e válvulas com a boca, prevenindo a exposição inadvertida ao produto. É imprescindível que os EPIs utilizados estejam em perfeito estado, sem danos, úmidos, vencidos ou com vida útil fora das especificações, seguindo rigorosamente as recomendações do fabricante.
Durante a aplicação, o produto não deve ser aplicado próximo a escolas, residências, locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais, preservando a saúde das populações vulneráveis e evitando contaminações indesejadas. O contato acidental com o produto requer atenção imediata, seguindo as orientações de primeiros socorros e busca rápida de atendimento médico especializado.
O armazenamento deve ser realizado em sua embalagem original, devidamente fechada, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais, garantindo a integridade e segurança do produto. Dessa forma, são asseguradas as condições ideais de segurança para o uso do produto, protegendo a saúde dos trabalhadores e das pessoas ao redor.

Proteção da Saúde Humana - Precauções Durante a Preparação da Calda
Durante a preparação da calda do produto Gesaprim® GrDA; Proof® WG, é fundamental adotar rigorosamente as precauções de segurança para garantir a proteção da saúde humana. Para tanto, recomenda-se o uso obrigatório dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), que incluem macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas e calças compridas, botas de borracha, equipamento de proteção respiratória, óculos de segurança com proteção lateral e luvas específicas para manuseio de produtos químicos.
O manuseio do produto deve ocorrer em local aberto e ventilado, minimizando a exposição ao pó ou vapores que podem ser liberados durante a abertura da embalagem ou mistura do produto. Ao abrir a embalagem, é importante fazê-lo com cuidado para evitar a dispersão de poeira, o que pode aumentar o risco de inalação ou contato dérmico.
Além das precauções mencionadas, o técnico responsável pela preparação da calda pode adotar outras medidas adicionais de segurança, conforme o método de preparo utilizado ou conforme a implementação de medidas coletivas de proteção, sempre visando garantir um ambiente seguro e reduzir a exposição aos riscos químicos.

Proteção da Saúde Humana - Precauções Durante a Aplicação
Durante a aplicação do produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG, é fundamental adotar diversas precauções para garantir a proteção da saúde humana. Recomenda-se evitar ao máximo o contato com a área tratada, aplicando o produto somente nas doses recomendadas e observando rigorosamente o intervalo de segurança, que corresponde ao período entre a última aplicação e a colheita.
É imprescindível que não sejam permitidos animais, crianças ou pessoas não autorizadas nas áreas em que o produto estiver sendo aplicado. Além disso, a aplicação não deve ocorrer na presença de ventos fortes ou durante as horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para a região e para cada tipo de aplicação.
Durante todo o processo de aplicação, o uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI) é obrigatório. Deve-se vestir macacão com tratamento hidrorrepelente, cobrindo mangas e calças compridas; botas de borracha; equipamento de proteção respiratória; óculos de segurança com proteção lateral; e luvas específicas para produtos químicos. O uso correto dos EPIs evita o contato direto com o produto e protege contra possíveis riscos de intoxicação.
Adicionalmente, recomenda-se que o responsável pela aplicação possa adotar medidas de segurança coletiva conforme a metodologia utilizada, reforçando ainda mais a proteção dos trabalhadores envolvidos.
Essas precauções visam minimizar os riscos à saúde humana no momento de manuseio e aplicação do herbicida, garantindo segurança e reduzindo a exposição a substâncias químicas potencialmente nocivas.

Proteção da Saúde Humana - Precauções Após a Aplicação
Após a aplicação do produto Gesaprim® GrDA; Proof® WG, é fundamental seguir recomendações específicas para garantir a segurança e saúde dos aplicadores e de outras pessoas próximas. Primeiramente, a área tratada deve ser sinalizada com placas contendo a mensagem: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA”, e esses avisos devem ser mantidos até o término do período de reentrada permitido.
É importante evitar ao máximo o contato com a área recém-tratada. Caso seja necessário entrar na lavoura antes da secagem completa da calda aplicada, o usuário deve vestir os mesmos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) que usou durante a aplicação do herbicida. Além disso, não se deve permitir o acesso de animais, crianças ou pessoas não autorizadas às áreas tratadas logo após a aplicação, para prevenir exposição acidental.
O produto deve ser aplicado nas doses recomendadas, respeitando o intervalo de segurança que é o período entre a última aplicação e a colheita da cultura. Antes de retirar os EPIs, especialmente as luvas, é aconselhável lavá-las ainda vestidas para evitar contaminação. Após a aplicação, recomenda-se tomar banho imediatamente e trocar as roupas, que devem ser lavadas separadamente das vestimentas comuns da família, utilizando luvas e avental impermeáveis durante a lavagem.
Finalmente, após cada aplicação, deve-se realizar a manutenção e lavagem adequada dos equipamentos de aplicação para garantir a conservação e segurança nas próximas utilizações. A embalagem vazia do produto não deve ser reutilizada, devendo seguir os procedimentos adequados de descarte. Ao seguir estas precauções, minimiza-se o risco de intoxicação e o impacto à saúde humana decorrentes do uso do herbicida.

Primeiros Socorros - Ingestão
Em caso de ingestão do produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG, é fundamental procurar imediatamente um serviço médico de emergência, levando consigo a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto para facilitar o atendimento.
Não se deve provocar vômito, exceto quando houver indicação médica específica. Caso o vômito ocorra de forma natural, a pessoa deve ser deitada de lado para evitar aspiração do conteúdo gástrico. É importante não oferecer nada para a pessoa beber ou comer após a ingestão do produto.
Nas orientações médicas, pode ser indicado o uso de carvão ativado para limitar a absorção do produto, sendo mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. Em casos de ingestão de grande quantidade, pode-se considerar a lavagem gástrica, geralmente realizada dentro de uma hora após a ingestão, sempre com cuidados para proteger as vias aéreas do risco de aspiração, como a disposição do paciente em decúbito lateral esquerdo ou intubação endotraqueal com cuff.
É importante destacar que a indução do vômito é contraindicada devido ao risco potencial de aspiração e pneumonite química. Em caso de vômito espontâneo, manter a cabeça da pessoa abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, especialmente se estiver deitada, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Os prestadores de primeiros socorros devem tomar cuidados para evitar contaminação, utilizando equipamentos de proteção, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, especialmente durante as medidas de descontaminação. Deve-se evitar a respiração boca a boca, preferindo o uso de equipamentos intermediários de reanimação manual (Ambu).
Primeiros Socorros - Contato com Olhos
Em caso de contato do produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG com os olhos, deve-se lavar imediatamente com muita água corrente por no mínimo 15 minutos, evitando que a água de lavagem entre em contato com o outro olho. Se a pessoa utilizar lentes de contato, é necessário retirá-las antes de iniciar a lavagem. Caso persistam irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia, o paciente deve ser encaminhado para tratamento médico específico. O produto foi considerado levemente irritante aos olhos em estudos com coelhos, porém não a ponto de ser classificado como irritante ocular pelo sistema GHS.

Primeiros Socorros - Contato com Pele
Em caso de contato do produto com a pele, deve-se imediatamente retirar toda a roupa e acessórios contaminados, tais como cinto, pulseiras, óculos, relógio e anéis. Em seguida, a pele deve ser lavada cuidadosamente com muita água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos para garantir a remoção completa do produto. É fundamental agir rapidamente para minimizar a absorção e possíveis efeitos adversos provocados pela exposição cutânea ao produto.
Primeiros Socorros - Inalação
Em caso de inalação do produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG, a pessoa deve ser imediatamente levada para um local aberto e ventilado. É importante garantir que a vítima esteja em ambiente arejado para facilitar a respiração. A pessoa que prestar socorro deve proteger-se adequadamente da contaminação, utilizando luvas e avental impermeáveis, por exemplo, para evitar contato com a substância tóxica durante o atendimento. Essas medidas são essenciais para garantir a segurança tanto da vítima quanto do socorrista enquanto se busca assistência médica urgente.

Primeiros Socorros - Tratamento Médico
Em casos de intoxicação pelo produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG, o tratamento médico deve ser imediato e sintomático, focado em medidas de suporte para manutenção das funções vitais do paciente. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. O paciente deve ser monitorado quanto aos sinais vitais, incluindo pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal. É necessário estabelecer via endovenosa, com cuidado especial para situações de parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Além disso, o estado de consciência do paciente deve ser avaliado continuamente.
Medidas de descontaminação são essenciais para limitar a absorção do produto e seus efeitos locais. Em caso de ingestão, a administração de carvão ativado é recomendada na dose habitual, sendo mais efetiva se realizada dentro de uma hora após a ingestão. A lavagem gástrica deve ser considerada logo após a ingestão de quantidades significativas do produto, preferencialmente dentro de uma hora, com atenção para a proteção das vias aéreas contra aspiração.
No caso de exposição inalatória, deve-se remover o paciente para um local aberto e ventilado, garantindo adequada ventilação e oxigenação, e monitorando possíveis insuficiências respiratórias. Exposições dérmicas requerem a retirada imediata de roupas e acessórios contaminados, com uma descontaminação cuidadosa da pele e cabelos utilizando água fria e sabão. Para exposição ocular, a irrigação abundante com solução salina 0,9% ou água por pelo menos 15 minutos é indicada, e persistindo os sintomas, o encaminhamento para tratamento especializado é necessário.
Não existe antídoto específico para este produto. Os profissionais que prestam os primeiros socorros devem utilizar equipamentos de proteção individual adequados, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, para evitar contaminação durante o atendimento. Recomenda-se evitar a respiração boca a boca em casos de ingestão do produto, preferindo o uso de equipamentos intermediários de reanimação manual, como o Ambu.

Informações Médicas - Toxicocinética e Toxicodinâmica da Atrazina
A atrazina, ingrediente ativo do produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG, pertence ao grupo químico das triazinas e possui um modo de ação seletivo nas plantas, mas é considerada de baixa toxicidade aguda para seres humanos. A absorção da atrazina ocorre principalmente por vias oral, inalatória, ocular e dérmica, sendo as exposições inalatória e dérmica as mais relevantes.
Em estudos realizados com animais (ratos), a absorção oral da atrazina foi rápida, com aproximadamente 88% absorvidos, apresentando os maiores níveis nos eritrócitos e no fígado. A metabolização ocorre por duas vias principais: a desalquilação dos grupos etila e isopropila da cadeia lateral e a descloração por conjugação com glutationa. A eliminação é principalmente urinária, com meia-vida de 31,3 horas em ratos e 11,5 horas em humanos. Além disso, a atrazina se liga covalentemente à hemoglobina em ratos, o que prolonga sua meia-vida, mas essa ligação é considerada específica desses animais e irrelevante para humanos.
Do ponto de vista toxicodinâmico, a atrazina age como inibidora do fotossistema II nas plantas. Ela se liga ao sítio QB da proteína D1 nos cloroplastos, bloqueando o transporte de elétrons, que leva à interrupção da produção do NADPH e ATP. Como consequência, a fotossíntese é interrompida, causando clorose foliar, necrose e morte das plantas infestantes. Essa via metabólica existe apenas nas plantas; em mamíferos, incluindo humanos, essa ação não ocorre, o que explica o baixo potencial de toxicidade da substância para a saúde humana.

Informações Médicas - Sintomas e Sinais Clínicos
Segundo as informações disponíveis na bula do produto Gesaprim GrDA; Proof WG, não há na literatura dados que indiquem casos de intoxicação por ametrina (nível técnico relacionado ao ingrediente ativo atrazina) em seres humanos. Os dados apresentados referem-se principalmente a estudos agudos realizados em animais de experimentação, como ratos.
Nesses estudos de exposição oral, os animais não apresentaram mortalidade mesmo quando expostos a doses elevadas, mas sinais clínicos como piloereção, hipotonia muscular e apatia foram observados, sendo revertidos normalmente em até 12 horas. Da mesma forma, na exposição dérmica, sinais similares como piloereção e apatia também foram observados sem ocorrência de mortalidade, sendo estes sinais reversíveis em um período aproximado de 12 horas. Estudo de irritação cutânea realizado em coelhos indicou que o produto não é irritante para a pele, e testes demonstraram que o produto não é sensibilizante dérmico.
No que tange à exposição ocular, foi observado que o produto pode causar irritações leves, como opacidade na córnea, vermelhidão na conjuntiva e quemose, sinais que se revertiam em até 72 horas, motivo pelo qual o produto é considerado levemente irritante aos olhos, mas não o suficiente para ser classificado como irritante ocular segundo o Sistema Globalmente Harmonizado (GHS).
Portanto, os sintomas e sinais clínicos potenciais decorrentes do contato com o produto são geralmente leves e de curta duração, conforme evidenciado nos testes com animais. Não há relatos documentados de intoxicação humana.
Informações Médicas - Efeitos Agudos e Crônicos
O produto herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG, que tem como ingrediente ativo a atrazina, apresenta dados específicos relativos aos efeitos agudos e crônicos observados em estudos com animais de laboratório.

Efeitos Agudos
Em estudos de toxicidade aguda, a atrazina demonstrou uma baixa toxicidade. A dose letal mediana (DL50) oral em ratos é superior a 4000 mg/kg de peso corporal, assim como a DL50 dérmica também é maior que 4000 mg/kg. Considerando esses valores e o alto CL50 para exposição inalatória do produto técnico, os estudos com a formulação não foram realizados para inalação.
Quanto à irritação, o produto não apresenta irritação cutânea significativa em coelhos e não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias, tampouco sensibilizante respiratório. A irritação ocular foi caracterizada como leve, com sinais como opacidade corneal em 2 de 5 animais, vermelhidão da conjuntiva e quemose nos 5 animais testados, revertendo-se totalmente em até 72 horas, não sendo classificado como irritante ocular pelo Sistema Globalmente Harmonizado (GHS).
Os sinais clínicos observados em animais expostos por via oral incluíram piloereção, hipotonia muscular e apatia, todos reversíveis em cerca de 12 horas. Em exposição dérmica foram observados piloereção e apatia, também reversíveis no mesmo período. Não há relatos de intoxicações por ametrina (atriazina) em humanos na literatura.

Efeitos Crônicos
Estudos de carcinogenicidade em camundongos e ratos não mostraram associação direta entre a exposição à atrazina e o aparecimento de tumores significativos em linhagens padrão, exceto em ratas fêmeas da linhagem Sprague-Dawley, onde tumores mamários e hipofisários foram observados, mas foram considerados não relevantes para humanos após análises mecanísticas.
A atrazina não foi considerada mutagênica, clastogênica ou genotóxica nos testes realizados. Estudos crônicos indicaram que exposições em doses elevadas podem causar redução no ganho de peso corpóreo, diminuição da contagem de eritrócitos e outras alterações hematológicas em ratos e camundongos, sendo os valores sem efeito adverso observados (NOAEL) variáveis conforme o estudo.
Nos estudos de toxicidade do desenvolvimento, doses altas provocaram efeitos adversos em ratos e coelhos, incluindo redução do consumo alimentar e peso corpóreo, além de alterações esqueléticas menores e alterações no número de fetos viáveis e ossificação fetal. Contudo, não foi detectada teratogenicidade em nenhuma das espécies estudadas.
Esses dados indicam que os efeitos adversos ao longo do tempo são dose-dependentes e que, dentro das doses recomendadas para uso agrícola, o produto apresenta perfil tóxico limitado.
Em resumo, a formulação baseada em atrazina apresenta baixa toxicidade aguda, efeitos crônicos registrados principalmente em doses elevadas não usuais para aplicação agrícola, e resultados que indicam sua segurança relativa para os humanos quando manuseada e aplicada conforme as recomendações.

Informações Médicas - Diagnóstico e Tratamento
O diagnóstico de intoxicação por GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG deve ser estabelecido por meio da confirmação da exposição ao produto, além da presença de sintomas clínicos compatíveis. Em casos em que surgem sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, é fundamental tratar o paciente imediatamente.
O tratamento é de natureza geral e consiste em medidas sintomáticas e de suporte conforme o quadro clínico apresentado, com atenção especial à manutenção das funções vitais, especialmente suporte respiratório. O paciente deve ser monitorado quanto aos sinais vitais, incluindo pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal, além de manter a via endovenosa válida. Atenção deve ser dada para possíveis casos de parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas, bem como à avaliação do estado de consciência.
Medidas de descontaminação são essenciais para limitar a absorção do produto e os efeitos locais. No caso de exposição oral por ingestão de grandes quantidades do produto, recomenda-se o uso de carvão ativado na dose usual para adultos e crianças, sendo mais efetivo quando administrado até uma hora após a ingestão. A lavagem gástrica pode ser considerada dentro de uma hora após a ingestão, embora na maioria dos casos não seja necessária. Deve-se atentar para o nível de consciência e proteger as vias aéreas para evitar aspiração.
Para exposição inalatória, a indicação é remover o paciente para local seguro e ventilado, fornecendo ventilação adequada e oxigenação, com monitoramento atentivo para insuficiência respiratória, administrando oxigênio e ventilação mecânica se necessário.
No caso de exposição dérmica, é essencial remover roupas e acessórios contaminados e proceder à descontaminação cuidadosa da pele com água abundante e sabão, levando o paciente para ambiente ventilado. Caso haja irritação ou dor, o paciente deve receber atendimento médico.
Se houver contato ocular, recomenda-se irrigação abundante com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato da água de lavagem com a outra mucosa, e encaminhamento para tratamento se os sintomas persistirem.
Não há antídoto específico para este produto.
Os prestadores de primeiros socorros devem evitar respiração boca a boca em casos de ingestão do produto. É aconselhável o uso de equipamentos intermediários de reanimação manual (Ambu). Além disso, é importante utilizar equipamentos de proteção pessoal, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras para prevenir contaminação durante os procedimentos de descontaminação.

Contraindicações
A indução do vômito é contraindicada devido ao risco potencial de aspiração e pneumonite química. No entanto, se ocorrer vômito espontâneo, a pessoa deve ser mantida com a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, caso esteja deitada, para evitar a aspiração do conteúdo gástrico. Não há relatos de efeitos adversos relacionados a interações químicas para a atrazina em humanos.
Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Precauções e Advertências
O produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG é classificado como Classe II, sendo muito perigoso ao meio ambiente. Ele é altamente tóxico para organismos aquáticos, especialmente algas, e apresenta alta persistência no ambiente. Portanto, é fundamental tomar precauções rigorosas para evitar a contaminação ambiental.
Para isso, recomenda-se evitar a contaminação do solo, água e ar por meio de práticas adequadas de manejo e descarte. A destinação incorreta das embalagens vazias ou dos resíduos do produto pode causar danos significativos à fauna, flora e à saúde humana, devido à contaminação desses ambientes.
É proibida a reutilização e reciclagem da embalagem vazia, assim como seu fracionamento ou reembalagem, para prevenir riscos ambientais.
Além disso, a aplicação aérea do produto deve respeitar distâncias mínimas de 500 metros em relação a povoados e mananciais usados para abastecimento público e de 250 metros em relação a mananciais, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetações sensíveis a danos. É imprescindível seguir as normas e legislações estaduais e municipais que regulam as atividades aeroagrícolas.
Para minimizar riscos, não utilize equipamentos com vazamentos, não aplique o produto em ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, sempre respeitando as doses recomendadas.
Por fim, recomenda-se não lavar embalagens ou equipamentos aplicadores em lagos, fontes, rios e outros corpos d’água para evitar contaminação hídrica. Todas essas medidas visam à proteção integral do meio ambiente durante o uso, armazenagem e descarte do GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Armazenamento do Produto
Para garantir a conservação adequada do produto e prevenir acidentes, é fundamental armazenar o GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG em sua embalagem original, sempre com a tampa fechada. O local de armazenamento deve ser exclusivo para produtos tóxicos, totalmente isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. Recomenda-se que este local possua construção de alvenaria ou seja feito de material não combustível. Além disso, deve ser ventilado, coberto e possuir piso impermeável para evitar contaminações.
É importante destacar que no local de armazenamento deve haver uma placa de advertência com os dizeres “CUIDADO, VENENO” para alertar sobre a presença do produto. O local também deve permanecer trancado, evitando-se o acesso de pessoas não autorizadas, em especial crianças.
Deve-se sempre dispor de embalagens apropriadas para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados, garantindo uma maior segurança no armazenamento. Para armazenagem em armazéns, as orientações da norma NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) devem ser seguidas.
Além disso, o usuário deve observar e cumprir as disposições constantes da legislação estadual e municipal relacionadas ao armazenamento de agrotóxicos, assegurando assim a proteção ambiental e a segurança durante o manuseio do produto.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Procedimentos em Caso de Acidentes
Em caso de acidentes envolvendo o produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG, é fundamental adotar uma série de procedimentos para minimizar os impactos ao meio ambiente e garantir a segurança das pessoas.
Primeiramente, deve-se isolar e sinalizar a área contaminada para evitar contato indevido. Em seguida, é necessário contatar as autoridades locais competentes e a empresa registrante Syngenta Proteção de Cultivos Ltda., por meio do telefone de emergência 0800 704 4304.
Para a manipulação e limpeza da área afetada, o uso adequado dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é obrigatório, incluindo macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros.
No caso de derramamento do produto, os procedimentos variam conforme o local do acidente:
Em piso pavimentado, recolha o material derramado com auxílio de uma pá, colocando-o em um recipiente lacrado e devidamente identificado para descarte. O produto derramado não deve ser reutilizado, e nesse caso, deve-se contatar a empresa registrante para a devolução e destinação final.
Em solo, recomenda-se retirar as camadas de terra contaminada até atingir solo não contaminado, recolhendo este material contaminado em recipiente lacrado e identificado. A empresa registrante deve ser contatada para providências de destino adequado.
Em corpos d'água, deve-se interromper imediatamente a captação para o consumo humano ou animal e comunicar o órgão ambiental responsável, assim como o centro de emergência da empresa, pois as medidas a serem tomadas dependem da proporção do acidente, das características do corpo hídrico e da quantidade do produto envolvido.
No caso de incêndio, o uso de extintores à base de água em forma de neblina, dióxido de carbono (CO₂) ou pó químico é recomendado. É importante posicionar-se favoravelmente ao vento para evitar a inalação dos gases tóxicos.
Essas orientações são imprescindíveis para garantir a proteção do meio ambiente e a segurança durante a ocorrência de acidentes com o herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Descarte e Devolução de Embalagens Vazias e Produtos Impróprios
O descarte e a devolução correta das embalagens vazias e dos produtos impróprios para uso são fundamentais para a proteção do meio ambiente. Este produto, classificado como muito perigoso ao meio ambiente e altamente tóxico para organismos aquáticos, apresenta alto potencial de persistência ambiental, o que reforça a necessidade de cuidar rigorosamente da destinação final de suas embalagens e resíduos.
É proibida a reutilização, reciclagem, fracionamento ou reembalagem da embalagem vazia. A destinação inadequada das embalagens vazias e dos restos de produtos causa contaminação do solo, água e ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde humana.
Em casos em que o produto se torne impróprio para utilização ou esteja em desuso, recomenda-se consultar o registrante pelo telefone indicado no rótulo para orientações sobre a devolução e destinação final.
A desativação do produto deve ser realizada por meio da incineração em fornos apropriados, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes, aprovados por órgão ambiental competente. Isso assegura a minimização dos impactos ambientais decorrentes do descarte.
Quanto às embalagens vazias, seu armazenamento até a devolução pelo usuário deve ser feito em local coberto, ventilado e ao abrigo de chuva, preferencialmente em área com piso impermeável. O uso de luvas no manuseio das embalagens é obrigatório. As embalagens devem ser armazenadas separadamente quando lavadas, acondicionadas em sacos plásticos transparentes identificados e lacrados conforme modelos padronizados.
A devolução da embalagem vazia, com tampa, é obrigatória e deve ocorrer no estabelecimento onde o produto foi adquirido ou em local indicado na nota fiscal, no prazo máximo de um ano após a compra. Se o produto ainda estiver dentro do prazo de validade e não totalmente utilizado, a devolução pode ser realizada em até seis meses após o término da validade.
No transporte, as embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas. Devem ser transportadas em sacos plásticos transparentes, identificados e lacrados conforme recomendação.
A destinação final das embalagens, após sua devolução pelos usuários, deve ser feita exclusivamente pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes, garantindo que o processo não gere riscos ambientais.
Portanto, a observância rigorosa dessas instruções é vital para evitar a contaminação ambiental e preservar os recursos naturais, assegurando que o uso do produto ocorra de forma sustentável e responsável.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Transporte de Agrotóxicos
O transporte de agrotóxicos, componentes e afins está sujeito a regras e procedimentos estabelecidos pela legislação específica vigente. Ressalta-se que é proibido transportar estes produtos junto com pessoas, animais, alimentos, medicamentos, rações ou outros materiais. Tal exigência tem o objetivo de evitar contaminações e riscos à saúde pública, bem como preservar a segurança durante o transporte.
No contexto da legislação e das boas práticas, as embalagens contendo agrotóxicos devem ser acondicionadas adequadamente e identificadas, assegurando que o transporte ocorra sem riscos de vazamentos ou acidentes ambientais. O cumprimento das normas é fundamental para minimizar impactos ambientais e proteger a saúde de trabalhadores e do público em geral.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Restrições Legais Estaduais e Municipais
O produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG está sujeito a diversas restrições legais estabelecidas por órgãos competentes dos Estados, Distrito Federal e Municípios, que devem ser rigorosamente observadas para garantir a proteção ambiental e o uso responsável do herbicida.
Entre as principais restrições encontram-se:
A proibição da realização de aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas localizadas a menos de 500 metros de povoações e mananciais destinados ao abastecimento público de água, bem como a menos de 250 metros de mananciais, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetíveis a danos.
A obrigatoriedade de observar as disposições constantes na legislação estadual e municipal relativas às atividades aeroagrícolas, atentando para as normas específicas que regulamentam o uso e manejo de agrotóxicos nessas regiões.
A necessidade de evitar a contaminação ambiental através da preservação da natureza, incluindo a proibição do uso de equipamentos com vazamentos e a aplicação do produto em condições climáticas inadequadas, tais como ventos fortes ou horários de altas temperaturas.
A orientação para aplicar somente as doses recomendadas para o produto, prevenindo excessos que possam causar danos ao meio ambiente.
A vedação da lavagem de embalagens ou equipamentos aplicadores em corpos d’água como lagos, fontes e rios, para evitar contaminação desses recursos hídricos.
Essas medidas reforçam o compromisso com as boas práticas agrícolas e a conservação ambiental, sendo fundamental que o usuário do produto atenda a todas as normas federais, estaduais e municipais vigentes para o manejo seguro e legal do herbicida GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG.

Procedimentos para Lavagem, Armazenamento, Transporte e Destinação de Embalagens - Embalagem Flexível
Em relação à embalagem flexível do produto GESAPRIM® GrDA; PROOF® WG, é importante salientar que esta embalagem não pode ser lavada. O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser realizado em local coberto, ventilado, protegido da chuva e com piso impermeável. Alternativamente, a embalagem pode ser armazenada no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Para o manuseio da embalagem vazia, recomenda-se o uso de luvas para garantir a proteção individual. Além disso, a embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das embalagens que foram lavadas, devendo ficar acondicionada em saco plástico transparente, conforme o modelo padronizado pela ABNT, devidamente identificado e lacrado; este saco plástico deve ser adquirido nos canais de distribuição.
Quanto à devolução da embalagem vazia, esta é obrigatória e deve ser feita com a tampa acoplada. O usuário deverá entregá-la ao estabelecimento onde adquiriu o produto, ou em outro local indicado na nota fiscal do produto, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado e ainda esteja dentro do prazo de validade, é facultado ao usuário devolver a embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. É fundamental que o usuário mantenha o comprovante de devolução para efeitos de fiscalização, pelo período mínimo de um ano após a devolução.
No transporte, a embalagem plástica ou metálica deve ser inutilizada perfurando seu fundo para impedir seu uso indevido. As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas. Elas devem ser transportadas acondicionadas em saco plástico transparente, segundo o modelo padronizado pela ABNT, devidamente identificado e lacrado, que deve ser adquirido nos canais de distribuição.

Procedimentos para Lavagem, Armazenamento, Transporte e Destinação de Embalagens - Embalagem Secundária (Não Contaminada)
As embalagens secundárias que não estejam contaminadas não podem ser lavadas. O armazenamento dessas embalagens vazias deve ser realizado em local coberto, ventilado, protegido da chuva e com piso impermeável, preferencialmente no mesmo local onde são guardadas as embalagens cheias.
É obrigatória a devolução da embalagem vazia com tampa, feita pelo usuário ao estabelecimento onde o produto foi adquirido ou em local indicado na respectiva nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.
Durante o transporte, as embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas, buscando evitar qualquer tipo de contaminação cruzada.
Por fim, a destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, deve ser realizada exclusivamente pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes, garantindo a adequada disposição e mitigando impactos ao meio ambiente e à saúde pública.
| Marca comercial | Gesaprim Grda; Proof Wg; |
| Titular do registro | Syngenta Proteção De Cultivos Ltda. – São Paulo/Sp |
| Número do registro | 5496 |
| CNPJ | 60.744.463/0001-90 |
| Classificação ambiental | II - Produto Muito Perigoso Ao Meio Ambiente |
| Classificação toxicológica | 5 - Categoria 5 – Produto Improvável De Causar Dano Agudo |
| Modo de ação | Seletivo, De Ação Sistêmica |
| Técnica de aplicação | Terrestre/Aérea |
| Compatibilidade | Não Se Conhecem Casos De Incompatibilidade. |
| Inflamável | Não |
| Corrosivo | Não |
| Formulação | Wg - Grânulos Dispersíveis Em Água |
| Observação |




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