
O inseticida MALATHION PRENTISS, produzido pela Prentiss Química Ltda, é uma ferramenta essencial no manejo de pragas nas culturas agrícolas, oferecendo um controle efetivo contra uma variedade de insetos prejudiciais. Com formulações que combinam eficácia e segurança, este produto se destaca na proteção das lavouras, assegurando a qualidade das colheitas e contribuindo para a sustentabilidade agrícola. Neste post, vamos explorar suas características, métodos de aplicação e recomendações de segurança.
Identificação do Produto
O produto em questão é denominado MALATHION PRENTISS, um inseticida do tipo recomendado para o controle de diversas pragas em diferentes culturas agrícolas. Fabricado pela Prentiss Química Ltda, localizada em Campo Largo, Paraná, o produto está registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob o número 3288392.
Informações adicionais
- CNPJ do Titular: 00.729.422/0001-00
- Grupo Químico: Organofosforado
- Tipo de Formulação: Concentrado Emulsionável (EC)
- Classe: Inseticida de contato e ingestão
- Modo de Ação: Atua através do contato e ingestão de organismos-alvo.
Este produto é classificado como Altamente Perigoso ao Meio Ambiente, com uma classificação toxicológica de Categoria 5, o que indica que, sob condições de uso, não é provável que cause danos agudos. Entretanto, deve-se ter uma atenção especial ao manuseá-lo, uma vez que é corrosivo e inflamável.
Composição
O produto MALATHION PRENTISS apresenta como componente ativo a Malationa, que é um organofosforado, com a seguinte composição: Diethyl (dimethoxythiophosphorylthio) succinate, com uma concentração de 500 g/L, o que equivale a 50% do volume do produto. Além deste ingrediente ativo, outros ingredientes também compõem o produto, totalizando a mesma quantidade de 500 g/L (50% m/v). A formulação do produto é caracterizada como Concentrado Emulsionável (EC), sendo classificado como um inseticida de contato e ingestão, atuando principalmente no controle de pragas em diversas culturas.

Grupo Químico e Tipo de Formulação
O produto "MALATHION PRENTISS" pertence ao grupo químico dos Organofosforados, que são conhecidos por sua capacidade de inibir a enzima acetilcolinesterase, levando a uma ação tóxica nos insetos. Dentro do contexto agrícola, os organofosforados são amplamente utilizados como inseticidas devido ao seu modo de ação eficaz contra diversas pragas que afetam as cultivares.
A formulação do "MALATHION PRENTISS" é classificada como Concentrado Emulsionável (EC), contendo uma concentração de 500 g/L (50% m/v) de Malathion, ativo principal do produto, que corresponde à sua composição tóxica. Essa formulação é adequada para aplicação em campo, permitindo que o produto seja diluído em água antes da aplicação, o que facilita a cobertura das plantas e aumenta a eficiência no controle de pragas.
Além disso, a formulação em emulsão permite uma dispersão mais uniforme do ingrediente ativo no meio, otimizando a absorção pelas plantas e aprimorando o efeito do inseticida sobre os organismos-alvo que são suscetíveis à sua ação.
Registro e Titular do Produto
O produto registrado sob a marca Malathion Prentiss é de responsabilidade da Prentiss Química Ltda., que está situada na Rodovia PR 423 – km 24,5, Campo Largo, PR, Brasil, com o código postal 83603-000. O seu registro junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) tem o número 3288392, identificando a legalidade e conformidade para a comercialização e uso do produto no mercado agrícola.
Adicionalmente, a empresa está registrada sob o CNPJ 00.729.422/0001-00, garantindo que todas as operações referentes ao produto estejam em conformidade com a legislação brasileira vigente. Essa certificação é crucial para manter a segurança e eficácia do uso do inseticida em diversas culturas, assegurando que as práticas agrícolas atendam aos padrões estabelecidos pelas autoridades de saúde e meio ambiente.
Instruções de Uso do Produto - Algodão
O produto MALATHION PRENTISS é um inseticida de contato e ingestão que é utilizado no controle de diversas pragas na cultura do algodão. As principais pragas controladas incluem:

5.1. Algodão
Pulgão do algodoeiro (Aphis gossypii)
- Dose recomendada: 0.5-1.0 kg/ha.
- Volume de calda: 600 a 800 L de calda por hectare.
Tripes (Frankliniella schultzei)
- Dose recomendada: 0.6-1.0 kg/ha.
- Volume de calda: 600 a 800 L de calda por hectare.
Percevejo-manchador (Dysdercus ruficollis)
- Dose recomendada: 0.9-1.5 kg/ha.
- Volume de calda: 1.8-3.0 L por hectare.
Percevejo rajado (Horcias nobilellus)
- Dose recomendada: 0.9-1.5 kg/ha.
- Volume de calda: 1.8-3.0 L por hectare.
Bicudo (Anthonomus grandis)
- Dose recomendada: 1.0-2.0 kg/ha.
- Volume de calda: 2.0-4.0 L por hectare.
Curuquerê (Alabama argillacea)
- Dose recomendada: 0.75-1.5 kg/ha.
- Volume de calda: 1.5-3.0 L por hectare.
O tratamento deve ser iniciado logo após a constatação da presença das pragas. Para o controle efetivo, é recomendável realizar 2 a 3 aplicações em intervalos de 15 dias para as culturas suscetíveis, visando evitar o “engruvinhamento” das folhas, ou intervalos variáveis de acordo com a intensidade dos ataques, condições climáticas e resistência dos insetos.
Além disso, deve-se sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para determinar as melhores práticas de aplicação e o acompanhamento das mesmas, assegurando a segurança e eficácia do uso do produto nas lavouras.
Instruções de Uso do Produto - Couve/Couve-flor/Brócolis
O produto MALATHION PRENTISS é um inseticida de contato e ingestão que pode ser utilizado para o controle de pragas específicas nas culturas de couve, couve-flor e brócolis.
Pragas Controladas
As pragas que podem ser combatidas com esse inseticida incluem:
Pulgão da couve (Brevicoryne brassicae)
- Dose recomendada: 0.6-1.0 kg/ha, ou 1.2-2.0 mL/100 L de calda, com uma aplicação recomendada em 200 mL em volume alto.
Curuquerê da couve (Ascia manuste orseis)
- Dose recomendada: 0.6-1.0 kg/ha, ou 1.2-2.0 mL/100 L de calda, com uma aplicação recomendada em 200 mL em volume alto.

Modo de Aplicação
As aplicações devem ser realizadas preferencialmente em altos volumes de calda, com a verificação da correta dosagem conforme a infestação das pragas. É importante iniciar o tratamento logo no início da infestação, antes que a praga cause danos significativos à planta.
Intervão de Segurança
Após a aplicação, devem ser observados os intervalos de segurança de 7 dias entre a aplicação do produto e a colheita dos cultivos, garantindo a segurança dos alimentos e a eficácia do tratamento.
Em resumo, ao utilizar o MALATHION PRENTISS nas culturas de couve, couve-flor e brócolis, é crucial seguir as recomendações de dosagem, intervalo de segurança e modo de aplicação para um controle efetivo das pragas e minimização de danos às plantas.
Instruções de Uso do Produto - Repolho
O uso do inseticida MALATHION PRENTISS, indicado para o controle de pragas na cultura do repolho, deve seguir recomendações específicas para garantir eficácia e segurança.
Pragas Controladas
O MALATHION PRENTISS é eficaz contra as seguintes pragas do repolho:
- Pulgão da couve (Brevicoryne brassicae)
- Curuquerê da couve (Ascia manuste orseis)
Dosagem e Aplicação
As dosagens recomendadas para o controle das pragas mencionadas são:
- Pulgão da couve: Aplicar de 0.6 a 0.9 kg/ha, correspondente a 1.2 a 1.8 mL/100 L de água.
- Curuquerê da couve: Aplicar de 0.6 a 1.0 kg/ha, correspondendo a 1.2 a 2.0 mL/100 L de água.
Volume de Calda
Utilizar um volume de calda de 300 L por hectare, aplicando preferencialmente em alta volume para garantir uma cobertura adequada das plantas.

Intervalo de Aplicação
É recomendado iniciar o tratamento assim que os primeiros sinais da infestação forem observados, antes que as pragas provoquem danos significativos, como o engruvinhamento das folhas. Dependendo da intensidade da infestação e das condições climáticas, poderá ser necessário realizar de 2 a 3 aplicações com um intervalo médio de 15 dias entre elas.
Estas instruções garantem não apenas a proteção das plantas, mas também a segurança do aplicador e a preservação do ambiente. Portanto, é crucial seguir as diretrizes de uso para a máxima eficiência do inseticida.
Instruções de Uso do Produto - Pepino
O uso do inseticida MALATHION PRENTISS na cultura do pepino é fundamental para o controle de diversas pragas que podem comprometer a produção. Abaixo, estão as pragas específicas que o produto é capaz de controlar, assim como as dosagens recomendadas:
Pragas Controladas
Pulgão do algodoeiro (Aphis gossypii)
- Dose: 0.6-1.0 kg/ha
- Quantidade de Calda: 200 mL em alto volume (300-600 L de calda/ha)
Vaquinha verde-amarela (Diabrotica speciosa)
- Dose: 0.6-1.0 kg/ha
- Quantidade de Calda: 200 mL em alto volume
Broca das curcubitáceas (Diaphania nitidalis)
- Dose: 0.6-1.0 kg/ha
- Quantidade de Calda: 200 mL em alto volume
Mosca das frutas (Anastrepha grandis)
- Dose: 0.6-1.0 kg/ha
- Quantidade de Calda: 200 mL em alto volume
Modo de Aplicação
As aplicações devem ser realizadas utilizando equipamentos apropriados, seja por aplicação terrestre ou aérea, conforme as orientações do produto. Para garantir a eficácia do controle, deve-se iniciar os tratamentos imediatamente após a constatação das pragas na lavoura.
Importância do Controle
A aplicação do MALATHION PRENTISS no pepino não só ajuda na proteção contra essas pragas, mas também contribui para a qualidade e a quantidade da produção, evitando perdas significativas que podem ocorrer devido ao ataque de insetos.

Instruções de Uso do Produto - Citros
O produto MALATHION PRENTISS é um inseticida de contato e ingestão que pode ser utilizado para o controle de pragas em cultivos de citros. Sua aplicação deve ser feita conforme as recomendações específicas deste produto, visando garantir a eficácia e a segurança durante o uso.
As pragas que podem ser controladas no cultivo de citros incluem:
- Mosca das frutas (Anastrepha grandis): Proporciona danos significativos, pois as larvas penetram nos frutos, causando destruição e comprometendo a comercialização.
- Mosca das frutas (Ceratitis capitata): Assim como a Anastrepha, esta espécie também causa danos irreparáveis aos frutos, tornando-os impróprios para consumo.
- Cochonilha cabeça de prego (Chrysomphalus ficus): Essa cochonilha extrai uma grande quantidade de seiva, o que resulta em depauperação da planta e pode favorecer a aparência de fumagina, comprometendo a fotossíntese.
Para a aplicação, deve-se seguir as doses recomendadas:
- Dose: 0.2 kg/ha
- Volume de calda: Misturar 400 mL de MALATHION PRENTISS com 5 kg de melaço em alto volume, com 350 a 500 L de calda por hectare para aplicação terrestre.
As aplicações devem ser realizadas no início da infestação das pragas, utilizando a técnica de pulverização terrestre para garantir que o produto chegue adequadamente às partes desejadas das plantas.
A aplicação do produto deve ser feita em condições climáticas favoráveis, evitando ventos fortes e altas temperaturas, para minimizar riscos de deriva e maximizar a eficiência do controle.
Ao utilizar o MALATHION PRENTISS, é essencial seguir todas as diretrizes de segurança e as instruções do fabricante para garantir um manejo eficiente e seguro das pragas nos cultivos de citros.
Instruções de Uso do Produto - Maçã/Pêssego
O inseticida Malathion Prentiss é eficaz no controle de pragas que afetam as culturas de maçã e pêssego, especialmente as moscas das frutas, como Anastrepha grandis e Ceratitis capitata. Para um uso eficaz e seguro, é necessário seguir as recomendações de aplicação estabelecidas.

Dosagem e Aplicação
Mosca das frutas (Anastrepha grandis):
- Dose recomendada: 0.2 kg/ha.
- Para aplicação, utilize 400 mL do produto misturado com 5 kg de melaço, aplicando uma calda em alto volume de 350-500 L/ha.
Mosca das frutas (Ceratitis capitata):
- Dose recomendada: 0.2 kg/ha.
- Similar à Anastrepha grandis, a aplicação deve ser feita com 400 mL do produto juntamente com 5 kg de melaço, em 600-800 L de calda por hectare.
Pulgão lanígero (Eriosoma lanigerum):
- Dose recomendada: 0.6-0.8 kg/ha.
- A calda deve ser aplicada em 200 mL em alto volume, preferencialmente utilizando 600-800 L de calda por ha.
Considerações Importantes
A aplicação deve ser iniciada imediatamente após a constatação da presença das pragas. É recomendado realizar a aplicação de forma a cobrir bem as plantas, observando a necessidade de realizar 2 a 3 aplicações, respeitando o intervalo de segurança de 7 dias entre elas. Além disso, é crucial manter um vigilante monitoramento das culturas para identificar qualquer surto de pragas o mais rapidamente possível.
Equipamentos de Aplicação
Utilize equipamentos adequados de aplicação, garantindo uma boa cobertura. É importante seguir as instruções do fabricante do equipamento e consultar um Engenheiro Agrônomo para garantir um uso seguro e eficaz do produto e atenção redobrada às condições climáticas para evitar deriva e contaminação.
Intervalo de Segurança
Após a aplicação, observe o intervalo de segurança de 7 dias antes da colheita, garantindo que o produto tenha o tempo adequado para se degradar, assegurando a segurança dos consumidores.
Instruções de Uso do Produto - Feijão
O inseticida MALATHION PRENTISS é utilizado no controle de pragas que afetam a cultura do feijão. As pragas controladas incluem:

Lagarta da soja (Anticarsia gemmatalis)
- Dose recomendada: 0.6 a 1.0 kg/ha
- Diluição: 1.2 a 2.0 mL/100 L de água
- Volume de calda: 200 mL em alto volume (600-800 L de calda por hectare)
Pulgão do feijoeiro (Aphis rumicis)
- Dose recomendada: 0.6 a 1.0 kg/ha
- Diluição: 1.2 a 2.0 mL/100 L de água
- Volume de calda: 200 mL em alto volume (600-800 L de calda por hectare)
Tripes do fumo (Thrips tabaci)
- Dose recomendada: 0.6 a 1.0 kg/ha
- Diluição: 1.2 a 2.0 mL/100 L de água
- Volume de calda: 200 mL em alto volume (600-800 L de calda por hectare)
Vaquinha verde amarela (Diabrotica speciosa)
- Dose recomendada: 0.6 a 1.0 kg/ha
- Diluição: 1.2 a 2.0 mL/100 L de água
- Volume de calda: 200 mL em alto volume (600-800 L de calda por hectare)
Cigarrinha verde (Empoasca kraemeri)
- Dose recomendada: 0.6 a 1.0 kg/ha
- Diluição: 1.2 a 2.0 mL/100 L de água
- Volume de calda: 200 mL em alto volume (600-800 L de calda por hectare)
Recomendação de Aplicação
Os tratamentos devem ser iniciados imediatamente após a constatação da presença das pragas, e o intervalo entre as aplicações pode variar de acordo com a intensidade dos ataques, as condições climáticas e a resistência dos insetos. É recomendável fazer aplicação dos inseticidas de acordo com as orientações específicas de um Engenheiro Agrônomo.
Os agricultores devem seguir as aplicações em intervalos médios de 7 a 15 dias, conforme a gravidade da infestação e a atividade do inseto-alvo.

Instruções de Uso do Produto - Tomate
O produto MALATHION PRENTISS, que contém o ingrediente ativo Malationa, é um inseticida utilizado para o controle de diversas pragas na cultura do tomate. Entre as pragas que podem ser controladas estão:
- Percevejo rendado (Corythaica cyathicollis)
- Percevejo do tomate (Phthia picta)
- Broca grande dos frutos (Helicoverpa zea)
- Pulgão verde (Myzus persicae)
- Broca pequena dos frutos (Neoleucinodes elegantalis)
- Vaquinha verde amarela (Diabrotica speciosa)
Dosagem Recomendada
As dosagens variam conforme o tipo de praga e a fase de infestação, sendo importante respeitar as seguintes quantidades:
- Percevejo rendado: 0.6-1.0 kg/ha, 200 mL em alto volume (300-600 L de calda/ha).
- Percevejo do tomate: 0.6-1.0 kg/ha, 200 mL em alto volume (300-600 L de calda/ha).
- Broca grande dos frutos: 0.6-1.0 kg/ha, 200 mL em alto volume (300-600 L de calda/ha).
- Pulgão verde: 0.4-0.6 kg/ha, 200 mL em alto volume (400-600 L de calda/ha).
- Broca pequena dos frutos: 0.6-0.9 kg/ha, 300 mL em alto volume (400-600 L de calda/ha).
- Vaquinha verde amarela: 0.4-0.6 kg/ha, 200 mL em alto volume (400-600 L de calda/ha).
Recomenda-se iniciar o tratamento imediatamente após constatar a presença das pragas, e as aplicações podem ser repetidas com base na intensidade dos ataques, condições climáticas e resistência dos insetos.
Modo de Aplicação
As aplicações devem ser realizadas por meio de pulverização, seja terrestre ou aérea, utilizando equipamentos adequados, como pulverizadores costais ou tratorizados. Para a aplicação aérea, recomenda-se um volume de calda entre 15 e 20 litros por hectare, enquanto que para a aplicação terrestre, pode-se utilizar entre 100 a 200 litros de calda por hectare.
Intervale de Segurança
Após a aplicação do produto, é essencial observar o intervalo de segurança, que deve ser de 7 dias para as culturas de tomate, permitindo assim que o produto tenha tempo suficiente para se degradar antes da colheita.

Recomendações Finais
É fundamental utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados durante a aplicação do produto, e seguir as orientações do fabricante quanto à quantidade e frequência das aplicações para maximizar a eficiência do controle das pragas, garantindo a saúde da planta e a segurança do usuário.

Modo de Aplicação - Aplicação Aérea
A aplicação aérea do produto é um método eficiente para distribuir defensivos agrícolas em grandes áreas, especialmente em situações onde o acesso às culturas é limitado por fatores como a geografia do terreno. Para garantir a eficácia e a segurança durante a aplicação, seguem algumas diretrizes:
Volume de Calda: Recomenda-se um volume de calda de 15 a 20 litros por hectare. Essa quantidade é crucial para assegurar que o produto atinja uniformemente todas as partes da planta.
Altura de Voo: A altura do voo do avião ou drone deve ser mantida entre 3 a 5 metros. Essa altura ajuda a minimizar a deriva do produto, ou seja, a dispersão indesejada que pode ocorrer se o produto for levado pelo vento.
Largura da Faixa de Deposição: A largura da faixa de deposição deve ser de 15 metros. Isso assegura que uma vasta área seja coberta de maneira uniforme, aumentando a eficiência da aplicação.
Tamanho da Gotícula: O tamanho desejado das gotículas é entre 80 a 125 micrômetros. Gotículas com essas dimensões garantem uma boa cobertura sobre a superfície das folhas e reduzem a probabilidade de evaporação antes que o produto atinja a planta.
Densidade da Gotícula: Deve-se manter uma densidade de 60 a 80 gotas por centímetro quadrado. Essa densidade é importante para garantir que a quantidade adequada de produto seja aplicada em cada área específica.
Tipos de Bicos: Utilizar bicos do tipo Micronair é recomendado, pois são projetados para criar uma névoa fina, o que é essencial para uma boa cobertura e para evitar desperdícios.
Pressão de Trabalho: A pressão de trabalho deve ser controlada entre 15 a 30 libras, o que contribui para a eficiência na atomização do produto.
Condições Climáticas: É fundamental observar as condições climáticas antes da aplicação. Evitar aplicar o produto em temperaturas acima de 27-28ºC ou durante ventos fortes ajuda a minimizar a deriva e a garantir que o produto atinja seu alvo pretendido.
Essas diretrizes devem ser seguidas para que a aplicação aérea seja não apenas eficaz, mas também segura para o meio ambiente e para a saúde humana. É sempre recomendável consultar um Engenheiro Agrônomo para adequar as práticas de aplicação às especificidades de cada cultura e região.

Modo de Aplicação - Aplicação Terrestre
A aplicação terrestre do inseticida MALATHION PRENTISS deve ser realizada utilizando equipamentos tratorizados de barra ou pulverizadores costais. Para garantir a eficácia do tratamento e uma cobertura adequada das plantas, é importante seguir algumas orientações específicas.
Para os equipamentos tratorizados, recomenda-se utilizar os bicos da série X e D (tipo cônico – média X4), aplicando uma quantidade de 100 a 200 litros de calda por hectare, com pressão variando entre 150 e 500 libras, enquanto a velocidade deve ser de 4 a 8 km/h. É crucial garantir que a aplicação ocorra com uma boa cobertura sobre as plantas.
Quando se utilizam pulverizadores costais, é necessário seguir as instruções do fabricante para assegurar uma aplicação uniforme e eficaz. Em todos os casos, é essencial prestar atenção às condições climáticas, evitando a pulverização em temperaturas elevadas ou em presença de ventos fortes, que podem comprometer a eficácia da aplicação e causar deriva.
Por fim, é fundamental observar os intervalos de segurança recomendados para cada cultura e garantir que todos os passos sejam seguidos cuidadosamente para minimizar riscos ao meio ambiente e à saúde humana.
Intervalo de Segurança
O intervalo de segurança é o período que deve ser respeitado entre a última aplicação do produto e a colheita das culturas, garantindo que os resíduos do inseticida estejam em níveis seguros para o consumo humano e animal. Para o produto Malathion Prentiss, os intervalos de segurança variam de acordo com a cultura em questão.
Abaixo estão os intervalos de segurança estabelecidos:
- Algodão, brócolis, citros, couve, couve-flor, maçã, pêssego, repolho e trigo: 7 dias.
- Feijão, pepino e tomate: 3 dias.
Esses intervalos são essenciais para assegurar a segurança alimentar e a conformidade com as regulamentações estabelecidas pelas autoridades competentes. É crucial seguir essas recomendações para evitar a ingestão de resíduos químicos nos produtos colhidos.

Limitações de Uso
O produto MALATHION PRENTISS possui algumas restrições que devem ser observadas para garantir sua efetividade e segurança. É importante enfatizar que seu uso é exclusivo para a agricultura, sendo fundamental consultar sempre um Engenheiro Agrônomo antes da aplicação.
Além disso, o produto deve ser utilizado apenas nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança estabelecido para cada uma delas. A fitotoxicidade é um fator a ser considerado, porém, desde que sejam seguidas as recomendações de uso apresentadas na bula, o produto não deve causar fitotoxicidade nas culturas registradas.
Essas limitações são essenciais para evitar danos às plantações e garantir que a aplicação do inseticida seja feita de forma segura e eficiente, assegurando a proteção ao meio ambiente e à saúde humana.
Informações sobre Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
É essencial o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) durante a manipulação e aplicação do produto Malathion Prentiss, a fim de garantir a segurança do usuário e minimizar riscos à saúde. Os equipamentos recomendados devem ser utilizados na seguinte ordem:
- Macacão com tratamento hidro-repelente, que deve ter mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas.
- Botas de borracha, que proporcionam proteção contra o contato com produtos químicos.
- Avental impermeável, necessário para proteger a roupa e a pele.
- Máscara com filtro combinado classe P2, que serve para evitar a inalação de vapores ou partículas do produto.
- Óculos de segurança com proteções laterais, para proteger os olhos de respingos.
- Touca árabe e luvas de nitrila, que são essenciais para proteção das mãos e do cabelo.
Durante a preparação, aplicação e manuseio do produto, deve-se seguir as recomendações do fabricante quanto à conservação e descarte do EPI danificado. É imprescindível que o usuário utilize EPI adequado e em bom estado, evitando, assim, a contaminação. Seguir essas orientações é fundamental para garantir a segurança e saúde de quem manuseia produtos químicos.

Informações sobre os Procedimentos para Devolução e Descarte de Embalagens Vazia
A devolução e o descarte adequado de embalagens vazias de produtos agroquímicos são essenciais para prevenir a contaminação do meio ambiente e a saúde pública. É obrigatório que o usuário devolva a embalagem vazia, com tampa, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou ao local indicado na nota fiscal, dentro do prazo de até um ano a partir da data da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse período e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, a devolução será facultada em até seis meses após o término desse prazo.
As embalagens devem ser armazenadas em local coberto, ventilado e ao abrigo da chuva, com pisos impermeáveis, ou no mesmo local onde são guardadas as embalagens cheias. O usuário é responsável por guardar o comprovante de devolução para fins de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
A destinação final das embalagens vazias deve ser realizada apenas pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É proibida ao usuário a reutilização e a reciclagem dessas embalagens, bem como o fracionamento e a reembalagem do produto.
Além disso, em caso de derrames, deve-se tomar precauções específicas, como isolar a área contaminada e evitar o contato direto com o produto, utilizando Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). É imprescindível seguir todos os protocolos de segurança para garantir a proteção do meio ambiente e a saúde humana.
Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente
O produto "Malathion Prentiss" é classificado como altamente perigoso ao meio ambiente, categorizado na classe I e II, refletindo a sua toxicidade significativa para organismos aquáticos, especialmente microcrustáceos. A sua aplicação deve ser feita com a máxima cautela, evitando a contaminação do solo, da água e do ar, visto que a destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos pode prejudicar a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

Precauções Gerais
Os usuários devem estar cientes de que este produto é altamente tóxico para abelhas, e assim, sua aplicação deve ser evitada durante os períodos de maior visitação por esses insetos. É crucial que se siga rigorosamente as recomendações de uso, incluindo não utilizar equipamento com vazamentos, não aplicar o produto na presença de ventos fortes, e não lavar as embalagens ou o equipamento aplicador em corpos d’água.
Armazenamento e Devolução de Embalagens
O armazenamento das embalagens vazias deve ser feito em locais cobertos, ventilados e impermeáveis, com cuidados adicionais como manter a embalagem original e garantir que o local seja trancado, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, especialmente crianças. A devolução da embalagem vazia é obrigatória, devendo ser feita no prazo estipulado após a compra, a fim de garantir uma destinação adequada.
Preservação da Natureza
Todos os cuidados mencionados visam preservar o meio ambiente e minimizar impactos negativos, destacando a importância de um uso responsável e consciente dos produtos agrícolas. É essencial que os usuários acolham estas orientações a fim de contribuir para a proteção do meio ambiente e a sustentabilidade das atividades agrícolas.

Efeitos Agudos e Crônicos
Os efeitos agudos do inseticida MALATHION PRENTISS são significativos e devem ser avaliados com atenção. A exposição a altos níveis do produto pode causar uma série de sintomas que refletem a superestimulação colinérgica, resultante da inibição da enzima acetilcolinesterase. Os sinais clínicos incluem hipersecreção glandular, que pode se manifestar como sialorreia (salivação excessiva), lacrimejamento, broncoespasmo, diarreia, náuseas, e bradicardia, entre outras reações. Também podem ocorrer alterações no sistema nervoso central, como confusão, agitação e, em casos graves, coma.
Quando se trata de exposições cutâneas, o contacto com grandes quantidades do produto pode provocar irritações na pele e reações alérgicas. Além disso, em casos de inalação, os indivíduos podem apresentar dificuldade para respirar, entre outros efeitos respiratórios.
Os efeitos crônicos associados ao uso contínuo do MALATHION são menos documentados, mas podem incluir complicações decorrentes da inibição prolongada da acetilcolinesterase. Estudos em animais demonstraram que exposições repetidas podem levar a sintomas semelhantes aos da intoxicação aguda, com potencial para causar danos duradouros ao sistema nervoso.
É fundamental que usuários, aplicadores e pessoas que possam entrar em contato com o produto sigam rigorosamente as recomendações de segurança e utilização e estejam cientes dos sinais de intoxicação para proteger sua saúde e bem-estar.
Primeiro Socorros
Em caso de acidentes envolvendo o produto MALATHION PRENTISS, é imprescindível seguir as orientações para primeiros socorros. Caso ocorra contato acidental com a substância, é vital agir rapidamente e com cautela.
Ingestão
Se o produto for ingerido, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra espontaneamente, deite a pessoa de lado para evitar aspiração. Não ofereça nada para beber ou comer.
Olhos
Em caso de contato com os olhos, lave-os com uma grande quantidade de água à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho, e se o paciente usar lentes de contato, elas devem ser removidas.

Pele
Se ocorrer contato com a pele, é crucial retirar toda a roupa e acessórios contaminados. Lave a área afetada com muita água corrente e sabão neutro, por no mínimo 15 minutos, e observe se persiste irritação ou dor.
Inalação
Se a substância for inalável, remova o indivíduo para um local arejado. Monitore sinais de alterações respiratórias e perda de consciência. Em casos de dificuldade respiratória, pode ser necessário administrar oxigênio.
Atenção ao Paciente
As pessoas que prestam atendimento devem estar protegidas com equipamentos de segurança, como luvas e avental impermeáveis, para evitar contaminação. Em todos os casos de intoxicação, é aconselhável buscar atendimento médico especializado e levar a embalagem, rótulo e bula do produto.
Classificação Toxicológica
A classificação toxicológica do produto "Malathion Prentiss" é categorizada como Categoria 5, que corresponde a um "Produto Improvável de Causar Dano Agudo". Tal classificação indica que, sob condições normais de uso e seguindo as orientações do fabricante, o produto não apresenta riscos significativos de toxicidade aguda para a saúde humana. No entanto, é imperativo que sejam observadas as recomendações de segurança durante o manuseio e a aplicação.
Adicionalmente, o produto demonstra potencial para causar reações alérgicas na pele e pode ter efeitos adversos se não forem seguidas as precauções adequadas. Portanto, o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é fundamental para garantir a segurança do usuário e prevenir qualquer tipo de exposição nociva. É essencial que os operadores estejam devidamente instruídos sobre as características do produto e as medidas de segurança necessárias antes de sua utilização.

Informações Médicas
O produto MALATHION PRENTISS pertence ao grupo químico dos organofosforados, classificado como Categoria 4 na toxicologia, indicando que é um produto pouco tóxico. As principais vias de exposição incluem a ingestão, inalação, contato ocular e dérmico. A toxicocinética da malationa mostra que ela é rapidamente absorvida pela pele, pelo trato respiratório e gastrointestinal, favorecida pela presença de solventes na formulação.
Os sintomas e sinais clínicos associados à exposição a grandes quantidades da malationa podem ostensar uma superestimulação colinérgica, resultando em manifestações das síndromes muscarínica, nicotínica e neurológica. Na maioria das vezes, não há sintomas específicos do produto formulado, mas reações alérgicas na pele, irritação ocular e dermal foram observadas em animais de experimentação.
Em casos de intoxicação aguda, os sinais incluem hipersecreção glandular, vômito, diarreia, cólicas abdominais, bradicardia, e em altos níveis, pode ainda provocar desidratação e edema pulmonar. Na ocorrência de sintomatologia grave, a atropina pode ser utilizada como antídoto, juntamente com medidas sintomáticas para estabilização do paciente.
Descartar os resíduos de malationa deve ser feito com cautela para evitar contaminação ambiental. É imperativo que o produto seja utilizado sob supervisão de profissionais qualificados, garantindo o cumprimento das normas de segurança.

Manejo de Resistência
A resistência a inseticidas pode desenvolver-se ao longo do tempo quando os insetos-alvo passam a apresentar mecanismos que os tornam menos sensíveis a determinados produtos químicos. Para prolongar a eficácia dos inseticidas e evitar que as populações de pragas se tornem resistentes, é essencial implementar estratégias adequadas de manejo de resistência.
As principais recomendações para o manejo de resistência incluem:
Rotação de produtos: É fundamental que qualquer inseticida de uma mesma classe ou com o mesmo modo de ação não seja utilizado em gerações consecutivas na mesma praga. Isso ajuda a reduzir a pressão seletiva sobre os insetos.
Uso das dosagens adequadas: Aplicar sempre as dosagens recomendadas na bula do produto. Doses inadequadas podem não apenas ser ineficazes, mas também favorecer o desenvolvimento de resistência.
Consultoria profissional: Antes da aplicação, é recomendável consultar um Engenheiro Agrônomo. Esse profissional pode oferecer orientações sobre as melhores práticas e as recomendações locais para o manejo integrado de pragas.
Adotar essas estratégias não só contribui para o controle eficiente das pragas, mas também beneficia a sustentabilidade das práticas agrícolas, reduzindo a dependência de defensivos químicos e protegendo o meio ambiente.
Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana
Antes de utilizar o produto MALATHION PRENTISS, é imprescindível que sejam lidas com atenção as instruções contidas na bula. Este produto é considerado perigoso e, por isso, é vital usar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) de forma adequada, conforme indicado nas instruções de uso.

Precauções Gerais
É necessário seguir as seguintes precauções:
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhadores capacitados.
- Não se deve comer, beber ou fumar durante o manuseio e aplicação do produto, para evitar qualquer contaminação.
- O produto não deve ser transportado junto com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas, a fim de prevenir riscos de intoxicação.
- Sempre utilize os EPIs recomendados durante manuseio ou aplicação, incluindo macacão, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado, óculos de segurança e luvas de nitrila.
Exposição e Sintomas
As vias de exposição ao produto incluem oral, inalatória, ocular e dérmica. Os efeitos agudos e crônicos podem surgir dependendo da quantidade e da via de exposição. Os sinais típicos de intoxicação incluem:
- Efeitos Muscarínicos: podem incluir hipersecreção glandular, vômito, diarreia, bradicardia, entre outros.
- Efeitos Nicotínicos: envolvem hipertensão, fasciculações musculares, e podem levar a complicações respiratórias.
- Efeitos sobre o Sistema Nervoso Central: como cefaleia, inquietação, desorientação e, em casos graves, convulsões.
Primeiros Socorros
Em caso de intoxicação:
- Ingestão: Não provoque vômito. Caso o vômito ocorra, coloque a pessoa de lado e não forneça líquidos ou alimentos.
- Contato com a pele: Retire imediatamente as roupas contaminadas e lave a pele com água e sabão durante pelo menos 15 minutos.
- Inalação: Remova a pessoa para um local ventilado e monitorize as funções respiratórias, fornecendo oxigênio se necessário.
- Contato ocular: Lave os olhos com água abundante por pelo menos 15 minutos.

Importância da Consulta
Além de todas as precauções e primeiros socorros, cabe reforçar que o tratamento deve ser iniciado rapidamente, e é recomendável levar a embalagem ou bula do produto ao serviço médico para um atendimento adequado.
| Marca comercial | Malathion Prentiss |
| Titular do registro | Prentiss Química Ltda. - Campo Largo/Pr |
| Número do registro | 3288392 |
| CNPJ | 00.729.422/0001-00 |
| Classificação ambiental | I - Produto Altamente Perigoso Ao Meio Ambiente |
| Classificação toxicológica | 5 - Categoria 5 – Produto Improvável De Causar Dano Agudo |
| Modo de ação | De Contato E Ingestão |
| Técnica de aplicação | Terrestre/Aérea |
| Compatibilidade | |
| Inflamável | Sim |
| Corrosivo | Sim |
| Formulação | Ec - Concentrado Emulsionável |
| Observação |




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