
O Manage 150 é um fungicida inovador que tem se destacado no mercado agrícola, oferecendo solução eficaz para o controle de diversas doenças fúngicas em cultivos variados. Com sua formulação baseada no ingrediente ativo Imibenconazol, este produto é vital para agricultores que buscam uma abordagem segura e eficiente na proteção de suas plantações. Neste post, exploraremos as características, modos de aplicação, precauções e a importância do Manage 150 no manejo integrado das culturas.
Identificação do Produto
O produto em questão é o Manage 150, um fungicida registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 07299. Ele é formulado como um pó molhável (WP) e é classificado como um fungicida sistêmico e de contato, pertencendo ao grupo químico dos triazóis. A composição principal do produto é formada por Imibenconazol, que apresenta uma concentração de 150 g/kg (15% m/m), além de outros ingredientes que compõem 850 g/kg (85% m/m).
A empresa responsável pelo registro e titularidade do produto é a UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A., localizada em Ituverava/SP. O produto é classificado como muito perigoso para o meio ambiente (Classe II), e seu número de CNPJ é 02.974.733/0001-52.
Manage 150 é utilizado para o controle de diversas doenças em culturas agrícolas, sendo uma solução viável para agricultores que buscam manejos integrados de doenças nos cultivos em que é aplicado.
Composição
O produto fungicida MANAGE 150 é composto pelo ingrediente ativo Imibenconazole, que é apresentado em uma concentração de 150 g/kg (15% m/m). Imibenconazole pertence ao grupo químico dos triazóis e atua na biossíntese de esteróis, sendo classificado como um fungicida sistêmico e de contato. Além do ingrediente ativo, o produto contém outros ingredientes que somam 850 g/kg (85% m/m) de sua fórmula. Em total, o MANAGE 150 tem a função de combater doenças em diversas culturas agrícolas, aproveitando a eficácia proporcionada por sua composição química.

Grupo Químico e Tipo de Formulação
O produto fungicida denominado Manage 150 pertence ao grupo químico dos triazóis, que são conhecidos por desempenharem um papel crucial no controle de doenças fúngicas em diversas culturas. Entre suas principais características, está o mecanismo de ação que inibe a biossíntese de esterol, especificamente através da C14-desmetilase, o que a classificação do produto coloca como pertencente ao Grupo G1 segundo a classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
A formulação deste produto é do tipo pó molhável (WP), com uma concentração de 15% de imibenconazole, e 85% de outros ingredientes. Esta formulação foi projetada para facilitar a aplicação e garantir uma distribuição eficaz do ingrediente ativo nas culturas afetadas por doenças, maximizando assim a eficiência do controle contra fungos patogênicos.
Registro e Titular do Produto
O produto fungicida denominado Manage 150 é registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número 07299. A empresa responsável pelo registro e titular do produto é a UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A., cuja sede está localizada na Avenida Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, com o CEP 14500-000.
O CNPJ da empresa é 02.974.733/0001-52 e o telefone para contato é o (19) 3794-5600. Com um compromisso com a segurança e eficácia dos produtos que oferece, a UPL se destaca na indústria de insumos agropecuários, proporcionando soluções que visam tanto a produtividade agrícola quanto a proteção dos ambientes cultivados.
Instruções de Uso do Produto - Culturas
O produto Manage 150 é um fungicida sistêmico e de contato, registrado para o controle de várias doenças em diversas culturas. Abaixo estão as instruções específicas de uso para diferentes culturas, incluindo a dose recomendada, o número máximo de aplicações e a época de aplicação.

Ervilha
Doenças: Oídio (Erysiphe pisi e Erysiphe polygoni)
Dose: 75-100g com 1000-1500L/ha de calda
Número Máximo de Aplicações: 2
Época de Aplicação: Os tratamentos devem ser iniciados quando surgirem os primeiros sintomas da doença e repetir conforme a necessidade, respeitando o número máximo de aplicação por ciclo da cultura.
Pepino
Doença: Oídio (Sphaerotheca fuliginea)
Dose: 75-100g com 1500-2000L/ha de calda
Número Máximo de Aplicações: 3
Época de Aplicação: Iniciar os tratamentos no surgimento dos primeiros sintomas, repetindo conforme necessário.
Melão
Doença: Oídio (Sphaerotheca fuliginea)
Dose: 75-100g com 800-1500L/ha de calda
Número Máximo de Aplicações: 3
Época de Aplicação: Aplicar quando os primeiros sintomas aparecerem.
Melancia
Doenças: Oídio (Sphaerotheca fuliginea) e Antracnose (Colletotrichum orbiculare)
Dose: 75-100g com 800-1500L/ha de calda
Número Máximo de Aplicações: 2
Época de Aplicação: Os tratamentos devem ser iniciados com o surgimento dos primeiros sintomas, repetindo conforme necessidade.
Morango
Doença: Mancha de micosfera (Mycosphaerella fragariae)
Dose: 75-100g com 800-1500L/ha de calda
Número Máximo de Aplicações: 2
Época de Aplicação: Aplicar no início da aparecimento dos sintomas.
Maçã
Doença: Sarna (Venturia inaequalis)
Dose: 100g com 1-2L/planta
Número Máximo de Aplicações: 3
Época de Aplicação: Deve ser aplicada no surgimento das primeiras lesões.
Quiabo
Doença: Oídio (Erysiphe cichoracearum)
Dose: 75-100g com 800-1000L/ha de calda
Número Máximo de Aplicações: 2
Época de Aplicação: Iniciar sempre que surgirem os sintomas.
Uva
Doença: Antracnose (Elsinoe ampelina)
Dose: 100g com 200-1000L/ha
Número Máximo de Aplicações: 3
Época de Aplicação: Aplicar assim que os primeiros sinais aparecerem.
Feijão
Doença: Mancha angular (Phaeoisariopsis griseola)
Dose: 1,0 kg/ha
Número Máximo de Aplicações: 3
Época de Aplicação: Iniciar as aplicações ao surgirem os primeiros sintomas.

Crisântemo
Doença: Ferrugem branca (Puccinia horiana)
Dose: 75-100g com 1000-1500L/ha de calda
Número Máximo de Aplicações: Não especificado
Época de Aplicação: Aplicar preventivamente ou nos primeiros sinais da doença.
Essas orientações são fundamentais para garantir a eficácia do fungicida e minimizar as perdas causadas por doenças nas culturas mencionadas. Sempre consulte um engenheiro agrônomo para recomendações específicas adaptadas às condições locais.
Instruções de Uso do Produto - Doenças e Aplicações
O produto MANAGE 150 é amplamente utilizado para o controle de doenças fúngicas em diversas culturas agrícolas. A seguir, estão descritas as principais doenças que o produto pode combater, juntamente com as informações sobre as culturas específicas e as doses recomendadas para aplicação.

Culturas e Doenças
Ervilha
- Doença: Oídio
- Nome Científico: Erysiphe pisi (Erysiphe polygoni)
- Dose: 75-100 g com 1000-1500 L/ha de calda
- Número Máximo de Aplicações: 2
- Época de Aplicação: Iniciar os tratamentos quando surgirem os primeiros sintomas da doença e repetir conforme a necessidade.
- Doença: Oídio
Pepino
- Doença: Oídio
- Nome Científico: Sphaerotheca fuliginea
- Dose: 75-100 g com 1500-2000 L/ha de calda
- Número Máximo de Aplicações: 3
- Época de Aplicação: Repetir conforme a necessidade.
- Doença: Oídio
Melão
- Doença: Oídio
- Nome Científico: Sphaerotheca fuliginea
- Dose: 75-100 g com 800-1500 L/ha de calda
- Número Máximo de Aplicações: 3
- Época de Aplicação: Repetir conforme a necessidade.
- Doença: Oídio
Melancia
- Doença: Oídio e Antracnose
- Nome Científico: Sphaerotheca fuliginea e Colletotrichum orbiculare
- Dose: 75-100 g com 800-1500 L/ha de calda
- Número Máximo de Aplicações: 2
- : Iniciar os tratamentos na aparição dos primeiros sintomas.
- Doença: Oídio e Antracnose

Considerações Finais
Os tratamentos devem ser iniciados assim que os primeiros sintomas forem detectados, e as aplicações podem ser repetidas conforme a necessidade, respeitando o número máximo de aplicações por ciclo de cultivo. É fundamental observar as doses recomendadas para garantir a eficácia do produto e evitar possíveis danos às culturas.
Modo de Aplicação
O produto fungicida Manage 150 deve ser aplicado através de pulverização via terrestre. Para isso, é recomendado o uso de pulverizadores costais normais ou motorizados, além de pulverizadores de barra tratorizado equipados com bicos cônicos. A densidade ideal para a aplicação é de 50-70 gotas por centímetro quadrado, juntamente com um tamanho de partícula de 250 micrômetros.
O volume de calda utilizado por hectare pode variar de acordo com o porte e a densidade foliar das plantas, assim garantindo uma cobertura uniforme de toda a parte aérea. É importante que as aplicações sejam feitas em condições climáticas adequadas e em horários favoráveis, evitando a presença de ventos fortes e épocas de muito calor para otimizar a eficácia do produto.
Em caso de dúvidas, recomenda-se consultar um engenheiro agrônomo para melhor orientação sobre a aplicação e segurança do produto.
Intervalo de Segurança
O intervalo de segurança é um parâmetro crucial na utilização de produtos fitossanitários, pois determina o período que deve ser respeitado entre a última aplicação do produto e a colheita da cultura. Isso garante que os resíduos do agrotóxico reduzam a níveis seguros para o consumo humano e animal.
Para o produto Manage 150, o intervalo de segurança varia conforme a cultura em questão:
- Melão e Pepino: 3 dias
- Melancia, Maçã, Morango, Quiabo, Ervilha e Feijão: 7 dias
- Uva: 14 dias
- Crisântemo: Uso não alimentar (U.N.A.), o que indica que não é destinado à colheita para consumo.
É fundamental que os agricultores e usuários do produto se atentem a esses períodos, garantindo não apenas a eficácia da aplicação, mas também a segurança dos alimentos e a proteção do consumidor.

Intervalo de Reentrada
O intervalo de reentrada refere-se ao período que deve ser respeitado antes que pessoas possam entrar nas áreas tratadas com o produto. Para garantir a segurança de todos, é fundamental seguir as diretrizes estabelecidas, que recomendam manter afastados das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas enquanto as plantas estiverem molhadas pela aplicação do produto.
Especificamente, o intervalo de reentrada varia conforme a cultura, sendo de 24 horas a partir da aplicação do produto, permitindo que os riscos de exposição ao produto sejam minimizados. É importante que esses protocolos sejam rigorosamente seguidos para assegurar a saúde e segurança de todos os envolvidos no manejo agrícola.
Precauções Durante o Manuseio
Durante o manuseio do produto fungicida Manage 150, é imperativo seguir uma série de precauções para garantir a segurança do usuário e a eficácia do produto. É fundamental utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados, que incluem um macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtros combinações (filtrando vapores orgânicos e partículas da classe P2), óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Além disso, recomenda-se que o manuseio do produto seja realizado em local aberto e bem ventilado para evitar a inalação de qualquer vaporização. Ao abrir a embalagem do produto, deve-se tomar cuidado para evitar respingos. Caso ocorra contato acidental com a pele ou os olhos, é crucial seguir imediatamente as orientações descritas nas instruções de primeiros socorros.
Por fim, é essencial que os usuários não comam, bebam ou fumem durante o manuseio e aplicação do produto, e que não utilizem equipamentos com vazamentos ou defeitos. Estas medidas são vitais para prevenir contaminações e garantir a saúde do aplicador.

Precauções Após a Aplicação do Produto
Após a aplicação do fungicida MANAGE 150, é fundamental seguir uma série de precauções para garantir a segurança e a eficácia do tratamento, além de proteger a saúde de todos os envolvidos.
Sinalização da Área Tratada: É obrigatório sinalizar a área que foi tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA." Essa sinalização deve ser mantida até o final do período de reentrada para alertar sobre a proibição de acesso.
Contato com a Área Tratada: Deve-se evitar ao máximo o contato com a área onde o produto foi aplicado. Se for absolutamente necessário entrar na área antes do término do intervalo de reentrada, recomenda-se o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) apropriados, os mesmos utilizados durante a aplicação.
Entrada de Pessoas e Animais: É fundamental não permitir que crianças, animais ou qualquer pessoa não autorizada acessem áreas tratadas logo após a aplicação do produto.
Dosagem e Intervalo de Segurança: O produto deve ser aplicado apenas nas doses recomendadas. É importante observar o intervalo de segurança, que é o período que deve ser respeitado entre a última aplicação e a colheita.
Higiene Pessoal: Após a aplicação, recomenda-se tomar um banho imediatamente e trocar de roupas. As roupas utilizadas durante a aplicação devem ser lavadas separadamente das demais roupas da família, utilizando luvas e avental impermeáveis durante a lavagem.
Manutenção e Limpeza dos EPIs: Após cada aplicação, deve-se proceder com a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação utilizados, garantindo que estejam sempre em boas condições de uso.
Descarte da Embalagem: Não se deve reutilizar a embalagem vazia. Para descarte, utilize Equipamentos de Proteção Individual, como macacão de algodão hidrorrepelente, luvas de nitrila e botas de borracha, garantindo assim a segurança durante o manejo das embalagens vazias.
Essas precauções são essenciais para garantir não apenas a eficácia do produto, mas também a segurança de todos que possam estar em contato com a área tratada e com os materiais utilizados.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana
Antes de utilizar o produto fungicida Manage 150, é imperativo que o usuário leia atentamente as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita agronômica, e que conserve esses documentos em seu poder. A proteção do operador e de outras pessoas é fundamental durante o manuseio e aplicação do produto, sendo obrigatório o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) como indicado.
Precauções Gerais
• O produto é destinado exclusivamente para uso agrícola.
• Somente trabalhadores capacitados devem realizar o manuseio do produto.
• Não é permitido comer, beber ou fumar durante o manuseio e aplicação.
• O transporte do produto deve ser feito separadamente de alimentos, medicamentos, rações e animais.
• Equipamentos com vazamentos ou defeitos não devem ser utilizados, assim como não se deve desentupir bicos, orifícios ou válvulas com a boca.
• Equipamentos de proteção individual danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação não devem ser utilizados.
• A aplicação do produto deve ser realizada longe de áreas frequentadas por pessoas e animais.
• Em caso de contato acidental com o produto, seguir as orientações descritas em primeiros socorros e buscar rapidamente atendimento médico.
Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
Os EPIs devem ser vestindo na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. É essencial seguir as recomendações do fabricante do EPI em relação à forma de limpeza, conservação e descarte de EPIs danificados.
Precauções Durante o Manuseio
• Utilize EPIs recomendados e manuseie o produto em áreas abertas e bem ventiladas.
• Ao abrir a embalagem, deve-se agir para evitar respingos.
• Em caso de contato acidental, seguir as orientações de primeiros socorros e procurar auxílio médico imediatamente.
A observância dessas diretrizes é crucial para garantir a saúde e a segurança do usuário, assim como a proteção das pessoas ao redor durante o uso do Manage 150.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente
O produto Manage 150 é classificado como muito perigoso ao meio ambiente, conforme a Classe II de potencial de periculosidade. Sua formulação apresenta alta persistência no meio ambiente, o que demanda precauções rigorosas para evitar contaminação ambiental.
Para garantir a proteção ao meio ambiente, diversas práticas devem ser seguidas:
- Evitar a contaminação ambiental, preservando a natureza.
- Não utilizar equipamentos com vazamento durante a aplicação do produto.
- É proibido aplicar o produto na presença de ventos fortes ou durante as horas mais quentes do dia, pois isso pode aumentar o risco de deriva e contaminação de áreas não-alvo.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos do produto no meio ambiente pode causar contaminação do solo, da água e do ar, impactando negativamente a fauna, a flora e a saúde humana.
Com relação ao transporte do agrotóxico, este deve seguir as regras e procedimentos estipulados pela legislação específica. É crucial garantir que o produto não seja transportado junto a pessoas, animais ou alimentos, para evitar riscos à saúde e ao meio ambiente.

Procedimentos em Caso de Acidente
Em caso de acidente envolvendo o produto MANAGE 150, é extremamente importante seguir os procedimentos adequados para garantir a segurança das pessoas e a proteção do meio ambiente. Primeiramente, deve-se isolar e sinalizar a área contaminada para evitar o acesso não autorizado.
É fundamental contatar as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A., utilizando o telefone de emergência disponível: 0800 707 7022 ou (19) 3794-5465.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) são essenciais durante a manipulação do produto em situações de emergência. Use um macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e uma máscara com filtros para evitar qualquer contaminação.
Nos casos de derrame do produto, adote as seguintes medidas:
Piso Pavimentado: Utilize uma pá para recolher o material derramado e coloque-o em um recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deverá ser reutilizado, e a empresa deve ser contatada para realizar a devolução e destinação final do material.
Solo: Retire as camadas de solo contaminado até atingir a parte não afetada. Esse material deve ser recolhido e colocado em um recipiente lacrado e identificado e a empresa registrante deve ser contatada.
Corpos d’água: Em caso de contaminação de fontes de água, interrompa imediatamente a captação para consumo humano ou animal e entre em contato com o órgão ambiental mais próximo, assim como com o centro de emergência da empresa. As medidas necessárias dependerão da magnitude do acidente e das características do corpo hídrico afetado.
Por fim, em caso de incêndio, recomenda-se usar extintores de água em forma de neblina, de CO₂ ou pó químico, ficando sempre a favor do vento para evitar intoxicações.

Instruções de Armazenamento
O armazenamento adequado do produto é fundamental para garantir sua eficácia e segurança. O produto deve ser mantido em sua embalagem original e sempre fechada. É importante que o local de armazenamento seja exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção do local deve ser de alvenaria ou de material não combustível e deve ser bem ventilada, coberta e ter piso impermeável.
Além disso, recomenda-se que uma placa de advertência com os dizeres "CUIDADO VENENO" seja colocada no local de armazenamento. É crucial manter o espaço trancado, prevenindo o acesso de pessoas não autorizadas, especialmente crianças.
Caso haja necessidade de armazenar embalagens vazias, estas devem ser separadas das lavadas e mantidas em saco plástico transparente, devidamente identificado e lacrado. O armazenamento das embalagens vazias deve ser efetuado em um local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no mesmo local onde as embalagens cheias são guardadas.
Para garantir a segurança ambiental, a destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, deve ser realizada somente pela Empresa Registrante ou por empresas autorizadas pelos órgãos competentes. É estritamente proibida a reutilização e a reciclagem da embalagem vazia.

Devolução, Destinação e Transporte de Embalagens Vazias
A devolução das embalagens vazias de produtos agropecuários é uma prática obrigatória que deve ser realizada de forma segura e ambientalmente responsável.
As embalagens vazias devem ser armazenadas separadamente nos locais indicados, em local coberto, ventilado e ao abrigo de chuva, com piso impermeável, no mesmo local onde são guardadas as embalagens cheias. Para a devolução, o usuário deve se certificar de que as embalagens estão devidamente identificadas e lacradas, utilizando sacos plásticos transparentes, conforme o modelo padrão ABNT.
É obrigatório que a devolução das embalagens vazias ocorra dentro de um ano a partir da data da compra, ao estabelecimento onde o produto foi adquirido ou em um local indicado na nota fiscal. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado dentro desse prazo, e ainda esteja dentro da validade, o usuário poderá devolver a embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. É recomendável guardar o comprovante de devolução por pelo menos um ano, para fins de fiscalização.
O transporte das embalagens vazias deve seguir regras estritas, e estas não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais ou pessoas. Além disso, a destinação final das embalagens vazias, após a devolução, somente poderá ser realizada pela empresa registrante do produto ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
Os usuários são alertados sobre a proibição da reutilização e reciclagem dessas embalagens vazias, bem como do fracionamento e reembalagem do produto. A prática inadequada de descarte pode resultar em contaminação do solo, água e ar, colocando em risco a saúde pública e a biodiversidade.

Informações sobre Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
O produto MANAGE 150 exige o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) apropriados durante seu manuseio e aplicação para garantir a segurança do operador. O uso correto dos EPIs é crucial, uma vez que este fungicida é categorizado como um produto improvável de causar dano agudo, mas que pode provocar reações adversas, como irritação ocular grave e reações alérgicas na pele.
Os Equipamentos de Proteção Individual recomendados incluem:
- Macacão de algodão hidrorrepelente com mangas longas que devem se sobrepor ao punho das luvas.
- Luvas de nitrila para proteção das mãos.
- Botas de borracha que protegem os pés contra possíveis respingos.
- Avental impermeável que evita a contaminação do corpo.
- Máscara com filtros combinados, que devem ser adequados para vapores orgânicos e partículas (filtro mecânico classe P2).
- Óculos de segurança com proteção lateral para resguardar a visão.
- Touca árabe que ajuda a proteger os cabelos e a pele do rosto.
É crucial seguir as instruções do fabricante em relação ao uso, manutenção e descarte dos Equipamentos de Proteção Individual. Antes de manusear o produto, os operadores devem assegurar que estão vestidos com o EPI recomendado de forma correta, evitando riscos de exposição ao produto químico. Além disso, recomenda-se que a utilização dos EPIs seja feita em local aberto e ventilado para garantir maior segurança durante o processo de aplicação.
O cumprimento dessas diretrizes não apenas protege a saúde dos operadores, mas também ajuda a minimizar o impacto ambiental e os riscos de contaminação durante a utilização do fungicida.

Informações sobre Equipamentos de Aplicação
O produto fungicida Manage 150 deve ser aplicado utilizando equipamentos adequados para garantir a eficácia e a segurança da aplicação. Recomenda-se o uso de pulverização via terrestre com pulverizadores costais normais ou motorizados, ou ainda pulverizadores de barra tratorizados.
Os pulverizadores devem estar equipados com bicos cônicos que assegurem uma boa distribuição da calda. A densidade ideal de aplicação é de 50 a 70 gotas por centímetro quadrado, e o tamanho das partículas deve ser de aproximadamente 250 micrômetros. Isso permitirá uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas.
É importante que, ao utilizar outros tipos de equipamentos, a pulverização ainda deva ser realizada de maneira a garantir uma cobertura eficaz das superfícies das plantas que estão sendo tratadas. Para assegurar melhores resultados, em caso de dúvidas, recomenda-se sempre consultar um Engenheiro Agrônomo, que pode fornecer orientações técnicas específicas sobre a tecnologia de aplicação e a manutenção da eficácia dos fungicidas.

Recomendação para o Manejo da Resistência a Fungicidas
O uso sucessivo de fungicidas com o mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, resultando na perda de eficiência do produto em decorrência da resistência. Para evitar essa seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas: Utilize fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo sempre que possível.
- Práticas de redução de patógenos: Adote outras práticas de controle que reduzam a população de patógenos, seguindo boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas e uso de cultivares com gene de resistência, quando disponíveis.
- Respeito às recomendações: Utilize as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com as instruções da bula do produto.
- Consulta a profissionais: Sempre consulte um engenheiro agrônomo para orientações sobre as principais estratégias regionais relacionadas à tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas.
- Monitoramento da resistência: Esteja atento a informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos, que devem ser consultados e, quando necessário, informados a instituições como a Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF) e o Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR).
Seguir essas recomendações é essencial para garantir a eficácia dos fungicidas e a sustentabilidade da produção agrícola.

Primeiros Socorros
Em caso de intoxicação ou contato acidental com o produto Manage 150, é crucial seguir as orientações de primeiros socorros para garantir a segurança da pessoa afetada. Caso o produto seja ingerido, não deve-se provocar vômito; se a pessoa vomitar naturalmente, deve-se colocá-la de lado e evitar oferecer qualquer líquido ou alimento. Para contato ocular, é imperativo remover lentes de contato, se presentes, e lavar o olho afetado com água corrente abundante por pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente para garantir uma limpeza adequada.
No caso de contato com a pele, a roupa e os acessórios contaminados devem ser removidos, e a área afetada lavada com muita água corrente e sabão neutro durante pelo menos 15 minutos. Em situações de inalação, a pessoa deve ser levada para um local aberto e ventilado, enquanto o auxiliar deve proteger-se da possível contaminação.
Além disso, é recomendável procurar imediatamente um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo e bula do produto para facilitar o atendimento.
Sinais e Sintomas de Intoxicação
Os sinais e sintomas de intoxicação por Manage 150 não são especificamente conhecidos em humanos, uma vez que o produto não possui finalidade terapêutica. Contudo, pesquisas realizadas com animais de laboratório indicam que, em testes agudos, não foram observados efeitos sistêmicos adversos.
Em estudos subcrônicos e crônicos, foram identificados alguns sintomas, incluindo:
- Diminuição do ganho de peso corpóreo
- Anemia
- Elevação do peso relativo do fígado
- Alterações histopatológicas no baço, rins e fígado
Esses dados sugerem que, embora não existam sintomas imediatamente visíveis em casos de intoxicação, a exposição ao produto pode refletir em alterações significativas na saúde no longo prazo. É importante que qualquer contato acidental com o produto seja tratado com atenção médica, e recomendam-se medidas de suporte adequadas, pois não há um antídoto específico disponível até o momento.

Efeitos Adversos Conhecidos
O produto Manage 150 não é destinado a finalidade terapêutica, o que impossibilita a caracterização de efeitos adversos diretos em humanos. Nos estudos toxicológicos realizados com animais de laboratório, não foram observados efeitos sistêmicos adversos significativos. Contudo, pesquisas subcrônicas e crônicas indicaram que os animais expostos a este fungicida apresentaram alguns sinais clínicos, tais como diminuição do ganho de peso corpóreo, anemia, elevação do peso relativo do fígado e alterações histopatológicas no baço, rins e fígado.
Diagnóstico e Tratamento
O diagnóstico da intoxicação por Manage 150 é estabelecido pela confirmação da exposição ao produto e pela ocorrência de um quadro clínico que seja compatível com a intoxicação. Não existem sintomas ou sinais clínicos específicos de intoxicação em humanos que tenham sido claramente identificados até o momento.
Em estudos toxicológicos agudos realizados com animais de laboratório, não foram observados efeitos sistêmicos adversos significativos associados ao produto. Contudo, estudos subcrônicos e crônicos em animais demonstraram que pode haver sinais clínicos/sintomas como diminuição do ganho de peso corporal, anemia, elevação do peso relativo do fígado e alterações histopatológicas no baço, rins e fígado.
Não há um antídoto específico para a intoxicação por Manage 150, e o tratamento deve ser sintomático. Em casos de ingestão recente de grandes quantidades do produto, recomenda-se a realização de procedimentos para esvaziamento gástrico, como a lavagem gástrica. O uso de carvão ativado e laxantes salinos pode ser indicado. Para adultos e adolescentes, a dose usual de carvão ativado é de 25 a 100 g, enquanto para crianças, a dose é de 25 a 50 g, dependendo da idade e peso. O tratamento sintomático deve incluir medidas de suporte para corrigir distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória, com monitoramento das funções hepáticas e renais contínuo.
É importante ressaltar que a indução ao vômito é contraindicada devido ao risco de aspiração pulmonar. Não foram identificados efeitos sinérgicos de interações químicas conhecidas com este produto.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Quando se trata do fungicida Manage 150, pesquisas demonstraram seus efeitos agudos e crônicos em animais de laboratório. A avaliação dos efeitos agudos revelou que a dose letal media (DL50) por via oral em ratos foi superior a 5000 mg/kg de peso corporal, indicando um baixo potencial de toxicidade aguda. Para a via dérmica, a DL50 em coelhos também foi alta, superior a 2000 mg/kg.
Embora não tenham sido observados efeitos sistêmicos adversos em testes agudos, estudos subcrônicos e crônicos mostraram que a administração do produto resultou em algumas reações indesejáveis. Os animais que participaram desses estudos apresentaram sinais clínicos que incluíam diminuição do ganho de peso corpóreo, anemia, além de aumento do peso relativo do fígado e alterações histopatológicas em órgãos como baço, rins e fígado.
Tais observações ressaltam a importância de manusear e aplicar o fungicida com cautela, evitando exposições desnecessárias e seguindo rigorosamente as recomendações de segurança para minimizar os riscos à saúde de animais e humanos.
Transporte de Agrotóxicos, Componentes e Afins
O transporte de agrotóxicos, componentes e afins é regido por regras e procedimentos estabelecidos na legislação específica. Estas diretrizes são essenciais para garantir a segurança durante o manuseio e a movimentação desses produtos, que podem ser perigosos. É fundamental que os agrotóxicos não sejam transportados juntamente com pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais, para evitar contaminações acidentais e riscos à saúde pública.
Além disso, é necessário o acompanhamento da ficha de emergência do produto durante o transporte. Essa ficha contém informações importantes sobre os riscos relacionados ao agrotóxico e as medidas a serem tomadas em casos de acidentes ou vazamentos.
Seguir as normas de transporte não apenas protege a integridade das pessoas e do meio ambiente, mas também assegura a eficácia dos produtos, evitando contaminações que possam comprometer a sua utilização correta.

Restrições Estabelecidas por Órgão Competente
As restrições estabelecidas por órgãos competentes, incluindo estaduais, distritais e municipais, têm como objetivo assegurar a segurança e a eficácia no uso de produtos agroquímicos. Estas regulamentações podem incluir limitações sobre o uso, aplicações em determinadas culturas ou durante condições climáticas específicas, a fim de minimizar riscos à saúde pública e ao meio ambiente.
Além disso, é essencial que os usuários estejam cientes das diretrizes e recomendações vigentes, que podem variar conforme a região e o tipo de produto utilizado. O não cumprimento dessas normas pode resultar em penalidades e comprometer a efetividade das práticas agrícolas. Portanto, é altamente recomendável que os agricultores consultem os órgãos reguladores locais e sigam as orientações específicas sobre o uso de agroquímicos, garantindo assim um manejo responsável e seguro de produtos como o Manage 150.
| Marca comercial | Manage 150 |
| Titular do registro | Upl Do Brasil Indústria E Comércio De Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/Sp |
| Número do registro | 7299 |
| CNPJ | 02.974.733/0001-52 |
| Classificação ambiental | II - Produto Muito Perigoso Ao Meio Ambiente |
| Classificação toxicológica | 5 - Categoria 5 – Produto Improvável De Causar Dano Agudo |
| Modo de ação | Sistêmico |
| Técnica de aplicação | Terrestre |
| Compatibilidade | |
| Inflamável | Não |
| Corrosivo | Sim |
| Formulação | Wp - Pó Molhável |
| Observação |





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