
Na busca por uma agricultura sustentável e produtiva, o controle eficaz de pragas é um dos pilares fundamentais. O ENGEO, um inseticida de ação potente, combina tecnologia avançada e práticas responsáveis para proteger culturas como milho e soja. Neste artigo, exploraremos as características, recomendações de uso e diretrizes de segurança para maximizar os benefícios desse produto essencial, contribuindo para colheitas exitosas e saudáveis.
Identificação do Produto
O produto identificado é o ENGEO, um inseticida registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o número 02402. Pertencente à Syngenta Proteção de Cultivos Ltda., a empresa está localizada na Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691 – Torre Sigma, São Paulo/SP, Brasil, e seu CNPJ é 60.744.463/0001-90.
O produto é classificado como um inseticida sistêmico, de contato e ingestão, e possui um modo de ação que envolve princípios ativos dos grupos químico Neonicotinóides (Tiametoxam) e Piretróides (Cipermetrina). A formulação é composta por um concentrado emulsionável (EC), apresentando as seguintes concentrações: Tiametoxam (110 g/L - 11% m/v) e Cipermetrina (220 g/L - 22% m/v). Os demais ingredientes somam um total de 820 g/L (82% m/v).
Além disso, o ENGEO é considerado um produto altamente perigoso ao meio ambiente (Classificação I) e pouco tóxico (Categoria 4) em relação à saúde humana, o que requer cuidados especiais em sua manipulação e aplicação.

Composição
O produto ENGEO é formulado a partir de dois ingredientes ativos principais, cujas composições são as seguintes:
Tiametoxam: este ingrediente é um neonicotinoide, classificado como um inseticida, com uma concentração de 110 g/L, o que representa 11% em massa por volume (m/v).
Cipermetrina: pertencente ao grupo dos piretroides, este componente possui uma concentração de 220 g/L, correspondendo a 22% em m/v.
Além destes, a formulação totaliza 820 g/L (82% em m/v) de outros ingredientes que não são especificados.
Esses ingredientes ativos conferem ao ENGEO uma ação sistêmica, de contato e ingestão, facilitando o controle de pragas em diferentes culturas, como milho e soja.
Grupo Químico e Tipo de Formulação
O produto ENGEO é classificado dentro de dois grupos químicos principais para inseticidas. O primeiro grupo é o grupo 4A, que abrange os Neonicotinóides, destacando-se a substância ativa chamada Tiametoxam. Esta classe de inseticidas atua como modulador competitivo de receptores nicotínicos da acetilcolina nos insetos, afetando seus sistemas nervosos. O segundo grupo químico é o grupo 3A, que inclui os Piretroides, representado pela substância Cipermetrina. Os piretroides são conhecidos por atuar nos canais de sódio das membranas celulares dos insetos, causando despolarização e hiperexcitação do sistema nervoso.
Quanto ao tipo de formulação, ENGEO é apresentado na forma de Concentrado Emulsificável (EC), que resulta em uma emulsão quando diluído em água, facilitando a aplicação e a adesão do produto nas superfícies das plantas durante o controle de pragas. Essa combinação de ingredientes e a formulação específica tornam o ENGEO eficaz na proteção das culturas agrícolas contra diversas pragas.
Registro e Titular do Produto
O produto "ENGEO" está registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o número de registro 2402. O titular do registro é a empresa Syngenta Proteção de Cultivos Ltda., cujo endereço é Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691 – Torre Sigma, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Brasil. O CNPJ da empresa é 60.744.463/0001-90. A Syngenta é uma renomada companhia do setor agrícola, conhecida por sua atuação no desenvolvimento de soluções para proteção de cultivos, incluindo o registro de produtos fitossanitários.

Instruções de Uso do Produto - Milho
O produto ENGEO é indicado para o controle do percevejo-barriga-verde (Dichelops furcatus) na cultura do milho. Para uma aplicação eficiente, recomenda-se utilizar uma dosagem de 200 a 300 mL/ha, com um volume de calda aproximado de 200 L/ha.
A aplicação deve ser realizada utilizando um pulverizador terrestre, idealmente quando as plantas estiverem recém emergidas, entre 2 a 4 folhas, logo que se notar a presença da praga. Para infestações mais altas ou em áreas com histórico de ocorrência do percevejo-barriga-verde, recomenda-se utilizar a dose máxima de 300 mL/ha.
É crucial que a aplicação ocorra com atenção, observando as instruções de uso para garantir a eficácia do produto e a segurança da cultura tratada.
Instruções de Uso do Produto - Soja
O uso correto do inseticida ENGEO é fundamental para garantir a proteção das culturas de soja contra pragas específicas. As orientações a seguir devem ser seguidas para assegurar a eficácia do produto e minimizar impactos ambientais.
Pragas Alvo e Doses Recomendadas
O inseticida ENGEO é eficaz no controle das seguintes pragas na cultura da soja:
Percevejo-marrom (Euschistus heros):
- Dose recomendada: 220-250 mL/ha em aplicação terrestre ou 10-30 L/ha em aplicação aérea.
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii):
- Dose recomendada: 180-220 mL/ha em aplicação terrestre ou 10-30 L/ha em aplicação aérea.
Percevejo-verde-da-soja (Nezara viridula):
- Dose recomendada: 180-220 mL/ha em aplicação terrestre ou 10-30 L/ha em aplicação aérea.
Métodos de Aplicação
As aplicações devem ser realizadas em condições climáticas adequadas, preferencialmente nas primeiras horas da manhã ou no final da tarde, para aumentar a exposição das pragas e melhorar a eficiência do controle.
Aplicação Terrestre
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com um volume de calda de cerca de 150-250 L/ha. É importante realizar levantamentos populacionais regulares para determinar a necessidade de aplicação, utilizando como critério a presença de 2 percevejos adultos ou 4-5 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear nas áreas destinadas à produção comercial.

Aplicação Aérea
Na aplicação aérea, recomenda-se um volume ou taxa de aplicação em torno de 10-30 L/ha. Durante a aplicação, deve-se adotar os seguintes equipamentos e cuidados:
- Equipamentos de Pulverização:
- Utilizar bicos hidráulicos do tipo “CÔNICO VAZIO” da série “D” com difusor ajustado a 45º.
- Também é possível utilizar atomizadores rotativos “MICRONAIR (AU-5000)” com os ajustes adequados.
Condições Climáticas
As aplicações devem ocorrer com a temperatura do ar abaixo de 30ºC e a umidade relativa acima de 55%. O vento deve estar na faixa entre 3 km/h e 18 km/h para evitar a deriva do produto.
Intervalo de Segurança
É necessário observar um intervalo de segurança de 30 dias entre a última aplicação e a colheita das culturas tratadas, garantindo assim a segurança alimentar e a eficiência do produto.
Seguindo estas orientações, é possível maximizar o desempenho do inseticida e promover uma colheita saudável na cultura da soja.
Modo de Aplicação - Aplicação Terrestre
A aplicação terrestre do produto ENGEO deve ser realizada utilizando pulverizadores costais ou tratorizados. Para a cultura do milho, é recomendado um volume de calda ao redor de 200 L/ha. Para a soja, o volume de calda ideal varia entre 150 L/ha e 250 L/ha, dependendo da área e infestação da praga.
É importante realizar a aplicação de maneira estratégica. Para o milho, o produto deve ser aplicado assim que for notada a presença do percevejo-barriga-verde (Dichelops furcatus) em plantas recém-emergidas com 2 a 4 folhas, utilizando a dose maior em infestações mais altas ou em áreas com histórico de ocorrência da praga.
Atentar-se também às condições climáticas e utilizar só empresas e pilotos de aplicação que seguem as normas e regulamentos oficiales da aviação agrícola, assegurando a eficácia do produto e a segurança no uso.

Modo de Aplicação - Aplicação Aérea
A aplicação aérea do produto ENGEO deve ser realizada utilizando aeronaves, como aviões ou helicópteros, que sejam especializados e autorizados por órgãos oficiais competentes. Para assegurar uma aplicação eficaz e segura, é necessário seguir uma série de parâmetros recomendados:
Equipamento de pulverização: Utilize bicos hidráulicos do tipo “CÔNICO VAZIO” da série “D”, com difusor “45”, ou um atomizador rotativo “MICRONAIR (AU-5000)” com ângulo das pás de hélice ajustados em 65°.
Diâmetro mediano de gotas (DMV): A aplicação deve resultar em gotas médias, com diâmetro variando entre 200 a 400 micrômetros.
Cobertura no alvo: A densidade de gotas deve ser entre 30 a 40 gotas por centímetro quadrado.
Volume ou taxa de aplicação: O volume recomendado de aplicação gira em torno de 10 a 30 litros por hectare.
Largura da faixa de aplicação: Dependendo do tipo de aeronave, a largura da faixa varia:
- Aeronaves do tipo Ipanema, Cessna Agwagon ou Pawnee: 15 metros.
- Aeronaves do tipo Trush ou Airtractor: 20 metros.
- Aeronaves do tipo Dromader: 25 metros.
Altura do voo: A altura da aeronave deve ser ajustada entre 2 a 4 metros acima do alvo, levando em consideração a velocidade do vento. Se o vento estiver mais forte, recomenda-se reduzir a altura do voo; se o vento estiver mais fraco, pode-se aumentar a altura do voo.
Condições meteorológicas: É importante que a temperatura do ar esteja abaixo de 30°C e a umidade relativa do ar acima de 55%. A velocidade do vento deve variar entre 3 km/h e 18 km/h, sendo considerado que a umidade relativa é o fator climático mais limitante e deve ser constantemente monitorada com um termohigrômetro.
Por fim, é recomendado utilizar somente empresas e pilotos que estejam em conformidade com as normas e regulamentos da aviação agrícola. Seguir as melhores práticas na aplicação aérea de produtos fitossanitários é essencial para garantir não apenas a eficácia do controle de pragas, mas também a segurança do meio ambiente e das pessoas.

Intervalo de Segurança
O intervalo de segurança refere-se ao período de tempo que deve passar entre a última aplicação do produto e a colheita das culturas tratadas. Para as culturas de milho e soja, o intervalo de segurança estabelecido é de 30 dias. Este é um aspecto crítico, pois garante que os resíduos do produto estejam dentro dos limites permitidos para a segurança do consumidor e a saúde pública. É fundamental seguir rigorosamente essas recomendações para evitar a presença de resíduos em níveis que possam ser prejudiciais à saúde humana.
Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas Tratadas
Após a aplicação do produto ENGEO, é fundamental seguir as diretrizes relacionadas ao intervalo de reentrada para garantir a segurança das pessoas. Segundo as instruções, no primeiro dia após a aplicação, não deve haver reentrada na área tratada sem o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Essa medida visa prevenir exposições desnecessárias ao produto químico aplicado, que pode ser nocivo à saúde.
Seguir esse intervalo de reentrada é crucial para assegurar que o tratamento das culturas não represente riscos à saúde dos trabalhadores e das pessoas que podem passar pela área tratada. As orientações devem ser rigorosamente respeitadas conforme preconizado na bula do produto.

Limitações de Uso
É fundamental utilizar o produto ENGEO conforme as recomendações presentes no rótulo e na bula, pois essa prática é essencial para garantir que os resíduos permaneçam dentro dos limites permitidos no Brasil, conforme a monografia da ANVISA. Em situações onde o produto for aplicado em culturas destinadas à exportação, é crucial verificar os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino, uma vez que estes podem diferir das normas brasileiras ou ainda não terem sido estabelecidos.
Além disso, os usuários devem respeitar as legislações federais, estaduais, e o Código Florestal, especialmente no que diz respeito à delimitação de Área de Preservação Permanente, seguindo as distâncias mínimas estipuladas por essas normas.
O produto não deve ser aplicado a menos de 30 metros de corpos d'água quando utilizado via aplicação terrestre, e a uma distância de 250 metros em caso de aplicação aérea. A adoção de Boas Práticas Agrícolas, como a realização de curvas de nível em áreas de declives e o plantio direto, é recomendada para a conservação do solo.
Fitotoxicidade para as Culturas Indicadas
O produto ENGEO não é fitotóxico para as culturas indicadas, desde que utilizado nas doses e condições recomendadas. Isso significa que, ao seguir as orientações de uso apresentadas na bula e no rótulo do produto, não se esperam danos às plantas das culturas de milho e soja. Esse aspecto é fundamental para garantir não apenas a eficácia do controle das pragas, mas também a preservação das culturas agrícolas, assegurando assim a produtividade e a qualidade dos produtos colhidos.

Informações sobre os Equipamentos de Proteção Individual a Serem Utilizados
O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é absolutamente obrigatório durante o manuseio e aplicação do produto ENGEO. É fundamental que todos os trabalhadores envolvidos tenham acesso a esses equipamentos e estejam adequadamente equipados para garantir sua segurança e saúde.
Os EPIs recomendados incluem:
- Macacão de algodão hidrorrepelente: deve ser utilizado com mangas compridas para proteger a pele do contato com o produto.
- Botas de borracha: essenciais para proteger os pés de possíveis derramamentos e contaminações.
- Avental impermeável: proporciona uma camada adicional de proteção contra respingos e contato com a substância.
- Máscara de carvão ativado descartável: ideal para evitar a inalação de vapores ou partículas que podem ser liberadas durante a aplicação.
- Óculos de segurança com proteção lateral: indispensáveis para proteger os olhos de eventuais respingos.
- Touca árabe: ajuda a proteger a cabeça e o pescoço durante a manipulação do produto.
- Luvas de nitrila: devem ser utilizadas para garantir que as mãos não entrem em contato direto com o produto.
Além disso, recomenda-se que o manuseio do produto seja realizado em locais abertos e ventilados, sempre observando as recomendações de segurança. É fundamental seguir as orientações do fabricante para a limpeza, conservação e descarte dos EPIs, especialmente aqueles que apresentarem danos ou que estejam fora do prazo de validade. A proteção pessoal não só garante a segurança do trabalhador como também minimiza o risco de contaminações e acidentes durante o uso do produto.
Informações sobre os Equipamentos de Aplicação a Serem Usados
Para garantir a eficácia do produto ENGEO e a segurança durante sua aplicação, é fundamental utilizar os equipamentos adequados. As instruções de uso especificam a aplicação terrestre e aérea como métodos apropriados.
Aplicação Terrestre
Ao optar pela aplicação terrestre, recomenda-se o uso de pulverizadores costais ou tratorizados, assegurando que o volume de calda seja aproximadamente 200 L/ha para o milho e entre 150 a 250 L/ha para a soja. A escolha dos bicos é igualmente relevante: bicos hidráulicos do tipo “CÔNICO VAZIO” da série “D” com difusor “45” são indicados para obter uma boa atomização e cobertura.

Aplicação Aérea
Na aplicação aérea, é essencial utilizar aeronaves, como aviões ou helicópteros, que sejam especializados e autorizados por órgãos competentes. As condições de aplicação devem seguir parâmetros específicos, como a utilização de atomizadores rotativos “MICRONAIR (AU-5000)” com ângulo das pás de hélice apropriado. A taxa de aplicação aérea deve ser de 10 a 30 L/ha e, novamente, é necessário monitorar as condições climáticas, evitando ventos fortes e temperaturas acima de 30°C.
Utilizar os equipamentos de aplicação corretos não só maximiza a eficiência do produto, mas também minimiza os riscos de contaminação e exposição indevida.
Descrição dos Processos de Tríplice Lavagem da Embalagem ou Tecnologia Equivalente
A tríplice lavagem é um procedimento essencial para assegurar a correta destinação das embalagens de produtos agrochemicals, contribuindo para a proteção ambiental. Para realizar este processo, a embalagem deve ser submetida às seguintes etapas, imediatamente após o esvaziamento:
Esvaziamento Completo: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador. A embalagem deve ser mantida na posição vertical durante 30 segundos para garantir que todo o produto seja drenado.
Adição de Água: Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
Agitação: Tampe bem a embalagem e agite-a vigorosamente por 30 segundos. Este passo é crítico para a remoção de resíduos do produto.
Descarte da Água de Lavagem: Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador, onde será diluída com a calda de aplicação.
Repetição do Processo: Repita este procedimento de lavagem por mais duas vezes, totalizando três lavagens. Cada ciclo deve seguir rigorosamente os mesmos passos descritos.
Inutilização da Embalagem: Após a tríplice lavagem, a embalagem plástica ou metálica deve ser inutilizada, o que pode ser feito perfurando o fundo para evitar a reutilização.
Este processo não só minimiza o risco de contaminação do solo e da água, mas também atende às exigências legais para o descarte correto de embalagens de produtos químicos. É importante que todo operador utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados durante essas operações para garantir a segurança pessoal.

Informações sobre os Procedimentos para a Devolução, Destinação, Transporte, Reciclagem, Reutilização e Inutilização das Embalagens Vazias
A destinação adequada das embalagens vazias de produtos químicos, como agrotóxicos, é essencial para prevenir contaminações e proteger o meio ambiente. É obrigatório que o usuário devolva a embalagem vazia ao estabelecimento onde o produto foi adquirido, ou em local indicado na nota fiscal, dentro do prazo de até um ano após a data da compra. Se a embalagem não tiver sido totalmente utilizada dentro desse prazo e ainda estiver dentro da validade, a devolução será aceita em até seis meses após o término do prazo de validade.
As embalagens devem ser armazenadas em local coberto e ventilado, sob proteção contra chuvas e com piso impermeável, até sua devolução. Durante o armazenamento, as embalagens devem ser mantidas com suas tampas, de preferência em caixas coletivas, para evitar riscos de contaminação.
Os usuários devem usar luvas ao manusear embalagens vazias para garantir a segurança. É expressamente proibido reutilizar, reciclar ou realizar o fracionamento e reembalagem do produto contido nessas embalagens.
Após a devolução, é responsabilidade da empresa registrante ou de empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes realizar a destinação final adequada das embalagens vazias. Essa destinação deve ser feita de forma a evitar qualquer impacto ambiental negativo, já que a destinação inadequada pode resultar na contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde pública.

Informações sobre o Manejo de Resistência
O manejo da resistência a pragas é um aspecto crucial na utilização de inseticidas e outros métodos de controle, uma vez que a resistência pode levar a falhas no controle da praga e, consequentemente, prejudicar a produtividade das culturas. O inseticida ENGEO pertence aos grupos 4A e 3A, que abrangem os neonicotinóides (tiametoxam) e piretroides (cipermetrina). O uso contínuo ou repetido destes inseticidas pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes entre as pragas-alvo.
Para mitigar este problema, recomenda-se adotar as seguintes estratégias:
Rotação de Produtos: Alternar o uso do ENGEO com produtos que possuam mecanismos de ação diferentes dos Grupos 4A e 3A. Essa prática é essencial para evitar a seleção de pragas resistentes.
Intervalo de Aplicação: É importante utilizar o ENGEO ou outros produtos do mesmo grupo químico dentro de um "intervalo de aplicação" de aproximadamente 30 dias. Isso ajuda a reduzir a pressão seletiva sobre as populações de pragas.
Aplicações Sucessivas: As aplicações sucessivas de ENGEO podem ser realizadas, desde que o período residual total não exceda o tempo correspondente a uma geração da praga-alvo. Essa abordagem limita a exposição das pragas ao mesmo agente químico.
Consultoria Técnica: Sempre é aconselhável consultar um Engenheiro Agrônomo para orientações sobre estratégias regionais de manejo de resistência e aplicação de inseticidas, garantindo que as práticas recomendadas sejam seguidas.
Integração de Táticas de Controle: É ideal combinar o uso de inseticidas com outras técnicas de manejo integrado de pragas (MIP), como a rotação de culturas e o controle biológico, para melhorar a eficácia geral do manejo de pragas e lidar com o problema da resistência de maneira mais eficaz.
A implementação dessas estratégias é fundamental para preservar a eficácia dos inseticidas e garantir a sustentabilidade da produção agrícola.

Informações sobre Manejo Integrado de Pragas
O manejo integrado de pragas (MIP) é uma abordagem sustentável e abrangente que busca controlar pragas agrícolas utilizando uma combinação de técnicas e práticas. Essa estratégia envolve a integração de métodos culturais, biológicos e químicos para minimizar os danos causados por pragas e patógenos, promovendo a saúde do ecossistema agrícola.
Entre as práticas recomendadas no manejo integrado de pragas estão o uso de sementes sadias, a escolha de variedades resistentes às pragas, a rotação de culturas e a adoção de épocas apropriadas para o plantio. Além disso, o MIP enfatiza a importância de uma adubação equilibrada e a utilização de controle biológico para combater infestações de forma eficiente e ecológica.
A estratégia busca não apenas a eficácia na proteção das culturas, mas também a preservação da biodiversidade e a redução do uso indiscriminado de pesticidas, contribuindo assim para a saúde do solo, da água e da fauna.
Recomenda-se que os agricultores adotem as medidas descritas acima para alcançar um melhor equilíbrio do sistema agrícola, garantindo produção de alimentos de maneira segura e sustentável. A implementação bem-sucedida do MIP depende da conscientização dos produtores e da adoção de técnicas adequadas para cada ciclo cultural e ecossistema específico.

Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana - Precauções Gerais
O produto, apresentado como um inseticida, deve ser manuseado com cautela e seguindo uma série de precauções gerais para garantir a segurança do usuário durante sua aplicação. O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhadores capacitados, evitando a exposição desnecessária a riscos. É essencial que os aplicadores não comam, bebam ou fumem durante o manuseio e a aplicação do produto, evitando qualquer contaminação acidental.
Adicionalmente, o transporte do produto deve ser realizado separadamente de alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas, para prevenir qualquer risco à saúde. Ao aplicar o produto, é imprescindível que sejam utilizados Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados, evitando o contato direto com a pele, olhos e vias respiratórias.
O uso correto dos EPIs não apenas protege a saúde do aplicador, como também garante que as práticas de segurança sejam mantidas durante o período de contato com o produto. Além disso, caso ocorra um contato acidental com o produto, o usuário deve seguir as orientações de primeiros socorros específicas, buscando auxílio médico sempre que necessário.
Essas medidas de segurança visam minimizar os riscos relacionados a intoxicações e garantir a segurança de todos envolvidos no manejo do produto, reforçando a importância de seguir as recomendações estabelecidas na bula e no rótulo do produto.
Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana

Precauções durante o Manuseio / Aplicação do Produto
Durante o manuseio e aplicação do produto ENGEO, é crucial seguir diretrizes de segurança para proteger a saúde dos trabalhadores. Primeiramente, é imperativo utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados, como um macacão de algodão hidrorrepelente com mangas longas, botas de borracha, avental impermeável, máscara de carvão ativado descartável com filtros para solventes orgânicos, óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe.
O manuseio do produto deve ser realizado preferencialmente em locais abertos e bem ventilados, utilizando sempre os EPIs adequados. Ao abrir a embalagem, é importante fazê-lo de forma cautelosa para evitar respingos. Recomenda-se que o produto seja aplicado nas doses recomendadas e que se observe rigorosamente o intervalo de segurança, que é o tempo necessário entre a última aplicação e a colheita.
Além disso, deve-se evitar o contato com a área tratada tanto durante quanto após a aplicação. Em caso de condições climáticas desfavoráveis, como ventos fortes e altas temperaturas, a aplicação do produto deve ser adiada para garantir a segurança e eficácia.
Por último, ao entrar novamente na área tratada, é necessário estar equipado com os EPIs adequados, principalmente antes de retirar a embalagem de proteção. Essas precauções são fundamentais para garantir a segurança durante o uso do produto e proteger a saúde dos operadores envolvidos no processo.

Precauções Após a Aplicação do Produto
Após a aplicação do produto, é fundamental seguir algumas precauções para garantir a segurança e a saúde das pessoas que possam estar em contato com a área tratada. É recomendado que se siga as diretrizes abaixo:
Sinalização da Área Tratada: Sinalize a área com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA”. Mantenha esses avisos visíveis até o final do período de reentrada.
Evitar Contato: Evite ao máximo o contato com a área tratada logo após a aplicação. Caso seja necessário entrar na área antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados que foram utilizados durante a aplicação.
Proteção de Outros: Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça nas áreas tratadas imediatamente após a aplicação.
Uso de Doses Recomendadas: Aplique o produto somente nas doses recomendadas e assegure-se de observar o intervalo de segurança, que é o período que deve transcorrer entre a última aplicação e a colheita.
Higiene Pessoal: Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Após concluir a aplicação, recomenda-se tomar banho imediatamente e trocar de roupas.
Lavagem de Equipamentos: As roupas utilizadas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) devem ser lavados separadamente das demais roupas da família. Durante a lavagem, use luvas e avental impermeáveis.
Manutenção dos Equipamentos: Após cada aplicação, realize a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação para garantir sua eficácia e segurança em futuras utilizações.
Seguir essas precauções é crucial para minimizar os riscos associados ao manuseio e à exposição ao produto aplicado.
Primeiros Socorros - Ingestão
Em caso de ingestão do produto, é fundamental agir rapidamente para minimizar os efeitos tóxicos. Não provoque vômito, a menos que haja orientação médica explícita para tal. Se a pessoa apresentar vômito espontâneo, mantenha-a deitada de lado para evitar a aspiração do conteúdo gástrico. É importante não oferecer nada para beber ou comer ao paciente até que um médico tenha avaliado a situação. Caso ocorra ingestão acidental, procure imediatamente um serviço médico de emergência e leve a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto para auxiliar no tratamento. A rapidez na resposta pode ser crucial para a saúde da pessoa afetada.

Primeiros Socorros - Olhos
Em caso de contato do produto com os olhos, é fundamental agir rapidamente para minimizar qualquer dano. O procedimento recomendado é o seguinte:
- Lave os olhos afetados com uma quantidade abundante de água corrente durante, pelo menos, 15 minutos.
- Evite que a água de lavagem entre no outro olho se apenas um deles estiver contaminado.
- Caso a pessoa esteja usando lentes de contato, remova-as imediatamente.
É importante procurar assistência médica após a lavagem, levando consigo a embalagem, o rótulo ou a bula do produto para facilitar o atendimento. Essa ação é crucial para garantir que a pessoa receba o tratamento adequado e rápido em uma unidade de saúde.
Primeiros Socorros - Pele
Em caso de contato do produto com a pele, é essencial agir rapidamente para minimizar a contaminação e proteger a saúde do indivíduo. A primeira medida a ser tomada é retirar toda a roupa e acessórios que estiverem contaminados, como cinto, pulseiras, óculos e anéis. Em seguida, deve-se lavar a área afetada com água corrente abundante e sabão neutro, realizando essa lavagem por pelo menos 15 minutos.
Durante o processo de descontaminação, é importante evitar o contato direto da água com outros locais, como os olhos, que podem ser também uma via de exposição. Caso a irritação ou dor persista após a lavagem, recomenda-se buscar atendimento médico imediato para avaliação e tratamento adequado.
A aplicação dessas medidas de primeiros socorros é vital para reduzir os riscos de efeitos adversos à saúde e garantir a segurança da pessoa exposta ao produto.

Primeiros Socorros - Inalação
Em caso de inalação do produto, é crucial agir rapidamente para garantir a segurança da pessoa afetada. O primeiro passo é remover a vítima para um local aberto e bem ventilado, assegurando que ela receba oxigênio suficiente. É importante monitorar atentamente a ocorrência de qualquer deficiência respiratória. Se necessário, deve-se administrar oxigênio suplementar e, se a situação for grave, considerar a ventilação mecânica como medida de suporte respiratório.
Adicionalmente, o prestador de primeiros socorros deve se proteger contra contaminação usando Equipamentos de Proteção Individual (EPI) apropriados, como luvas e avental impermeáveis. É fundamental que a assistência médica seja procurada o mais rápido possível para um manejo adequado dos sintomas e garantir que a pessoa receba o tratamento necessário conforme a gravidade da inalação.
Antídoto
No caso de intoxicação pelo produto ENGEO, não existe um antídoto específico. A orientação é procurar imediatamente um serviço médico de emergência caso haja exposição ao produto. É fundamental levar a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto ao serviço médico para auxiliar no diagnóstico e tratamento. A assistência médica deve ser prestada de acordo com os sintomas apresentados, e medidas de descontaminação devem ser tomadas conforme necessário.
Efeitos das Interações Químicas
As interações químicas entre os princípios ativos presentes no produto ENGEO, Cipermetrina e Tiametoxam, não foram relatadas como problemáticas para os seres humanos. Isso sugere que, até o momento, não há evidências que indiquem que a combinação desses compostos cause efeitos adversos significativos que possam comprometer a eficácia do tratamento ou causar riscos adicionais à saúde. Entretanto, é sempre importante que o uso de produtos químicos em ambientes agrícolas seja acompanhado por orientações técnicas adequadas e que as precauções gerais de segurança sejam seguidas rigorosamente para evitar qualquer risco. Para orientações específicas sobre o produto, recomenda-se consultar um especialista da área agrícola ou um médico toxicológico, sempre priorizando a segurança no manejo de agrotóxicos.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Precauções de Uso e Advertências
O produto ENGEO é classificado como altamente perigoso ao meio ambiente (Classe I). Sua aplicação requer cuidados rigorosos devido a suas características químicas e aos riscos que pode representar para organismos aquáticos e para o solo. Este inseticida é altamente persistente e móvel no meio ambiente, possuindo um elevado potencial de alcançar águas subterrâneas.
Precauções durante a aplicação:
- A aplicação não deve ser realizada em áreas situadas a uma distância inferior a 500 metros de aglomerações populacionais e de mananciais de captação de água para abastecimento público.
- Em relação a corpos d’água, a distância mínima deve ser de 250 metros para evitar contaminação.
Além disso, é crucial evitar a contaminação ambiental. O uso do produto deve ocorrer respeitando as doses recomendadas, e qualquer resíduo ou material que tenha tido contato com o produto não deve ser lavado em fontes de água, como lagos ou rios, pois isso causaria a contaminação desses corpos hídricos.
Manter os equipamentos de aplicação em boas condições e sem vazamentos contribui para a segurança ambiental. A degradação e destinação correta da embalagem vazia também são essenciais, sendo necessário seguir as leis e regulamentações locais sobre o transporte e descarte destes produtos perigosos.
Seguindo essas orientações, pode-se minimizar os impactos ambientais causados pelo uso do inseticida ENGEO, protegendo tanto a fauna e flora locais quanto a saúde pública.

Instruções de Armazenamento do Produto
O correto armazenamento do produto é fundamental para garantir sua conservação e prevenir acidentes, especialmente considerando que se trata de um produto altamente perigoso ao meio ambiente. As seguintes orientações devem ser seguidas rigorosamente:
Embalagem Original: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. Isso evita contaminações e garante que o produto permaneça na condição adequada para uso.
Local de Armazenamento: O local de armazenamento deve ser exclusivo para produtos tóxicos e deve ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. É importante que a construção seja de alvenaria ou de material não combustível.
Ventilação e Piso Impermeável: O espaço precisa ser ventilado, coberto e apresentar um piso impermeável. Isso ajuda a evitar a dispersão de vapores e facilita a limpeza em caso de derramamento.
Placas de Advertência: Deve haver uma placa de advertência clara no local, com os dizeres "CUIDADO, VENENO", para alertar sobre os riscos associados ao armazenamento de produtos químicos.
Acesso Controlado: O local deve ser mantido trancado, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, especialmente crianças.
Materiais de Segurança: Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Legislação: É essencial observar todas as disposições constantes da legislação estadual e municipal relacionada ao armazenamento de produtos químicos, garantindo assim a conformidade legal e a segurança ambiental.
Seguir essas instruções não apenas garante a segurança de pessoas e animais, mas também protege o meio ambiente, prevenindo possíveis contaminações e danos à natureza.

Instruções em Casos de Acidentes
Em caso de acidente envolvendo o produto ENGEO, é fundamental seguir rigorosamente as instruções para garantir a segurança das pessoas e a proteção do meio ambiente. Os passos a serem seguidos são:
Isolamento da Área: Isole e sinalize a área contaminada imediatamente. Isso é crucial para evitar que outras pessoas se aproximem de um local potencialmente perigoso.
Contatar Autoridades: Entre em contato com as autoridades locais competentes e com a empresa registrante Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. pelo telefone de emergência a ser utilizado: 0800 704 4304. Informar o ocorrido permitirá que medidas adequadas sejam tomadas.
Equipamento de Proteção Individual (EPI): Utilize Equipamentos de Proteção Individual adequados, que incluem macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros. Esses equipamentos são essenciais para proteger a saúde de quem está lidando com o acidente.
Em Caso de Derrame:
- Piso Pavimentado: Absorva o produto derramado com materiais como serragem ou areia. Recolha o material usando uma pá e coloque-o em um recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deve ser reutilizado.
- Solo: Caso o derrame tenha ocorrido no solo, removam-se as camadas de terra contaminadas até que o solo não contaminado seja alcançado. O material recolhido também deve ser colocado em um recipiente lacrado.
- Corpos d'Água: Interrompa imediatamente a captação de água para consumo humano ou animal nas proximidades. É importante contatar o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, pois as ações a serem tomadas podem variar conforme a extensão do acidente e as características do corpo hídrico afetado.
Em Caso de Incêndio: Para combater a ocorrência de incêndio, recomenda-se o uso de extintores adequados, como água em forma de neblina, CO2 ou pó químico. A personificação da fumaça e a proteção contra intoxicação devem ser cuidadosamente monitoradas.
Seguir estas orientações é essencial para mitigar os prejuízos e os impactos ao meio ambiente e à saúde humana quando ocorrer um acidente envolvendo o produto.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Procedimentos de Lavagem, Armazenamento, Devolução, Transporte e Destinação de Embalagens Vazias
Os procedimentos relacionados à lavagem, armazenamento, devolução, transporte e destinação de embalagens vazias de agrotóxicos são fundamentais para minimizar os impactos ambientais e garantir a segurança no manuseio desses produtos.
Lavagem da Embalagem
As embalagens que são consideradas rígidas e laváveis devem passar pelo processo de tríplice lavagem imediatamente após seu esvaziamento. Este processo envolve os seguintes passos:
- Esvaziar completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos.
- Adicionar água limpa à embalagem até ¼ de seu volume.
- Tampar bem a embalagem e agitar por 30 segundos.
- Despejar a água de lavagem no tanque do pulverizador.
- Repetir esta operação três vezes.
- Por fim, a embalagem deve ser inutilizada perfurando o fundo.
Esta lavagem deve ser realizada utilizando Equipamento de Proteção Individual (EPI), assim como aqueles exigidos para o preparo da calda do produto.
Armazenamento da Embalagem Vazia
Após a realização da lavagem, as embalagens devem ser armazenadas com a tampa em caixa coletiva, quando disponível, separadamente das não lavadas. O local de armazenamento deve ser coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável. A sinalização deve estar visível, indicando o uso de venenos.
Devolução da Embalagem Vazia
A devolução da embalagem vazia é obrigatória e deve ocorrer em até um ano após a data da compra, com a embalagem acompanhada da tampa. O usuário deve guardar o comprovante de devolução por pelo menos um ano, a fim de atender à fiscalização.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado dentro do prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, a devolução poderá ser feita até seis meses após o término do prazo de validade.

Transporte das Embalagens Vazias
É essencial que as embalagens vazias não sejam transportadas juntamente com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. O manejo correto nesse aspecto evita a contaminação de outros produtos e a exposição ao risco de intoxicação.
Destinação Final das Embalagens Vazias
A destinação final das embalagens vazias, após devolução pelos usuários, deve ser realizada apenas pelas empresas registrantes ou por aquelas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É proibida a reutilização, reciclagem, fracionamento e reembalagem deste produto, uma vez que a destinação inadequada pode causar contaminação do solo, da água e do ar, afetando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Esses cuidados são essenciais para garantir a integridade ambiental e a segurança da saúde pública, promovendo um uso responsável dos produtos químicos utilizados na agricultura.
Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Transporte de Agrotóxicos, Componentes e Afins
O transporte de agrotóxicos e seus componentes deve seguir rigorosamente as regras e procedimentos estabelecidos na legislação específica. É fundamental que os agrotóxicos não sejam transportados junto a alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e outras substâncias e produtos que possam comprometer a saúde e segurança das pessoas e do meio ambiente.
Essas diretrizes visam prevenir acidentes e garantir a integridade do produto durante o transporte, minimizando riscos de contaminação e exposição. Portanto, é essencial que responsáveis pelo transporte e manuseio desses produtos adotem todas as precauções necessárias e estejam cientes das regulamentações vigentes para assegurar a proteção da saúde pública e do meio ambiente.

Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente - Restrições Estabelecidas por Órgão Competente do Estado, Distrito Federal ou Municipal
As restrições estabelecidas pelos órgãos competentes são fundamentais para garantir a segurança ambiental e a proteção da saúde pública. De acordo com as diretrizes vigentes, é proibido o transporte de agrotóxicos junto a pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. Essa regulamentação visa minimizar os riscos de contaminação e garantir a integridade de todos os envolvidos nas atividades agrícolas.
Além disso, é imprescindível seguir as recomendações especificadas pelos órgãos reguladores em relação à aplicação de produtos fitossanitários, respeitando as distâncias mínimas de segurança em relação a corporações aquáticas e áreas sensíveis. A observância dessas operações contribui para a preservação da fauna e flora, evitando contaminações que possam prejudicar o meio ambiente.
Os usuários devem estar cientes dessas restrições e devem seguir rigorosamente as normativas para assegurar não apenas a eficiência no uso de agrotóxicos, mas também a proteção ao meio ambiente, que é um bem comum e essencial para a sustentabilidade agrícola e a saúde da população.
| Marca comercial | Engeo |
| Titular do registro | Syngenta Proteção De Cultivos Ltda. – São Paulo/Sp |
| Número do registro | 2402 |
| CNPJ | 60.744.463/0001-90 |
| Classificação ambiental | I - Produto Altamente Perigoso Ao Meio Ambiente |
| Classificação toxicológica | 4 - Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico |
| Modo de ação | Sistêmico, De Contato E Ingestão |
| Técnica de aplicação | Terrestre/Aérea |
| Compatibilidade | |
| Inflamável | Sim |
| Corrosivo | Sim |
| Formulação | Eg - Grânulos Emulsionáveis |
| Observação |




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